AbraCloud pede Fast Track no REDATA

AbraCloud pede Fast Track no REDATA

AbraCloud pede Fast Track no REDATA

A Associação Brasileira de Infraestrutura e Serviços Cloud (AbraCloud) protocolou nesta terça-feira (8) uma Carta Aberta dirigida ao Poder Executivo Federal convocando o Governo Federal a acelerar as condições operacionais para a construção de uma capacidade soberana de Inteligência Artificial no país, informou o portal TI Inside. O documento surge logo após a aprovação do REDATA (Regime Especial de Tributação para a Infraestrutura de Dados e IA) pelo Congresso Nacional. A entidade alerta que o Brasil vive um paradoxo digital: enquanto o consumo de Inteligência Artificial cresce exponencialmente na economia local, a esmagadora maioria dos dados e modelos ainda é processada em GPUs situadas fora do território nacional. Para reverter esse cenário e evitar a dependência tecnológica externa, a AbraCloud apresentou um conjunto de medidas práticas voltadas à regulamentação do setor e ao financiamento de infraestrutura de alto desempenho. A carta propõe três frentes: (1) REDATA Fast Track, com comprovação progressiva de compromissos em 3 e 6 meses, mantendo fiscalização e rigor; (2) regulamentação em ondas, permitindo habilitação e investimentos antes da conclusão de todas as normas complementares; e (3) capital adequado ao ritmo do scaling de IA, com instrumentos recorrentes do BNDES e garantias baseadas no valor econômico das GPUs. O objetivo é transformar capacidade técnica brasileira em infraestrutura soberana e escalável de IA. Para acessar a matéria completa, clique aqui.


Redução de ICMS para data centers enfrenta resistência de Estados

Empresas ligadas à construção, à operação e à manutenção de data centers negociam com os governos estaduais uma isenção ou redução do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) incidente sobre equipamentos do setor, informou o Poder360. A iniciativa busca complementar os incentivos federais concedidos pelo Redata (Regime Especial de Tributação para Serviços de Datacenter), aprovado pelo Congresso na terça- feira (1), mas ainda enfrenta a resistência de Estados e a exigência de consenso no Confaz. A expectativa do setor é que a aprovação do Redata e das normas necessárias para viabilizar o benefício federal dê impulso à negociação sobre o ICMS. As empresas esperam que o assunto seja incluído em uma próxima reunião do Confaz. A negociação com os Estados começou ainda durante a tramitação do Redata, mas não houve consenso suficiente para levar uma proposta à deliberação. Há o entendimento de que pelo menos duas UFs precisam ser convencidas e que a resistência está concentrada em São Paulo. O PL 278/2026, que cria o regime especial para data centers, suspende a cobrança de Imposto de Importação, IPI, PIS/Cofins e PIS/Cofins-Importação na compra de determinados equipamentos e componentes. O texto foi enviado à sanção presidencial. Na quinta-feira (3), o Congresso também aprovou o PLP 74/2026, que permite enquadrar o Redata no orçamento de 2026. A medida também seguiu para sanção. Como a aprovação depende de consenso, a oposição de uma única unidade da Federação pode impedir o avanço da proposta. Para acessar a matéria completa, clique aqui.


Anatel Lança Proposta Inovadora para Licitação de 6 GHz com Foco em Hubs Regionais e Edge Data Centers

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) anunciou uma proposta significativa para a licitação da faixa de 6 GHz, um passo crucial para a modernização das telecomunicações no país, informou o Portal do Cloud. O edital prevê a criação de hubs regionais e a implementação de edge data centers, visando melhorar a eficiência e a cobertura das redes móveis em áreas ainda desatendidas. Uma das principais metas deste novo edital é garantir que localidades que não possuem uma cobertura adequada sejam finalmente atendidas. Além da licitação, a proposta estabelece compromissos importantes para a implantação de redes de transporte. Isso inclui a necessidade de que os provedores de serviços de telecomunicações invistam em infraestrutura robusta, capaz de suportar a demanda crescente por dados e serviços digitais. A expansão da infraestrutura também promete facilitar a implementação de tecnologias emergentes, como 5G e Internet das Coisas (IoT). Para os provedores de telecomunicações, essa licitação representa uma oportunidade de crescimento e inovação. A criação de hubs regionais e edge data centers permitirá uma melhor distribuição de dados, reduzindo a latência e melhorando a experiência do usuário. Além disso, a ampliação da cobertura móvel é uma oportunidade para empresas que buscam expandir suas operações em novas localidades, atendendo a uma demanda crescente por conectividade. Para acessar a matéria completa, clique aqui


Escuta de Mercado dá início ao projeto Nuvem Brasileira


O Governo Federal deu o primeiro passo para a construção da Nuvem Brasileira ao realizar, em 3 de setembro, uma Escuta de Mercado com representantes do ecossistema de inovação nacional, informou o portal da ABDI. O encontro, promovido na sede da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), teve como objetivo conhecer a capacidade dos fornecedores de soluções de computação em nuvem. A iniciativa, conduzida pelo gerente da Unidade Hubtec da ABDI, André Rauen, contou com representantes do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) e do Serpro. Sem caráter vinculante ou gerar compromissos legais, a Escuta de Mercado apresentou os objetivos e demandas do governo para o desenvolvimento de soluções seguras de armazenamento e processamento destinadas à administração pública. Entre os requisitos discutidos estão aspectos de arquitetura, controle e custódia nacional de chaves criptográficas em serviços de Infraestrutura como Serviço (IaaS). A proposta de soberania digital vai além da simples residência dos dados no país. O governo busca também domínio sobre as tecnologias utilizadas, permitindo controlar sua evolução e garantir maior autonomia. Segundo o MGI, a Nuvem Brasileira pretende ampliar a capacidade de escolha e decisão do Estado sobre os serviços de nuvem, reduzindo riscos de interrupções e aumentando o controle sobre infraestruturas estratégicas. Para acessar a matéria completa, clique aqui.


