SOB BOLSONARO, MINISTÉRIO DA SAÚDE BUSCA CUBANOS QUE FICARAM NO BRASIL E PROPÕE CADASTRO PARA NOVO REVALIDA

//SOB BOLSONARO, MINISTÉRIO DA SAÚDE BUSCA CUBANOS QUE FICARAM NO BRASIL E PROPÕE CADASTRO PARA NOVO REVALIDA

O jornal Folha de S. Paulo destacou que o Ministério da Saúde de Jair Bolsonaro iniciou operação para tentar localizar cubanos que, após o fim do Mais Médicos, decidiram ficar no país. Mayra Pinheiro, secretária responsável pela área no órgão, enviou mensagem na qual pede aos que não quiseram voltar a Cuba que preencham um formulário. O mapeamento precederia a criação de cursos preparatórios, apoiados pela Associação Médica Brasileira e o Conselho Federal de Medicina, para submeter esse grupo a um “novo Revalida”. De acordo com o jornal, Mayra diz que o governo analisa editar uma medida provisória que possa garantir a permanência dos cubanos no programa que vai substituir o Mais Médicos. Assim como em entrevistas anteriores, ela diz que a nova plataforma deve se chamar Mais Saúde.

 
Ministro quer reestruturar atendimento de saúde a indígenas

Uma área que demanda o correspondente a mais de 5 milhões de atendimentos deve passar por profunda reforma no Ministério da Saúde, é o que informa o jornal Correio Braziliense. Com a pasta sob o comando de Luiz Henrique Mandetta, a maneira de se cuidar da saúde indígena no país mudará. A principal alteração será no custeio do serviço. Hoje, ONGs, associações e entidades do terceiro setor são pagos pelo governo federal para executar a tarefa. O novo ministro quer que o próprio Executivo faça o trabalho. Mandetta considera que as despesas são altas e os resultados, “frágeis” para sustentar o gasto. Ao tomar posse na semana passada, ele criticou a situação, mas deu poucos indícios do que realmente será feito. A intenção do ministro é mudar o funcionamento da Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai) nos primeiros 100 dias de gestão. Para o ministro, desde 2013, quando a Sesai foi vinculada à Saúde, o trabalho não teve a devida fiscalização. “Não me parece a maneira mais adequada para controle ou para estruturar uma política permanente de saúde indígena. Indicadores de mortalidade infantil, câncer, obesidade e diabetes são altos entre as populações indígenas. Isso mostra que algo precisa ser mudado”, destaca. De acordo com o novo ministro “ao se fazer uma divisão per capita do valor alocado para essa política, a gente vê que o que está faltando ali é a construção de um sistema de sustentação e de transparência”. A população atendida nos distritos de saúde indígena é de mais de 800 mil pessoas, segundo informações do Ministério da Saúde.

Ministério da Saúde retira do ar cartilha para população trans

O jornal Estadão informou que uma cartilha dirigida a homens trans foi tirada do site do Ministério da Saúde nesta quarta-feira, 2, seis meses depois de ser lançada. Produzido pela pasta em parceria com organizações não-governamentais, o material traz dicas de prevenção de infecções sexualmente transmissíveis voltadas para essa população: pessoas que, ao nascer, foram consideradas do sexo feminino, mas que se definem como do gênero masculino.  A retirada de circulação ocorreu um dia depois da posse do presidente Jair Bolsonaro e foi atribuída à necessidade se fazer correções no material, destaca o jornal. Uma das páginas da cartilha exibe um esquema do órgão sexual feminino e um desenho de uma espécie de seringa invertida, batizada de “pump”, usada para aumentar o clitóris.  O ministério justificou que o esquema deveria vir acompanhado de esclarecimentos. Não informou, no entanto, por que essa eventual “falha” foi identificada apenas seis meses depois do lançamento do material e se ele será colocado novamente no site.  A argumentação ainda é de que a prática é feita para obtenção do prazer e, por isso, não deveria ser abordada pelo ministério.  Integrantes da equipe da pasta ligada à prevenção afirmam, no entanto, que o “pump” tem, sim, de ser abordado e que a inclusão foi feita justamente como um alerta para a necessidade de que a seringas somente sejam usadas com higienização adequada.  O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, afirmou que a pasta jamais poderia recomendar o uso do “pump”. Mandetta afirmou que a técnica não é indicada por causa do risco de lesões no órgão genital.  O ministro afirmou ainda que caberá a sua equipe decidir se a cartilha voltará a ser exibida no site da pasta. “O trabalho é de equipe. Mas assim como o presidente me cobra resultados, vou cobrar também”.


