Perspectivas para o acordo Mercosul-UE são as melhores possíveis, diz titular do MDIC

Perspectivas para o acordo Mercosul-UE são as melhores possíveis, diz titular do MDIC

Perspectivas para o acordo Mercosul-UE são as melhores possíveis, diz titular do MDIC

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Márcio Elias Rosa, disse nesta sexta-feira, 24, que as perspectivas para o acordo do Mercosul com a União Europeia (UE) são as melhores possíveis e que não haverá dificuldade colocá-lo em prática. Ele participou do programa “Bom dia, ministro” da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), informou o Broadcast. “O acordo entra em vigor em primeiro de maio. Como você disse, um acordo que entra em vigor de maneira provisória, mas não haverá nenhuma dificuldade. Ele vai se consolidar depois”, afirmou. Ele disse que está se implementando o acordo de forma provisória a partir de 1º de maio, mas que isso será consolidado depois e que o novo bloco será um dos maiores do mundo. “Talvez nós estejamos na formação do maior bloco econômico formado nos últimos tempos. Estamos falando de 720 milhões de pessoas que estarão conectadas no mesmo comércio. É um acordo de livre comércio”, completou.

Parlamento Europeu ter acionado tribunal para avaliar acordo Mercosul-UE ‘é coisa de gente ciumenta’, diz Lula

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva comentou sobre o Parlamento Europeu ter acionado o Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE) para avaliar o acordo comercial entre Mercosul e União Europeia (UE), que entra em vigor parcialmente em 1° de maio. O chefe do Executivo brasileiro considerou a ação como “coisa de gente ciumenta”, informou o Valor Econômico. “É importante que a gente consiga convencer também a Justiça da União Europeia de que esse recurso é coisa de gente ciumenta que não conhece a qualidade do Brasil. A gente não quer destruir os produtos deles, a gente quer fazer uma política de complementaridade”, disse. A declaração foi durante visita à Embrapa Cerrados, em Planaltina (DF), onde o presidente participou da abertura da Feira Brasil na Mesa. Na avaliação de Lula, o pedido do Parlamento Europeu não impede que os dois blocos econômicos continuem negociando o andamento do acordo comercial.

Em reunião com delegação japonesa, INPI apresenta avanços em patentes

INPI participou de reunião, no dia 17 de abril, com representantes da Organização de Comércio Exterior do Japão (JETRO, na sigla em inglês) e do Consulado-Geral do Japão no Rio de Janeiro para compartilhar avanços estratégicos na redução do tempo de tramitação dos processos de patentes no Brasil, informou o portal do instituto. Durante o encontro, os representantes da Diretoria de Patentes, Programas de Computador e Topografias de Circuitos Integrados (DIRPA) apresentaram o Plano de Transformação Digital, que irá unificar 14 sistemas entre 2026 e 2028, com o objetivo de ampliar a transparência e a eficiência para os usuários. Na atividade, também foram discutidos temas como: a meta de reduzir o prazo de decisão de patentes para dois anos; o novo projeto de automação, que facilitará o acompanhamento de processos em tempo real; e o modelo japonês de terceirização de buscas.

Big techs e fabricantes no Brasil travam embate sobre importação de data centers

A decisão do governo Lula (PT) de elevar o imposto de importação sobre grandes servidores acirrou um embate entre fabricantes de hardware instalados em solo nacional e grandes empresas de tecnologia que desejam operar esses centros de dados no país, mas com os produtos já prontos e montados fora, destacou reportagem da Folha de S. Paulo. A Brasscom (Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação), que representa big techs como Microsoft, Oracle e Amazon, atua para revogar a decisão do governo. A entidade buscou integrantes do Executivo para conversas e enviou ofício à Camex (Câmara de Comércio Exterior), órgão do governo federal que em janeiro elevou alíquotas do setor para até 25%.’[Estamos] buscando uma solução conjunta com todos os envolvidos, pois acreditamos que é o melhor para todos –empresas de processamento de dados, fabricantes de equipamentos, operadores de data centers e provedores de nuvem’, diz Affonso Nina, presidente da entidade. A Brasscom também engloba operadoras de data center e outras empresas do setor de tecnologia. Do outro lado está a Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica), que representa fabricantes instalados no Brasil, como Cisco, Foxconn e Dell, e defende a medida do governo. A entidade diz que as alíquotas antigas deixavam mais caro importar peças para fabricar o produto no país do que comprar os equipamentos prontos no exterior. Ele pondera, no entanto, que mesmo com a alíquota mais alta ainda é possível pedir isenções tarifárias no caso de produtos que realmente não tenham similar nacional. A Abinee defende essa ferramenta, afirma. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Cade aprova por unanimidade processo administrativo contra Google por uso de conteúdo jornalístico e inteligência artificial