Apenas Lula, Caiado e Zema propõem regulamentar inteligência artificial


O centro de pesquisa Reglab analisou 177 propostas dos programas de governo de Lula (PT), Flávio Bolsonaro (PL), Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo) e Renan Santos (Missão), registradas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O estudo identificou que a inteligência artificial (IA) deixou de ser uma pauta periférica e passou a integrar os projetos de país das cinco candidaturas, com 34 menções nos documentos, destacou matéria do portal VIVA. As propostas foram organizadas em cinco eixos: inclusão digital; ciência, tecnologia e inovação; empreendedorismo e startups; governo digital; e regulação de novas tecnologias. Embora todos prevejam o uso da IA em áreas como saúde, educação, administração pública e agronegócio, apenas Lula, Caiado e Zema apresentam propostas específicas de regulamentação. Lula vincula a regulação à “soberania digital” e defende transparência algorítmica, identificação de conteúdos gerados por IA, remuneração por materiais utilizados pelos sistemas e a criação de um Centro Nacional de Transparência Algorítmica. Caiado propõe regras baseadas em uso, risco e dano concreto, com foco em transparência, responsabilização e não discriminação. Zema defende uma intervenção estatal limitada a situações de dano concreto, evitando uma regulamentação ampla e precoce. Flávio Bolsonaro e Renan Santos priorizam o uso da IA para serviços públicos, empresas, formação profissional e desenvolvimento econômico, sem estabelecer modelos específicos de regulação. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

IA faz receita de componentes para data centers crescer 182%

A receita mundial de semicondutores e componentes de TI destinados a servidores e sistemas de armazenamento de data centers cresceu 182% no segundo trimestre de 2026, na comparação anual, segundo a Dell’Oro Group. O avanço foi impulsionado pela alta dos preços de memória e armazenamento e pela continuidade dos investimentos em infraestrutura para IA, destacou matéria do portal Tele.Síntese. O resultado representa uma aceleração em relação ao primeiro trimestre de 2026, quando esse mercado havia registrado crescimento anual de 116%. Naquele período, a DRAM já aparecia entre os principais vetores de expansão da receita. No segundo trimestre, tanto DRAM quanto unidades de armazenamento registraram crescimento de receita em três dígitos. Segundo a Dell’Oro, o preço médio de venda por bit mais que dobrou em relação ao mesmo período de 2025. A expansão dos servidores acelerados também sustentou a demanda por componentes associados à infraestrutura de IA. Entre eles estão memória de alta largura de banda, conhecida como HBM, CPUs, memória convencional e placas de interface de rede de alta velocidade. A empresa aponta que a plataforma Blackwell, da Nvidia, e aceleradores customizados desenvolvidos por Google e Amazon continuaram avançando no mercado ao longo do trimestre. O movimento amplia os efeitos dos investimentos em IA sobre diferentes segmentos da cadeia de infraestrutura de data centers. O crescimento da computação acelerada aumenta não apenas a procura por processadores especializados, mas também por memória, armazenamento e componentes de rede necessários para suportar esses sistemas. Para acessar a matéria completa, clique aqui.


Governo cria novas regras de segurança para telecom, radiodifusão e outras infraestruturas críticas do Brasil


O governo federal estabeleceu uma nova estrutura para reforçar a proteção das infraestruturas consideradas essenciais ao funcionamento do Brasil, incluindo redes de telecomunicações, radiodifusão e serviços postais, destacou matéria do portal Café com Bytes. A medida foi oficializada nesta terça-feira, 8 de setembro de 2026, com a publicação da Resolução CNSIC nº 21, do Comitê Nacional de Segurança de Infraestruturas Críticas. A norma estabelece diretrizes para a elaboração dos chamados Planos Setoriais de Segurança de Infraestruturas Críticas, que deverão organizar como diferentes áreas estratégicas do País irão prevenir, administrar e responder a ameaças capazes de comprometer serviços essenciais. Ao todo, 14 setores prioritários estão abrangidos pela nova estrutura. Telecom ficará sob responsabilidade do Ministério das Comunicações; Telecomunicações, radiodifusão e serviços postais ficarão sob coordenação do Ministério das Comunicações (MCom). O ministério deverá elaborar os planos específicos de cada área a partir dos trabalhos realizados pelos grupos temáticos de Segurança de Infraestruturas Críticas. Os documentos deverão estabelecer objetivos, metas, responsabilidades e procedimentos destinados a aumentar a proteção e, principalmente, garantir a continuidade dos serviços diante de incidentes. A nova resolução coloca a gestão de riscos entre os principais elementos dos planos. Isso significa que cada setor precisará identificar previamente suas vulnerabilidades e ameaças, avaliar possíveis impactos e definir mecanismos para reduzir esses riscos. A norma também determina alinhamento com a Estratégia Nacional de Segurança Cibernética, instituída em 2025. A resolução também prevê articulação entre os setores público e privado. Outro elemento previsto é a criação de mecanismos de compartilhamento de informações. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

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