Veterinários já adotam óleo de cânabis para tratar pets

//Veterinários já adotam óleo de cânabis para tratar pets

O gato Loki sempre foi arredio, mas quando começou a ficar mais agressivo, se esconder em locais escuros, se isolar e lamber compulsivamente o rabo, sua tutora ficou preocupada. O diagnóstico foi de hiperestesia felina, distúrbio que envolve uma reação de hipersensibilidade da pele e que pode levar, em casos extremos, à automutilação. O estresse é um dos fatores desencadeantes, destacou a Folha de S.Paulo neste sábado (26). Com a dificuldade de usar comprimidos devido à agressividade do animal, a terapêutica eleita foi óleo de cânabis associado ao corticoide Predsim (prednisolona) em gotas. O cão Braddock, 11 meses, teve a primeira crise de epilepsia aos 60 dias. O tratamento começou com fenobarbital pediátrico, mas, aos seis meses, o medicamento se somava a doses maciças de clonazepam, brometo de potássio e diazepam retal. Ainda assim, as crises não passavam. Sua tutora, Joyce Armelin, 28, de Limeira (SP), diz que ele vivia dormindo, sem força nas pernas, cheio de machucados de batidas, porque quando andava caía e batia nas coisas. Não passeava nem corria. Na época em que começou o tratamento com cânabis, Braddock tinha de 10 a 15 convulsões diárias fortes e longas. Apesar do sucesso, o tratamento com cânabis medicinal recebido por Loki, Braddock e centenas de outros animais não é regulamentado no Brasil. Conforme a reportagem, em março, resolução da Anvisa (RDC 327, de 2019), vetou a prescrição de cânabis por veterinários e dentistas ao restringi-la a profissionais “habilitados pelo Conselho Federal de Medicina”. “Quem regula a profissão é o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e quem a fiscaliza é o Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV). Já o estatuto dos médicos veterinários permite que eles adotem quaisquer tratamentos que julguem eficazes. É nesse vácuo legal que os veterinários têm operado ao prescrever cânabis a animais”, destaca a publicação.

Adubos orgânicos ajudam a controlar verminoses em caprinos e ovinos

Neste domingo (27) o Canal Rural divulgou que, pesquisas da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) estão em busca de uma alternativa de produto que possa ser usado como adubo orgânico nematicida, ou seja: provocar redução da contaminação de parasitas como o Haemonchus contortus nas pastagens e ainda favorecer o desenvolvimento do pasto. Doença responsável por 25% das perdas econômicas na produção de caprinos e ovinos, a verminose é causa de mortalidade de animais e aumenta os custos de produção com medicamentos para vermifugação. A procura por bioinsumos para o controle da verminose nos caprinos e ovinos é motivada para reduzir o uso indiscriminado dos vermífugos químicos, que têm provocado surgimento de resistência dos parasitas e risco de contaminação aos produtos de origem animal e ao meio ambiente por resíduos da medicação. Como 95% da população parasitária está fora do organismo dos animais, no chamado ciclo de vida livre no solo e nas pastagens (na forma de ovos ou larvas), a estratégia de um produto aplicado ao solo para controle no pasto, sem danos ao ambiente, pode representar uma alternativa promissora em relação às estratégias de vermifugação. Testes com resíduos agroindustriais foram realizados em diferentes etapas, com análise em laboratório (in vitro) e em avaliação com a forragem no solo, em casa de vegetação, onde é possível simular condições ambientais. A torta de mamona, resíduo da indústria de extração de óleo daquele vegetal, foi selecionada por possuir maior quantidade de nitrogênio por grama de amostra – pré-requisito para um bom adubo de forrageiras -, além de se apresentar in vitrocomo um bom nematicida. Diante dos bons resultados ela foi levada para uso no campo com animais sob pastejo. Com a utilização da torta de mamona, foi possível reduzir em 60% a contaminação dos animais em relação a um rebanho que pasta em área não tratada.