O Tribunal do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) decidiu por unanimidade, nesta quinta, 23, rejeitar o arquivamento de um inquérito e determinar a instauração de um processo administrativo contra o Google, informou o site Telaviva. A decisão acolhe integralmente o voto-vista do presidente interino da autarquia, Diogo Thomson de Andrade, que apontou indícios de abuso exploratório de posição dominante no uso de conteúdo de veículos de mídia, prática agravada pela introdução de inteligência artificial generativa nos resultados de busca. O processo, que tramita desde a década passada, analisa a relação vertical entre o buscador e os produtores de informação. A investigação original teve início em 2013, motivada por denúncia do Buscapé contra o Google Shopping. Foi no curso dessa apuração, em 2018, que a Globo Comunicação e Participações S.A. ingressou com uma manifestação denunciando a prática de ’scraping’ (raspagem de dados) pela plataforma para a exibição de trechos de notícias (’snippets’). Em 2019, o Tribunal do Cade determinou a separação do caso e a abertura de um inquérito específico. Contudo, o cenário ganhou novos contornos com a introdução do AI Overviews, ferramenta do Google que sintetiza respostas utilizando inteligência artificial no topo da página de busca. O documento aprovado pelo Tribunal classifica a dinâmica como ’carona forçada’, argumentando que a plataforma amplia o uso do conteúdo alheio para treinar algoritmos e gerar respostas sintéticas, esvaziando a contrapartida financeira e de audiência oferecida aos ’publishers’. A defesa do Google sustenta que a relação com os veículos é pautada pelo benefício mútuo, gerando tráfego gratuito qualificado e que a queda na audiência orgânica reflete mudanças de consumo. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Cresce IA na trilha publicitária, levantando debate no mercado

A inteligência artificial generativa já está amplamente integrada à produção e ao consumo de música, com plataformas como a Deezer recebendo mais de 75 mil faixas geradas por IA por dia, cerca de 44% dos lançamentos, destacou matéria no site da União Brasileira de Compositores. Esse avanço também impacta a publicidade, especialmente na criação de trilhas sonoras, tradicionalmente desenvolvidas por produtores e compositores. Profissionais do setor observam que a IA tem sido mais utilizada em conteúdos rápidos e de baixo custo, como posts para redes sociais, devido à combinação de orçamentos reduzidos e prazos curtos. Em campanhas maiores, porém, o uso de músicas licenciadas ainda se mantém estável, enquanto a IA ganha espaço principalmente em projetos menores e regionais. Embora haja crescimento no uso da tecnologia, estimativas globais indicam que até 40% das campanhas digitais utilizam IA, especialistas não veem o cenário como alarmante, mas sim como um ponto de atenção. Ao mesmo tempo, a IA é entendida como parte de uma transformação maior do mercado, que já vinha sendo impactado por avanços tecnológicos e pela pressão por redução de custos. Seu impacto tende a ser maior em conteúdos padronizados, enquanto projetos que exigem identidade artística e originalidade continuam valorizando a criação humana. Além disso, surgem riscos jurídicos e reputacionais relacionados ao uso de conteúdos gerados por IA, especialmente quanto a direitos autorais. Nesse contexto, cresce a importância da curadoria humana, da autenticidade e de soluções criativas personalizadas para manter o valor e a eficácia da música na publicidade. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Só 36% dos royalties de músicas de boates chegam a criadores

Relatório da Fair Play aponta falhas significativas na distribuição de royalties de execução pública, especialmente em clubes e boates. Apenas 36% dos valores arrecadados chegam corretamente aos titulares, enquanto cerca de 71,6% das taxas de licenciamento pagas por esses estabelecimentos não são repassadas aos criadores, destacou matéria no site da União Brasileira de Compositores. O problema decorre, sobretudo, da dificuldade em identificar as músicas executadas, agravada pela ausência ou inconsistência de metadados que conectem as faixas aos seus registros originais. Esse cenário é ainda mais complexo na música eletrônica, em que DJs utilizam mixes, versões editadas e faixas não registradas formalmente. No Brasil, a legislação atribui ao organizador do evento ou ao dono do estabelecimento a responsabilidade de informar o repertório executado. O Ecad utiliza setlists em shows e festivais para cruzar dados com seu banco de registros. Já em boates, onde a programação é contínua, adota-se a amostragem acústica, com gravações periódicas que servem de base estatística para a distribuição. Apesar dos avanços, como o envio de setlists em 75% dos eventos de música eletrônica em 2025, persistem falhas significativas. Cerca de 36% das músicas informadas apresentavam inconsistências ou não estavam registradas no sistema, o que impede o repasse correto dos direitos autorais e evidencia um problema estrutural no modelo de arrecadação e distribuição. Para acessar a matéria completa, clique aqui

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