Vacina terá avaliação criteriosa, disse técnico da Anvisa a governadores

//Vacina terá avaliação criteriosa, disse técnico da Anvisa a governadores
Gerente-geral de Medicamentos e Produtos Biológicos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Gustavo Mendes Lima Santos disse, nesta quarta-feira (21), que, antes de receber autorização da autarquia para ser empregada, a Coronavac será submetida a uma avaliação criteriosa. Segundo o Valor Econômico a vacina vem sendo desenvolvida em parceria que envolve o Instituto Butantan, de São Paulo, e a farmacêutica chinesa Sinovac. Segundo ele, cabe à Anvisa, com sua atribuição legal, determinar se medicamentos ou produtos são seguros e eficazes para serem em usados na população em massa. “E isso tem gerado muita dúvida, tem gerado muita discussão sobre quais são os preceitos que a Anvisa usa para fazer essa avaliação”, afirmou o técnico, durante a reunião virtual entre governadores e o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, que ocorreu ontem para apresentação dos resultados da vacina Coronavac. Na manhã desta quarta-feira (21), o presidente Jair Bolsonaro afirmou, em sua página no Facebook, que o Brasil não irá comprar “a vacina da China”, referindo-se à Coronavac como “a vacina chinesa de João Dória [sic]”. “O povo brasileiro não será cobaia de ninguém”, escreveu ele. Bolsonaro alegou que o medicamento ainda está em teste e que, por isso, não há razão para fechar a compra. “Não se justifica um bilionário aporte financeiro num medicamento que sequer ultrapassou sua fase de testagem”, disse. “Diante do exposto, minha decisão é a de não adquirir a referida vacina”, complementou. Na reunião com os governadores, o diretor do Instituo Butantan, Dimas Covas, havia dito que o laboratório chinês Sinovac estava à disposição da Anvisa para checagens. O cientista explicou ainda que o Instituto Butantan aguardaria a autorização da agência para prosseguir com a produção. Segundo Santos, eficácia e segurança, biotecnologia (ramo que avalia, por exemplo, as condições de armazenamento), boas práticas e farmacovigilância (processo que investiga quanto tempo dura a imunização e efeitos adjuvantes) são os principais critérios no processo de avaliação pela Anvisa. População que pode ser vacinada, efeitos adversos, prazo de validade, parâmetros para liberação em lotes, documentação e certificações são alguns dos aspectos sondados por esses processos. Santos explicou que alguns estudos foram e podem ser interrompidos até o último dia de andamento, o que faz parte das investigações clínicas, para verificar efeitos adversos, relacionados ou não com a vacina. “Isso é absolutamente normal. Não inviabiliza e não significa que uma vacina é melhor que a outra.” Ele disse que a Anvisa tem prazo de 72 horas para aprovação de estudos clínicos no Brasil, mas isso pressupõe discussão prévia com a agência. Já o registro pode sair em até 60 dias, após o início de compartilhamento de dados para atestar que os estudos são confiáveis. O rigor, segundo ele, é necessário para a proteção da população e porque qualquer erro colocaria em risco a credibilidade institucional da Anvisa.

