Saiba quem é o engenheiro e servidor que assume a Saúde durante quarentena de Queiroga

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Saiba quem é o engenheiro e servidor que assume a Saúde durante quarentena de Queiroga 

Servidor público e engenheiro, Rodrigo Cruz assumiu provisoriamente o comando do Ministério da Saúde durante o período no qual o titular da pasta, Marcelo Queiroga, estiver isolado em Nova York —ele atualmente faz quarentena na cidade americana após ser diagnosticado com Covid-19. Cruz é o secretário-executivo, ou seja, o “número dois” do ministério e foi nomeado para esta função em 30 de maio deste ano. Tido como discreto por gestores do SUS, Cruz entrou no serviço público federal em 2012, na função de analista de infraestrutura, exerceu cargos comissionados no governo Dilma Rousseff (PT) e se tornou nome de confiança do ministro Tarcísio de Freitas (Infraestrutura). A indicação à Saúde foi de Tarcísio, que já havia recomendado seu auxiliar para a equipe de transição na pasta depois da saída do general Eduardo Pazuello. Cruz ganhou projeção no governo por coordenar uma operação para trazer 960 toneladas de máscaras, testes e insumos da China no início da pandemia, em 44 voos realizados a partir de abril do ano passado. Segundo integrantes da Saúde, a principal tarefa do engenheiro na pasta é, sem causar tumulto, organizar a aquisição e entrega das vacinas para a campanha de imunização da Covid-19, destacou a Folha de S.Paulo. O ministro provisório da Saúde é mestre e doutor em engenharia de transportes pela UnB, mesma universidade em que completou, em 2005, a graduação de engenheiro civil e ambiental. Ele também se formou em direito pelo Uniceub em 2007.

Com incidência crescente, câncer representa desafio para gestores e legisladores

“Em 2029, o câncer será a principal causa de mortes no Brasil. O que nós estamos fazendo para evitar esse cenário? E, caso ele ocorra, como estamos nos preparando para que não haja mais sofrimento?” Foi com essa provocação que Eduardo Fróes, presidente da Associação Brasileira de Talassemia (Abrasta), concluiu sua apresentação no painel Poder Público e Seus Desafios na Oncologia, do 8º Congresso Todos Juntos Contra o Câncer, realizado virtualmente entre 20 e 24 de setembro. Além de Fróes, também participaram, a deputada federal (PDT-RO) e coordenadora da Frente Parlamentar Mista em Prol da Luta Contra o Câncer, Silvia Cristina, e a chefe de gabinete do Departamento de Atenção Especializada da Secretaria de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, Maria Inez Gadelha. Segundo a Folha de S.Paulo Silvia Cristina defendeu uma maior concentração de esforços e recursos públicos no combate ao câncer com base em uma comparação à reação do Estado à Covid-19 e apesar de alguns avanços importantes como as leis que estabelecem os prazos de 30 e 60 dias para que um caso suspeito seja diagnosticado e um caso confirmado tenha seu tratamento iniciado, respectivamente, diversos desafios permanecem e esbarram no mesmo problema; a falta de orçamento. Eduardo Fróes foi na mesma direção. Por um lado, afirmou que avanços normativos não se traduzem na realidade concreta e que caberia aos órgãos de controle garantir o cumprimento eficaz das diretrizes estabelecidas e o controle dos gestores. Por outro lado, ele elencou diversas iniciativas que tramitam no Congresso e poderiam promover o combate e o tratamento do câncer. Como o projeto de lei 7.082, que suplanta entraves à pesquisa clínica em seres humanos. Ou o projeto legislativo que institui a chamada “químio oral”, aprovado por Câmara e Senado e vetado pelo presidente Jair Bolsonaro em julho deste ano. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Ministério da Saúde volta a recomendar vacinação em adolescentes

De acordo com o Valor Econômico, o Ministério da Saúde revogou nesta quarta-feira (22) a nota técnica que suspendia a vacinação em adolescentes de 12 a 17 anos. O anúncio foi feito pelo secretário-executivo da pasta, Rodrigo Cruz. Segundo Cruz, o presidente Jair Bolsonaro foi comunicado da decisão e a nova norma técnica já está publicada no site da pasta. O anúncio ocorreu horas depois de a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ter afirmado que a morte de uma adolescente em São Paulo não tinha relação com a aplicação de uma vacina da Pfizer. Esse “efeito adverso” foi usado como justificativa pela pasta para suspender a vacinação. Em entrevista coletiva, Cruz afirmou que a pasta havia tomado uma medida “cautelar”. Mas que, após a constatação de que não há relação entre a morte da jovem e o imunizante, a pasta constatou que “os benefícios da vacinação são maiores do que os eventuais efeitos adversos”. “Hoje foi publicada uma nota técnica, elaborada pelo ministério, que avalia todo esse cenário e verifica que os benefícios da vacinação são maiores que os eventuais riscos dos efeitos adversos da sua aplicação”, afirmou o secretário. Ele disse que “três grandes linhas de estudo” permitiram concluir que não há relação da morte da adolescente com a vacina: um trabalho da vigilância estadual; uma força tarefa conjunta entre a Anvisa e o Ministério da Saúde; e um relatório do fabricante da vacina.

CNS recomenda que Economia suspenda consulta pública para precificação de medicamentos

O Conselho Nacional de Saúde (CNS) publicou recomendação nesta quarta-feira (22) em que pede que o Ministério da Economia e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendam a Consulta Pública SEAE nº 02/2021, que estabelece critérios para definição de preços de novos produtos e apresentações de medicamentos. A consulta pública está aberta desde o final de julho, foi aberta após deliberação da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CTE/Cmed). De acordo com o documento do CNS, há ausência de subsídios técnicos suficientes para análises dos impactos previstos na norma, o que representa graves prejuízos para a sociedade em geral. No país, a comercialização de medicamentos está sujeita, em regra, ao controle de preços. A moderação é feita pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed) – colegiado composto pelos Ministérios da Economia, Saúde, Justiça e Segurança Pública, além da Casa Civil. A recomendação pede ainda que a Câmara fique “no âmbito do SUS, na Anvisa, órgão que detém, além dos aspectos regulatórios sanitários, conhecimento técnico sobre os estudos de  farmacoeconomia e Avaliação de Tecnologias em Saúde (ATS)”. A recomendação do CNS pede ainda que a Anvisa e a Cmed realizem audiências públicas ampliando o debate sobre a precificação de medicamentos e apresentando estudos de impacto regulatório realizados. Veja a íntegra da recomendação 

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