Nascem primeiras bezerras fertilizadas in vitro em Mato Grosso

Nasceram, nesta semana, em Mato Grosso, as primeiras bezerras frutos de fertilização in vitro e da transferência de embrião, pelo programa Mato Grosso Produtivo Leite, realizado pelo ao Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf-MT). Realizado em 33 cidades mato-grossenses, o programa conta ainda com outros eixos de atuação voltados para o incentivo da atividade leiteira. Segundo a Revista Globo Rural entre as ações está a doação de doses de sêmen bovino, de resfriadores de leite, disponibilização de calcário para a recuperação das pastagens e também a implantação de Unidades de Referência Tecnológica (URTs), com papel de servir de vitrine para o aprimoramento das práticas de manejo e incentivo aos produtores. As primeiras bezerras do programa nasceram na propriedade do produtor Sinval José da Silva, em  Campinápolis. Lá, 14 vacas passaram por transferência de embrião e quatro delas concluíram a gestação. “De primeira, ter esse resultado já nos ajuda muito, já que aqui, sem esse apoio do Estado, não teríamos condições de arcar com os custos de uma inseminação, que todos sabem são caras”, comenta Sinval Silva. Além de Campinápolis, o programa Mato Grosso Produtivo Leite prevê a realização de prenhezes em propriedades familiares nas cidades de Terra Nova do Norte, Juína, Aripuanã e Itanhangá. No total serão realizadas 1.300 inseminações. Na área de melhoramento genético, além das transferências de embriões, a Seaf investiu na distribuição de sêmen bovino de raças leiteiras de alto potencial genético. Já foram distribuídas 7.335 doses de sêmen para 22 municípios e, ainda esse ano, serão distribuídas mais 7.665 doses entre sexado e convencional para mais 12 municípios, totalizando 15.000 doses.

‘SUS Animal’ está suspenso em Uberaba

O Ministério Público de Meio Ambiente, a Superintendência de Bem Estar Animal e o Hospital Veterinário Universitário (HVU) em Uberaba criaram uma parceria para a implementação de projeto social, apelidada por “SUS Animal”. Projeto que tem como objetivo deliberar ações voltadas para o atendimento e assistência à saúde dos animais em situação de rua, com problemas de emergência e urgência. Contudo, o serviço está parado na cidade desde novembro devido à pandemia de Covid-19. De acordo com o G1, a iniciativa estava ativa desde maio deste ano e ajudava diversos animais. Uberaba tem uma população animal de 60 mil cães e 20 mil gatos, tanto domésticos, quanto de rua. Até outubro, foram resgatado pela Superintendência de Bem Estar Animal, Corpo de Bombeiros, Polícia Militar do Meio Ambiento e Projeto Carroceiro – que promove dentre outras ações de cadastramento e orientação aos carroceiros, estímulo à substituição dos animais por veículos e acolhimento de animais vítimas de maus-tratos – 129 animais. Entre esses animais, foram salvos 94 cães, 22 gatos, 12 equinos, e um muar.  O tratamento de animais muitas vezes sai caro, então, o projeto, além de ajudar os animais, faz com que as pessoas não gastem tanto com os tratamentos. Normalmente, voluntários que cuidam de animais em situação de rua, fazem vaquinhas, rifa, pedidos de ajuda nas redes sociais, bazares, para pode arcar com todas as despesas. Que é o caso da empresária, Rejane Rosa. Ela se deparou com um gatinho na Rua Alumínio, no Bairro Leblon, dentro de uma caixa de papelão na calçada de uma casa. Ela pegou o bichano e tentou cuidar dele, levando-o em clínicas veterinárias para o tratamento. Em seguida foi até o Hospital Veterinário Universitário (HVU) e, após avaliação do animal, disseram que não tinham condições de fazer exames de sangue e raio-x devido ao estado de saúde do gato. “Quando veio a conta eu cai na real. O tratamento ficou muito caro, pois precisa passar por cirurgia. Estou muito triste pensando nas condições de vários outros animaizinhos sofrendo por aí”, comentou. A empresária saiu do HVU com um orçamento de R$ 767, por isso decidiu fazer uma vaquinha on-line para doação e já quase chegou em R$ 2 mil. “Ainda falta muito para cobrir os gastos. Creio que vai chegar a uns R$ 3 mil”, acrescentou Rosa. A dificuldade de cuidar de animais em situação de rua ou emergência é grande. Mas com o projetos como o “SUS Animal” funcionando podem fazer a diferença na vida das pessoas e dos bichinhos.

