Vigiagro apreendeu 63 mil quilos de produtos de origem animal e vegetal trazidos irregularmente ao país

//Vigiagro apreendeu 63 mil quilos de produtos de origem animal e vegetal trazidos irregularmente ao país
Passaporte em dia, passagens compradas e malas prontas, antes de embarcar o viajante precisa verificar o que pode e o que não pode entrar nos países visitados. Em 2019, a Vigilância do Trânsito Agropecuário Internacional (Vigiagro) apreendeu 63 mil quilos de produtos de origem animal e vegetal em portos, aeroportos, postos de fronteira e aduanas especiais do país, informou o portal Mapa nesta terça-feira (7). Desse total, 31 mil quilos são produtos de origem animal e 32 mil quilos de produtos de origem vegetal. O material apreendido não cumpria as normas para entrada no Brasil. Nos aeroportos, produtos de origem animal, como queijo, linguiça e salame, são os mais apreendidos no momento de ingresso. Já entre produtos de origem vegetal, as frutas frescas são os itens mais barrados pela vigilância do Mapa. O Vigiagro, órgão do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), é o responsável por controlar e fiscalizar a entrada e saída de animais, produtos de origem animal e vegetal, embalagens e suportes de madeira importados, exportados e em trânsito internacional pelo Brasil. Os alimentos confiscados nas patrulhas do Vigiagro são tingidos com corante azul, armazenados em freezers e, logo após, incinerados para que não possam ser consumidos. O auditor fiscal federal agropecuário Alexandre Palma explica que a destruição dos alimentos é uma forma de proteger o patrimônio agropecuário de possíveis doenças e de alertar a população para não ingerir o alimento. No Brasil, é necessário certificação ou autorização prévia de importação disponibilizado pelo Mapa, para que o produto possa ingressar no país, cumprindo os requisitos sanitários exigidos. O chefe de Divisão de Trânsito Internacional do Ministério, Alberto Gomes, ressalta a importância do trabalho realizado diariamente pelos agentes de fiscalização, para evitar a entrada de doenças já erradicadas no país. Alguns produtos não podem ingressar no Brasil sem documentação sanitária, mesmo que estejam em embalagens originais e lacrados, como é o caso das frutas, flores, produtos apícolas, entre outros. As vistorias ocorrem nos aeroportos de Porto Alegre, Curitiba, Foz do Iguaçu, Florianópolis, Viracopos, Guarulhos, do Galeão, de Confins, Brasília, Manaus, Belém, Salvador, Fortaleza, do Recife, de Natal e contam com a ajuda de cães de detecção.

Carne de laboratório tenta ganhar escala para chegar ao supermercado

Uma série de startups está captando dinheiro para suprir a demanda mundial por carne, sem tirar o bife da mesa ou recorrer a alternativas vegetais. Em vez de criada no pasto, a carne cresce em laboratório, a partir de células-tronco. Saem os fazendeiros, entram os bioengenheiros, destacou a Folha de S.Paulo nesta segunda-feira (6). A aposta é que na próxima década o consumidor deve procurar por alternativas mais sustentáveis e inovadoras. A tendência tem até nome: “neonívoros”, pessoas onívoras, com dieta baseada em carne criada em laboratório. Segundo a Associação de Agricultura Celular (ACS), nos EUA, a produção industrial deve atingir larga escala e distribuição mundial a partir de 2025. Antes disso, prevê apenas pequenas experiências regionalizadas. O diretor da ACS Kristopher Gasteratos faz uma futurologia ousada no manifesto da entidade, digno de ficção científica, para o que ele chama de “Renascença Neonívora”. Segundo suas previsões, na década de 2020 a dieta baseada em carne de laboratório deve crescer em 10 a 20% ao ano e atingir até 70% do market share nos países pioneiros. “O desenvolvimento da carne em larga escala, enfrenta os mesmos obstáculos que os carros autônomos: pesquisa e desenvolvimento, aceitação do consumidor e regulação. Acredito que o desenvolvimento, que está diretamente atrelado ao custo, deve ser um gargalo mais importante do que a regulamentação”, diz Gasteratos. Tentando tomar a dianteira dessa revolução prometida, startups levantam fundos para conseguir escalar sua produção e sair na frente na corrida pelas prateleira do supermercado. O custo ainda é muito elevado e o preço final não dá chances de competir com a indústria da carne. A holandesa Mosa Meat –derivada do projeto da Universidade de Maastricht que apresentou o primeiro hambúrguer de laboratório ao mundo– levantou €7,5 milhões (R$ 34 milhões) na sua série A, incluindo um aporte da maior processadora de carne da Suíça, a Bell Foods. O primeiro hambúrguer da Mosa custou 200 mil euros, hoje, custa nove, ainda bem acima de um tradicional. A empresa espera produzir até dez quilos por semana em 2020, escalando para 50 kg em dois anos. Outra holandesa no mercado, a Meatable também é pioneira e já levantou US$ 10 milhões (R$ 40,6 milhões) em investimentos para aprimorar seu processo de produção de carne, que não abate os animais.

