Ministério da Saúde afirma que resolução de precificação de medicamentos será publicada com ajustes

Ministério da Saúde afirma que resolução de precificação de medicamentos será publicada com ajustes

Ministério da Saúde afirma que resolução de precificação de medicamentos será publicada com ajustes

Com o adiamento da entrada em vigor da resolução nº3 de 2025 da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), que cria novas regras de precificação para medicamentos no Brasil, a expectativa da indústria farmacêutica é que alguns temas considerados críticos sejam endereçados pelo governo federal, apontou matéria do site Futuro da Saúde. A resolução entraria em vigor a partir de 29 de abril, mas foi prorrogada por mais 30 dias. Entre os principais pontos de atenção apontados pelo setor estão o preço provisório, podendo a CMED determinar um novo preço em até cincos anos, a utilização de tratamentos off-label para a comparação de preços e a redução do preço de medicamentos biológicos quando houver a entrada de um biossimilar no mercado. Procurado, o Ministério da Saúde afirmou, em nota, que “a resolução teve prazo prorrogado para ajustes técnicos que visam maior segurança jurídica e operacional e será publicada em breve”, indicando que um novo texto será divulgado. No entanto, ainda não há data para a publicação. O setor aguarda abertura para diálogo sobre o tema. A avaliação de quem acompanha as discussões é de que o adiamento era esperado e que parte da norma repercutiu negativamente, levando a posicionamentos da indústria. Nos bastidores, analistas apontam que, além de alterações no texto, o governo deve publicar manuais e notas técnicas para dar mais clareza para alguns pontos. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Deputado defende criação de comissão para revisão do marco legal da saúde suplementar

A relação entre o setor de planos de saúde e o Congresso Nacional tem sido marcada por disputas em torno da regulação da saúde suplementar, destacou matéria do site Futuro da Saúde. Nesse contexto, o Projeto de Lei nº 7.419/2006 ganhou centralidade nos debates por propor uma ampla reformulação da Lei dos Planos de Saúde. No entanto, para o deputado federal Dr. Luizinho (PP/RJ), líder do Partido Progressista, na Câmara dos Deputados, é preciso ampliar a discussão com a instalação de uma comissão especial para analisar o setor.  “Nós respeitamos a tramitação do PL e o relator, mas acreditamos que o assunto precisa ser trabalhado ouvindo os diferentes pontos de vista, de modo que a maioria da Câmara forme uma opinião. Quando o relatório vem de uma comissão específica, cada partido dá a proporcionalidade e não vem apenas com a visão do relator. Eu acho que instalar uma comissão e trabalhar no assunto por um ano traria muitos benefícios para o setor”, disse o deputado ao Futuro da Saúde durante o Fórum Executivo da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), realizado nesta quarta-feira (06). O parlamentar sustenta que, no próximo mandato, é preciso retomar a discussão sobre o setor e fazer um novo marco legal da saúde suplementar. Para ele, os debates devem passar por todos os assuntos, inclusive sobre a possibilidade ampliar a oferta de planos ambulatoriais e disponibilizar mais tecnologias e terapias. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Ministro da Saúde anuncia medidas para fortalecer as práticas integrativas no SUS

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou medidas estratégicas para ampliar as Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS) no SUS: a criação de um centro tecnológico, em parceria com a Fiocruz, voltado à pesquisa e à formação de profissionais, e a publicação da Portaria GM/MS nº 10.998/2026, que institui a Comissão Técnica de Assessoramento para Regulamentação do Exercício Profissional de Acupuntura (CTRA), informou a Agência Gov. As iniciativas foram divulgadas nesta quarta-feira (6), durante o 5º Congresso Nacional de Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (Congrepics), em Salvador (BA). A busca pelas PICs na saúde pública tem crescido em todo o país, especialmente entre as mulheres. No território, cerca de 29 mil equipes da Atenção Primária registraram a oferta de PICS, sendo 38% nas equipes multiprofissionais e 32% nas equipes de Saúde da Família. Entre as práticas mais utilizadas estão acupuntura, auriculoterapia, meditação e yoga. Ao todo, 13 unidades da federação já institucionalizaram políticas estaduais ou distritais, com destaque para Minas Gerais, Distrito Federal e Santa Catarina. Também houve o fortalecimento da qualificação profissional. Estão disponíveis 18 cursos no Ambiente Virtual de Aprendizagem do SUS (AVASUS), além de novas ferramentas de suporte à decisão, como o Mapa de Evidências das Práticas Integrativas na Saúde da Criança e do Adolescente, elaborado pelo Consórcio Acadêmico Brasileiro de Saúde Integrativa (CABSIN). Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Anvisa adia decisão sobre GLP-1 manipulados e deve revisar minuta sobre importação de IFAs

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) adiou a deliberação sobre a proposta de instrução normativa que regulamenta a importação de Insumos Farmacêuticos Ativos (IFAS) destinados à manipulação magistral de medicamentos à base de GLP-1, informou o site Futuro da Saúde. A minuta da nova norma chegou a ser discutida pela diretoria colegiada da agência, na reunião desta quarta-feira (6), mas o diretor Thiago Campos pediu vista sobre o processo. A proposta de instrução era esperada pelo setor. “Entendo que a matéria ainda carece de aperfeiçoamento. Um ponto central para mim é o rito do processo regulatório e o prazo para entrada em vigor”, disse Campos. A Anvisa não detalhou os próximos prazos para reavaliação da minuta. Durante a reunião, representantes da indústria farmacêutica e de entidades médicas, como Interfarma, PróGenéricos, Sindusfarma, Farmabrasil, e sociedades brasileiras de Diabetes (SBD) e de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) defenderam a proibição da manipulação desses produtos e regras mais rígidas. O argumento central foi o de que medicamentos dessa complexidade exigem padrões equivalentes aos aplicados à indústria farmacêutica, como controle de qualidade. Do outro lado, representantes do setor magistral e o Conselho Federal de Farmácia (CFF) se mostraram mais favoráveis à manutenção da manipulação, embora com críticas importantes à forma como a minuta foi construída. Outro ponto levantado foi o risco de que uma eventual proibição fortaleça ainda mais o mercado irregular e estimule a entrada de produtos falsificados. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

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