NA IMPRENSA

Mapa – Mapa reconhece equivalência dos serviços de inspeção de produtos de origem animal de AL, PA e do município de Guarapuava (PR)

Mapa – Pesquisa analisa características únicas do queijo artesanal do Serro

Folha de S.Paulo – Veterinários já adotam óleo de cânabis para tratar pets

Folha de S.Paulo – Deixar o apartamento vazio exige cuidados com a segurança

Folha de S.Paulo – A proliferação recorde de algas no Atlântico que intriga os cientistas

Folha de S.Paulo – Conheça Pinocchio, gato com má-formação craniana que conquista fãs em rede social

O Estado de S.Paulo – Quer uma vida boa? Este filósofo sugere aprender com os gatos

O Estado de S.Paulo – Após 1ª vitória feminina desde 2019, Andrea Muniz busca cavalo próprio

O Estado de S.Paulo – Férias com os pets: veja opções para ir bem acompanhado

G1 – Catástrofes geradas por mudanças climáticas custam cada vez mais caro, diz ONG

G1 – Líder indígena ambientalista é assassinado em Honduras

G1 – Saiba quais são os cuidados necessários para adotar um animal de estimação

G1 – Estiagem preocupa criadores de gado do Pantanal de Mato Grosso

G1 – Conheça boas práticas para ordenha das vacas

G1 – Entidades de defesa aos animais protestam contra morte de cachorro a tiros por PM

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G1 – Animais do Zoológico de Brasília recebem presentes de Natal

G1 – Delegacia eletrônica registra 158 denúncias de maus-tratos contra animais em Campinas, diz SSP

G1 – Peixe-leão, espécie considerada invasora, é capturado em Fernando de Noronha

G1 – Veterinária alerta para riscos com pets cardiopatas durante festas de fim de ano

Embrapa – Prosa Rural – Como diminuir prejuízos causados por javalis

Embrapa – Prosa Rural – Cuidados básicos na parição de caprinos e ovinos

Embrapa – Seminário virtual aborda mormo equino

AgroLink – Embarques de frango cresceram, mas as receitas tiveram queda ao longo de 2020

AgroLink – Clima de feriado e poucos negócios no mercado do boi gordo

AgroLink – Associação de Girolando fecha 2020 com maior número de registros dos últimos cinco anos

AgroLink – Porto Alegre terá Banco de Ração para animais

AgroLink – MG: pesquisa analisa características únicas do queijo artesanal do Serro

AgroLink – Itaipu faz soltura recorde de peixes para pesquisa sobre comportamento das espécies migratórias

AgroLink – 5 fatores que afetam a qualidade da carne

AgroLink – Voltar Nascem primeiras bezerras “in vitro” de Mato Grosso

AgroLink – RS: carne de costela está 52% mais cara neste fim de ano

Canal Rural – Imagem fala por si: irrigação revoluciona pastagem de pequeno produtor de leite

Canal Rural – Aconteceu em 2020: fazenda de Minas Gerais coloca ‘sutiãs’ em vacas

Canal Rural – Você viu? ‘Coelho gigante’ destruiu lavouras em São Paulo neste ano

Canal Rural – Suínos: MS inaugura granja que produzirá 40 mil matrizes por ano

Canal Rural – Aconteceu em 2020: Incêndio no Pantanal mata 30 bovinos e destrói pastagens

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Canal Rural – Aconteceu em 2020: Justiça decidiu sobre nelore do tio que pulou cerca e fecundou vacas jersey do sobrinho

Canal Rural – Mais lida de pecuária: frio intenso em 2020 matou gado em Mato Grosso

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Globo Rural – Leite: com oferta restrita e reação no consumo, preço ao produtor sobe 41%

Globo Rural – Tendências 2021: Fim do auxílio e importações devem frear alta no preço do leite

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Globo Rural – Tendências 2021: Setor de ração busca estabilidade, mas projeta margens apertadas

Globo Rural – Empresas tcheca e israelense assinam acordo para produzir carne de Cannabis

SBA – Analista da Scot Consultoria realiza balanço das atividades agropecuárias em 2020

Portal do Agronegócio – Segunda etapa de vacinação contra a febre aftosa em Minas alcança índice de 97,5%

 

 

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