Projeto criminaliza corridas, lutas, disputas ou atividades extenuantes com cães

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O Projeto de Lei 84/21 altera a Lei de Crimes Ambientais para tornar crime promover, estimular, divulgar ou permitir a realização de corridas, lutas, disputas ou outras atividades extenuantes utilizando cães, mesmo que não haja apostas, brindes ou promoções. O texto tramita na Câmara dos Deputados. Segundo o projeto, a conduta passará a ser equiparada ao crime de abuso, maus-tratos, ou mutilação de cães e gatos, com pena prevista de reclusão de dois a cinco anos, multa e proibição da guarda, destacou a Agência Câmara nesta sexta-feira (12). “Sabemos que a corrida de cães é reprovada no mundo todo, razão pela qual foi proibida em países como Estados Unidos, Itália, França, Argentina e Uruguai, como resultado do clamor popular”, explica o autor da proposta, deputado Ricardo Silva (PSB-SP). “A proibição dessa prática cruel em países da América do Sul (Argentina e Uruguai) tem causado o crescimento da conduta em diversas localidades do Brasil, especialmente na região Sul do País”, denuncia.

No Brasil, 60% das cidades não possuem Serviço de Inspeção Municipal

Apesar do Serviço de Inspeção Municipal (SIM) ser uma exigência legal para governos municipais, apenas 40% das cidades brasileiras possuem o serviço de fiscalização, de acordo com a Confederação Nacional de Municípios (CNM). Segundo o Canal Rural entre os principais motivos apontados por prefeitos pela não existência do serviço, estão o custo de manutenção da atividade, a falta de pessoal capacitado e a falta de demanda. Em tese, não haveria agroindústrias ou microempreendedores que exerçam atividades comerciais com produtos de origem vegetal ou animal nas cidades. O analista técnico de Agricultura da CNM, Osni Rocha, concorda com os prefeitos que os custos de manutenção do SIM podem ser onerosos. Principalmente para as cerca de 3900 cidades brasileiras que possuem menos de 5 mil habitantes. De acordo com ele, o serviço custa em torno de R$10 mil mensais às prefeituras. A crença de falta de demanda, porém, seria equivocada. Rocha aposta que o SIM pode ser um aliado no trabalho de retomada econômica do país, que ainda vive sob os efeitos da pandemia de Covid-19. Para evitar, no entanto, o alto custo para as prefeituras, a saída seria investir em consórcios públicos. Mas, não é apenas a CNM que acredita nesta estratégia. Em fevereiro, o Ministério da Agricultura lançou uma cartilha, em parceria com CNM, Rede Nacional de Consórcios Públicos e Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), para orientar os prefeitos a como montar um consórcio de execução do SIM. “A figura do consórcio de municípios vem como uma grande oportunidade de solução. Você imagina, 5 ou 6 municípios, cada um com uma agroindústria, ou algo que não seja formalizado. Esses custos vão ser rateados entre seus membros e a agroindústria vai ter o incentivo do comércio intermunicipal”, incentiva Rocha. A diretora do departamento de Suporte e Normas do Ministério da Agricultura, Judi Maria Nóbrega, explica que um decreto publicado pela pasta em 2019, e regulamentado em 2020, permite que os produtos inspecionados, em serviços mantidos por consórcios, comercializem as mercadorias em todas as cidades que compõem o consórcio. “Lembrando que esse decreto, que estabeleceu essa prerrogativa, também traz um prazo de até 3 anos pra esses serviços de inspeção se estruturarem e aderirem ao SISBI/POA, o Sistema Brasileiro de Inspeção dos Produtos de Origem Animal. Com isso, esses serviços passam a permitir que os estabelecimentos sob a sua fiscalização tenham o âmbito de comercio nacional. Veja que é uma política que está sendo estimulada e que traz ganhos gradativos aos municípios e aos estabelecimentos que estão registrados nesses municípios. E, para a população os ganhos são importantes. Além de uma maior segurança nos alimentos, temos um aumento oferta de produtos regionais – que agora está sendo demandado mais do que nunca -, então a política de organização em consórcios veio pra se estabelecer e traz muitos ganhos pra todos os envolvidos”, defende Judi.

