Um terço dos pacientes com câncer internados com Covid-19 morreram, diz estudo do Inca

//Um terço dos pacientes com câncer internados com Covid-19 morreram, diz estudo do Inca
Os pacientes com câncer são um grupo de risco: um terço deles morre em caso de internação pela Covid-19. É isso que aponta o novo estudo publicado nesta semana pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca), em primeiro artigo brasileiro da entidade sobre o assunto, destacou o G1 nesta quarta-feira (1). Os pesquisadores observaram 181 pacientes com câncer e internados em situação moderada a grave com Covid-19. Sessenta deles morreram, uma taxa de 33,1%. O número de pessoas no estudo observacional ainda é pequeno, mas ele deverá ser ampliado nos próximos meses, de acordo com uma das autoras, Andreia Melo, chefe da divisão de pesquisa clínica do Inca. Outras pesquisas internacionais sobre câncer e a Covid-19, feitas nos Estados Unidos, Reino Unido, e China, têm uma taxa menor do que esta brasileira: perto de 20% dos pacientes morrem no exterior. Melo explica que o número mais elevado, de 33,1%, está relacionado ao fato de os cientistas do Inca terem analisado apenas pacientes com pedido de internação devido ao Sars CoV-2. Os casos mais leves não foram contabilizados. João Viola, chefe do programa de imunologia do Inca, disse que o estudo tem como objetivo chamar a atenção para o fato de os pacientes com câncer serem parte do grupo de risco. Assim como o diabates e as doenças cardiovasculares, Viola diz que uma série de fatores devem ser considerados como risco extra no tratamento da Covid-19, já que o câncer impacta em diversos sistemas do corpo humano e muitas vezes está relacionado a uma imunossupressão do paciente. As pesquisas do Inca sobre o assunto continuam, e estão previstas com uma amostra maior de pacientes e mais desdobramentos. O artigo desta semana é um pré-print, ou seja, ainda não foi revisado por pares ou publicado em revistas científicas.

Julho Verde estimula autocuidado na prevenção do câncer de cabeça e pescoço 

Nesta quarta-feira (1), o Blog E+ do jornal O Estado de S.Paulo divulgou que, os tumores de cabeça e pescoço devem atingir de 35 a 40 mil pessoas em 2020, de acordo com o presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia de Cabeça e Pescoço, Antonio José Gonçalves. Câncer nessas regiões é o terceiro em incidência entre os homens brasileiros e devem representar 7,9% dos novos casos estimados pelo Instituto Nacional de Câncer (INCA) neste ano. “Dentre as principais localizações, nas mulheres, o câncer de tireoide deve registrar 12 mil novos casos. Entre os homens, serão 11 mil novos casos de câncer de boca e aproximadamente 6,5 mil novos casos de tumores na laringe. Além disso, esse tipo de tumor acomete a pele da face e do pescoço, a faringe as glândulas salivares, os seios paranasais e outras localizações, em que a repercussão no paciente é extremamente importante”, esclarece Gonçalves. Melissa Ribeiro, sobrevivente de câncer de laringe, enfatiza que a informação sobre prevenção é fundamental. “Se tivermos a consciência dos danos que causamos ao nosso próprio corpo, com o consumo de substâncias como o tabaco em todas as suas apresentações e o álcool, se cuidarmos da nossa alimentação, se vacinarmos nossos jovens contra o HPV, podemos ter uma chance de mudar a incidência crescente dos tumores de cabeça e pescoço no Brasil”, alerta. Ela é fundadora e presidente voluntária na ACBG Brasil – Associação de Câncer de Boca e Garganta, que promove a quarta edição do Julho Verde, em parceria com a SBCCP, Sociedade de Cirurgia de Cabeça e Pescoço. Esse ano, a campanha quer alertar sobre a importância da prevenção a esses tumores, com o lema ‘Seu corpo é sua vida. Não o destrua!’, trazendo o protagonismo a cada indivíduo sobre os fatores de risco. “O tratamento mexe com a estética facial, com a deglutição e alimentação, com a fala e a voz. Daí a importância do diagnóstico precoce, para preservar esses órgãos e propor tratamentos mais adequados”, acrescenta o cirurgião Antonio José Gonçalves. Para ter mais chance de um diagnóstico precoce, é preciso procurar logo um médico a qualquer sinal diferente no corpo, como uma ferida na boca que não cicatriza por mais de 15 dias, dificuldade ou dor para engolir, ou a voz ficar rouca por muito tempo. “Apesar desse tipo de tumor ser bem frequente, as pessoas não dão a atenção devida para a prevenção”, destaca a fonoaudióloga Suzana Areosa, gestora da Rede+Voz da ACBG. Ela avalia que essa atitude faz com que o tratamento e a reabilitação sejam possíveis: “Na região da cabeça e pescoço os sítios anatômicos são muito próximos uns dos outros. Quando o tumor é diagnosticado em um nível avançado – que é o que mais acontece com os pacientes no Brasil -, ele está maior e acomete as estruturas adjacentes, exigindo um tratamento mais mutilador e deixando sequelas anátomo-funcionais graves para sempre”. Faz parte também da prevenção evitar os fatores de risco. Os principais são tabaco (incluindo o uso de cigarro comum, cigarro eletrônico e narguilé) e o consumo de bebidas alcoólicas. Outro fator que merece atenção especial é a infecção pelo HPV (papilomavírus humano), que tem contribuído para o aumento na incidência do câncer de cavidade oral em jovens nos últimos anos. Esta é uma tendência mundial, também é identificada no Brasil, que pode ser revertida com o estímulo à vacinação e ao uso de preservativos.  Quando falamos dos tumores de cabeça e pescoço, devemos falar do câncer de pele melanoma e não melanoma – esse, o mais comum na população brasileira. A exposição indevida ao sol, especialmente na infância e adolescência, é o principal fator de risco para esses tumores. O câncer de pele acomete na região da cabeça e pescoço surge nos lábios, nariz, na parte inferior da pálpebra e no couro cabeludo. O tratamento para câncer de cabeça e pescoço é multidisciplinar e envolve diversos profissionais de Saúde. As opções dependem da localização do tumor primário, idade do paciente, presença de comorbidades e incluem intervenções cirúrgicas, sessões de radio e quimioterapia, além da utilização de medicamentos imunoterápicos em alguns casos. Na maior parte das situações, a doença gera sequelas físicas, estéticas, psicológicas e funcionais irreversíveis, que prejudicam a qualidade de vida do paciente.

