Reunião entre Bolsonaro e Mandetta é descrita como ‘tranquila’ por auxiliares  

//Reunião entre Bolsonaro e Mandetta é descrita como ‘tranquila’ por auxiliares  
A reunião entre o presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, na manhã desta quarta-feira (8), foi descrita como “tranquila” por integrantes do governo. De acordo com um auxiliar do presidente, Bolsonaro e Mandetta estão “acertando os pontos para seguir em frente”. Segundo o jornal O Estado de S.Paulo, a expectativa do Palácio do Planalto é que o ministro da Saúde se alinhe ao discurso defendido pelo presidente sobre o novo coronavírus e mantenha perfil mais discreto. A visibilidade de Mandetta durante a crise tem incomodado Bolsonaro, que chegou a ameaçar tomar providências em relação a integrantes do governo que “viraram estrelas”. Após encerrar, por ora, os rumores de que deixaria o governo, Mandetta esteve por pouco mais de uma hora com o presidente pela manhã. O ministro entrou e saiu sem falar com a imprensa. Além disso, Mandetta não deve participar do balanço feito diariamente no Planalto para tratar da situação da covid-19 no País. De acordo com o governo, apenas técnicos do Ministério da Saúde estarão presentes e, diferentemente do que ocorreu nos outros dias, não serão permitidas perguntas dos jornalistas. Cerca de 40 minutos após a saída do ministro, o deputado federal Osmar Terra (MDB-RS), chegou ao Planalto. O nome de Terra não constava da agenda pública de Bolsonaro desta quarta-feira.  O parlamentar, que é ex-ministro da Cidadania, é um dos cotados para substituir Mandetta caso o presidente decida trocar seu ministro da Saúde. Pouco antes de se reunir com Mandetta, Bolsonaro voltou a defender, nas redes sociais, o uso da cloroquina no tratamento de pacientes com covid-19. O presidente é um entusiasta do medicamento indicado para malária e doenças autoimunes, mas que tem apresentado resultados promissores contra o coronavírus. O ministro, por sua vez, tem pedido cautela na prescrição do remédio, uma vez que ainda não há pesquisas conclusivas que comprovem sua eficácia contra o vírus. Bolsonaro disse ter feito contato com “dezenas de médicos” e alguns chefes de estados de outros países para falar sobre os medicamentos. “Cada vez mais o uso da cloroquina se apresenta como algo eficaz”, argumentou. Na publicação, o presidente também citou que dois médicos brasileiros se negam a divulgar se utilizaram os dois remédios em seus tratamentos contra o novo coronavírus. Bolsonaro faz referência ao coordenador do Centro de Contenção para o novo coronavírus no Estado de São Paulo, David Uip. O médico precisou ser internado após ser diagnosticado com a covid-19. Uip tem sido pressionado para revelar se utilizou ou não cloroquina e da hidroxicloroquina durante seu tratamento. Nesta terça-feira (7), em entrevista, o ministro da Saúde afirmou que o órgão acompanha estudos clínicos sobre a eficácia de medicamentos contra o novo coronavírus, entre eles, a cloroquina e a hidroxicloroquina. Os primeiros resultados devem ser conhecidos a partir do próximo dia 20. No brasil, a droga já está disponível nos hospitais para pacientes com quadros moderados e graves. Fora desse grupo, o ministério não recomenda a utilização.

Governo começa campanha oficial por cloroquina contra coronavírus e usa frase de Mandetta

A Secretaria de Comunicação do governo Jair Bolsonaro publicou nesta quarta-feira (8), em suas redes sociais, uma mensagem em que exalta o que chama de resultados positivos da cloroquina no combate ao coronavírus, dando início, assim, a uma campanha oficial em defesa do medicamento. De acordo com a coluna Painel da Folha de S.Paulo, o uso da cloroquina e da hidroxicloroquina para o tratamento da Covid-19 está no centro de recente polêmica do Planalto que tem se arrastado nas últimas semanas. De um lado, o presidente Bolsonaro tem defendido sua aplicação e exaltado seus supostos efeitos positivos. De outro, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, tem ressaltado que ainda são necessários mais estudos para que os efeitos do remédio sejam compreendidos a fundo. A opinião do ministro é respaldada por parte significativa da comunidade médica. A publicação da Secretaria de Comunicação desta quarta-feira (8) conta com uma frase atribuída a Mandetta. “Nós já liberamos cloroquina e hidroxicloroquina tanto para os pacientes críticos, como para todos os internos em hospitais”, teria dito o ministro, segundo a publicação. Nesta terça-feira (7), durante entrevista à imprensa, Mandetta afirmou que o Ministério da Saúde não recomendaria o uso indiscriminado de cloroquina contra o coronavírus. Enquanto isso, Bolsonaro divulgava vídeo nas redes sociais em que a médica Nise Yamaguchi defende abordagem diferente. O protocolo da pasta indica a prescrição do medicamento para casos graves e críticos da doença. Já Yamaguchi, que tem mantido conversas com o presidente, defende que se receite a medicação já no segundo dia após o início dos sintomas. Bolsonaro compartilhou entrevista de Yamaguchi ao canal CNN Brasil. Ela diz que as evidências científicas ainda estão sendo construídas, mas ressalta que médicos e hospitais já trabalham com a medicação. Denizar Vianna, secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, explicou nesta terça (7) como funciona o protocolo de pesquisa a respeito do uso de cloroquina no combate ao coronavírus nos casos graves e críticos. “Se já tem uma indicação de hospitalização, se já tem um quadro de falta de ar, se já tem critérios de hospitalização, ele já é elegível para receber esse medicamento”, informou o secretário. Vianna acrescentou que estudos preliminares mostraram que o medicamento pode trazer bons resultados nesses casos.