MSD investe em inteligência de dados para acelerar seu avanço

Depois de investir mais de R$ 2 bilhões no Brasil desde 2017 e encerrar 2020 com faturamento de R$ 1,2 bilhão no país, a multinacional MSD, braço de saúde animal da farmacêutica americana Merck, se prepara para colher por aqui os frutos do aumento de sua aposta global na área de inteligência de dados, informou Valor Econômico o nesta sexta-feira (12). “Já vínhamos em um processo de transformação digital, mas não era suficiente. Com a nova unidade de negócios concentrada em visão estratégica e inteligência de dados, queremos não apenas ter foco no cliente, mas também ser o foco do cliente”, afirma Delair Bolis, que comanda a MSD no Brasil. No país, a sede da divisão ficará na fábrica da empresa em Joinville (SC). Essa nova unidade global, explica o executivo, foi criada depois de investimentos de US$ 4 bilhões na compra de empresas de soluções tecnológicas relacionadas às áreas de atuação da MSD, tais como Allflex Livestock Intelligence, Sure Petcare, Biomark, Vaki, IdentiGEN e Quantified. A múlti informa que já vinha investindo 20% de seu faturamento anual, que no total supera US$ 4 bilhões, em inovação. Com as novas tecnologias, afirma Bolis, a companhia agregou ferramentas de identificação, monitoramento e rastreabilidade de animais, de onde eles são criados e do ambiente em geral. “Na pecuária bovina, por exemplo, conseguimos contar [em tempo real] com informações sobre consumo de ração e de água, temperatura e o número de passos de cada animal. Contamos até com leitores de expressões”. Com essas e outras informações na mão, diz o executivo, é possível programar melhor o uso de medicamentos como antibióticos e vacinas. Boa parte das aquisições realizadas pela MSD na área de tecnologia foi de empresas que inicialmente eram parceiras. E outras parcerias nessa frente continuam em vigor. Forte no segmento de bovinos, sobretudo depois da aquisição da Vallée – da qual Bolis era presidente -, a MSD, com a nova aposta, agora espera alcançar um faturamento de R$ 1,6 bilhão no Brasil até 2023. No mercado de saúde animal, apenas a americana Zoetis também fatura mais de R$ 1 bilhão por ano no país. Esse plano leva em consideração, ainda, o lançamento de novos produtos e um avanço das vendas para animais de companhia, apesar das incertezas geradas pela pandemia. E, nas áreas de aves, suínos e peixes, em que a MSD também atua, considera os desafios impostos pelo forte aumento de custos provocado pela disparada dos preços dos grãos.

Ampliação de Regiões Livres de Aftosa sem vacinação mostra a excelência do sistema de defesa sanitária do país, diz CNA

Nesta sexta-feira (12) o Portal do Agronegócio destacou que a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) comemorou o parecer favorável da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) que reconheceu Paraná, Rio Grande do Sul, Acre, Rondônia e parte dos estados do Amazonas e Mato Grosso como áreas livres de febre aftosa sem vacinação. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) foi comunicado na quarta (10) pelo Comitê Científico da OIE sobre a decisão, que deve ser ratificada em maio, na Assembleia Geral da Organização. Desta forma, o país amplia as regiões com esse status sanitário, pois apenas Santa Catarina tinha esse reconhecimento. O Comitê aprovou, ainda, o reconhecimento do Paraná como livre de Peste Suína Clássica, unindo-se ao Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Acre, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rondônia, São Paulo, Sergipe e Tocantins, além do Distrito Federal e parte do Amazonas. A CNA faz parte do Comitê Gestor Nacional do Plano Estratégico do Programa Nacional de Vigilância da Febre Aftosa (PNEFA) e monitora o andamento das ações nos estados para a retirada total da vacinação do rebanho bovino brasileiro nos próximos anos. Este novo status, na avaliação da entidade, mostra que o modelo brasileiro de defesa agropecuária é um dos mais fortes do mundo e é fruto do esforço conjunto do setor produtivo privado e do Ministério da Agricultura para fortalecer a vigilância ativa e passiva nos estados. “É um reconhecimento do trabalho que fazemos na ponta junto ao produtor e o Brasil mostra ao mundo que o nosso rebanho é saudável. Retirar a vacinação contra febre aftosa é uma das decisões mais difíceis no âmbito de sanidade animal e isso mostra que a OIE reconheceu o nosso sistema de defesa sanitária como bem regulamentado, estruturado e de qualidade ”, destaca a coordenadora de Produção Animal da CNA, Lílian Figueiredo. Na sua avaliação, esse status também fortalece o sistema de defesa agropecuária brasileiro para o controle e erradicação de outras enfermidades e o produtor rural será favorecido no acesso a outros mercados. “Há países que exigem a carne de áreas totalmente sem vacinação. Assim teremos mais opções de mercado externo, ampliamos o leque de estados exportadores e reduzimos custos de produção para o pecuarista”, completa Lílian. O Plano Estratégico do PNEFA prevê, em seu cronograma, a retirada total da vacinação do rebanho brasileiro contra a febre aftosa até 2024.

