Reportagem destaca que novas nomeações no Ministério da Saúde devem incluir militares e indicados pelo Centrão

//Reportagem destaca que novas nomeações no Ministério da Saúde devem incluir militares e indicados pelo Centrão
 
Com o general Eduardo Pazuello como ministro interino desde a saída de Nelson Teich, o Ministério da Saúde deve receber mais 20 militares em cargos estratégicos nos próximos dias, que se somarão a outros 20 já nomeados na pasta. O Centrão também deve receber uma fatia do ministério, destacou o jornal O Estado de S.Paulo nesta segunda-feira (25). Líderes do Progressistas (antigo PP) e do PL teriam chegado a um acordo para indicar o médico Marcelo Campos Oliveira como secretário de Atenção Especializada à Saúde (Saes). O nome ainda não foi publicado no Diário Oficial da União, mas teria sido negociado pelos partidos diretamente com o Palácio do Planalto, conforme destaca a reportagem. A secretaria é cobiçada por liberar recursos para custeio de leitos em hospitais de todo o País. Durante a pandemia, já autorizou bancar R$ 911,4 milhões para o funcionamento, por 90 dias, de 6.344 quartos de UTI específicos para a covid-19. Oliveira é diretor de área subordinada à Saes desde fevereiro de 2019. O cargo de secretário ficou vago no último dia 13, quando foi demitido o administrador de empresas Francisco de Assis Figueiredo, que havia sido indicado pelo PP ainda no governo do ex-presidente Michel Temer (MDB). Desde a chegada de Eduardo Pazuello à Saúde cerca de 20 militares foram nomeados ao órgão. Em reunião com representantes de secretários de saúde de Estados e municípios, na quinta-feira, 21, o ministro interino disse que os militares devem ficar temporariamente no órgão. “São militares da ativa. São pessoas preparadas para lidar com este tipo de crise. É temporário, e vou ter de substituí-los ao longo de 90 dias”, disse Pazuello. A maioria ocupa cargos na Secretaria-Executiva, responsável pela gestão de contratos, pessoal, orçamento e dados do ministério. A médica e primeira-tenente Laura Appi, porém, recebeu cargo de diretora de programa na Secretaria de Atenção Primária (Saps), que lida com a estratégia de saúde da família e atendimento em postos de saúde, entre outras funções. A ideia é que os cerca de 20 militares que ainda devem entrar na Saúde recebam também, a maioria, cargos na Secretaria-Executiva. Conforme o Estadão, Pazuello estuda, no entanto, nomear um militar como Secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos (SCTIE), posto responsável pelo estudo de novos produtos e pelo diálogo com a indústria farmacêutica. A pasta é estratégica para a análise, por exemplo, de evidências científicas sobre uso da cloroquina contra a covid-19, tratamento defendido pelo presidente Jair Bolsonaro, mas criticado por entidades médicas e científicas. Procurado pela reportagem, o Ministério da Saúde disse que as nomeações feitas “envolvem profissionais capacitados e com experiência em lidar com situações de crise”.

Nelson Teich recusa convite para ser conselheiro do Ministério da Saúde

O ex-ministro da Saúde, Nelson Teich, recusou, no sábado (23), o convite para ser conselheiro do atual titular da pasta, o general Eduardo Pazuello. De acordo com a coluna Painel da Folha de S.Paulo, ele argumentou que não seria coerente aceitar o posto pouco depois de ter deixado o ministério. “Agradeço ao ministro interino Eduardo Pazuello pelo convite para ser conselheiro do Ministério da Saúde, mas não seria coerente ter deixado o cargo de Ministro da Saúde na semana passada e aceitar a posição de Conselheiro na semana seguinte”, escreveu Teich nas suas redes sociais. “Quando assumi o MS, o objetivo era trazer um modelo de gestão mais técnica, que aumentasse a eficiência do Sistema e melhorasse o nível de saúde da sociedade. Ser mais técnico não significa apenas uma condução médica mais técnica. Isso seria tratar o problema de forma simplista”, continuou o ex-ministro. “Uma condução técnica do Sistema de Saúde significa uma gestão onde estratégia, planejamento, metas e ações são baseadas em informações amplas e precisas, acompanhadas continuadamente através de indicadores”, concluiu Teich, desejando boa sorte ao sucessor.

