Vietnã habilita frigoríficos brasileiros de carne suína, diz Tereza Cristina

//Vietnã habilita frigoríficos brasileiros de carne suína, diz Tereza Cristina
A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, informou nesta terça-feira (2) que o Vietnã autorizou mais frigoríficos brasileiros de carne suína a exportarem a seu mercado. Em live com o ex-ministro Roberto Rodrigues promovida pela FGV Agro, o braço de estudos agrícolas da Fundação Getulio Vargas, a ministra disse que o sinal verde vietnamita foi para “cinco ou seis” frigoríficos. De acordo com a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), o Vietnã é o oitavo principal destino das exportações de carne suína do país. Entre janeiro e abril, o país asiático importou 5,9 mil toneladas do produto brasileiro, incremento de 68%. Segundo o Valor Econômico ao lado da China, o Vietnã foi um dos países mais afetados pela epidemia de peste suína africana. O rebanho do país foi drasticamente reduzido no ano passado.

Projeto de confinamento de bovinos atrai produtores

Pequenos e médios produtores de bovinos estão profissionalizando cada vez mais a atividade ao investir em tecnologia. Uma delas é o confinamento para engordar o gado com menos tempo para o abate, destacou o portal AgroLink nesta quarta-feira (3). O médico veterinário da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), Jair de Albuquerque Siqueira, destaca que na região Norte do Estado, nos municípios de Matupá e Guarantã do Norte, foram implantados quatro confinamentos com a previsão de retirada de animais em 90 dias, com maior rendimento de carcaça e acabamento. O Projeto Mato-grossense de Terminação Intensiva de Bovinos para Abate, elaborado pela Empaer, é voltado para o pequeno e médio produtor. Conforme Jair, com um plantel de 20 cabeças de bovinos, dependendo do peso de entrada, do sexo, da qualidade genética e da alimentação fornecida, o produtor poderá ter, em apenas um ano, até 100 animais terminados. “Os animais confinados ganham em média cinco arrobas e estão prontos para o abate com o peso médio de 17 arrobas”, enfatiza. Dentre as vantagens do confinamento está a redução da área necessária à produção. Em apenas um hectare podem ser confinados até mil animais somente com ração balanceada. Além de evitar o desmatamento com a abertura de novos pastos e piquetes, contribui também para a geração de empregos direto e indireto. Confinamento é a prática de restringir a movimentação dos animais, colocando-os em instalações adequadas e fornecendo todos os nutrientes, inclusive água necessária ao seu pleno desenvolvimento. O mercado está exigente e visando maior rentabilidade, melhoria na gestão e padronização do produto final. De acordo com o médico veterinário, a principal vantagem do confinamento é a engorda do animal em menos tempo. No sistema tradicional (a pasto), o bovino pode levar em média, após o desmame, dois anos para o abate. “Estamos orientando os produtores interessados no confinamento desde a elaboração do projeto até a montagem de toda a estrutura, que inclui a construção dos galpões de confinamento, da fábrica de rações, inclusive com piso de concreto e cobertura, além de máquinas, equipamentos, alimentação, entre outros”, esclarece. No final do mês de maio (25 a 29/05), a diretora de Ater da Empaer, Selma Rodrigues de Moraes, juntamente com médico veterinário, visitaram os municípios de Campo Verde e Santo Antônio de Leverger para auxiliar produtores interessados na técnica do confinamento em suas propriedades rurais. A diretora Selma destaca que a visita em Santo Antônio contou com a participação de agricultores do município de Pontes e Lacerda, que estão buscando informações para realizar o projeto de confinamento da Empaer. Conforme Jair, a rentabilidade depende de vários fatores, tais como preço da arroba na compra e na venda dos animais, preço dos insumos das rações durante o confinamento, peso de entrada e saída dos animais, duração do confinamento, qualidade da alimentação, etc. As taxas de rentabilidade variam entre 10 e 40% do capital investido (custeio + investimento), após cada lote terminado. “O pecuarista poderá ter um retorno de R$ 500,00 por animal no final do confinamento”, conclui.

