Variante ômicron não requer cuidado especial, afirma Ministro da Saúde

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Variante  ômicron não requer cuidado especial, afirma Ministro da Saúde 

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse que os cuidados que a população deve tomar em relação a variante ômicron, que surgiu na África do Sul, são os mesmos de outras cepas da Covid que já circulam pelo mundo e que não é preciso cautela especial, informou o Valor Econômico. “Gostaria de tranquilizar todos os brasileiros porque cuidados com essa variante são os mesmos cuidados com as outras variantes. A principal arma que nós temos para enfrentar essa situação é a nossa campanha de imunização”, destacou em uma live pelo Instagram na manhã deste domingo (28). O secretário de Vigilância da Saúde do Ministério da Saúde, Arnaldo Medeiros, disse que as pessoas precisam continuar adotando as “medidas não farmacológicas” e até evitar viagens para lugares em que a nova cepa esteja circulando para evitar o contágio. Durante a live, membros do ministério comentaram a medida do governo de proibir a entrada no Brasil de quem esteve, nos últimos 14 dias, em seis países africanos: África do Sul, Botsuana, Suazilândia (Eswatini), Lesoto, Namíbia e Zimbábue.Para Rodrigo Cruz, secretário-executivo do Ministério da Saúde, isso vai retardar a entrada da variante no país. A decisão foi tomada na sexta-feira (29) em reunião convocada em caráter emergencial, por causa da nova cepa. A medida foi tomada após recomendação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Contrato com farmacêuticas prevê adaptação de vacinas a variante do coronavírus, diz UE

A União Europeia incluiu nos contratos já feitos com laboratórios farmacêuticos uma cláusula estabelecendo que as vacinas contra a covid-19 precisam ser “adaptadas imediatamente” a novas variantes que surgirem, informou o Valor Econômico. Vários países já reportaram seus primeiros casos da ômicron e muitos impuseram novas restrições a viagens, procurando proteger suas populações contra a nova variante. A OMS espera ter mais informações científicas nos próximos dias ou semanas sobre o potencial perigo ou não da nova variante. É o prazo que produtores de vacinas também vão precisar para avaliar o risco e o impacto da ômicron. Novas vacinas especificamente para combater a nova variante precisariam ainda passar por testes clínicos. Isso leva tempo e precisa ser autorizado pelas autoridades reguladoras. Alguns analistas acreditam, em todo o caso, que uma nova vacina da Moderna para proteger contra o ômicron poderia estar pronta no fim do primeiro trimestre do ano que vem, por exemplo.

Judicialização da saúde: os números na pandemia

Em artigo publicado no portal o Jota, o Doutor e Mestre em Ciência Jurídica, Clenio Jair Schulze apresenta um texto que tem por finalidade mostrar os números da judicialização da saúde no Brasil entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2020. Segundo o texto, resumidamente, tramitou no Poder Judiciário em 2020 a quantidade de 339.964 demandas judiciais sobre saúde.  Clenio ressalta, que a primeira característica a destacar é o impacto da pandemia (iniciada em março de 2020), que ensejou a sensível redução global dos números de processos sobre saúde no país (em 2019 foram 459.076 demandas, ao passo que em 2020 esse número foi de 339.964). Outras observações que  segundo ele merecem destaque são, a sensível redução do número de processos envolvendo a saúde pública, o aumento do volume de processos sobre erro médico e a redução global do número de processos que indica uma possível demanda reprimida que ensejará nova escalada da judicialização nos próximos anos. A fonte de consulta é a base de dados eletrônica do Relatório Justiça em Números do Conselho Nacional de Justiça 2021. Clenio conclui, que os efeitos da pandemia ficaram marcados nos novos números da judicialização da saúde e certamente afetarão os próximos anos, pois poderão causar: aumento de pedidos de indenização por danos ocorridos em razão da Covid-19 e menor autocontenção dos magistrados (em razão da Recomendação 66 do CNJ). Por fim, é necessário maior empenho dos gestores em saúde (pública e suplementar) para aumentar a qualidade dos serviços prestados e, principalmente, reduzir os efeitos da pandemia e minimizar o impacto da judicialização, concluiu. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Avanços na medicina permitem que bebês de 580g sobrevivam sem sequelas no Brasil

Quando a médica Romy Schmidt Brock Zacharias, coordenadora da neonatologia do Hospital Israelita Albert Einstein, fazia residência, o nascimento de bebês com 28, 29 semanas de gestação era um grande acontecimento, que deixava todos em alerta. Hoje, passados 20 anos, o alarme ainda existe, mas para bebês com apenas 24 semanas. Os cuidados e tratamentos com prematuros evoluíram imensamente no período, permitindo que eles não só tenham mais chances de sobreviver mas também menos sequelas futuras, destacou matéria publicada pelo Globo. Até a década de 1970, 1980, os bebês prematuros com menos de um quilo dificilmente sobreviviam. Mas a medicina evoluiu bastante em oferecer tratamento e cuidados mais adequados, explica Zacharias. Com 24, 25 semanas de vida, a chance de o bebê sobreviver é de cerca de 50%. Há marcos importantes da prematuridade. Um deles é o peso: acima de 1 kg a chance aumenta bastante. Bebês com mais de 1,5 kg hoje já tem bastante segurança, o que acontece lá pelas 31 semanas. Os problemas mais comuns ainda são os pulmonares, por isso os bebês podem ficar por um bom tempo dependendo de oxigênio. Em neonatologia, o divisor de águas ocorreu na década de 1990, com o uso de surfactante exógeno. Essa solução existe nos pulmões com a função de manter os alvéolos pulmonares abertos e virou um medicamento essencial para permitir a ventilação dos pulmões imaturos. Junto com ele, surgiu a ventilação mecânica. A partir daí tudo foi se desenvolvendo.  Mais recentemente, os avanços se deram por meio de drogas específicas para tratamento das patologias que podem surgir nos pequenos, como a retinopatia, ou substituindo a cirurgia nos corações para fechamento de um canal que às vezes não tem tempo de se fechar.  Para acessar a matéria completa, clique aqui.

 

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