Organização Mundial de Saúde (OMS) suspende testes com cloroquina e hidroxicloroquina contra a Covid-19

A Organização Mundial de Saúde (OMS) suspendeu nesta segunda-feira (25) o uso da cloroquina e da hidroxicloroquina em pesquisas que ela coordenava com cientistas de 100 países. Segundo o jornal O Globo a suspensão temporária foi tomada até que a segurança da droga seja reavaliada, já que estudos recentes mostraram que ela não é eficaz contra a Covid-19 e pode aumentar a taxa de mortalidade. A OMS diz que estão mantidos os demais testes dentro da iniciativa internacional batizada de Solidariedade. Além dos dois medicamentos agora vetados, os pesquisadores ainda avaliam em pacientes o resultados de três tipos de antivirais e de um remédio usado para tratar esclerose múltipla (leia mais abaixo). O diretor-geral da entidade, Tedros Adhanom Ghebreyesus, afirmou que a suspensão foi determinada depois da divulgação dos resultados do estudo publicado na sexta-feira (22) na revista científica “The Lancet”. A pesquisa, feita com 96 mil pessoas, apontou que não houve eficácia das substâncias contra a Covid-19 e detectou risco de arritmia cardíaca nos pacientes que as utilizaram. A OMS já havia anunciado que era contra o uso amplo da cloroquina para tratar a Covid-19. Quando o Brasil passou a orientar que pacientes com quadros leves pudessem usar o medicamento, os diretores da entidade ressaltaram que a droga só deveria ser usada dentro de “ensaios clínicos”, que são os testes dentro de pesquisas médicas. “Os autores reportaram que, entre pacientes com Covid-19 usando a droga, sozinha ou com um macrolídeo [classe de antibióticos da qual a azitromicina faz parte], estimaram uma maior taxa de mortalidade”, afirmou Tedros. A OMS afirmou que o quadro executivo do Solidariedade vai analisar dados disponíveis globalmente sobre as drogas, que são usadas para tratar malária e doenças autoimunes. “Eu quero reiterar que essas drogas são aceitas como geralmente seguras para uso em pacientes com doenças autoimunes ou malária”, destacou Tedros. Tedros afirmou, ainda, que os outros testes dos ensaios Solidariedade vão continuar (veja detalhes abaixo) – a suspensão refere-se apenas às pesquisas com a cloroquina e a hidroxicloroquina. Os ensaios Solidariedade foram anunciados por Tedros em 18 de março. Vários hospitais, no mundo inteiro, fazem parte da iniciativa. Segundo a entidade, nesta segunda-feira (25) havia 35 países recrutando pacientes para estudos em mais de 400 hospitais ao redor do mundo. Segundo a OMS, a iniciativa pode diminuir em 80% o tempo necessário para ensaios clínicos, que geralmente levam anos para serem desenhados e conduzidos. Qualquer adulto com Covid-19 que seja internado em um hospital participante pode fazer parte das pesquisas. Os pacientes são distribuídos, de forma aleatória por um computador, entre 5 opções de tratamento: Um grupo de pacientes recebe apenas a forma de tratamento padrão do local onde está. O segundo grupo recebe essa forma de tratamento + o antiviral remdesivir, que já foi testado para o ebola e teve resultados promissores contra a Sars e a Mers, também causadas por vírus da família corona (como o Sars-CoV-2, o novo coronavírus). O terceiro grupo recebe o tratamento padrão + a cloroquina ou hidroxicloroquina (esse foi o “braço” suspenso da pesquisa). O quarto grupo recebe o tratamento padrão + os antivirais lopinavir e ritonavir, usados para tratar HIV. Ainda não há evidências de que sejam eficazes no tratamento ou prevenção da Covid-19, segundo a OMS. O quinto grupo recebe o tratamento padrão + interferon beta-1a, usado para tratar esclerose múltipla. Antes do “sorteio” do tratamento, o paciente é avaliado por uma equipe médica para descartar medicamentos que definitivamente não poderiam ser dados a ele. No Brasil, os ensaios do Solidariedade são coordenados pela Fiocruz.

