Entidades setoriais ampliam esforços contra falsificação de medicamentos

Entidades setoriais ampliam esforços contra falsificação de medicamentos

Entidades setoriais ampliam esforços contra falsificação de medicamentos

A falsificação de medicamentos voltou ao centro das atenções do setor farmacêutico e vem levando entidades da distribuição, indústria e do varejo a redobrar esforços e articulações para atenuar esse cenário, destacou reportagem do portal Panorama Farmacêutico. O problema ganhou contornos ainda mais graves a partir do crescimento acelerado de terapias de alto valor, fragilidades na cadeia logística e a movimentação de novos canais de acesso como os marketplaces. Embora o debate recente envolva a atuação de plataformas digitais, especialistas e entidades do setor reforçam que o problema é sistêmico e exige uma abordagem mais ampla, que contemple desde a produção até a dispensação ao paciente. Segundo a Organização das Nações Unidas, cerca de um em cada dez medicamentos comercializados em países de baixa e média renda é falsificado ou de baixa qualidade. No Brasil, o prejuízo estimado com medicamentos e produtos hospitalares falsificados chega a R$ 11,5 bilhões. A dificuldade de identificação por parte do consumidor agrava o panorama. Para a Interfarma, a disseminação de informações incorretas e a crescente autonomia do paciente na tomada de decisão também contribuem para o problema. Desde o ano passado, a associação mantém parceria com o Conselho Nacional de Combate à Pirataria e o Ministério da Justiça e Segurança Pública no intuito de combater e alertar sobre os riscos da falsificação de medicamentos no país. O principal fruto desse acordo é a cartilha digital Falsificação de Medicamentos – Cartilha de Conscientização aos Consumidores, que reúne informações sobre os riscos enfrentados por pacientes que escolhem utilizar remédios de origem incerta. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

’Saúde é uma das áreas com maior demanda por inovação’, diz Álvaro Prata, presidente da Embrapii

A Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii) tem ampliado seu papel como ponte entre ciência e setor produtivo no Brasil. Atualmente a empresa busca aumentar a articulação de soluções para demandas estratégicas da saúde. Em entrevista ao Futuro da Saúde, o diretor-presidente da instituição, Álvaro Toubes Prata, detalhou como o modelo da organização vem evoluindo na área, em sintonia com políticas como a Nova Indústria Brasil (NIB) e o fortalecimento do Complexo Econômico-Industrial da Saúde (CEIS).  A Embrapii opera por meio de uma rede de unidades credenciadas formadas por grupos de pesquisa vinculados a instituições públicas e privadas, compartilhando custos e riscos com empresas. A estratégia tem crescido: em 2025, a instituição contratou 814 novos projetos, um crescimento de 26% em relação aos firmados em 2024. Para 2026, a expectativa é chegar a mil projetos, com R$1,8 bilhão em investimentos. A área da saúde se destaca nesse avanço. Segundo o presidente, o setor já acumula cerca de 500 projetos, somando R$700 milhões em investimentos em pesquisa, desenvolvimento e inovação, distribuídos em mais de 40 unidades da rede. Desde 2025, a Embrapii passou a estruturar novas unidades em áreas consideradas estratégicas, como biofármacos, dispositivos médicos e saúde digital. Ao todo, R$30 milhões foram investidos para ampliar a capacidade nacional em temas prioritários para o SUS. Um dos principais movimentos recentes é a criação dos chamados projetos de alto impacto em saúde, que alteram o modelo tradicional da instituição. Em vez de responder apenas a demandas pontuais da indústria, a Embrapii passou a estruturar iniciativas orientadas por desafios complexos da sociedade. Para acessar a matéria completa, clique aqui.


Caneta emagrecedora com semaglutida já chega a ter preço 60% menor no Brasil

Com o fim da patente da semaglutida, princípio ativo das canetas emagrecedoras da dinamarquesa Novo Nordisk, os medicamentos à base da molécula já começaram a experimentar queda de preço no país, destacou matéria do Valor Econômico. A multinacional tem, desde março, uma nova dinâmica de preços e, mais recentemente, a brasileira Eurofarma, com quem a dinamarquesa mantém parceria para comercialização de versões locais de suas canetas, também anunciou um programa com a mesma finalidade. A última passou a oferecer desconto de mais de 60% nas duas doses iniciais da Poviztra, versão local da caneta emagrecedora Wegovy, se adquiridas conjuntamente. Pioneira global dos medicamentos contra obesidade, a dinamarquesa teve, em março, o fim da patente da semaglutida e deve receber em breve concorrentes nacionais no segmento, já que, hoje, a Anvisa, o órgão regulador brasileiro, conta com cerca de 20 pedidos de registro de medicamentos com semaglutida, entre sintéticos e biológicos. A parceria com a Eurofarma é tida como estratégia para proteger sua fatia de mercado. A nova dinâmica da Novo Nordisk, anunciada em março, antes mesmo do fim da patente, passou a oferecer a dose inicial da caneta emagrecedora Wegovy, de 0,25 miligrama (mg), gratuitamente, mediante prescrição médica com a dose final indicada. A condição foi anunciada como por tempo limitado, mas, procurada pelo Valor, a farmacêutica informou que ela segue vigente. As duas farmacêuticas também reduziram preços para outros medicamentos com semaglutida. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Diante da maior oferta, médicos buscam novos modelos de carreira

Cerca de 35 mil estudantes de medicina se formam anualmente no Brasil, de acordo com o Conselho Federal de Medicina (CFM). Esses novos profissionais, logo após concluírem a graduação, enfrentam um mercado de trabalho concorrido, com mais de 635 mil médicos já atuantes, segundo a pesquisa Demografia Médica no Brasil de 2025, destacou matéria do portal Medicina S/A. Esse cenário aumenta a concorrência, sobretudo nos grandes centros urbanos, e dificulta a inserção de recém-formados em modelos tradicionais de trabalho. Apesar disso, a competitividade também impulsiona melhorias na qualidade dos serviços, maior profissionalização e busca por eficiência. Com a maior proporção já registrada no país — 2,98 médicos por mil habitantes —, os novos profissionais enfrentam desafios adicionais, como competir com médicos experientes e conquistar estabilidade financeira. Abrir um consultório próprio também apresenta obstáculos, incluindo custos elevados, agenda imprevisível e falta de experiência em gestão, como definição de preços e posicionamento no mercado. Diante dessas dificuldades, muitos recém-formados têm buscado alternativas ao modelo tradicional. Entre elas estão a atuação em redes de clínicas com estrutura pronta, modelos de atenção primária estruturada, telemedicina e atendimentos híbridos, parcerias com operadoras de saúde verticalizadas e participação em programas públicos ou projetos de saúde populacional. Essas opções permitem maior escala de atendimento, acesso a pacientes e aprendizado mais estruturado, facilitando a entrada no mercado e o desenvolvimento profissional. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

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