Nova Indústria Brasil receberá mais de R$ 140 bilhões até 2026 e coloca IA entre prioridades

Nova Indústria Brasil receberá mais de R$ 140 bilhões até 2026 e coloca IA entre prioridades

Nova Indústria Brasil receberá mais de R$ 140 bilhões até 2026 e coloca IA entre prioridades

O programa Nova Indústria Brasil (NIB) deverá receber mais de R$ 140 bilhões em recursos até o fim de 2026, segundo informações divulgadas pelo governo federal. A ampliação dos investimentos reforça a estratégia de modernização da indústria brasileira e coloca a inteligência artificial entre os setores considerados prioritários para o desenvolvimento econômico do país, destacou matéria do portal Café com Bytes. Os recursos serão destinados a programas de financiamento, inovação, digitalização industrial e desenvolvimento tecnológico. Entre as áreas estratégicas destacadas estão inteligência artificial, semicondutores, infraestrutura digital, computação avançada, biotecnologia e transição energética. Segundo o governo, a iniciativa busca aumentar a competitividade da indústria nacional, incentivar a inovação e ampliar a participação do Brasil em setores tecnológicos de alto valor agregado. O plano também prevê estímulos à pesquisa, ao desenvolvimento e à formação de profissionais qualificados.A inteligência artificial aparece entre os principais eixos da política industrial. O objetivo é fomentar o desenvolvimento de soluções nacionais, ampliar a adoção de IA pelas empresas e fortalecer a infraestrutura tecnológica necessária para aplicações avançadas. O governo também busca incentivar projetos voltados à automação, produtividade e transformação digital. Para acessar a matéria completa, clique aqui.


Gestão defende que a Infraestrutura Nacional de Dados é fundamental para a soberania digital brasileira

A secretária adjunta de Governo Digital, Luanna Roncaratti, afirmou que a Infraestrutura Nacional de Dados (IND), conhecida como “Base de Dados do Brasil”, é essencial para fortalecer a soberania digital do país. Durante o Fórum de Assuntos Futuros, no Rio de Janeiro, ela destacou que soberania digital significa a capacidade de o Brasil definir suas próprias prioridades, proteger os direitos dos cidadãos e desenvolver políticas públicas alinhadas aos interesses nacionais, destacou matéria no portal do MGI. Segundo Luanna, os dados são um ativo estratégico para aprimorar os serviços públicos, apoiar decisões baseadas em evidências e impulsionar o desenvolvimento econômico e social. Ela também ressaltou a importância da Nuvem de Governo como elemento central dessa estratégia. A secretária explicou que a soberania digital se baseia em três dimensões. A primeira é a soberania de dados, que garante o controle sobre onde as informações são armazenadas, processadas e quem pode acessá-las, respeitando a jurisdição brasileira. A segunda é a soberania operacional, relacionada à gestão da infraestrutura tecnológica, permitindo ao governo conhecer a localização dos sistemas e administrar sua operação. Por fim, a soberania tecnológica assegura a capacidade de utilizar, modificar e auditar softwares e hardwares, reduzindo a dependência de fornecedores estrangeiros e fortalecendo a autonomia tecnológica do país. Para acessar a matéria completa, clique aqui.


EUA podem apertar ‘botão de desligar’ IA no mundo, e soberania digital é urgente, diz Francesca Bria

Com o veto à exportação de modelos de inteligência artificial da Anthropic, os Estados Unidos provaram que podem apertar o ’botão de desligar’ a tecnologia do mundo da noite para o dia, e isso mostra que países devem buscar urgentemente a soberania digital. Essa é a mensagem da economista italiana Francesca Bria, assessora da Comissão Europeia para soberania tecnológica, destacou matéria da Folha de S. Paulo. Bria é fundadora da iniciativa EuroStack, base do pacote de leis de soberania digital que a União Europeia anunciou na última semana.  À Folha ela afirma que Washington deixou de ver a tecnologia como um tema meramente comercial e quer condicionar acesso ao poder computacional ao alinhamento político. Para ela a decisão do governo dos Estados Unidos de restringir o acesso aos modelos mais avançados da Anthropic para cidadãos estrangeiros demonstra que a inteligência artificial passou a ser tratada como questão de segurança nacional, e não apenas de mercado. Segundo essa visão, a medida evidencia que países dependentes de tecnologias americanas podem ter o acesso a serviços essenciais interrompido unilateralmente, comprometendo sua autonomia. Nesse contexto, Bria defende a importância da soberania digital, entendida como a capacidade de controlar infraestruturas críticas, como dados, computação em nuvem, IA, chips e conectividade. O objetivo não seria produzir tudo internamente, mas garantir domínio sobre ativos estratégicos e reduzir vulnerabilidades. A conclusão é que o controle da infraestrutura digital se tornou um instrumento de poder geopolítico, reforçando a necessidade de maior autonomia tecnológica. Para acessar a matéria completa, clique aqui.