Antecipação de formatura de estudantes da Saúde divide opiniões em debate sobre Medida Provisória

Participantes de uma videoconferência que discutiu a MP 934/20 questionaram a antecipação da graduação dos cursos de medicina, farmácia, enfermagem e fisioterapia – desde que o aluno tenha cumprido 75% da carga horária do internato ou dos estágios – para contribuir no combate à Covid-19 no País, informou a Agência Câmara. O debate foi promovido nesta segunda-feira (25) por iniciativa da relatora da medida provisória, deputada Luisa Canziani (PTB-PR). O temor de especialistas é que jovens médicos sejam lançados sem experiência e sem condições de trabalho na linha de frente dos hospitais brasileiros. O receio foi manifestado, por exemplo, pela (presidente) da Associação Nacional das Universidades Particulares, Elizabeth Guedes. “Podemos estar formando um médico que nunca vai ter passado pela rotação de pediatria e depois ele vai lá receber crianças no SUS [Sistema Único de Saúde], quando a pandemia passar.” Alguns deputados também fizeram ponderações acerca da MP. Para a deputada Carmen Zanotto (Cidadania-SC), é importante saber o número de novos profissionais inseridos no mercado de trabalho a partir da medida provisória. Ela afirmou que não há lógica em antecipar o fim dos cursos se não houver contrapartidas e a correta inserção no mercado. “Qual a forma de acolhimento? Estão dando segurança e condições de trabalho aos recém-formados ou estão fazendo seus contratos e jogando-os no mercado de trabalho sem a mínima assistência?”, indagou. “Precisamos, sim, de uma contrapartida desse coletivo, mas também necessitamos acolhê-los devidamente dentro das unidades onde forem trabalhar.” Por outro lado, a professora Ana Lúcia Gazzola, do grupo de trabalho da Câmara dos Deputados voltado ao ensino superior, se disse favorável à medida provisória, por acreditar que o enfrentamento de uma pandemia requer medidas extraordinárias. “Deve-se tomar o cuidado para que esses jovens não sejam colocados na linha de frente, mas, sim, em procedimentos de triagem, no encaminhamento das pessoas acometidas pelo coronavírus, no acompanhamento de famílias, no trabalho em hospitais de campanha onde estão os casos mais leve”, argumentou. Na reunião, o diretor de Política Regulatória do Ministério da Educação, Márcio Leão Coelho, explicou que a MP 934 foi adotada em uma circunstância emergencial, a pedido do Ministério da Saúde. “O médico está praticamente formado, passou por três fases, pode ser que tenha alguma dificuldade por não ter passado pelo internato. Está apto a atuar, logicamente com todas as preocupações, e não pode ser colocado diretamente na linha de frente sem nenhum apoio ou supervisão.” Além de adiantar a graduação de alunos da área de saúde, a medida provisória suspende a obrigatoriedade de escolas e universidades cumprirem a quantidade mínima de dias letivos neste ano em razão da pandemia de Covid-19. A carga horária mínima, porém, deve ser cumprida. A legislação (Lei de Diretrizes e Bases da Educação) estabelece 200 dias de ano letivo para a educação básica e carga mínima de 800 horas para o ensino superior. Os debatedores destacaram a importância de flexibilizar essa jornada, mas apontaram que o cumprimento da carga horária deverá entrar por 2021. Também participaram da videoconferência o secretário-executivo da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), Gustavo Henrique de Sousa; o representante da União Nacional dos Estudantes, Filipe Eich; a vice-presidente de Assuntos Acadêmicos do Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, Sônia Fernandes; e o presidente do Conselho Nacional de Educação (CNE), Luiz Roberto Curi. Filipe Eich destacou que a crise atual trouxe para o debate público a importância das universidades para o Brasil. “As instituições têm se colocado na linha de frente em iniciativas de combate ao coronavírus, seja na produção de EPIs [equipamentos de proteção individual], de álcool em gel, de respiradores mais baratos”, ressaltou. Gustavo de Sousa acrescentou que, além do ensino, as universidades são responsáveis por pesquisa e extensão.

