Queiroga diz que ministério está discutindo 4ª dose de vacina contra Covid, mas que ainda não é o momento para aplicação

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Queiroga diz que ministério está discutindo 4ª dose de vacina contra Covid, mas que ainda não é o momento para aplicação

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse em entrevista na manhã desta segunda-feira (7), que a área técnica tem discutido a quarta dose da vacina contra a Covid-19, mas que avalia que ainda não é o momento para a aplicação no Brasil, informou o portal G1. ’A área técnica tem discutido isso, a secretária Rosana conversou comigo na sexta-feira passada e disse que o grupo técnico ainda não avalia aplicar essa quarta dose nesse momento, mas, na prática, seria a dose de 2022’, disse o ministro. Queiroga também disse que há um aumento no número de casos da Covid e uma maior pressão no sistema de saúde. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Comissão do Senado convoca Queiroga e Damares para explicar notas contra vacinas

Os senadores da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado aprovaram nesta segunda-feira (7) requerimentos de convocação dos ministros Marcelo Queiroga (Saúde) e Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos) para explicar as notas técnicas de suas respectivas pastas em defesa de tratamentos sem eficácia comprovada e contra vacinas contra a Covid-19, informou a Folha de S. Paulo. Também foi aprovado convite ao secretário de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, Hélio Angotti Neto, que assinou a nota da pasta, e ao diretor-presidente da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), Antonio Barra Torres. Diferentemente da convocação, na modalidade convite as autoridades não são obrigadas a comparecer. Os requerimentos foram aprovados de maneira simbólica. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Open Health: CNS cobra da Saúde transparência e inclusão da sociedade em debate sobre compartilhamento de dados

O Conselho Nacional de Saúde (CNS) aprovou, nesta segunda (7/02), uma recomendação para que o Ministério da Saúde aprimore a Política Nacional de Informação e Informática em Saúde (PNIIS) e inclua a sociedade civil no debate sobre saúde digital. A política foi elaborada após o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciar no dia 19 de janeiro intenções de promover uma plataforma de compartilhamento de dados e informações de saúde no setor suplementar, o Open Health. A plataforma consistiria na possibilidade de usuárias(os) de planos privados autorizarem que seus dados pessoais de saúde fossem compartilhados entre empresas do setor para oferta de produtos personalizados. Para o CNS, a consolidação da saúde digital no Brasil deve ser uma prioridade do Ministério da Saúde, porém a medida deverá priorizar o SUS, fortalecendo o sistema público e universal, e proteger os dados pessoais dos suas usuárias(os), seja contra vazamentos ou quanto ao uso indevido das informações pelo setor privado. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Pacientes paraplégicos voltam a andar após tratamento com estimulação nervosa

Três pacientes cujos membros inferiores ficaram completamente paralisados após lesões na medula espinhal conseguiram andar, andar de bicicleta e nadar usando um dispositivo de estimulação nervosa controlado por um tablet com tela sensível ao toque, relataram pesquisadores nesta segunda-feira (7). Segundo matéria do Globo, eles foram capazes de dar seus primeiros passos dentro de uma hora depois que os neurocirurgiões implantaram os primeiros protótipos de um dispositivo de estimulação nervosa controlado remotamente por software de inteligência artificial. Nos seis meses seguintes, os pacientes recuperaram a capacidade de se envolver nas atividades mais avançadas — caminhar, andar de bicicleta e nadar em ambientes comunitários fora da clínica — controlando os próprios dispositivos de estimulação nervosa usando um tablet com tela sensível ao toque, disseram os pesquisadores. Grégoire Courtine e Jocelyne Bloch, do Instituto Federal Suíço de Tecnologia em Lausanne, lideraram o estudo publicado na revista Nature Medicine. Não há tratamento existente para permitir que a medula espinhal se cure, mas os pesquisadores buscaram maneiras de ajudar as pessoas paralisadas a recuperar a mobilidade por meio da tecnologia. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

 

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