Anvisa divulga atualização sobre pedidos de registro de semaglutida

Anvisa divulga atualização sobre pedidos de registro de semaglutida

Anvisa divulga atualização sobre pedidos de registro de semaglutida

Um levantamento dos pedidos na Anvisa para registro de semaglutida mostra que existem atualmente oito processos em análise para novos medicamentos com o mesmo princípio ativo do Ozempic, informou a Agência Gov. Dos produtos em análise, sete são de origem sintética e um de origem biológica. Além disso, outros nove produtos aguardam o início da análise pelas áreas técnicas. A patente da semaglutida no Brasil expira nesta sexta-feira (20/3). A análise dos processos atuais teve início no segundo semestre de 2025, após a Anvisa publicar o edital que priorizou a avaliação de produtos análogos do GLP-1, que é a classificação da semaglutida. Neste momento, dois pedidos de registro de semaglutida sintética estão em exigência, ou seja, dependem da apresentação de dados da empresa para que a análise possa seguir em frente. Nos dois casos o prazo para resposta das empresas é até o final de junho e por isso não é possível definir prazos para conclusão do processo. Na área de biológicos um produto está em análise e outro aguarda início de avaliação. Já os demais pedidos em avaliação devem ter uma posição das áreas técnicas até o final de abril. Os medicamentos de semaglutida registrados atualmente no País são produtos biológicos. Já os pedidos de registro em avaliação são de dois tipos: biossimilar, quando é obtido por via biológica, ou sintéticos, quando são obtidos por síntese química- estes últimos são chamados de análogos sintéticos de peptídeos biológicos. No caso de medicamentos biológicos não existe a opção de registro como genéricos, por isso o produto deve se enquadrar em uma das duas categorias citadas acima. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Para Novo Nordisk, fabricante do Ozempic e Wegovy, Brasil é prioridade do comprimido para perda de peso

A Novo Nordisk considera o Brasil como um dos mercados prioritários para o lançamento da versão em comprimido da caneta emagrecedora, o Wegovy, destacou matéria do Valor Econômico. A patente sobre o princípio ativo do medicamento, a semaglutida, expira nesta sexta-feira (20), momento aguardado e que aquece o mercado da classe de remédios, com laboratórios nacionais interessados na produção de similares. A versão em comprimido, comercializada hoje apenas nos Estados Unidos, dá vantagem inicial à farmacêutica, já que até agora é a única a contar com o remédio nesse formato, e pode ajudá-la a recuperar mercado, frente ao aumento da concorrência no segmento. “O Brasil é tão importante que foi um dos primeiros países do mundo em que submetemos para aprovação regulatória, depois de Estados Unidos e da Europa, nossos principais mercados”, disse, ao Valor, Marília Izar Helfenstein Fonseca, diretora médica da Novo Nordisk, que participou, nesta sexta-feira (20), da segunda edição da “Jornada Valor de Jornalismo em Saúde”. O comprimido recebeu aprovação das autoridades regulatórias americanas em dezembro, foi lançado em janeiro deste ano e, no fim do mês passado, já contava com mais de 300 mil prescrições nos EUA, segundo dados da consultoria IQVIA. No Brasil, o pedido depositado na Anvisa ainda não tem previsão de aprovação divulgado pela Novo Nordisk. Atualmente, a farmacêutica é a única que tem registro para a fabricação da versão oral da semaglutida. A patente desse processo está protegida até 2031, segundo a farmacêutica. Para acessar a matéria completa, clique aqui

28% da carga global do câncer de mama está ligada a 6 fatores de risco modificáveis

Um estudo publicado na revista científica The Lancet aponta que seis fatores de risco potencialmente modificáveis estão ligados a 28,1% da carga global do câncer de mama, destacou matéria do Estado de S. Paulo. Vale destacar que esse conceito de “carga global” de uma doença abrange não só o número de novos casos, mas também seu impacto em termos de incapacidade e morte.  Segundo a pesquisa, no caso do câncer de mama, os seis fatores são: Alto consumo de carne vermelha; uso de tabaco (incluindo fumo passivo); hiperglicemia; alto índice de massa corporal (IMC); consumo elevado de álcool e baixo nível de atividade física. Para medir essa carga, os pesquisadores utilizaram um indicador conhecido como DALY (Disability-Adjusted Life Year), que soma os anos de vida perdidos por morte prematura e os anos vividos com incapacidade causada pela doença ou pelo tratamento em questão. Isso inclui, por exemplo, o período em que pacientes convivem com efeitos do câncer ou de intervenções como cirurgias e quimioterapia. Ao reunir essas diferentes dimensões — novos casos, mortes e prejuízos na qualidade de vida — o indicador permite estimar com mais precisão o peso do câncer de mama em termos de saúde pública e identificar quanto desse impacto poderia ser evitado com mudanças relacionadas a fatores de risco. Além de causar desregulação hormonal, inflamação e mutações no DNA, os fatores de risco modificáveis podem reduzir a eficácia do sistema imune, alerta a oncologista Clarissa Baldotto, presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC). “Com a imunidade afetada, o corpo encontra mais dificuldade para identificar e destruir as células defeituosas que surgem naturalmente, o que facilita o crescimento de tumores”, ensina a médica. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Pesquisa avalia o que mais afeta a qualidade de vida do médico brasileiro

O estresse percebido é o fator que mais afeta a qualidade de vida dos médicos brasileiros, de acordo com o Índice Afya MedQoL, primeiro levantamento nacional sobre o bem-estar desses profissionais, destacou matéria da Folha de S. Paulo. O estudo, realizado pela Afya e publicado na revista científica British Medical Journal Open, contou com a participação de mais de 2 mil médicos de todas as regiões do País. De acordo com Eduardo Moura, diretor do Research Center da Afya e um dos autores da pesquisa, o objetivo era medir a qualidade de vida e a saúde mental dos médicos brasileiros. Para isso, o trabalho contou com 2.005 profissionais que responderam questionários online aplicados entre julho e agosto de 2024. O estudo focou na análise de três pontos principais: qualidade de vida global (percepção geral do profissional sobre a própria vida), apoio institucional (que avalia o clima organizacional e a segurança psicológica do local de trabalho) e o estresse percebido (que analisa o contexto do ambiente de trabalho, a pressão por atendimentos e a carga horária). Além da coleta de dados, os autores desenvolveram e validaram uma escala própria, a Afya MedQoL. O estresse despontou como o aspecto que mais afeta os profissionais. Ele é mais acentuado entre mulheres, médicos em início de carreira e profissionais com cargas horárias semanais superiores a 60 horas, sendo este último ponto um grande destaque. Apesar disso, o aumento salarial, não se traduz em melhor qualidade de vida, segundo o levantamento. Para o autor, esse dado indica que, em determinado momento, é preciso abrir mão de ganhos financeiros para preservar o equilíbrio e a saúde mental. Sobre os médicos em início de carreira, Moura cita que eles, muitas vezes, assumem os postos de trabalho de maior atratividade. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

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