SUS terá consulta virtual em saúde da família em meio à crise do coronavírus

//SUS terá consulta virtual em saúde da família em meio à crise do coronavírus
Na tentativa de evitar idas frequentes aos postos de saúde em meio à crise pelo novo coronavírus, o Ministério da Saúde lançará uma plataforma para oferecer consultas virtuais por médicos e equipes de saúde da família que atuam nestes locais. O objetivo é dar alternativas para manter ou retomar o atendimento de pessoas com doenças crônicas, como diabéticos e hipertensos, além de gestantes e outros pacientes já acompanhados nas unidades. A oferta da consulta virtual ocorrerá a critério do médico e equipe e também sob pedido ou concordância do paciente. Neste caso, o atendimento presencial pode ser intercalado com as consultas à distância, disse à Folha de S.Paulo nesta terça-feira (21), o secretário de atenção primária em saúde, Erno Harzheim. A plataforma foi desenvolvida pelo Ministério da Saúde em parceria com o Hospital Israelita Albert Einstein, que já tem ferramenta semelhante e faz parte do programa Proadi-SUS. Para colocar em prática a medida, a pasta deve lançar nesta semana um cadastramento de médicos e equipes interessadas no serviço. Com isso, os profissionais receberão treinamento para uso da plataforma e um certificado digital ICP-Brasil, necessário para fazer os atendimentos e emitir documentos como atestados e receitas médicas digitais. “Será uma garantia de segurança”, diz. Para fazer a consulta, o médico enviará um endereço eletrônico ao paciente para videoconferência. Também haverá a opção de fazer a consulta por telefone. A decisão ficará a cargo do profissional e paciente, afirma o secretário. No final, o paciente deve receber por email uma pesquisa de satisfação. Segundo Harzheim, essa será a primeira ferramenta de teleconsulta entre médico e paciente a nível federal. Até então, as estratégias existentes visavam apoio a diagnóstico e ocorriam apenas entre profissionais, sem contato direto com o paciente. O projeto terá duração de oito meses, com possibilidade de renovação. O investimento deve ser de R$ 4 milhões. Em geral, modelo da estratégia de Saúde da Família em geral prevê consultas periódicas nas unidades e visitas de agentes comunitários de saúde —cuja orientação atual é que sejam feitas com cuidado e à distância. Segundo ele, a pasta busca maneiras de ampliar o acesso à internet pelas unidades por meio de um projeto do Ministério de Ciência e Tecnologia. Alvo de polêmica no último ano, a expansão de serviços de telemedicina passou a ser prevista com o avanço do novo coronavírus. O Conselho Federal de Medicina chegou a lançar em 2019 uma resolução que ampliava o uso desse tipo de ferramenta, mas a medida acabou cancelada após críticas de entidades médicas, que viam problemas na segurança. Harzheim critica a falta de regulamentação anterior. “Se não fosse a pressão de parte da corporação médica, teríamos avançado muito mais na telemedicina no país e estaríamos, no início da pandemia, mais preparados para enfrentá-la”, afirma. Neste ano, o aumento de casos de Covid-19 voltou a trazer pressão por atendimentos a distância, o que levou o CFM e Ministério da Saúde a divulgarem portarias com novas regulamentações provisórias.

Hospitais já não conseguem contratar médicos, fisioterapeutas e enfermeiros para UTIs de Covid-19