EUA criticam medidas de soberania digital e defendem atuação de big techs


O governo dos Estados Unidos classificou de ’retrógradas’ e ’contraproducentes’ as iniciativas de soberania digital postas em prática por diversos países e defendeu a atuação global de suas empresas de tecnologia, dizendo que elas ’distribuem mais do que retêm’ riquezas, destacou matéria do site Teletime. As críticas às iniciativas de soberania digital constam em artigo publicado nesta semana por Jacob Helberg, subsecretário de Estado dos EUA para Assuntos Econômicos e arquiteto da Pax Silica, uma iniciativa liderada pelos EUA para construir uma cadeia de suprimentos de silício, incluindo minerais críticos, semicondutores e infraestrutura de Inteligência Artificial (IA). O subsecretário, em linhas gerais, afirma que soberania digital deve envolver inovação, e não ’copiar’ produtos já existentes no mercado. Nesse sentido, Helberg reprovou o Pacto Digital Global da ONU, que tem como uma de suas bases a ideia de que cada nação possua o ’mínimo irredutível’ de infraestrutura de IA, como ser dono dos próprios dados, modelos e computadores para processamento de informações. No artigo, Helberg também sai em defesa das big techs norte-americanas. Segundo ele, ’as grandes plataformas sempre distribuíram mais do que retiveram’, além de que tais empresas ’geram mais riqueza acima delas do que capturam internamente’. Helberg ainda faz uma comparação com a implantação das rede 5G nos Estados Unidos. O subsecretário lembra que ’os Estados Unidos não tinham um campeão nacional para construir os rádios e as estações rádio base que compõem o núcleo da rede’. Com isso, ’poderiam ter declarado emergência de soberania digital e gastado uma fortuna para criar um fabricante nacional do zero’. Para acessar a matéria completa, clique aqui.


TCU aponta falhas e cobra mudanças nas contratações públicas de TI


O Tribunal de Contas da União (TCU) identificou fragilidades recorrentes nas contratações públicas de tecnologia da informação e recomendou mudanças nos processos de planejamento, pesquisa de preços e governança das licitações realizadas pela administração federal, destacou matéria do portal Café com Bytes. A auditoria analisou 133 licitações de tecnologia, que somam aproximadamente R$ 3,5 bilhões em recursos públicos. O levantamento incluiu processos de aquisição de hardware, software e serviços de TI em órgãos da administração federal. Segundo o TCU, os principais problemas foram identificados antes mesmo da fase de contratação. Entre as falhas mais frequentes estão estimativas inadequadas de demanda, pesquisas de preços deficientes, ausência de critérios claros para seleção de fornecedores e inconsistências nos quantitativos previstos nos editais. O tribunal também apontou riscos relacionados à utilização inadequada de metodologias de contratação de serviços de tecnologia, além da falta de aproveitamento de referências de mercado e de contratos semelhantes já realizados pela administração pública. De acordo com o ministro relator Benjamin Zymler, essas fragilidades aumentam a probabilidade de sobrepreço, desperdício de recursos e contratações antieconômicas, comprometendo a eficiência do gasto público. O órgão reforçou a importância da melhoria da qualidade das informações inseridas em sistemas de compras governamentais. Dados incompletos ou descrições inadequadas dos objetos licitados dificultam comparações de preços e reduzem a transparência dos processos. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Demanda recorde por rede elétrica leva espera a até 5 anos e põe indústria e data centers em disputa


Existe um número recorde de pedidos para conectar grandes consumidores à rede de transmissão de eletricidade brasileira, o chamado grid, que transporta energia das usinas para os centros de consumo. A depender do lugar, a conexão deve ocorrer só depois de 2030, indicam dados públicos e relatos de empresas, destacou matéria da Folha de S. Paulo. Segundo a Abrace (Associação Brasileira dos Grandes Consumidores de Energia), o problema não é a falta de geração de energia, o gargalo está na infraestrutura de transmissão em São Paulo e no Nordeste. Para distribuir a capacidade disponível, o governo substituiu a antiga fila por ordem de chegada pelas chamadas ’temporadas de acesso’, um sistema que funciona como leilão. A mudança preocupa a indústria de base, que agora disputará espaço na rede com os data centers, grandes consumidores de energia. O Ministério de Minas e Energia informou que já planejou obras para ampliar em cerca de 8 GW a capacidade de conexão, com foco na região metropolitana de São Paulo e em Campinas. O ministério também afirma que o crescimento acelerado dos pedidos de data centers aumentou a pressão sobre a infraestrutura existente.Após a nova portaria, os pedidos pendentes foram transferidos ao Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). Atualmente, o órgão analisa 61 solicitações de conexão direta à rede básica, das quais 38 são de data centers. Para acessar a matéria completa, clique aqui.


Comissão aprova incentivos para uso de energia limpa em datacenters no Norte e no Nordeste


A Comissão de Ciência, Tecnologia e Inovação da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 490/26, que cria estímulos para o fornecimento de energia limpa e renovável a datacenters instalados nas regiões Norte e Nordeste. De acordo com matéria da Agência Câmara, o colegiado seguiu o parecer do relator, deputado Josenildo (PDT-AP), favorável à proposta. O projeto, do deputado Duda Ramos (Pode-RR), permite incentivos da União a contratos de longo prazo entre datacenters e o setor elétrico. O texto prioriza fontes como energia solar, eólica, biomassa e hidrelétricas de baixo impacto. A proposta também institui o selo voluntário “DataCenter Verde Regional”. A certificação será concedida a iniciativas que comprovarem o uso predominante de energia limpa, garantindo prioridade em licenciamentos e financiamentos. O texto foi aprovado com três emendas supressivas apresentadas pelo relator. De acordo com Josenildo, a exclusão de alguns trechos da versão original teve o objetivo de aprimorar o projeto e evitar possíveis conflitos com a legislação atual. A proposta ainda será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Minas e Energia; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

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