Baixo estoque de sedativos faz Santas Casas suspenderem cirurgias e atendimentos

Nesta terça-feira (30), a Folha de S.Paulo divulgou que, a dificuldade de obter medicamentos sedativos e relaxantes musculares já leva Santas Casas e hospitais filantrópicos a relatarem estoques em níveis críticos e suspenderem exames, cirurgias, transplantes e até o atendimento de novos pacientes não-Covid em algumas unidades especializadas. As ações ocorrem na tentativa de assegurar estoques para atendimento a pacientes com coronavírus e outros urgentes — para os quais também já há relatos de falta desses produtos em algumas regiões. O alerta de risco de desabastecimento já havia sido feito por secretários de saúde e por alguns hospitais particulares, e foi reforçado agora por hospitais filantrópicos, que respondem por ao menos metade das internações de pacientes do SUS. O problema atinge medicamentos necessários para que pacientes com quadros graves de Covid-19 possam ser submetidos à ventilação mecânica. Sem isso, não há como fazer a intubação, e há risco de morte. Os remédios, no entanto, também são usados em outros quadros gerais, como cirurgias e exames mais complexos – o que faz hospitais suspenderem esses atendimentos visando preservar, ao máximo, a assistência a casos urgentes. Os impactos já são sentidos na rede. Com baixos estoques, a Santa Casa de São José dos Campos suspendeu o atendimento de novos pacientes na unidade de tratamento de queimaduras. Com isso, novos pacientes precisam ser direcionados a outros hospitais. “São pacientes em geral com 50% do corpo atingido, que usam muito analgésico. Não aceitamos mais casos novos, senão não temos para o paciente com coronavírus”, diz o provedor da entidade, Ivã Molina. “Fizemos isso para resguardar o queimado que já está internado, e aquele com Covid.” Segundo ele, exames que também demandavam esses remédios também foram suspensos por tempo indeterminado. “Fizemos um levantamento e temos medicamentos para mais 10 a 15 dias, no máximo”, afirma. “Tentamos comprar, mas não tem remédio na praça.” Relato semelhante ocorre na Santa Casa de Montes Claros (MG). “Tivemos que suspender cirurgias eletivas há dez dias por falta de abastecimento de anestésico. A gente tenta comprar e não consegue. Até atendimento a transplantes tivemos que suspender”, relata o superintendente Maurício Souza e Silva. “Sem esse medicamento, não tem como intubar o paciente e atender uma emergência”, afirma ele, segundo quem os principais itens com baixos estoques são o brometo de rocurônio e pancurônio. “Fizemos uma licitação e temos um contrato de fornecimento com o distribuidor. Mas se faço pedido de dez, eles mandam três”, relata. Em nota, a Confederação das Santas Casas de Misericórdia e Hospitais Filantrópicos afirma que o problema de escassez de sedativos e anestésicos “entrou em situação crítica” em unidades de todo o país.