Hospitais públicos já enfrentam dificuldades para contratar profissionais de saúde para trabalhar em UTIs destinadas a pacientes com Covid-19. Faltam médicos, fisioterapeutas e técnicos de enfermagem para a missão, informou a colunista Mônica Bergamo da Folha de S.Paulo nesta quarta-feira (22). A SPMD (Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina), organização social ligada à Unifesp (Universidade Federal de SP) que administra 16 hospitais em SP e gerencia 1.500 leitos de UTI no país, afirma que abriu 3.000 vagas para formar equipes. Do total, 600 ainda não foram preenchidas. “Houve forte ampliação de leitos no país e agora há problemas para encontrar profissionais”, diz o médico Nacime Salomão Mansur, superintendente da SPMD e vice-presidente do Instituto de Organizações Sociais de Saúde (Ibros). Segundo ele, já está cada vez mais difícil contratar médicos intensivistas, “que têm formação robusta para trabalhar com pacientes complexos como os de Covid-19 em uma UTI”. Transferir doutores de outros setores para as UTIs, por isso mesmo, não é algo trivial. “Não é qualquer médico que pode assumir a missão”, diz o superintendente da SPDM. Diante do quadro, médicos de áreas em que o atendimento caiu, como as ambulatoriais, começaram a ser treinados, de forma emergencial, para trabalhar em UTIs, diz o secretário municipal de Saúde de SP, Edson Aparecido. A situação se repete em outras regiões. “É um gargalo nacional”, diz o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB-MA). “Daí nossa proposta ao ministro da Saúde: trazer estrangeiros e abrir o Revalida [exame para médicos trabalharem no Brasil] especial para brasileiros formados no exterior”, diz ele. Há dificuldade ainda para contratar técnicos de enfermagem. “Estamos fazendo processos seletivos, mas só 20% dos inscritos têm sido aprovados”, diz Nacime. Por fim, faltam fisioterapeutas respiratórios para integrar equipes de UTIs. “Não quero dizer que há um colapso, mas estamos próximos do limite”, diz o superintendente da SPMD. Já a questão de equipamentos como respiradores e insumos “começa a se normalizar”, diz Nacime. Uma máscara cirúrgica que custava 10 centavos chegou a ser vendida a R$ 5. E agora já pode ser comprada por R$ 1,16.

Ministério promete 46,2 milhões de testes, mas só entregou 2,5 milhões

Mesmo atrasado para entrega da primeira leva de testes para o novo coronavírus prometidos, de 23,9 milhões de unidades, o Ministério da Saúde quase dobrou a meta e quer distribuir 46,2 milhões de exames durante a crise. Até agora, no entanto, a pasta só enviou aos Estados 2 milhões de testes rápidos, recomendados para aplicação em profissionais de saúde, e 524,3 mil testes do tipo RT-PCR – mais caro, rápido e preciso, destacou o jornal O Estado de S.Paulo nesta quarta-feira (22). A ideia de dobrar a meta de testes foi anunciada na segunda-feira, 20, pelo novo ministro da Saúde, Nelson Teich. Ele afirmou que a medida é um pilar do projeto “que já está sendo feito” de revisão do distanciamento social. O fim das quarentenas é uma bandeira do presidente Jair Bolsonaro. Opor-se a ideia foi um dos motivos para a demissão do ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta (DEM). “Teste em massa não significa testar a população toda. A gente vai usar teste de forma que pessoas examinadas vão refletir a população brasileira”, disse Teich em vídeo enviado pela equipe de comunicação do ministério. O ministério também ampliou a capacidade de análise de testes. Em contrato com o Grupo Dasa, a pasta espera processar 30 mil exames por dia. A Coreia do Sul realiza de 10 a 15 mil testes diários. Técnicos da pasta dizem que mesmo com maior capacidade de processamento no Brasil, há dificuldade para encontrar exames confiáveis no mercado. Outro ponto que dificulta a entrega é o atraso da Fiocruz na produção. Em boletim epidemiológico divulgado no fim de semana, o ministério afirma que recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) para testagem em massa, sem alerta para os países se equiparem, fez sumir o produto do mercado. Os testes rápidos já entregues pelo governo foram doados pela mineradora Vale. Já exames do tipo RT-PCR distribuídos são de compras feitas com a Fiocruz, o Instituto de Biologia Molecular do Paraná (IBMP) e doação da Petrobrás. O governo fechou recentemente também uma compra de 10 milhões de testes RT-PCR por meio de parceria com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). A previsão é de que cerca de 500 mil testes comecem a chegar na próxima semana e, depois, cerca de 800 mil a cada semana. Segundo integrantes do ministério, há forte pressão do Palácio do Planalto para ampliar o número de testes no País. A Saúde tem sinalizado que pretende ampliar o público-alvo para exames de diagnóstico rápido. Antes a pasta recomendava apenas a aplicação de testes rápidos para quem atua na “linha de frente” do combate à covid-19, como profissionais da saúde. Em boletim publicado no fim de semana, no entanto, o ministério afirma que deseja “progressivamente” incluir idosos, portadores de condições de risco para complicações da covid-19 e a população economicamente ativa na rotina de testagem. A ideia seria também aumentar a “carteira” de curados e imunes à doença que poderiam retornar ao trabalho, dizem integrantes do governo. Os testes rápidos, porém, têm “limitações importantes”, reconhece o próprio ministério em nota. O produto doado pela Vale, por exemplo, pode errar 75% dos diagnósticos negativos, segundo análise do Grupo Dasa feita a pedido do governo federal. Como este exame detecta a presença de anticorpos, o ministério orienta aplicá-lo sete dias após o começo de sintomas da doença.

