Queiroga critica inclusão crianças e jovens na vacinação contra a Covid-19 antes de aval do PNI

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Queiroga critica inclusão crianças e jovens na vacinação contra a Covid-19 antes de aval do PNI

 

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou nesta quarta-feira que estados e municípios não devem imunizar menores de 18 anos antes que o Programa Nacional de Imunizações (PNI) autorize. Segundo o cardiologista, o aval só pode vir após aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O órgão regulatório permitiu em 11 de junho a aplicação de doses da Pfizer em jovens de 12 a 17 anos. Mesmo assim, o grupo segue de fora do Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19 (PNO). São Luís, no Maranhão, começou a vacinar adolescentes de 16 anos em 14 de julho. Já quem tem de 12 a 17 anos em São Paulo deve receber a primeira dose no fim de agosto. O ministro afirmou que é importante que estados e municípios não se adiantem na inclusão de grupos que não foram analisados pelo Programa Nacional de Imunização. Segundo Queiroga, o PNI vai publicar nota técnica orientando a vacinação desse grupo após avaliação. O ministro, contudo, não detalhou como ou quando a medida será realizada. As informações são do jornal O Globo.

Bolsonaro diz ter mandado investigar preço da Coronavac feita pelo Butantan

Conforme informações do jornal Folha de S. Paulo, o presidente Jair Bolsonaro voltou a questionar a eficácia da Coronavac nesta quinta-feira (22) e disse que mandou investigar uma suposta diferença de preço entre o imunizante contra Covid produzido na China, pela Sinovac, e o feito pelo Butantan, ligado ao governo de São Paulo, de seu desafeto, João Doria (PSDB). De acordo com Bolsonaro, o governo recebeu documentos da “empresa que fabrica aí a Coronavac, a matriz lá que fornece o IFA, é na China” oferecendo o imunizante a US$ 5, enquanto o Butantan oferece a vacina a US$ 10. O mandatário afirmou ter acionado a CGU (Controladoria-Geral da União), o Ministério da Justiça e o TCU (Tribunal de União). Bolsonaro disse ainda que “até hoje a Coronavac não tem comprovação científica” e que os brasileiros não querem tomar este imunizante. “O povo chega lá, o pessoal pergunta: ‘qual a vacina tem?’. Se é Coronavac, a tendência é não aceitar”, disse Bolsonaro, antes de colocar em dúvida futuras compras do imunizante. “Não adianta a gente comprar mais X milhões de doses da Coronavac se a população aqui não quiser tomar”, acrescentou.

Vacinas de Pfizer e AstraZeneca são eficazes contra variante delta do coronavírus, indica estudo 

Segundo reportagem da Folha de S. Paulo, duas doses das vacinas da Pfizer e da AstraZeneca contra a Covid-19 são quase tão eficazes contra a variante delta do coronavírus quanto contra a variante alfa, segundo pesquisa publicada no New England Journal of Medicine. O estudo reiterou que uma dose apenas das vacinas não é suficiente para uma alta proteção e apontou que duas doses da Pfizer resultam em 88% de eficácia na prevenção de doenças sintomáticas da variante delta, em comparação com 93,7% contra a variante alfa. Duas doses da vacina da AstraZeneca resultaram em eficácia de 67% contra a variante delta, acima dos 60% relatados originalmente, ante 74,5% contra a variante alfa, em comparação com uma estimativa original de 66% de eficácia. “Apenas diferenças modestas na eficácia das vacinas foram observadas com a variante delta em comparação com a variante alfa após o recebimento de duas doses da vacina”, escreveram pesquisadores do Departamento de Saúde Pública da Inglaterra no estudo.

Quatro em cada dez cidades paulistas não registraram morte por covid-19 na última semana

Na última semana, 288 cidades de São Paulo não registraram óbito por covid-19. O dado foi divulgado pelo vice-governador Rodrigo Garcia (PSDB). “A vacinação, além de diminuir as internações, também está reduzindo o número de mortes em São Paulo”, afirmou Garcia. Os dados referem-se ao período entre 14 e 21 de julho. Até a manhã de ontem (21), 24.053.468 pessoas tinham recebido a primeira dose da vacina no Estado e outras 8.649.430 estavam completamente imunizadas. Além disso, o número de internações dos últimos sete dias é o menor do ano. Em média, 1.403 pessoas foram admitidas em leitos de UTI do Estado entre os dias 15 e 21 de julho.  Apesar da queda, o total de internados ainda é alto e 6.920 pessoas estão em terapia intensiva em São Paulo. Até 26 de fevereiro, antes da segunda onda, o número era mais baixo. A melhora nos índices só deve se refletir na flexibilização das restrições no próximo mês. A secretária de Desenvolvimento Econômico, Patrícia Ellen, afirmou que as medidas permanecerão as mesmas até o fim de julho, mas que o Estado divulgará novos protocolos para o mês de agosto na semana que vem. As informações são do O Estado de S. Paulo.

 

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