Em 2019, beneficiários de planos de saúde realizaram 1,62 bilhão de procedimentos

Os beneficiários de planos de saúde realizaram 1,62 bilhão de procedimentos como consultas, exames e internações no ano de 2019. O número representa um aumento de 2,4% em relação ao total de procedimentos realizados em 2018 (1,57 bilhão). Os dados fazem parte do Mapa Assistencial, publicação anual divulgada nesta quarta-feira (1) pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). O destaque da publicação esse ano é o seu novo formato, em painel dinâmico, conferindo maior transparência e aumento do acesso às informações de produção assistencial do setor, de envio obrigatório à ANS pelas operadoras. O Mapa Assistencial contém indicadores de produção assistencial médico-hospitalar e, a partir dessa edição, apresenta também indicadores de produção odontológica. Dentre os indicadores, há o número de procedimentos realizados por beneficiário segundo modalidade de operadora – autogestão, cooperativa médica, medicina de grupo, filantropia e seguradora – e por tipo de contratação do plano, possibilitando análise comparativa do setor, considerando sua heterogeneidade. Houve um aumento do número de exames complementares realizados por beneficiário em todos os tipos de contratação. No total do setor, foram realizados 19,7 procedimentos de exames por beneficiário em 2019, ante 18,5 em 2018. O mesmo ocorreu com as internações: no total, foram 192 procedimentos por mil beneficiários em 2019, frente 180 por mil beneficiário em 2018. A realização de exames complementares somou o maior número de procedimentos no ano, totalizando 916,5 milhões (aumento de 6,4% em relação a 2018). Na sequência vêm consultas médicas, com 277,5 milhões (aumento de 1,16% em relação a 2018) e procedimentos odontológicos, com 182,8 milhões (aumento de 3,7%). As internações somaram 8,6 milhões de ocorrências no ano, representando um aumento de 6,52% em relação ao ano anterior. Conforme destacado, a partir desta edição, o Mapa Assistencial da Saúde Suplementar passa a ser apresentado em uma nova plataforma, em painel dinâmico na ferramenta Power BI. “O formato confere maior transparência aos dados e interatividade aos leitores, e já vem sendo utilizado em outras publicações da ANS. Também traz mais informações que a publicação tradicional, incluindo um anexo com indicadores de produção odontológica, que não eram apresentados na versão anterior. Informação de qualidade sobre os procedimentos e eventos realizados pelos beneficiários de planos de saúde é fundamental para a promoção da coordenação das ações em saúde e gestão da saúde populacional”, afirma o diretor-presidente substituto, Rogério Scarabel. Lançado em 2012, o Mapa tem como objetivo a divulgação da produção assistencial prestada pelas operadoras de planos privados de assistência à saúde a partir das informações enviadas pelo Sistema de Informações de Produtos (SIP) e consolidadas pela ANS. O Mapa Assistencial destaca alguns procedimentos para diagnóstico e cuidado de condições crônicas como o diabetes e a hipertensão arterial. Entre 2018 e 2019, o número de exames de hemoglobina glicada, utilizado para diagnosticar e acompanhar o diabetes mellitus, teve um aumento de 16,4%. Em 2019, foram 337,5 mil exames por mil beneficiários. Da mesma forma, o Mapa aponta um aumento de 10,9% no número de exames Holter 24 horas realizados pelos planos de saúde, importante no diagnóstico e acompanhamento de doenças do aparelho circulatório. Em 2019, foram realizados 31,1 exames por mil beneficiários. Essa análise é importante pois sinaliza para o aumento da utilização de exames para diagnóstico e acompanhamento do diabetes e hipertensão arterial. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), as doenças cardiovasculares são a principal causa de morte no mundo. A detecção precoce e o tratamento adequado do diabetes e hipertensão são importantes medidas para reduzir os riscos cardiovasculares decorrentes destas condições.

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O Boletim NK, produzido pela NK Consultores Relações Governamentais, é uma compilação das principais notícias publicadas em meios de comunicação do país sobre temas ligados ao setor.

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