SETE UNIDADES DO PROGRAMA FARMÁCIA POPULAR SÃO FECHADAS EM SÃO PAULO

//SETE UNIDADES DO PROGRAMA FARMÁCIA POPULAR SÃO FECHADAS EM SÃO PAULO
O portal Agora São Paulo destaca que desde dezembro foram fechadas sete unidades do programa Farmácia Popular em São Paulo, restando apenas cinco em toda a cidade. A publicação relata que foram fechadas as unidades da Freguesia do Ó (zona norte), da Mooca (zona leste), da Sé (centro), do Campo Limpo, do Ipiranga, de Santo Amaro e da Capela do Socorro (as quatro últimas da zona sul). Na porta dos locais fechados, há cartazes orientando os pacientes a procurar as cinco unidades mantidas, na Penha (zona leste), na Vila Mariana (zona sul), em Pirituba, em Santana e na Vila Maria (as três na zona norte). “O Ministério da Saúde e a Fundação Oswaldo Cruz, que opera as unidades do Farmácia Popular, afirmam que a Prefeitura de São Paulo é responsável pelas despesas dos imóveis onde funcionavam as farmácias e, em 2016, solicitou o fechamento de sete deles. A gestão Fernando Haddad (PT), à frente da prefeitura entre 2013 e 2016, diz que o encerramento ocorreu sob aprovação do conselho gestor e “em razão do Ministério da Saúde ter descontinuado o programa e cortado o repasse”. A gestão João Doria (PSDB) diz que houve consenso entre os órgãos para fechar unidades “exclusivamente em decorrência do baixo rendimento” e que o repasse do governo federal está em dia”, afirma o texto.

Anvisa vai investigar pílula do câncer como suplemento

Reportagem da Folha de S.Paulo aborda a iniciativa de dois dos cientistas que pesquisavam a fosfoetanolamina (conhecida como pílula do câncer) de lançar sua própria versão da substância como suplemento. A mudança de categoria, afirmam, foi uma forma de acelerar seu acesso no país. “A substância será fabricada nos EUA –onde a aprovação de suplementos é facilitada– e poderá ser importada a partir de março. Ainda não há preço definido, diz Almeida. A importação de suplementos e remédios para uso individual não precisa da aprovação da Anvisa, desde que a quantidade não seja característica para venda. Se o suplemento for importado para ser vendido no Brasil, precisará do crivo da agência, o que requer testes que comprovem suas propriedades”, diz trecho da publicação. O diretor-presidente da Anvisa, Jarbas Barbosa, afirmou à reportagem da Folha de S.Paulo que a equipe técnica da agência analisará se há tentativa de comercialização e propaganda irregular.

Oito meses para registro de suplementos

A reportagem da Folha também destaca as regras da Anvisa para regular a entrada de suplementos alimentares no mercado. “Quando é só suplemento alimentar, tem que ser seguro. Para fazer qualquer alegação [de propriedade funcional], tem que comprovar com testes. Um exemplo são os produtos que dizem que ajudam a regular o intestino”, disse Barbosa à reportagem. Já a divulgação de eventuais propriedades terapêuticas é proibida. “Se fizer é crime. Não pode dizer que cura hipertensão, por exemplo. Senão não é suplemento, é um medicamento”, destacou o diretor-presidente da Anvisa. Segundo ele, até agora não houve pedido de registro do produto na agência, nem como suplemento nem como medicamento. “Em geral, a análise de pedidos de registro de suplementos leva até oito meses”, afirma a reportagem.

SAÚDE NA IMPRENSA
Ministério da Saúde – Instituto Nacional de Cardiologia lança campanha com bloco de Carnaval

Inca – Bloco da Solidariedade convoca para doação de sangue e plaquetas no INCA

Anvisa – Anvisa altera redação da RDC sobre UTI

Fiocruz – #MinhaExperiênciaNoSUS: Campanha propõe visibilidade do SUS nas redes sociais

Valor Econômico – Raia Drogasil eleva lucro e vai expandir rede para classe

Folha de S.Paulo – ‘Pílula do câncer’ vira suplemento, e Anvisa investigará se há infração

Folha de S.Paulo – Déficit de atenção pode estar ligado a tamanho do cérebro, diz estudo

Folha de S.Paulo – Exames podem detectar autismo em crianças antes de sintoma aparecer

Folha de S.Paulo – Suplemento de vitamina D pode evitar gripes e resfriados, diz estudo

O Estado de S.Paulo – Falta vacina de febre amarela em São Paulo

O Estado de S.Paulo – Jovem pode recusar hemodiálise mesmo após decisão a favor da mãe

O Estado de S.Paulo – Para especialista, recusa de jovem à hemodiálise pode estigmatizar terapia

Agora São Paulo – Governo federal fecha sete Farmácias Populares em SP

Bom Dia Brasil – Pacientes sofrem sem remédio para controlar doença incurável

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