Anvisa autoriza primeiro produto à base de Cannabis

A autorização sanitária do primeiro produto à base de Cannabis para ser comercializado no país foi publicada nesta quarta-feira (22), divulgou o portal da Anvisa. De acordo com a autorização divulgada no Diário Oficial da União (D.O.U.), o produto é um fitofármaco, com concentração de THC de até 0,2% e, portanto, deverá ser prescrito por meio de receituário tipo B. A autorização, conforme solicitação da empresa, é para produção no Brasil do produto à base de canabidiol. O tempo total para análise do pedido de autorização foi de 42 dias, incluindo o prazo de apresentação dos dados exigidos à empresa. Descontando esse prazo, a Anvisa levou 35 dias para avaliar a solicitação. Com a autorização concedida, a empresa pode iniciar a fabricação e a comercialização do produto. Conforme a autorização, o canabidiol poderá ser prescrito quando estiverem esgotadas outras opções terapêuticas disponíveis no mercado brasileiro. A indicação e a forma de uso dos produtos à base de Cannabis são de responsabilidade do médico assistente, sendo que os pacientes devem ser informados sobre o uso dos produtos em questão. As informações fornecidas devem contemplar: os riscos à saúde envolvidos; a condição regulatória do produto quanto à comprovação de segurança e eficácia, informando que o produto de Cannabis não é medicamento; os possíveis efeitos adversos, tomando como exemplo, mas não se restringindo a isso, a sedação e o comprometimento cognitivo, que podem impactar no trabalho, no ato de dirigir e operar máquinas ou em outras atividades que impliquem riscos para si ou terceiros; e os cuidados na utilização. Além disso, o paciente ou, na sua impossibilidade, o seu representante legal deve assinar Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE) sobre a utilização do produto de Cannabis. Em dezembro do ano passado, a Anvisa aprovou a criação de uma nova categoria de produtos derivados de Cannabis. A Resolução aprovada entrou em vigor no dia 10 de março deste ano. A partir desta data, as empresas interessadas em fabricar e comercializar esses produtos puderam solicitar o pedido de autorização à Agência. O regulamento prevê que o comércio será feito exclusivamente mediante receita médica de controle especial. As regras variam de acordo com a concentração de tetra-hidrocanabinol (THC). Nas formulações com concentração de THC de até 0,2%, o produto deverá ser prescrito por meio de receituário tipo B, com numeração fornecida pela Vigilância Sanitária local e renovação de receita em até 60 dias. Já os produtos com concentrações de THC superiores a 0,2% só poderão ser prescritos a pacientes terminais ou que tenham esgotado as alternativas terapêuticas de tratamento. Nesse caso, o receituário para prescrição será do tipo A, com validade de 30 dias, fornecido pela Vigilância Sanitária local, padrão semelhante ao da morfina, por exemplo. A regra para o registro de medicamentos novos ou inovadores prevê a realização de pesquisas clínicas que sejam capazes de comprovar a eficácia desses produtos, além de outros requisitos para o seu enquadramento como medicamentos. O atual estágio técnico-científico em que se encontram os produtos à base de Cannabis no mundo não é suficiente para a sua aprovação como medicamentos. A nova categoria vai permitir que os pacientes no Brasil tenham acesso a esses produtos.

SAÚDE NA IMPRENSA
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Folha de S.Paulo – Conselho Federal de Medicina diz não ter data para divulgar parecer sobre hidroxicloroquina

Folha de S.Paulo – Hidroxicloroquina é exemplo do que ocorre quando a ideologia se intromete na ciência

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Folha de S.Paulo – Sem testes, governo desconhece situação do coronavírus nos presídios

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Folha de S.Paulo – Inquérito sobre ato pró-golpe engrossa reação a Bolsonaro

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Folha de S.Paulo – Detalhes do plano de saída só serão anunciados em 8 de maio, diz Doria

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Folha de S.Paulo – Mães defendem suspensão do calendário de escolas durante crise do coronavírus

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