 Saúde prepara ações para controle do excesso de peso e da obesidade

O segundo volume da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) 2019, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria com o Ministério da Saúde, trouxe dados sobre desnutrição, sobrepeso e obesidade na população acima de 15 anos de idade. De acordo com a Agência Saúde o levantamento, divulgado nesta quarta-feira (21), servirá de base para ampliação das ações para prevenção e controle da obesidade na Atenção Primária à Saúde e otimização dos recursos no Sistema Único de Saúde (SUS). O Ministério da Saúde irá disponibilizar, ainda neste ano, em caráter excepcional e temporário, incentivo financeiro federal para atenção às pessoas com doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs), incluindo obesidade. Serão recursos para qualificação das ações de promoção de alimentação saudável e da atividade física. “Inquéritos como a PNS são as melhores fontes de evidências disponíveis, tendo em vista sua abrangência e a robustez dos dados por eles gerados. Com base nessas informações, é possível o Ministério da Saúde traçar estratégias, políticas e programas que estejam de acordo com o cenário epidemiológico da população brasileira”, ressalta o diretor substituto do Departamento de Saúde da Família do Ministério da Saúde, Alexandre Fortes. Para levantamento dos dados, o cálculo feito pela pesquisa é baseado no Índice de Massa Corporal (IMC), feito a partir relação entre peso e altura (IMC = peso/ (altura x altura)). Acima de 25kg/m² há excesso de peso e acima de 30 kg/m², obesidade. “Nós já vínhamos acompanhando a evolução dos indicadores de sobrepeso e da obesidade, mas agora com esses dados novos temos uma informação real, mensurada, que reforça a necessidade de compromisso do Ministério da Saúde e da sociedade para enfrentamento de um dos principais fatores para doenças de risco, como diabetes e doenças cardiovasculares, entre outras”, disse Eduardo Macário, diretor do Departamento de Análise em Saúde e Vigilância de Doenças Não-Transmissíveis do Ministério da Saúde. Entre 2003 e 2019, os resultados de duas pesquisas do IBGE – Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) e Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) – mostraram que a proporção de obesos na população com 20 anos ou mais de idade no Brasil passou de 12,2% para 26,8%. Nesse período, a prevalência da obesidade entre mulheres aumentou de 14,5% para 30,2% e entre os homens, de 9,6% para 22,8%. Já a proporção de pessoas com excesso de peso na população com 20 anos ou mais de idade no país passou de 43,3% para 61,7%, nos mesmos 17 anos. O Ministério da Saúde também prepara o lançamento de iniciativas voltadas à qualificação dos profissionais de saúde, tais como o “Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas de sobrepeso e obesidade” e a publicação do “Instrutivo de Cuidado da Obesidade em Crianças e Adolescentes”, com o objetivo de apoiar a formação de profissionais nos cuidados e particularidades da atenção às crianças e adolescentes com obesidade. De acordo com a PNS 2019, 60,3% da população adulta apresenta excesso de peso, o que representa cerca de 96 milhões de pessoas – 62,6% em mulheres e 57,5% em homens. Entre adolescentes com idades entre 15 e 17 anos, o excesso de peso foi constatado em 19,4% (1,8 milhão de pessoas), sendo mais elevado em adolescentes do sexo feminino (22,9%) em relação aos do sexo masculino (16,0%). A obesidade foi observada em 21,8% dos homens e em 29,5% das mulheres com 18 anos ou mais de idade. O indicador foi mais elevado no sexo feminino, chegando a 38,0% das mulheres com idade de 40 a 59 anos, em comparação com 30,0% dos homens no mesmo grupo de idade. Para adolescentes com idades entre 15 e 17 anos, o dado ficou em 6,7%, com cerca de 8,0% para o sexo feminino, e 5,4 % no sexo masculino. O déficit de peso em adultos com 18 ou mais anos de idade foi de 1,6%, (1,7% para homens e 1,5% para mulheres), ficando, portanto, bem abaixo do limite de 5% esperado na população. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), prevalências de déficit de peso iguais ou superiores a 5% são indicativas de exposição da população adulta à desnutrição. Em quase todos os grupos de idade, o déficit de peso dos homens é mais elevado. A exceção são os idosos (60 anos ou mais): nesse grupo, a prevalência das mulheres é maior (2,9%) que a dos homens (2,2%), de acordo com a PNS 2019.