Projeto de Lei visa impedir que autores de maus-tratos adotem animais

Nesta terça-feira (2), o portal Anda divulgou que, foi protocolado na Câmara dos Deputados no último dia 27, um projeto de lei dos deputados Fred Costa (Patriota-MG), Célio Studart (PV-CE) e Ricardo Izar (PP-SP) visa impedir que autores de maus-tratos possam adotar animais. Na matéria do PL 2938/2020 é defendido também que em caso de confirmação de maus-tratos a pessoa seja impedida de reaver a guarda de animais que estavam sob sua tutela. “Ainda nos deparamos com muitos episódios de crueldade contra os animais, o que implica em uma necessidade de constante aprimoramento do nosso arcabouço jurídico, com vistas a punir e coibir tais atrocidades”, defende Fred Costa. E reforça: “Esta proposição estabelece pena acessória, proibindo o agressor de obter a guarda do animal agredido e de outros animais animal pelo prazo de oito anos – como também já é previsto no Código Penal de Portugal e de outros países.” O projeto de lei se ampara no artigo 32 da Lei nº 9605/1998, que classifica abuso e maus-tratos contra animais como crime ambiental. No Brasil, ainda hoje é comum um agressor reincidente adotar animais ou até mesmo reaver tutela de um animal que ele mesmo maltratou.

Quais os cuidados com os pets no inverno?

Com o frio aumentando em quase todas as cidades brasileiras, surge mais uma preocupação: como proteger os animais de estimação? Muitas pessoas pensam que, por terem pelos, os pets não sofrem com temperaturas baixas. Porém, cães e gatos podem ficar doentes se não forem aquecidos em dias com vento, chuva e frio, informou o Blog E+ do jornal O Estado de S.Paulo nesta quarta-feira (3). Segundo a especialista Luana Sartori, veterinária responsável pela Monello Select, da Nutrire, os pets também ficam resfriados e os sintomas são bem parecidos com os da gripe nos humanos. “Espirros, falta de apetite, secreção ocular e nasal, e febre podem ocorrer. Além disso, quando estão gripados, os animais ficam apáticos, sem vontade de brincar ou interagir com seus tutores”, explica Luana. Muito embora eles possam ficar gripados em qualquer estação, o inverno é sempre mais perigoso, principalmente para os animais que dormem fora de casa. Filhotes e idosos também sofrem mais com o frio e estão bem mais suscetíveis às doenças respiratórias. Segundo a médica veterinária Adriana Souza dos Santos, Clínica Geral da AmahVet, há diferença entre as doenças que acometem os cães e os gatos. “Em cães, há a traqueobronquite, também conhecida como Tosse dos canis ou gripe canina. Já para os gatos, é a rinotraqueíte” aponta. Dra Adriana alerta que a cinomose é uma doença viral, muito comum no frio, devido à resistência viral no ambiente.  Prevenção: Para todos animais, realizar vacinação anual, e ter acompanhamento com veterinário de confiança. Os sintomas para cães e gatos podem ser bem diferentes. A médica veterinária Kelli Motta explica que a gripe canina é muito parecida com a gripe dos humanos. “Seus sintomas são febre, tosse seca ou com secreção, anorexia, letargia, espirros e tremores. Em alguns casos o quadro pode se agravar levando a uma pneumonia” diz, e continua “Já a rinotraqueite traz sintomas mais evidentes, como: secreção ocular e nasal, febre, espirros, anorexia, apatia e dificuldade respiratória”. Para todas essas doenças, a prevenção ainda é a melhor solução. Basta vacinar os animais que está tudo resolvido! Segundo a médica veterinária Carla Berl, funcadora da rede PetCare, existem dois tipos de vacinas disponíveis no mercado: a vacina por via intra-nasal (o líquido é instilado dentro das narinas do cão) ou a injetável (o líquido é injetado abaixo da pele do animal). “Mas a desinfecção do ambiente e dos utensílios do animal doente (vasilhas de água e comida, cama e brinquedos) também é muito importante para evitar a transmissão para outros animais. Essas doenças são muito comuns em lugares com grande concentração de animais, como abrigos, por exemplo” elucida. Cães e gatos geriátricos podem apresentar muitas doenças ortopédicas que afetam sua qualidade de vida. Segundo Dra Carla, a doença mais comum é a Osteoartrose ou Artropatia Degenerativa (Artrose). Ambas acometem animais que têm problemas articulares, como hérnias de discos e displasia coxofemoral, além dos problemas articulares em joelhos, cotovelos e ombros. Dra Carla explica que os animais com esse tipo de doença podem se mostrar relutantes a andar, se levantar, brincar, correr ou subir no sofá e escadas. “Ficam mais quietos, perdem o apetite devido a dor e apresentam maior dificuldade para urinar e defecar. Em dias mais frios e úmidos, os sinais clínicos costumam piorar” fala. A artrose é uma doença crônica e, mesmo com tratamento, não apresenta cura – e sim o controle dos sintomas, principalmente controle da dor. Além do uso de analgésicos e anti-inflamatórios (prescritos apenas pelo médico veterinário, dependendo de cada caso), outros tipos de tratamento alternativos como acupuntura e fisioterapia ajudam no controle da dor.