Farmacêutica Eli Lilly compra Loxo Oncology por US$ 8 bilhões

A farmacêutica americana Eli Lilly anunciou hoje a compra da biofarmacêutica Loxo Oncology por US$ 8 bilhões. De acordo com o jornal Valor Econômico, a Loxo desenvolve e comercializa medicamentos para o tratamento de cânceres causados por alterações genéticas. Pelos termos do acordo, a Eli Lilly deve pagar US$ 235 por ação da Loxo, o que representa um prêmio de 68% sobre o preço de fechamento do papel na última sexta-feira, de US$ 139,87. A operação é a maior entre as recentes aquisições anunciadas pela Eli Lilly na área de tratamento para câncer. A expectativa é que o acordo seja concluído no final do primeiro trimestre de 2019. A Eli Lilly informou ainda que irá atualizar suas projeções de lucro para 2019 junto com os resultados financeiros referentes ao quarto trimestre de 2018, previstos para serem divulgados em 13 de fevereiro, informa o jornal.

SAÚDE NA IMPRENSA

O Estado de S. Paulo – Governo quer pacto com Congresso para agilizar projetos que destravam negócio.

O Estado de S. Paulo – Ministério da Saúde retira do ar cartilha para população trans.

Folha de S. Paulo – Sob Bolsonaro, Ministério da Saúde busca cubanos que ficaram no Brasil e propõe cadastro para novo Revalida.

Folha de S. Paulo – Facebook detecta risco de suicídio e ganha papel complexo de saúde pública.

Folha de S. Paulo – Discurso de Michelle Bolsonaro em Libras ajuda na inclusão, dizem surdos.

G1 – Após descoberta de fraude, Prefeitura de Canoas garante parceria para administrar sistema de saúde.

G1 –  Mais Médicos: começa nesta segunda prazo para brasileiros se apresentarem nos municípios.

G1 – Mulher em estado vegetativo há mais de 10 anos dá à luz em clínica nos EUA; polícia investiga estupro.

G1 –  Como se prevenir das doenças infecciosas para as quais não há vacina.

Valor Econômico – Farmacêutica Eli Lilly compra Loxo Oncology por US$ 8 bilhões.

Correio Braziliense – Atlas da osteoporose mostra fatores genéticos ligados à doença.

Correio Braziliense – Governo decreta estado de emergência na Saúde do Distrito Federal.

Correio Braziliense – Ministro quer reestruturar atendimento de saúde a indígenas.

Zero Hora – São Leopoldo confirma presença do escorpião amarelo pela primeira vez.

Zero Hora – Compra emergencial garante medicamentos a pacientes que estavam sem tratamento a um mês.

Panorama Farmacêutico – Panvel oferece rastreamento em saúde com tecnologia israelense.

Panorama Farmacêutico – Empresa de análise genética obtém US$ 77 mi para expansão.

Panorama Farmacêutico – Excessos em festas de fim de ano elevam em até 20% o ‘mau’ colesterol.

Panorama Farmacêutico – Aprovadas regras para estudos de terapias celulares.

Panorama Farmacêutico – Inteligência artificial pode detectar Alzheimer seis anos mais cedo.

Panorama Farmacêutico – Estudo associa depressão e antidepressivos a maior risco de trombose.

Panorama Farmacêutico – Alimentação também interfere na cólica menstrual.

Panorama Farmacêutico – Oleosidade da pele aumenta o risco de desenvolver terçol.

Panorama Farmacêutico – Mídias sociais elevam depressão entre meninas.
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O Boletim NK, produzido pela NK Consultores Relações Governamentais, é uma compilação das principais notícias publicadas em meios de comunicação do país sobre temas ligados ao setor.

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