Desempenho da Atenção Primária à Saúde no Brasil é alvo de pesquisa inédita

Conforme informou a Agência Saúde, pela primeira vez, a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) de 2019 coletou informações sobre a Atenção Primária à Saúde (APS) no Brasil. O levantamento mostra o desempenho da rede pública de saúde no que se refere ao acesso e uso dos serviços disponíveis, continuidade dos cuidados e condições de saúde da população. Os resultados foram divulgados nesta quarta-feira (21) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria com o Ministério da Saúde. Os dados mostram que a população que mais usa o Sistema Único de Saúde (SUS) avaliou positivamente a qualidade do atendimento público em saúde no país. “Conhecer a realidade da Atenção Primária, a partir dos seus atributos, nos ajudará a implementar intervenções que qualificam o cuidado em saúde, melhorando assim, a vida de toda nossa população. Quanto mais nossos serviços de saúde forem orientados pela presença dos atributos, mais serão capazes de prover atenção integral à sua comunidade “, destaca o diretor substituto do Departamento de Saúde da Família do Ministério da Saúde, Alexandre Fortes. A pesquisa foi realizada em 2019 e finalizada em fevereiro de 2020. O público-alvo incluiu moradores com 18 anos ou mais de idade que se consultaram pelo menos duas vezes com o mesmo médico em Unidades Básicas de Saúde (UBS) ou Unidades de Saúde da Família (USF), nos últimos seis meses anteriores à pesquisa. O questionário aplicado é uma adaptação do Primary Care Assessment Tool (PCATool Brasil), para o público adulto versão reduzida, instrumento validado internacionalmente e publicado no país pelo Ministério da Saúde. A análise dos dados permite, assim, comparações internacionais e a criação de uma base para avaliação da Atenção Primária à Saúde no país. Em 2019, 17,3 milhões de pessoas de 18 anos ou mais de idade procuraram algum serviço da Atenção Primária nos seis meses anteriores à entrevista. Entre elas, 69,9% eram mulheres; 60,9% eram pretas ou pardas; 65,0% eram cônjuges e 35,8% tinham entre 40 a 59 anos de idade. No país, 53,8% dos usuários de Atenção Primária não tinham uma ocupação (trabalho) e 64,7% tinham renda domiciliar per capita inferior a um salário mínimo. Os 32,3% seguintes inseriam-se na faixa de 1 a 3 salários mínimos. Cerca de 94,4% dos usuários analisados não tinham plano de saúde. A população que mais usa o Sistema Único de Saúde (SUS) avaliou positivamente a qualidade do atendimento público em saúde no país. O Escore Geral da Atenção Primária varia de 0 a 10 e a nota final obtida na pesquisa foi de 5,9. Idosos deram nota de 6,1 aos serviços, acima dos adultos de 18 a 39 anos (5,6) e dos adultos de 40 a 59 anos (5,9). As visitas domiciliares por profissionais de saúde fazem parte do modelo de atenção adotado, no Brasil, para a Atenção Primária. Segundo a PNS 2019, 76,5% dos domicílios com moradores de 18 anos ou mais de idade que tiveram pelo menos dois atendimentos no âmbito da Atenção Primária estavam cadastrados na Unidade de Saúde da Família (USF). Em média, 73% dos domicílios cadastrados receberam ao menos uma visita de algum Agente de Combate a Endemias (ACE).Em relação à frequência de visitas de agentes comunitários de saúde ou outros membros da Equipe de Saúde da Família (eSF), no Brasil, 62,5% do grupo de referência recebeu a visita pelo menos uma vez, nos últimos seis meses anteriores à data da entrevista. Os moradores dos domicílios cadastrados em alguma unidade de saúde atribuíram nota 6,0 à Atenção Primária. Entre aqueles que receberam pelo menos uma visita de algum agente comunitário ou membro da equipe de saúde, o escore foi 6,1. De acordo com a PNS 2019, 50,1% dos brasileiros avaliaram seu estado de saúde como “muito bom ou bom”. O restante considerou seus parâmetros de saúde entre “regular, ruim ou muito ruim”. As doenças mais citadas pelos entrevistados foram hipertensão arterial (39,2%), diabetes (15,9%), depressão (15,3%), doença do coração (7,9%), asma (5,9%) e doença crônica de pulmão (2,1%). A PNS 2019 também investigou o motivo da procura de atendimento médico e a frequência de consultas nos últimos 12 meses anteriores à data da entrevista. No Brasil, o motivo mais frequente da procura foi doença ou outro problema de saúde ou continuação de tratamento (52,5%), vindo, a seguir, exames periódicos (40,2%) e outros motivos (7,3%). 83,6% dos adultos tinham se consultado duas vezes ou mais com o mesmo médico no último ano, o que indica uma alta frequência no acompanhamento de saúde da população.