SAÚDE NA IMPRENSA

Agência Câmara – Ministério projeta déficit primário em R$ 540,5 bilhões devido a pandemia

Agência Câmara – Comissão externa discute relação entre tabagismo, tuberculose e Covid-19

Agência Câmara – Projeto amplia para até 360 dias período de convivência de pais com recém-nascido durante pandemia

Agência Câmara – Projeto assegura participação do Brasil em ações internacionais por vacinas contra Covid-19

Agência Câmara – Projeto inclui planejamento familiar entre diretrizes de atenção à saúde do jovem

Agência Câmara – Projetos anulam orientação para uso da cloroquina mesmo em casos leves da Covid-19

Folha de S.Paulo – Indicados pelo centrão e nomeados por Bolsonaro já ocuparam cargos até em gestões da oposição

Folha de S.Paulo – Na reabertura nos EUA, empregadores enfrentam dúvida sobre testar funcionários

Folha de S.Paulo – Clínica voltada à Cannabis medicinal abre em SP

Folha de S.Paulo – Para Bolsonaro, o patrimônio, o meio ambiente e a vida não valem mil-réis

Folha de S.Paulo – Moro diz que se negou a ser papagaio e que Bolsonaro é negacionista sobre coronavírus

Folha de S.Paulo – Em silêncio, idosos aguardam atenção

Folha de S.Paulo – Como será a vida nas cidades após essa pandemia?

Folha de S.Paulo – Médicos Sem Fronteiras vão de guerras ao combate à Covid-19 na cracolândia

Folha de S.Paulo – Abuso de álcool e drogas tem alta na pandemia

Folha de S.Paulo – Deboche, negligência ou fraude científica?

Folha de S.Paulo – Médicos Sem Fronteiras atua contra o coronavírus em SP

Folha de S.Paulo – ‘Quem vai julgar o presidente é o futuro, não eu’, diz Teich sobre condução da pandemia

Folha de S.Paulo – Vacina contra coronavírus testada em macacos tem bons resultados, mas gera dúvidas

Folha de S.Paulo – Recessão seria muito menor com quarentenas e testagens em massa, diz Martin Eichenbaum

Folha de S.Paulo – É hora de unir os sistemas de saúde público e privado

Folha de S.Paulo – Hospital de luxo é um sonho de consumo diante do colapso da rede pública nacional

Folha de S.Paulo – Teste em massa e isolar só os doentes salvam vidas e economia, diz estudo

Folha de S.Paulo – Brasil pode assumir a humilhante liderança mundial em óbitos

Folha de S.Paulo – Falas de ministros criam situação insustentável, diz leitor

Folha de S.Paulo – Cidades paulistas freiam coronavírus com limpeza de ruas, isolamento e máscaras

Folha de S.Paulo – Toffoli fica internado com sintomas de coronavírus após cirurgia

Folha de S.Paulo – Embate para tentar barrar uso da cloroquina ganha força no Senado

Folha de S.Paulo – Secretário de Vigilância da Saúde diz que deixará cargo nesta segunda-feira

Folha de S.Paulo – Tratamento com anticorpos contra coronavírus deve chegar antes de vacina, avaliam especialistas

Folha de S.Paulo – Estudo mostra que antiviral remdesivir reduz tempo de recuperação de pacientes com Covid

Folha de S.Paulo – Protesto dos profissionais de saúde do RJ por medidas de combate à pandemia do novo coronavírus

Folha de S.Paulo – Nelson Teich recusa convite para ser conselheiro do Ministério da Saúde

Folha de S.Paulo – Conselho que atua na proteção à infância está desidratado, dizem ativistas

Folha de S.Paulo – Papel dos médicos é denunciar qualquer suspeita de abuso contra crianças

Folha de S.Paulo – China não registra novos casos de coronavírus pela primeira vez desde início da pandemia

Folha de S.Paulo – Vacina contra coronavírus testada em macacos tem bons resultados, mas gera dúvidas

Folha de S.Paulo – Terapia celular como tratamento para Covid-19 avança no mundo

Anvisa – Registro de alimentos será tema de Webinar em 28/5

Anvisa – Consulta pública sobre medicamentos sintéticos

Anvisa – Alerta sobre falsificação do medicamento Defitelio

Anvisa – Aprovados aplicativos que medem frequência cardíaca

ANS – Coronavírus: ANS promove reunião voltada para o atendimento oncológico

ANS – Reunião da Dicol

O Estado de S.Paulo – Centrão entra no Ministério da Saúde e militares devem ganhar mais 20 cargos

O Estado de S.Paulo – Após Brasil bater recordes, cinco Estados se aproximam do colapso

O Estado de S.Paulo – Segundo município com mais mortes por covid no Rio, Duque de Caxias reabre o comércio

