Serviço Florestal passa por reestruturação e tem novo diretor-geral

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O novo diretor-geral do Serviço Florestal Brasileiro (SFB), Pedro Alves Correa Neto, foi nomeado nesta segunda-feira (12), após uma reestruturação do órgão. “O SFB está fortalecido com a estrutura renovada, mais capaz de atender às necessidades do agronegócio”, disse Neto. Na desta segunda-feira (12), a ministra Tereza Cristina empossou a nova diretoria do SFB. De acordo com o Mapa a antiga Diretoria de Cadastro e Fomento Florestal, que cuida do Cadastro Ambiental Rural (CAR), mudou de nome e passa a se chamar Diretoria de Regularização Ambiental. Essa nova diretoria foi fortalecida pelo Decreto 10.662, e passa de duas para três coordenações gerais (Coordenação-Geral de Apoio aos Estados, Coordenação-Geral de Gestão do CAR, Coordenação-Geral de Gestão do SICAR). Antes possuía apenas duas. João Adrien será o diretor substituto. A Diretoria de Concessão e Monitoramento Florestal recebeu a função de manter o Cadastro Nacional de Florestas Públicas. Antes essa função era da Diretoria de Cadastro e Fomento Florestal. A diretoria é comandada por Paulo Henrique Marostegan e Carneiro. A Diretoria de Pesquisa e Informação Florestal passa a se chamar Diretoria de Desenvolvimento Florestal e recebeu a Coordenação de Fomento Florestal, que antes estava subordinada à antiga Diretoria de Cadastro e Fomento Florestal. O diretor é Humberto Navarro de Mesquita Junior. Com o decreto, houve também uma movimentação interna de servidores para que houvesse um melhor aproveitamento da força de trabalho.

Mapa registra 39 defensivos agrícolas genéricos, sendo 14 de baixo impacto

O Ato n° 19 do Departamento de Sanidade Vegetal e Insumos Agrícolas da Secretaria de Defesa Agropecuária, publicado nesta terça-feira (13) no Diário Oficial da União traz o registro de 39 defensivos agrícolas genéricos que poderão ser usados pelos agricultores, os chamados produtos formulados. Entre os produtos registrados, 14 são considerados de baixo impacto. Dos produtos registrados nesta terça-feira (13), quatro deles são compostos por microrganismos como a Beauveria bassianaBacillus thuringiensisBacillus velezensis, Bacillus subtilis, agentes microbiológicos de controle de pragas que atacam os cultivos brasileiros. Outros cinco são hormônios e baculovirus. Outros cinco produtos registrados são destinados à agricultura orgânica, sendo esses à base de Terra DiatomáceaBeauveria bassiana, Bacillus e Baculovirus. Os cinco produtos fitossanitários aprovados para a agricultura orgânica foram registrados com base em Especificação de Referência (ER). Os produtos registrados com base em especificações de referência podem ser usados em qualquer cultura com ocorrência dos alvos biológicos e são indicados tanto para os cultivos orgânicos quanto para os convencionais. Os produtos de baixo impacto, além de serem eficientes do ponto de vista agronômico, apresentam baixo ou nenhum impacto sobre a saúde humana e o meio ambiente, e o seu uso vem ganhando cada vez mais espaço na produção agrícola brasileira. Todos os produtos registrados hoje são genéricos, ou seja, utilizam ingredientes ativos já registrados anteriormente no país. “Os novos registros são importantes pois diminuem a concentração do mercado de defensivos e aumentam a concorrência. Isso acaba resultando em um comércio mais justo e em menores custos de produção para a agricultura brasileira”, explica o coordenador-geral de Agrotóxicos e Afins do Mapa, Bruno Breitenbach. Foram registrados nove produtos que incluíram pelo menos uma cultura de suporte fitossanitário insuficiente (CSFI), com destaque para dois produtos um à base de mancozebe e outro à base de Difenoconazol. A ambos obtiveram o registro já contando 21 CSFI. As culturas de suporte fitossanitário insuficiente são culturas que possuem poucos produtos registrados para o controle de pragas, o que dificulta o manejo fitossanitário adequado por parte dos produtores.

Mercado de açúcar opera com baixa oferta e demanda limitada

Os preços médios do açúcar cristal estão firmes no mercado spot do estado de São Paulo neste começo de safra 2021/22. Segundo pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), embora algumas usinas paulistas já tenham iniciado a moagem neste início de abril, estas unidades ainda não estão ofertando o cristal obtido desta nova safra. Assim, a pequena oferta disponível no spot é de açúcar da temporada passada, 2020/21. Segundo o Sistema Brasileiro do Agronegócio a demanda também está limitada, com compradores esperando aumento na oferta nas próximas semanas e, consequentemente, redução nos preços domésticos. No acumulado da parcial de abril, o Indicador CEPEA/ESALQ, cor Icumsa de 130 a 180, subiu 1,06%, fechando a R$ 105,25/saca de 50 kg nessa segunda-feira (12).