Saúde cria Comissão de Propriedade Intelectual

O Ministério da Saúde instituiu a Comissão de Propriedade Intelectual em Saúde (COMPIS) para propor ações e subsidiar a atuação da pasta em temas como direitos e patentes sobre produtos e serviços da área médica e farmacêutica, de forma centralizada. A comissão irá propor áreas prioritárias para diagnósticos, avaliações e ações relacionadas ao tema, informou a Agência Saúde nesta quarta-feira (21). Além disso, irá identificar pedidos de patentes de produtos e de processos farmacêuticos, incluindo os considerados estratégicos para as políticas públicas de saúde, subsidiando tomadas de decisões do Ministério da Saúde quanto aos pedidos de exames prioritários junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). A COMPIS também deverá propor estudos, debates, eventos e consultas públicas sobre propriedade intelectual em saúde, subsidiando a participação do Ministério da Saúde nos colegiados interministeriais, em especial ao Grupo Interministerial de Propriedade Intelectual (GIPI), instituído pelo Decreto nº 9.931, de 23 de julho de 2019. A comissão ainda vai subsidiar a participação da pasta nas atividades de foros nacionais e internacionais relacionados ao tema. Além disso, a iniciativa tem como objetivo nortear os Institutos Nacionais ligados ao Ministério da Saúde na elaboração de suas diretrizes e boas práticas de gestão que envolvem o tema, a transferência de tecnologia, e na elaboração da Estratégia Nacional de Propriedade Intelectual (ENPI). A comissão será composta por representantes do Ministério da Saúde; da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz); do Instituto Nacional de Câncer (Inca); do Instituto Nacional de Cardiologia (INC); do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into); da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa); e da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep). Também poderão participar das reuniões, sem direito a voto, pessoas que atuam em áreas relacionadas à propriedade intelectual no âmbito da saúde. O próximo passo será o reconhecimento e estruturação dos Núcleos de Inovação Tecnológica (NITs) que organizarão a gestão do tema e inovação nos Institutos Nacionais.

SAÚDE NA IMPRENSA

Agência Câmara – Proposta regulamenta telemedicina em casos de calamidade pública ou quarentena

Agência Câmara – Queimadas na Amazônia provocaram duas mil internações no SUS em 2019, aponta relatório

Agência Câmara – Médicos e especialistas em saúde criticam uso político de vacinas

Agência Câmara – Congresso Nacional terá sessão em 4 de novembro

Agência Câmara – Proposta regulamenta telemedicina em casos de calamidade pública ou quarentena

Agência Câmara – Queimadas na Amazônia provocaram duas mil internações no SUS em 2019, aponta relatório

Agência Senado – Senadores criticam recuo do governo na compra de vacina contra coronavírus

Agência Senado – Davi Alcolumbre anuncia pauta do Senado para o dia 3 de novembro

Agência Senado – Senadores criticam recuo do governo na compra de vacina contra coronavírus

Agência Senado – Projeto do governo cria marco legal das startups e do empreendedorismo inovador

Agência Senado – Davi faz balanço positivo do esforço concentrado desta semana

STF – PDT pede que STF declare que estados e municípios também podem exigir vacinação compulsória

