Queda sem precedentes em doações de sangue coloca bancos em alerta no Brasil e no mundo

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Queda sem precedentes em doações de sangue coloca bancos em alerta no Brasil e no mundo

Logo no início, em 2020, a pandemia de Covid-19 fez caírem muito as doações de sangue, em um momento em que as pessoas tinham mais medo de sair de casa e evitavam ao máximo buscar unidades de saúde, destacou matéria publicada no G1. ’Mas, apesar dessa queda drástica, o consumo de sangue estava mais restrito, porque não havia tantos acidentes de trânsito e o paciente de Covid-19 não usava tanto sangue, só quando tinha complicações mais sérias’, explica a Médica Helena Sabino. Agora, porém, com a volta da circulação das pessoas, dos acidentes de trânsito e das cirurgias (muitas das quais estavam represadas), o consumo voltou a crescer – mas as doações continuam em um patamar aquém do ideal. Com o agravante do avanço da variante ômicron, que fez o Brasil bater sucessivos recordes de novas infecções diárias pelo coronavírus e dificultou as doações de sangue – pessoas com diagnóstico ou suspeita de Covid-19 têm de se isolar e esperar dez dias após sua recuperação completa para doar sangue, segundo norma do Ministério da Saúde. No ano passado, o Ministério da Saúde calculou que, ao longo de 2020, primeiro ano da pandemia, as doações de sangue caíram 10% em todo o Brasil. Em nota em 28 de janeiro deste ano, o ministério afirmou que, entre janeiro e setembro de 2021 houve uma ligeira alta (de 4%) nas doações em relação ao mesmo período de 2020. Mas advertiu que períodos de férias, como inícios de ano, são de alerta, já que as doações ficam mais escassas, mas acidentes e complicações de saúde ’não param de acontecer’. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Governo diz ao STF que vetou diretriz anticloroquina por ‘assédio da imprensa’ e da CPI

O governo Federal afirmou ao STF que vetou diretrizes de tratamento da Covid-19 por motivos como o ’intenso assédio’ da imprensa e da CPI da Covid sobre membros da Conitec, publicou a Folha de S. Paulo. A mesma manifestação, assinada pela AGU (Advocacia-Geral da União), ainda cita ’potenciais conflitos de interesse declarados e não declarados’ de especialistas que elaboraram os textos rejeitados pelo Ministério da Saúde. A Conitec aprovou por 7 a 6 a diretriz que contraindicava o uso dos medicamentos do ’kit Covid’, como a hidroxicloroquina, no tratamento ambulatorial. Ainda aceitou por unanimidade outras três diretrizes hospitalares, sendo que apenas uma dessas também analisava e rejeitava os medicamentos sem eficácia. No último dia 21, o secretário de Ciência e Tecnologia da Saúde, Hélio Angotti, decidiu reprovar todos quatro textos, mesmo aquele aceito por unanimidade e que não citava o ’kit Covid’. A argumentação da AGU reproduz parte de nota técnica assinada por Angotti para justificar o veto às diretrizes. O governo encaminhou essas justificativas ao Supremo na última sexta-feira (28), em ação do MDB que pede para a Saúde fixar protocolo ou diretriz de tratamento do novo coronavírus. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Anvisa demanda que autotestes de Covid-19 não regularizados sejam retirados de farmácias

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou nesta segunda-feira (31), por meio de publicação no Diário Oficial da União (DOU), que o exame ’Teste Covid meuDNA PCR-LAMP Autocoleta de Saliva’ seja recolhido das Drogarias Pacheco, Raia Drogasil e Drogaria São Paulo, informou o Globo. Na última quarta-feira, a Anvisa tinha emitido comunicado pedindo a retirada do mesmo exame da Drogaria Pague Menos. A resolução proíbe a comercialização, distribuição, fabricação, importação, propaganda e uso do autoteste designado. A agência comunicou que o produto não pode ser vendido nas farmácias e drogarias porque não está regularizado na Anvisa. As Resoluções 280/2022, 281/2022 e 282/2022 já estão em vigor e valem em todo o território nacional. Segundo o órgão, as práticas são estabelecidas para o controle sanitário do funcionamento, da dispensação e da comercialização de produtos e da prestação de serviços farmacêuticos. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Pesquisa mapeia medicamentos que podem reduzir letalidade da covid-19

A pandemia de covid-19 já matou mais de 5,6 milhões de pessoas ao redor do mundo e infectou 364 milhões, segundo dados da Organização Mundial da Saúde postados no sistema WHO Coronavirus. Embora as medidas restritivas venham sendo gradualmente retiradas em grande parte dos países com o avanço da vacinação, a busca por medicamentos que possam diminuir o impacto de possíveis novas variantes ainda é um importante foco das pesquisas científicas. Segundo o Correio Braziliense, foi baseado nessa preocupação que um grupo de pesquisadores do Centro Nacional de Investigações Oncológicas (CNIO) da Espanha publicou um artigo em que mapeia todos os compostos químicos, citados de 2020 até agora, com potencial para ajudar a intervenção em quadros graves. O estudo foi feito seguindo o método de revisão de literatura, em que se analisa e compila outros textos científicos previamente publicados, com modelagem matemática, feita a partir de simulações de computador. Nas conclusões, os autores do texto deixaram claro que não buscam recomendar remédios para uso imediato na clínica médica, mas listar as substâncias que possam ser estudadas por outras equipes individualmente a fim de criar o maior número possível de soluções médicas para a atual crise sanitária. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

 

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