NA IMPRENSA

Agência Senado – Prevenção à violência doméstica e telemedicina veterinária na pauta nesta quarta

O Estado de S.Paulo – Quais os cuidados com os pets no inverno?

Correio Braziliense – Seu cão espirra? O que o espirro canino pode dizer sobre a saúde do seu pet

Valor Econômico – Vietnã habilita frigoríficos brasileiros de carne suína, diz Tereza Cristina

Valor Econômico – Marfrig amplia presença no mercado brasileiro de hambúrguer

G1 – Zoológico de São Vicente faz lives sobre animais

G1 – Estudante cria bebedouro e comedouro para alimentar animais de rua na porta de casa, em Trindade

G1 – Animais de zoos interativos russos perdem contato com humanos durante pandemia

G1 – Mais de 20 quatis que procuravam comida em lixo são capturados em Itajubá, MG

G1 – Quarentena suspende vistorias estaduais e ‘atrasa’ funcionamento do Centro de Triagem de Animais Silvestres em Presidente Prudente

G1 – Operação resgata 20 animais silvestres que seriam comercializados no Agreste

G1 – Procura por adoção de animais se mantém constante em Divinópolis durante pandemia de coronavírus, segundo ONG

G1 – Pedido de resgate para animais abandonados triplica em Feira de Santana durante pandemia da Covid-19

G1 – Número de animais abandonados aumenta na cidade de Feira de Santana

Embrapa – Questionários buscam caracterizar cadeia produtiva de peixes ornamentais no Brasil

Embrapa – Embrapa Caprinos e Ovinos seleciona profissionais para atuação em projetos de pesquisa

AgroLink – Genômica traz diferencial a touros Nelore

AgroLink – Vietnã habilita mais 5 plantas do Brasil

AgroLink – Ouriços-do-mar podem ser produzidos em aquacultura

AgroLink – Projeto de confinamento de bovinos atrai produtores

AgroLink – Menor oferta e exportação dão sustentação ao mercado do boi

AgroLink – Recorde na exportação de carne bovina

AgroLink – Queda na cotação do sebo bovino

AgroLink – Carne: oferta e demanda estão ajustadas, diz ABPA

Anda – Em ato cruel, criminosos escondem drogas e equipamentos de celular dentro de pombo

Anda – Jovens submetem cão a maus-tratos ao induzi-lo a ingerir bebida alcoólica

Anda – América Latina mais próxima de proteger os golfinhos da Amazônia

Anda – Foca luta para sobreviver após ficar presa em rede de pesca

Anda – Mudanças climáticas tornam florestas do mundo menores e mais jovens

Anda – Abertura de novo santuário para rinocerontes é adiado devido à pandemia

Anda – PL visa impedir que autores de maus-tratos adotem animais

Anda – Matar animal indefeso gera dever de reparar, diz juíza de Minas Gerais

Anda – Homens matam capivaras em reserva ecológica e são presos por crime ambiental

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O Boletim NK, produzido pela NK Consultores Relações Governamentais, é uma compilação das principais notícias publicadas em meios de comunicação do país sobre temas ligados ao setor.

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