Anvisa – Prorrogado o prazo das Consultas Públicas 911 e 912

Anvisa – Anvisa recebe visita de cortesia de comitiva do governo de SP

Anvisa – Aviso de Pauta

ANS – ANS divulga nova edição do Boletim Covid-19

Agência Saúde – Saúde cria Comissão de Propriedade Intelectual

Agência Saúde – Desempenho da Atenção Primária à Saúde no Brasil é alvo de pesquisa inédita

Agência Saúde – Postos de vacinação seguem medidas de segurança contra a Covid-19

Agência Saúde – Saúde prepara ações para controle do excesso de peso e da obesidade

Agência Saúde – Ministério da Saúde presta esclarecimentos sobre possível aquisição de doses da vacina Butantan-Sinovac

Agência Saúde – Brasil registra 4.721.593 de pessoas recuperadas

Opas – Trabalho para desenvolver vacina contra COVID-19 é mais rápido do que nunca, mas processos de segurança e eficácia permanecem os mesmos, afirma OPAS

Opas – OMS faz chamado às inscrições no 2º Festival de Cinema “Saúde para Todos”

Governo Federal – Pesquisa do IBGE mostra aumento da obesidade entre adultos

Governo Federal – Maior projeto da ciência brasileira para pesquisa começa a funcionar oficialmente

Governo Federal – BNDES financia tecnologia desenvolvida para tratar pacientes com Covid-19

Agência Brasil – ANS encerra amanhã consulta sobre boas práticas em parto

Agência Brasil – Agência Brasil explica: conheça os tipos de vacina contra covid-19

Agência Brasil – Anvisa diz que análise de vacinas contra covid-19 será técnica

Agência Brasil – ANS: 59% das queixas sobre covid-19 são para exames e tratamentos

Correio Braziliense – Covid-19: pesquisadores desenvolvem método matemático para testagem em massa

Correio Braziliense – Estudo indica que bebês podem estar consumindo milhões de microplásticos por dia

Correio Braziliense – Estudo indica como vírus da covid-19 se espalha em uma sala de aula

Jota – Morte no estudo da vacina de Oxford não compromete segurança de voluntários

Jota – TCU determina planejamento do MS para possível segunda onda da Covid no Brasil

Folha de S.Paulo – Estudo brasileiro comprova que novo coronavírus afeta cérebro e detalha efeitos nas células nervosas

Folha de S.Paulo – ‘Não acredito que vacina chinesa transmita segurança pela sua origem’, diz Bolsonaro

Folha de S.Paulo – Aliança antiaborto proposta pelos EUA com apoio do Brasil afronta direitos das mulheres

Folha de S.Paulo – Transferência de tecnologia de vacinas ao Brasil pode demorar até dez anos

Folha de S.Paulo – Bolsonaro e a política da vacina; ouça podcast

Folha de S.Paulo – Secretários de Saúde culpam Bolsonaro por crise das vacinas e defendem permanência de Pazuello

Folha de S.Paulo – Governadores podem apoiar lei para comprar vacina chinesa sem registro na Anvisa

Folha de S.Paulo – Conheça catalão que impulsionou estudos de ayahuasca no Brasil

Folha de S.Paulo – Não se esqueça de tomar seu antibiótico da China

Folha de S.Paulo – Em meio à crise da vacina, Padilha protocola pedido para convocar Pazuello ao Congresso

Folha de S.Paulo – Senador Arolde de Oliveira, 83, é o primeiro congressista a morrer com Covid-19

Folha de S.Paulo – Bolsonaro esvazia acordo com o Butantan e acirra ‘guerra das vacinas’

Folha de S.Paulo – Classes mais altas têm maior potencial de contaminação em repique de casos, diz infectologista

Folha de S.Paulo – Marcos Pontes exalta vacinas brasileiras e minimiza polêmica sobre a CoronaVac

Folha de S.Paulo – Instituto Butantan diz se espantar com fala de Bolsonaro sobre não comprar vacina chinesa

Folha de S.Paulo – Anvisa diz que não haverá influência externa em processo de registro de vacinas