Brasil pode usar até 50 voos comerciais para trazer 240 milhões de máscaras da China

Com pressa por conta do avanço da pandemia do novo coronavírus, o governo prepara uma “operação de guerra” para trazer, de forma mais rápida, as 240 milhões de máscaras que o Ministério da Saúde está comprando na China, destacou o jornal O Estado de S.Paulo nesta quarta-feira (8). Poderão ser contratados de 20 a 50 voos em aviões comerciais para buscar os produtos. De acordo com fontes do governo, seriam necessárias de 15 a 20 aeronaves distintas para a operação que, em volume, é considerada a maior compra governamental do exterior da história – são quatro mil metros cúbicos e 960 toneladas. Outra opção seria usar aviões da Força Aérea Brasileira (FAB), mas a avaliação é que as aeronaves da força são menores e demandariam mais voos, o que custaria mais aos cofres públicos. Mesmo em aviões comerciais, os voos poderiam ganhar status de “voo de Estado”, o que implicaria em maior segurança e menos burocracia no transporte da carga. A operação é encabeçada pelo Ministério da Infraestrutura com o envolvimento de vários órgãos, inclusive a Controladoria Geral da União (CGU). A pasta da Infraestrutura já começou a fazer cotações com empresas aéreas. Uma das interessadas é a Latam, que poderá ter preferência, por ser brasileira. O Itamaraty estuda agora onde seria o melhor local para que as aeronaves façam escalas. Israel, Dubai e Nova Zelândia são os destinos mais prováveis no momento. Os aviões precisam parar para reabastecer, mas a maior dificuldade é que a carga transportada é cobiçada por vários países neste momento e poderia ser interceptada. A preocupação aumentou depois de depois de uma carga de respiradores comprada pelo governo da Bahia ter ficado retida em Miami (EUA). O negócio foi cancelado pela empresa fornecedora e a suspeita é que o material tenha sido destinado para uso no país norte-americano. Por conta disso, os aviões brasileiros devem evitar paradas nos Estados Unidos e também na Europa, que foi fortemente impactada pela pandemia.  A expectativa é que cada voo leve cerca de 40 horas. Usualmente, uma carga com esse volume seria transportada por navio, mas isso levaria até 45 dias, um prazo que o governo não pode esperar no momento. Na última sexta-feira (3), o governo publicou no Diário Oficial da União o extrato de dispensa de licitação informando a compra de 200 milhões de máscaras cirúrgicas e 40 milhões de máscaras N95 com filtro, no valor de R$ 694,320 milhões. O produto é essencial para proteger profissionais de saúde no atendimento a suspeitos e infectados por coronavírus.

Brasil realizou 63 mil testes para covid-19 e projeta chegar a 30 mil por dia

O Brasil realizou cerca de 63 mil testes para diagnóstico de novo coronavírus até terça-feira (7), segundo dados das redes pública e privada computados pelo Ministério da Saúde. Destes, cerca de 13,7 mil haviam confirmado a doença, informou o jornal O Estado de S.Paulo. O governo trabalha para ampliar a capacidade de testes da covid-19. A ideia é saltar de até 6,7 mil testes diários para cerca de 30 mil exames. No cenário ideal, o ministério quer, em 180 dias, chegar a 3 milhões de exames feitos. No período de enfrentamento ao novo coronavírus, o governo também fez cerca de 90 mil testes para tipos distintos de síndrome gripal e síndrome respiratória aguda grave. Estes testes ajudam a descartar casos da covid-19. Há obstáculos importantes para ampliar a capacidade de teste para novo coronavírus. De 3 milhões de unidades encomendadas com a Fiocruz, todas do tipo “RT-PCR”, tido como extremamente preciso, só 104 mil chegaram ao ministério. Pelo menos 1 milhão de testes já eram esperadoss. Procurada, a Fiocruz não explicou o atraso, mas disse que está “ampliando significativamente” a produção. O Ministério da Saúde também receberá 600 mil testes doados pela Petrobrás – 300 mil já chegaram, mas 100 mil serão usados apenas no Rio de Janeiro. Técnicos da pasta reconhecem que poucos testes foram feitos até agora, mas apontam, além de atrasos da Fiocruz, a falta do produto no mercado global como problemas. No sábado, 4, o secretário-executivo do Ministério da Saúde, João Gabbardo, disse que inclusive dados sobre letalidade pela doença no País serão alterados quando for ampliada a capacidade de exames. O ministério também fez consulta no fim de março à indústria para compra de 20 milhões de testes RT-PCR. A ideia é receber a primeira parcela, de pelo menos 4 milhões de unidades, no meio de abril. Testes rápidos. O governo federal quer ainda o apoio de milhões de testes rápidos. O produto não é usado para diagnóstico final da doença, mas auxilia na triagem e deve ser aplicado especialmente em profissionais de saúde. O Estadão/Broadcast revelou que o ministério vê “limitações importantes” em testes doados pela mineradora Vale ao governo, que podem errar 75% dos resultados negativos para a covid-19. O produto passou por análises no Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS) e foi liberado nesta semana para uso. A Saúde deve publicar um boletim epidemiológico com instruções de uso deste teste. Segundo fontes que participam de negociações com o governo, uma dificuldade será a análise de qualidade de testes rápidos e do tipo RT-PCR que o governo pretende comprar. O governo pede que produtos não registrados pela Anvisa sejam testados no INCQS, que já avisou não ter conhecimento para dar aval a este tipo de produto.

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O Boletim NK, produzido pela NK Consultores Relações Governamentais, é uma compilação das principais notícias publicadas em meios de comunicação do país sobre temas ligados ao setor.

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