Câmara terá renovação de quase metade da Comissão de Saúde e 40 deputados médicos em 2027

Câmara terá renovação de quase metade da Comissão de Saúde e 40 deputados médicos em 2027

Câmara terá renovação de quase metade da Comissão de Saúde e 40 deputados médicos em 2027

A Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados perderá 24 dos 49 integrantes titulares identificados para a legislatura de 2027, segundo levantamento do portal Saúde Insider com dados do TSE e biografias institucionais. Dos 513 deputados eleitos, 40 têm formação médica. A renovação poderá ser maior, pois a reeleição não garante permanência no colegiado, cuja composição dependerá de acordos partidários e indicações das lideranças. Entre as principais saídas estão Silvia Cristina (PP-RO), coordenadora de três frentes parlamentares da saúde e relatora do PL 3.022/2026, sobre remuneração médica, e Eduardo da Fonte (PP-PE), coautor de propostas sobre reajustes dos planos de saúde e regras para os chamados falsos coletivos. Também deixam a Câmara Dr. Zacharias Calil (MDB-GO), coordenador da Frente Parlamentar Mista da Saúde, Rodrigo Valadares (União-SE), Luisa Canziani (União-PR), Eduardo Velloso (Solidariedade-AC) e Erika Kokay (PT-DF), responsáveis por iniciativas e frentes temáticas. A saída dos parlamentares não implica o arquivamento dos projetos de lei. Entre os nomes ligados ao setor que permanecerão no Congresso estão os quatro atuais dirigentes da comissão, incluindo o presidente Giovani Cherini (PL-RS), além de Jandira Feghali (PCdoB-RJ), Jorge Solla (PT-BA), Beto Preto (PSD-PR) e Adriana Ventura (Novo-SP). Beto Preto é autor de proposta que prevê condições especiais de aquisição para hospitais filantrópicos e Santas Casas. Antonio Brito (PSD-BA), reeleito, continuará coordenando a frente de apoio a essas instituições. A nova composição também será influenciada pelo tamanho das bancadas e pela formação dos blocos partidários. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Câncer de mama no Brasil: INCA estima 78,6 mil novos casos por ano no triênio 2026-2028

O Brasil deve registrar 78,6 mil novos casos de câncer de mama a cada ano no triênio 2026–2028, segundo dados atualizados do Instituto Nacional de Câncer, destacou matéria do portal SEGS. A neoplasia segue como a de maior incidência na população feminina nacional, representando aproximadamente 30% de todos os diagnósticos oncológicos no grupo, com maior concentração de risco na Região Sudeste. Além das transformações demográficas como o envelhecimento populacional, a elevação nos números reflete mudanças comportamentais e no padrão reprodutivo, além da expansão da obesidade, do sedentarismo e da maior eficiência na detecção precoce pela rede de saúde. Outra tendência consolidada pela comunidade médica é o aumento na incidência de tumores em mulheres com menos de 40 anos. Por estarem fora da faixa etária habitual do rastreamento populacional de rotina, essas pacientes costumam ter a doença identificada após o surgimento de sinais clínicos e apresentam, com maior frequência, subtipos tumorais biologicamente mais agressivos ou associados a fatores genéticos hereditários. A abordagem preventiva também passa por uma transição. Em vez de focar apenas no conceito de exames universais para toda a população, a medicina atual prioriza a estratificação de risco individual, integrando histórico familiar, características teciduais da mama e hábitos de vida. Recursos tecnológicos avançados, como a mamografia 3D, a ressonância magnética e os painéis de testagem genética, já fazem parte da rotina clínica e auxiliam na definição do nível de vigilância necessário para cada perfil de paciente. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Hospital inteligente é qualificado como OS pelo Ministério da Saúde; entenda

 
O governo federal qualificou o Instituto Tecnológico de Medicina Inteligente do Brasil (ITMI) como organização social (OS) para atuar no desenvolvimento da Rede Nacional de Hospitais e Serviços Inteligentes e Medicina de Alta Precisão, iniciativa que prevê a incorporação de tecnologias digitais ao Sistema Único de Saúde (SUS), incluindo a criação do primeiro hospital inteligente do SUS, informou o jornal O Globo. A medida foi oficializada por um decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 9 de outubro e publicado no Diário Oficial da União nesta terça-feira (13). Em janeiro, o Brasil assinou um contrato com o Banco dos BRICS na ordem de R$ 1,7 bilhão para viabilizar a construção do hospital inteligente no futuro Instituto Tecnológico de Emergência do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP). Além dessa unidade, o financiamento prevê a implementação de uma rede nacional de serviços de saúde de alta precisão que prevê 14 unidades de terapia intensiva (UTIs) inteligentes em hospitais que já existem nas cinco regiões do país e a modernização de unidades de excelência. É a gestão do financiamento do Banco do Brics para a implementação dessas iniciativas que foi designada ao ITMI por meio do novo decreto federal. Dessa forma, o ITMI deverá apoiar a administração da rede de unidades de terapia intensiva (UTIs) inteligentes e do Instituto Tecnológico de Emergência (ITE), voltado à assistência de urgência e emergência. A iniciativa integra uma estratégia de modernização da assistência hospitalar do SUS. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Ministério da Saúde define estrutura metodológica para mapear centros de pesquisa clínica no país

No dia 05 de outubro, o Ministério da Saúde aprovou a metodologia que guiará o mapeamento nacional dos centros de pesquisa clínica públicos e privados, destacou matéria no portal do órgão. A iniciativa vai levantar informações sobre infraestrutura, atuação, abrangência territorial e expertises dessas unidades. O diagnóstico será usado para impulsionar o planejamento de políticas públicas e a capacidade local de desenvolver medicamentos, vacinas e tratamentos que atendam às demandas do Sistema Único de Saúde (SUS).  A validação da proposta de metodologia foi realizada durante workshop que reuniu especialistas e representantes de instituições dos diferentes segmentos da pesquisa clínica, como centros de pesquisa, comunidade científica, hospitais, entidades profissionais e setor produtivo.  O trabalho é coordenado pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde (SCTIE) do Ministério da Saúde e executado pela Faculdade de Medicina de Botucatu, instituição da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (FMB/Unesp), em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). A aplicação nacional ocorrerá até o fim deste ano, com a publicação do edital de chamamento público para a coleta de informações dos centros de pesquisa clínica de todo o país. A partir dessas informações, o Ministério da Saúde implementará o Cadastro Nacional de Centros de Pesquisa Clínica.  O cadastro será constituído no âmbito do Programa Nacional de Pesquisa Clínica (PPClin), que busca impulsionar os estudos estratégicos para a saúde pública e promover um ambiente de pesquisa mais integrado e transparente. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

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