Folha de S.Paulo – Venezuela começará vacinação contra Covid-19 entre dezembro e janeiro, diz Maduro

Folha de S.Paulo – Bolsonaro desinforma e se contradiz ao pedir evidência científica de vacina chinesa

Folha de S.Paulo – Colunistas Nelson Barbosa e Samuel Pessôa debatem papel do Estado na pandemia em live Folha/Ibre; assista

O Estado de S.Paulo – Tecnologia na saúde precisa beneficiar paciente

O Estado de S.Paulo – Estudo estima que São Paulo já teve mais de 2 milhões de infectados com coronavírus

O Estado de S.Paulo – Ensaio em que pessoas são expostas voluntariamente ao coronavírus terá início em janeiro

O Estado de S.Paulo – ‘Quando o chefe decide, o subordinado cumpre’, diz Bolsonaro sobre Pazuello em entrevista

O Estado de S.Paulo – Crise com Pazuello gera mal-estar entre militares

O Estado de S.Paulo – Vermont vê epidemia de opioides piorar drasticamente durante pandemia

O Estado de S.Paulo – Mensagens de delator com Chico Rodrigues apontam articulação que levou à queda de secretário de Saúde de Roraima, diz PF

O Estado de S.Paulo – Politização e desinformação insuflaram Revolta da Vacina em 1904

O Estado de S.Paulo – Espanha ultrapassa marca de 1 milhão de casos de covid-19

O Estado de S.Paulo – Brasil é o segundo país que mais aceitaria vacina anticovid, diz estudo

O Estado de S.Paulo – Doria faz périplo por Brasília em defesa de vacina e pede ‘grandeza’ a Bolsonaro 

O Globo – Para evitar atritos com ministro da Saúde, Bolsonaro diz que Pazuello caiu na ‘lábia’ de João Doria

O Globo – ‘Surpresa e indignação’, dizem Butantan e Secretaria da Saúde após recuo de Bolsonaro sobre vacina

O Globo – TCU cobra ‘ampla transparência’ do Ministério da Saúde sobre tratativas em relação a vacinas

G1 – Estados ‘têm recurso também’ e poderão comprar vacina chinesa, diz Mourão

G1 – EUA registram maior número de novas mortes por Covid em mais de 1 mês

G1 – Doença de Günther: como é viver com condição devastadora que ataca tecidos e órgãos

G1 – Como disputa entre Bolsonaro e Doria pode atrasar imunização dos brasileiros contra Covid-19

G1 – Quer resultados mais efetivos no cuidado com a pele? Preste atenção aos ativos dos produtos

G1 – Casos de coronavírus na Itália atingem novo recorde diário com mais de 15 mil infecções

G1 – Desinformação ameaça resposta à Covid-19 nas Américas, diz Opas

G1 – Ministro da Saúde disse que governo só cancelaria compra de 6 milhões de doses da vacina chinesa, afirma secretário de SP

G1 – Em meio a disputa sobre vacina para Covid, presidente da Anvisa nega ‘influência externa’

Valor Econômico – Tomar vacina sem ‘certo tempo de comprovação científica fica muito difícil’, diz Bolsonaro

Valor Econômico – Mulheres com idades entre 50 e 60 anos têm maior risco de sofrer “covid longa”, diz estudo

Valor Econômico – Com “diplomacia da vacina”, China reforça influência

Valor Econômico – Governadores pedem foco na saúde nas decisões

Valor Econômico – Administração federal atua contra imunização, diz MP

Valor Econômico – Genética não causa disparidades de mortalidade por covid-19, diz relatório

Valor Econômico – Vacina terá avaliação criteriosa, disse técnico da Anvisa a governadores

______________________
O Boletim NK, produzido pela NK Consultores Relações Governamentais, é uma compilação das principais notícias publicadas em meios de comunicação do país sobre temas ligados ao setor.

No comments yet.

Leave a comment

Your email address will not be published.

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.

Translate »