NA IMPRENSA

Agência Câmara – Projeto criminaliza corridas, lutas, disputas ou atividades extenuantes com cães

O Globo – Estado lança programa de adoção de animais em parceria com Federação de Futebol do Rio

G1 – Vigilantes do Morro do Diabo registram imagens de travessia a nado de onça-pintada no Rio Paranapanema; veja VÍDEO

CNN – Não é só você; seus animais de estimação também ganham peso durante a pandemia

Valor Econômico – Topigs Norsvin, da área de genética suína, faturou mais de R$ 200 milhões no Brasil em 2020

Valor Econômico – MSD investe em inteligência de dados para acelerar seu avanço

Valor Econômico – PIPELINE: Guia de sobrevivência de um fornecedor sem restaurantes

Embrapa – Nanopartículas de zeína e óleos essenciais de eugenol e alho podem substituir antibióticos usados no tratamento de doenças de peixes

Embrapa – Alevinos são a semente da piscicultura, mostra curso de videoaula da Embrapa

CNA – Reeducandos aprendem a domar cavalos para serem instrutores de equoterapia

SBA – Poder de compra do avicultor aumenta em relação ao farelo de soja

SBA – Edição 2021 da Expoleite é cancelada

SBA – Guzerá IT realiza 14ª semana em março e abril no Canal do Boi

AgroLink – ABHB começa preparativos para Exposição Nacional

AgroLink – Alevinos são a semente da piscicultura, mostra curso de videoaula da Embrapa

AgroLink – MT: educandos aprendem a domar cavalos para serem instrutores de equoterapia

AgroLink – Ovos: evolução diária de preços apresenta anormalidade em março

AgroLink – Carnes fecharam 1º bimestre com recuo generalizado nos preços de exportação

AgroLink – Boi gordo: baixa oferta de animais para abate

Anda – Empresa cria versão vegana de enzima extraída de porcos explorados para consumo

Anda – Caminhão cai de ponte e mata mais de 20 bois transportados de maneira cruel

Anda – Chimpanzé bebê é explorado em espetáculo teatral no Japão

Anda – Jumento ferido é resgatado e veterinário suspeita que animal tenha sido queimado com água quente

Anda – Criminoso envenena e corta pescoço de cães dentro da casa onde os animais viviam

Anda – Brasil não adere a projeto internacional para reconhecer direito ao meio ambiente sustentável

Anda – Cão que mostrou pata ferida para pedir ajuda desperta interesse de adotantes

Anda – Cadela rejeitada por ser paraplégica espera por um lar há 6 anos em Teresina (PI)

Canal Rural – Aftosa: setor produtivo reforça cuidados mesmo após parecer da OIE

Canal Rural – Boi e milho batem recorde e soja e café caem; veja notícias desta sexta

Canal Rural – No Brasil, 60% das cidades não possuem Serviço de Inspeção Municipal

Canal Rural – Carne bovina brasileira pode se valorizar no mercado externo após parecer da OIE

Portal do Agronegócio – Suinocultura independente: queda generalizada de preços faz alguns estados saírem da casa dos R$ 7,00/kg vivo

Portal do Agronegócio – Boi gordo: baixa oferta de animais para abate

Portal do Agronegócio – Ampliação de Regiões Livres de Aftosa sem vacinação mostra a excelência do sistema de defesa sanitária do país, diz CNA

Portal do Agronegócio – Preço do leite em pó dispara no mercado internacional

Portal do Agronegócio – Danone reforça investimento em projeto pioneiro no Brasil para agricultura regenerativa

Portal do Agronegócio – Embarques de carne de frango registram leve alta em fevereiro

Portal do Agronegócio – Brasil promove carne brasileira no mercado árabe durante Gulfood 2021

Revista Globo Rural – Veganismo avança na China e pode limitar consumo de carne, diz jornal

Revista Globo Rural – Frango deve passar por ajuste de preços e ficar mais caro para o consumidor

Revista Globo Rural – Oferta de gado no Brasil deve se manter apertada e pressionar frigoríficos, diz Safras

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