Internet das coisas avança na agricultura

Nesta terça-feira (13) o Valor Econômico divulgou que na última quinta-feira (8), o conglomerado francês de tecnologia Atos informou que será o coordenador do FlexiGroBots, programa lançado pela União Europeia para disseminar o uso de robôs no cultivo de alimentos. Uma hora depois, a AppHarvest, de agricultura em locais fechados, anunciou nos Estados Unidos a compra da Root AI, que desenvolve robôs para a produção agrícola. Quase simultâneos, os anúncios não tinham correlação entre si, mas não deixaram de atestar uma série recente de projeções sobre o forte avanço da internet das coisas nas lavouras. A conexão digital de máquinas e equipamentos usados na atividade agrícola é um fenômeno crescente em todo o mundo – e a tendência acentuou-se na pandemia. “Com o impulso de políticas governamentais, o setor agrícola deve investir em atualizações tecnológicas e incorporar soluções de internet das coisas como parte de sua estratégia de aumento de produção”, diz a consultoria Meticulous Research, que produz pesquisas de mercado sobre setores como as indústrias química, automobilística e de semicondutores. Segundo o relatório, em 2021, o mercado de internet das coisas – conceito também conhecido por sua sigla em inglês, IoT – na agricultura deve ter uma leve retração, de 0,8%, em relação ao ano passado. Em parte, afirma a consultoria indiana, o declínio ocorrerá porque a pandemia interrompeu a cadeia de produção das empresas que fornecem as tecnologias, mas, em parte, ele será reflexo da decisão de muitos produtores agrícolas de interromper projetos não-essenciais. Mas o mercado de internet das coisas para a agricultura deve voltar a ganhar tração em 2022, diz o relatório, que prevê que o segmento movimentará US$ 32,75 bilhões em 2027. O montante representa um avanço anual de 15,2% a partir do patamar de 2019. O crescente uso nas lavouras de drones conectados é uma das evidências mais palpáveis do avanço da internet das coisas na agricultura, afirma, em outro relatório, a consultoria irlandesa Research and Markets.

NA IMPRENSA

Governo Federal – 11 meses reforçando o compromisso no combate a crimes ambientais

Jota – STJ julga se combustível de voo com operação isenta e tributada gera crédito de ICMS

Folha de S.Paulo – Seca e altas temperaturas derrubam produção de laranja em SP e MG

G1 – Entre povos indígenas, Covid afetou preservação do conhecimento nas aldeias

Valor Econômico – Mandato do biodiesel gera divergências

Valor Econômico – Mais 39 defensivos agrícolas genéricos são liberados para uso no país

Valor Econômico – Internet das coisas avança na agricultura

Valor Econômico – Valor da produção agropecuária deverá alcançar R$ 1,1 trilhão

Valor Econômico – Safra de laranja de SP e MG teve a maior quebra da história

Valor Econômico – Paranaguá faz embarque recorde de farelo de soja em um único navio

Valor Econômico – Discussões também envolvem questões técnicas sobre qualidade

Valor Econômico – Discordância passa pela classificação do produto

Valor Econômico – VBP do campo soma R$ 1,1 tri

Valor Econômico – Agtech gaúcha investe em soluções para preservação do solo em áreas agrícolas

Valor Econômico – CRDC faz parceria com Seges Agro

Valor Econômico – SRB costura proposta alternativa para garantir crédito rural aos produtores

Valor Econômico – Commodities: Pouca chuva no Brasil eleva preços do café em Nova York

Valor Econômico – Commodities: Queda de embarques americanos pressiona cotações do trigo em Chicago

Mapa – Boletim do Inmet traz prognóstico de chuvas e temperaturas para os próximos três meses

Mapa – Mapa registra 39 defensivos agrícolas genéricos, sendo 14 de baixo impacto

Mapa – Mapa alerta para reforço no monitoramento da praga Foc R4T, que ataca produção de bananas

Mapa – Serviço Florestal passa por reestruturação e tem novo diretor-geral

Embrapa – Estudo sobre evolução do eucalipto busca descobrir híbrido ideal

Embrapa – Palestra virtual aborda manejo de poda de cajueiros

Embrapa – Terra Sul aborda arrecadação de alimentos pelo Programa Mesa Brasil

Embrapa – Artigo – Cobertura plástica do solo e irrigação podem reduzir a mão de obra e incrementar a produtividade da mandioca

Embrapa – Prosa Rural – Benefícios do extrato de algas marinhas para a agricultura

CNA – MS está entre os estados com maior adoção de sistemas de integração e plantio direto no Brasil

CNA – CNA e Federações debatem ferramentas de gestão de risco à cafeicultura

CNA – Transporte de colmeias é tema de nova live da Maratona de Inovação na Apicultura

CNA – Força tarefa do agro vai ajudar produtores com prejuízos da chuva de granizo no Espírito Santo

SBA – Saca de milho passa dos R$ 101 no mercado futuro

SBA – Volume de exportação de algodão em março quebra recorde para o mês

SBA – Mercado de açúcar opera com baixa oferta e demanda limitada

SBA – Mercado de etanol registra aumento nos preços, diz Cepea

SBA – Roberto Castello Branco deixa presidência da Petrobras

SBA – Mapa lança coletânea de fatores nacionais para emissão e remoção de gases do efeito estufa

AgroLink – Deputados votam PL da Aviação Agrícola

AgroLink – Colheita de soja alcança 85%

AgroLink – Brasil não terá La Niña nem El Niño em três meses

AgroLink – TRIGO: negociações permanecem lentas

AgroLink – Mapa registra 39 defensivos agrícolas

AgroLink – Mapa pede reforço na atenção contra praga da bananeira

AgroLink – Governo pode mudar programa de controle de ferrugem

AgroLink – CNA e Federações debatem ferramentas de gestão de risco à cafeicultura

AgroLink – Bananicultores de Santa Catarina investem na diversificação

AgroLink – Milho no mundo: preços desestimulam compras

AgroLink – Mercado da soja recua em todo o mundo

AgroLink – Produção e exportação de agroquímicos disparam na China

AgroLink – Proibir 2,4-D vai custar mais R$ 1,6 bilhão ao ano

Canal Rural – Governo autoriza apoio da Força Nacional ao ICMBio na Amazônia

Canal Rural – Banana: ministério acende alerta após praga quarentenária no Peru

Canal Rural – Oscar da Soja: nesta quarta será conhecido o Personagem Soja Brasil

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