Calor? Como cuidar dos pets em dias quentes

De acordo com a reportagem de Lívia Marra do Blog Bom pra Cachorro da Folha de S.Paulo publicada nesta terça-feira (7), Dias quentes são uma delícia para passear e fazer atividades ao ar-livre. Mas quando a temperatura sobe demais vem aquela vontade de fazer nada e até um mal-estar. Com os animais não é diferente. Eles também sofrem com o calorão e precisam cuidados especiais. Hidratação é fundamental. Se o bichinho é do tipo que bebe pouca água normalmente, vale incentivar e oferecer a ele com frequência. Além disso, a rotina —sua e do pet— pode precisar ser alterada, pelo bem da saúde. Já ouviu aquela pergunta: você andaria descalço no asfalto quente? Então por que seu cachorro pode andar? Isso é assunto sério. Mudar o horário do passeio ou optar por caminhos com mais sombra pode evitar dor e ferimento no animal. O solo quente pode queimar os coxins —as almofadinhas das patas—, o que pode levar a infecção. Pulgas, carrapatos e mosquitos também podem ser problemas no calor. Há no mercado produtos preventivos e repelentes, que devem ser usados sempre conforme a orientação do veterinário. Apenas o profissional saberá avaliar o medicamento e a quantidade indicada conforme as condições físicas e porte do animal. E, se você viajar na companhia do amigo peludo, lembre-se que há regras para serem seguidas no transporte –o animal deve ir no banco traseiro, em cadeirinha específica– e cuidados com o destino. Confira as principais dicas para cuidar do pet nos dias quentes, segundo o Hospital Veterinário Sena Madureira, em São Paulo. – Hidratação – É importante oferecer líquidos e deixar o animal em lugares frescos e com sombras para evitar uma desidratação. – Nada de exercícios físicos sob sol. Os passeios devem ser feitos antes das 9h ou quando a incidência do sol é menor. – Filtro Solar – A pele dos pets também sofre com a ação dos raios solares e deve ser protegida. – Alimentação – O alimento, principalmente se for úmido, estraga mais rápido no calor. – Atenção redobrada com cães de focinho curto – Algumas raças, como pugs e buldogues, têm maior predisposição a dificuldade respiratória. – Prevenção contra  pulgas e carrapatos – O calor é propício para a proliferação de pulgas, carrapatos e moscas, que causam doenças. Há produtos veterinários específicos para proteger o pet, mas deve ser aplicado sob orientação do veterinário.

Lei que permite transporte de até dois animais em ônibus intermunicipais é sancionada em Goiás

O Governo de Goiás sancionou uma lei que permite o transporte de até dois animais, por cada viagem, em ônibus intermunicipais regulares de todo o estado. Conforme a medida, cães e gatos devem pesar até 10kg para serem levados. Pássaros que forem autorizados pela legislação também podem ser transportados. Segundo o G1 a lei N° 20.696 foi sancionada pelo governador Ronaldo Caiado (DEM) e publicada no Diário Ofical do Estado na segunda-feira (6), mas só começa a valer após 180 dias corridos desta publicação. A legislação não explica como as empresas vão determinar quais são os dois animais que serão levados em cada trecho, se haverá uma reserva anterior ou algo do tipo. Para realizar o transporte, o dono do animal deverá apresentar um documento assinado por médico veterinário atestando as boas condições de saúde do animal. Este documento dever ser emitido em um período de até 15 dias antes da viagem. A carteira de vacinação do animal também precisa estar atualizada. No documento tem que constar, principalmente, que o animal tomou as vacinas antirrábica e polivalente. Além disso, o bichinho precisa estar devidamente higienizado. Para garantir a segurança do animal, ele dever ser transportado em caixas apropriadas. O local em que o animal vai permanecer durante a viagem deve ser definido pela empresa, oferecendo proteção e conforto.

NA IMPRENSA
Metrópoles – Câncer de pele em pets: confira dicas e cuidados para o verão

Folha de S.Paulo – Calor? Como cuidar dos pets em dias quentes

Folha de S.Paulo – Carne de laboratório tenta ganhar escala para chegar ao supermercado

Folha de S.Paulo – Saiba como ajudar pessoas e bichos atingidos pelos incêndios da Austrália

O Estado de S.Paulo – Gorila de três anos passa por cirurgia de catarata em zoológico

O Estado de S.Paulo – Sem dinheiro em caixa, governadores propõem venda de hotéis a zoológicos

O Estado de S.Paulo – Cachorros cooperam para ter recompensas assim como os lobos, diz estudo

O Estado de S.Paulo – CES 2020: Impossible Foods anuncia ‘porco vegetal’

Valor Econômico – Exportações brasileira de carne suína bateram recorde em 2019

Valor Econômico – Embarque de carne suína somou US$ 1,6 bi em 2019

Valor Econômico – Ministério abre consulta para política nacional de recursos genéticos

G1 – Lei que permite transporte de até dois animais em ônibus intermunicipais é sancionada em Goiás

G1 – Grupo de ONG protetora de animais é resgatado em mata ao buscar cão perdido

G1 – Conheça o quokka o animal selvagem mais feliz do mundo

G1 – Projeto leva ações educativas para conscientizar crianças sobre morte de animais marinhos em SC

G1 – Família de SC adota carneiro como animal de estimação: ‘Faz a alegria das pessoas’

Mapa – Vigiagro apreendeu 63 mil quilos de produtos de origem animal e vegetal trazidos irregularmente ao país

Mapa – Caranguejo-uçá entra em período de reprodução nos meses de janeiro, fevereiro e março

AgroLink – Desempenho do ovo em dezembro e em 2019

IstoÉ – 241 novos surtos de peste suína foram notificados entre 20/12 e 3 de janeiro

Duarte Lima – Definidas regras para venda de queijo artesanal em todo o país

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O Boletim NK, produzido pela NK Consultores Relações Governamentais, é uma compilação das principais notícias publicadas em meios de comunicação do país sobre temas ligados ao setor.

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