O Estado de S.Paulo – A Geografia do novo coronavírus

O Estado de S.Paulo – Novo projeto de conciliação e mediação para amenizar disputas empresariais causadas pela covid-19

O Estado de S.Paulo – Além da doença, Rio tem prisões e atraso em hospitais

O Estado de S.Paulo – Covid-19 deixa capital e interior de São Paulo em estado de alerta

O Estado de S.Paulo – No Brasil, apenas um de três pacientes graves com covid-19 sobrevive

O Estado de S.Paulo – Livro sobre gripe espanhola mostra como o avanço da medicina foi decisivo em pandemias

O Estado de S.Paulo – Após liberar cloroquina, ministro interino da Saúde acompanha Bolsonaro em ato

O Estado de S.Paulo – Sob vaias e frases de apoio, Bolsonaro come cachorro-quente em Brasília

O Estado de S.Paulo – Bolsonaro volta a defender uso da cloroquina: ‘não tem outro remédio’

O Estado de S.Paulo – Conselho Nacional de Saúde recomenda suspensão do uso da cloroquina em casos leves

BR Político – Brasil registra 22.666 óbitos pela covid-19

BR Político – Teich diz que estamos ‘sem capacidade de saber o que vai acontecer’

Agência Saúde – Coronavírus: 149,9 mil pessoas estão curadas no Brasil

Agência Saúde – Ministério da Saúde inaugura ala indígena em hospital de Manaus

O Globo – OMS suspende testes com cloroquina e hidroxicloroquina contra a Covid-19

O Globo – Falta de profissionais da saúde ameaça sistema de colapso

O Globo – Sem remédio e sem comida: restrições devido ao coronavírus ampliam riscos à saúde de pessoas LGBTI com HIV

O Globo – Formulador da estratégia de combate à Covid-19, Wanderson Oliveira deixará Ministério da Saúde

O Globo – ‘Óbvio que antecipar o uso da cloroquina teve peso’, diz Teich sobre saída do Ministério da Saúde

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O Globo – Com Ministério da Saúde sem rumo, Brasil ultrapassa 20 mil mortes

O Globo – TCE responsabiliza ex-secretário de Saúde por superfaturamento na compra de respiradores

O Globo – ‘Não é justo delegar aos médicos a decisão de quem vai morrer ou viver’, diz advogado

O Globo – A lógica dos medicamentos

Agência Brasil – Brasil tem 363 mil casos confirmados de covid-19 e 22 mil mortes

Agência Brasil – Taxa de ocupação de leitos de UTI na Grande São Paulo passa de 91%

Agência Brasil – Situação de stress social pode ser gatilho para quem tem esquizofrenia

Agência Brasil – Covid-19: pais registra 965 mortes nas últimas 24 horas

Agência Brasil – Hospitais de campanha do Rio de Janeiro serão entregues, diz Witzel

Agência Brasil – Covid-19: governo proíbe entrada de estrangeiros no país por 30 dias

Jota – Vacina para pesadelo é sonho

Correio Braziliense – Pesquisadores da Vital Brazil e UFRJ testam soro para tratar covid-19

G1 – ‘Impacto’ da pandemia no interior do país ainda está por vir, diz Pazuello

G1 – Hidroxicloroquina não diminuiu mortes entre pacientes com Covid-19, aponta novo estudo americano

G1 – Funcionários do Hospital Salgado Filho, no Méier, reclamam a falta de condições de trabalho na pandemia

G1 – ‘Não houve um alinhamento com o presidente’, diz Teich sobre saída do Ministério da Saúde

G1 – Médica do DF improvisa proteção com saco plástico para abraçar mãe que não via há dois meses

Valor Econômico – Suécia ultrapassa marca de 4 mil mortes por covid-19

Valor Econômico – Witzel diz que fila de UTI caiu de 1,5 mil para 308 no Rio de Janeiro

Valor Econômico – Independência dos poderes não pode se transformar em caos, diz Aras sob os olhos de Bolsonaro

Valor Econômico – Empresas francesas iniciam produção de teste de covid-19 à base de saliva

Valor Econômico – Operação da PF mira irregularidades na compra de respiradores em Fortaleza

Valor Econômico – Fortalecer o SUS será essencial para a segurança sanitária

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O Boletim NK, produzido pela NK Consultores Relações Governamentais, é uma compilação das principais notícias publicadas em meios de comunicação do país sobre temas ligados ao setor.

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