Ministro da Saúde deve continuar no cargo no próximo Governo Lula
O discurso da vitória feito domingo pelo presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reforçou a perspectiva de que Alexandre Padilha continuará à frente do Ministério da Saúde em 2027, informou o site Jota. Além da fala de domingo, outros fatores fortalecem a premissa, apurou a publicação. Para começar, o ministro atendeu ao pedido do presidente de não concorrer a uma vaga na Câmara dos Deputados para participar da campanha presidencial, ficando, de certa forma, sob risco numa eventual derrota de Lula. Além disso, Padilha conseguiu afastar, ao assumir o ministério, o clima de descontentamento entre parlamentares, provocado pela lentidão na liberação das emendas. Este é, aliás, um dos pontos costumeiros de tensão entre quem está à frente da pasta e deputados e senadores. Num momento em que a relação com Congresso será ainda mais importante, ter à frente da Saúde alguém com habilidade política representaria uma garantia. Outro aspecto que também seria levado em conta: Padilha é apontado como um nome potencial para disputar a prefeitura de São Paulo. De acordo com esta visão, dois anos à frente da Saúde poderiam ser importantes para manter sua visibilidade, aumentando as chances numa eventual disputa do concorrido colégio eleitoral. A informação é a de que ainda não houve uma conversa formal entre o presidente e Padilha sobre a permanência na pasta. Mas o JOTA apurou que, dentro do ministério, a percepção é a de que ele fica. Para acessar a matéria completa, clique aqui.
Brasil institui Política Nacional de Informação e Saúde Digital e consolida transformação digital do SUS
O Brasil passou a contar oficialmente com uma Política Nacional de Informação e Saúde Digital (PNISD). Instituída pela Portaria GM/MS nº 12.301, de 27 de outubro de 2026, publicada no Diário Oficial da União em 28 de outubro, a política consolida a transformação digital como elemento estruturante do Sistema Único de Saúde (SUS) e cria bases para a continuidade desse processo em todo o país, comunicou o portal do Ministério da Saúde. A portaria destaca a finalidade de fortalecer o SUS por meio da transformação digital, colocando o cidadão no centro do cuidado, unificando o histórico clínico e provendo telessaúde para ampliar o acesso integral, universal e equitativo à saúde. O texto estabelece ainda que a transformação digital deve fortalecer as redes de atenção e a vigilância em saúde, aprimorar a gestão do SUS, incorporar a saúde digital à formação e à educação permanente dos profissionais, trabalhadores e conselheiros de saúde, estimular a pesquisa e a inovação e promover o letramento digital dos usuários do SUS e da população. A nova política organiza esse processo em âmbito nacional, estabelece princípios, diretrizes e responsabilidades e cria bases para sua continuidade e expansão. Entre os princípios da política estão a centralidade do usuário, a redução das desigualdades, a proteção dos dados pessoais, a soberania digital e o uso seguro e responsável de tecnologias emergentes. Para acessar a matéria completa, clique aqui.
Mais de 15 milhões de brasileiros são afetados por doenças reumáticas
As doenças reumáticas afetam mais de 15 milhões de pessoas no Brasil, incluindo idosos, crianças, adolescentes e adultos, segundo dados da Sociedade Brasileira de Reumatologia, informou a CNN Brasil. O Dia Nacional de Luta Contra Doenças Reumáticas é celebrado em 30 de outubro e busca disseminar informações essenciais sobre os tipos de enfermidades e a prevenção, para evitar que comprometam a autonomia e qualidade de vida dos brasileiros. Existem mais de 120 doenças reumáticas, e entre as doenças mais conhecidas estão: Osteoartrite, também chamada de artrose; Fibromialgia; Osteoporose; Gota; Tendinite; Bursite; Lúpus eritematoso sistêmico; Lombalgias e Espondiloartrites. Apesar das diferenças entre as doenças, os sintomas são similares. A atenção aos sinais e a busca por avaliação médica são etapas importantes para evitar complicações. Entre os sintomas mais frequentes estão dor persistente, inchaço e rigidez nas articulações. Normalmente, as condições atingem o aparelho locomotor: ossos, articulações, cartilagens, músculos, tendões e ligamentos. No entanto, algumas doenças reumáticas também podem comprometer órgãos como rins, coração e pulmões, além da pele, dos vasos sanguíneos e do sistema nervoso central. Caso não sejam diagnosticadas ou tratadas corretamente, algumas condições podem causar deformidades, desgaste das articulações e perda de capacidade funcional. Para acessar a matéria completa, clique aqui.
Comissão aprova medidas para fortalecer combate ao câncer de próstata
A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados aprovou parecer favorável à versão da Comissão de Saúde para o Projeto de Lei 665/11, que amplia as ações voltadas à prevenção, ao diagnóstico e ao tratamento do câncer de próstata no Sistema Único de Saúde (SUS) e na saúde suplementar, informou a Agência Câmara. O relator, deputado Merlong Solano (PT-PI), considerou que as medidas não aumentam despesas para a União nem afetam o orçamento público. Apresentada pelo deputado Hugo Leal (PSD-RJ), a iniciativa foi analisada com outros seis projetos, dois deles rejeitados. O relator concluiu pela não implicação orçamentária do original, de quatro apensados e do substitutivo da Comissão de Saúde. O texto aprovado disciplina a política de atenção à saúde do homem no SUS. A proposta inclui o monitoramento de centros especializados para assegurar a padronização das diretrizes de atendimento definidas pelo Ministério da Saúde. Na saúde suplementar, a iniciativa também inclui a cobertura obrigatória, por operadoras de planos privados, de exames de diagnóstico por imagem voltados à identificação de tumores de próstata. Hoje, esses exames não estão cobertos.O projeto ainda será analisado em caráter conclusivo pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Para acessar a matéria completa, clique aqui.
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