Venda de medicamentos contra câncer pode quase dobrar para US$ 290 bilhões em 2025

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Venda de medicamentos contra câncer pode quase dobrar para US$ 290 bilhões em 2025

As vendas de medicamentos anticancerígenos poderão quase dobrar e alcançar US$ 290 bilhões até 2025, representando o primeiro mercado mundial da indústria farmacêutica, segundo relatório do banco suíço UBS, informou o Valor Econômico. O câncer é uma das principais causas de morte no mundo, sendo responsável por quase 10 milhões de vítimas em 2020. Cerca de 70% dessas mortes ocorrem em países de renda baixa e média. A taxa de crescimento de novos casos poderá ser mais do dobro do crescimento da população até 2040. Esse aumento contínuo está diretamente ligado ao envelhecimento da população mundial. Câncer resulta de mutações acumuladas de células causadas por fatores genéticos, ambientais ou outros, com efeitos mais prováveis de ocorrer na medida em que a pessoa envelhece. Com base em dados da American Cancer Society, o banco suíço calcula que a possibilidade de desenvolvimento de câncer em pessoas com mais de 70 anos é quase dez vezes maior do que quando tem menos de 50 anos em homens e cinco vezes mais em mulheres. Os progressos científicos realizados nos últimos anos explicam a aceleração das vendas de drogas nesse mercado. A maioria dos grandes laboratórios entrou no segmento. O desenvolvimento de medicamentos anticancerígenos na última década tem sido a chegada da idade da imuno-oncologia direcionada, que aproveita o sistema imunológico do próprio corpo para combater o câncer. Esses tratamentos oferecem esperança maior do que a terapia convencional com quimioterapia tradicional. A oncologia representa a área de crescimento mais rápido no mercado farmacêutico global. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

CNJ pretende criar núcleo de apoio nacional para tratar de saúde suplementar

O Comitê Nacional de Saúde do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) pretende criar um Núcleo de Apoio Técnico do Poder Judiciário (NAT-JUS) para tratar de demandas específicas da saúde suplementar. A ideia já foi discutida entre a juíza Candice Lavocat Galvão Jobim, ex-supervisora do Fórum de Saúde do CNJ, e Rogério Scarabel (ex-presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS), e, em outra oportunidade, com o atual presidente da agência, Paulo Rebello. Em entrevista exclusiva ao JOTA, a juíza, cujo mandato terminou no último dia 9 de setembro, contou um pouco sobre o que já foi discutido. Além disso, a magistrada informou também como funcionará o novo sistema digital do NAT-JUS, o e-NAT-JUS, que entrou em vigência na última quinta-feira (16). Segundo ela, a nova plataforma permitirá a produção de relatórios completos e categorizados sobre a judicialização da Saúde. Segundo a juíza, foi determinado pelo CNJ que cada comitê estadual envidasse esforços para criar o NAT-JUS, um núcleo de apoio técnico aos magistrados. Mas cada tribunal ou cada comitê estadual fez da sua forma. Ele é composto por médicos que ficam à disposição dos magistrados para emitirem notas técnicas baseadas em evidências científicas a respeito de processos judiciais. As notas técnicas são para os casos em concreto, de algum processo específico e os pareceres são elaborados pelo NAT-JUS nacional e não são baseados em um processo específico, mas sim em algum tema que esteja sendo discutido muito na Justiça. Para acessar a entrevista completa, clique aqui.

Maioria vê pandemia sob controle e defende máscara obrigatória, diz Datafolha

Em meio ao avanço da vacinação em todo o Brasil, a percepção de que a pandemia está controlada de alguma forma disparou no país e atingiu seu valor mais alto desde o início da atual crise sanitária. Ainda assim, a maioria da população defende que o uso de máscara permaneça obrigatório enquanto o problema não estiver completamente resolvido, mostra pesquisa Datafolha. Para 80% das pessoas ouvidas, a pandemia está controlada em parte (71%) ou totalmente (9%). Outros 20% avaliam que ela está fora do controle, e 1% não sabe. Agora, com mais da metade da população adulta do país com o esquema completo de imunização, alguns estados começam a dar uma dose de reforço em idosos para aumentar a proteção. Segundo o Datafolha, a percepção de que a pandemia está totalmente controlada alcança maiores índices entre as pessoas com 60 anos ou mais (14%), entre aquelas com renda mensal de mais de dez salários mínimos (18%) e entre os que aprovam o governo Bolsonaro (20%). Segundo o Datafolha, 91% avaliam que a máscara deve ser obrigatória enquanto a pandemia não estiver totalmente controlada —apenas 9 de cada 100 brasileiros considera que a situação atual pode ser classificada de totalmente controlada. Após uma indicação inicial apenas para profissionais de saúde, a utilização do acessório por toda a população passou a ser recomendada pelo Ministério da Saúde em abril do ano passado. Em junho de 2020, a posição foi adotada também pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que a mantém ainda hoje. Alguns países, como os Estados Unidos, chegaram a retirar a obrigatoriedade do uso de máscaras em determinados locais com o avanço da vacinação, mas tiveram de voltar atrás diante da disseminação da variante delta, mais transmissível. Para acessar a matéria completa, clique aqui

Pandemia impulsiona startups de saúde e acelera digitalização do setor 

A telemedicina ganhou força durante a pandemia. Essa, porém, é só uma das inovações que startups de saúde têm trazido para o setor e apenas o começo do processo de digitalização que está em curso na área. A opinião é de Rodrigo Demarch, diretor-executivo de inovação e gestão do conhecimento do Hospital Israelita Albert Einstein. O médico foi um dos participantes da 8º edição do seminário Saúde do Brasil, promovido pela Folha de S.Paulo, com patrocínio da Embratel e da FenaSaúde. O hospital paulistano, que tem uma incubadora de healthtechs —como são conhecidas as startups de saúde—, viu os atendimentos online crescerem no último ano. Segundo Demarch, no início da pandemia, 400 mil pessoas eram atendidas pelo serviço de telemedicina do Einstein. Depois de 90 dias, o número saltou para 1,8 milhão. Para ele, empresas que trazem soluções tecnológicas precisam ter acesso não só a recursos financeiros e físicos, mas também a capital intelectual. Diretor de uma empresa de investimentos e consultoria, a ACE Startups, Pedro Carneiro diz que o ramo da saúde é fragmentado, o que muitas vezes dificulta a vida do consumidor. As healthtechs têm pensado em maneiras de agilizar esses processos e melhorar os serviços. Segundo Carneiro, a ideia é colocar os pacientes no centro, não os produtos. O crescimento acelerado dessas empresas tem trazido a expectativa de uma competição maior com outros setores, como o de planos de saúde. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

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