Presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária diz que governo apoiará nova Lei dos Defensivos

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Presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária diz que governo apoiará nova Lei dos Defensivos

O presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado Sérgio Souza (MDB-PR), afirmou que o governo deverá anunciar ainda esta semana o apoio ao projeto, em tramitação no Congresso Nacional, da nova lei dos defensivos agrícolas. A expectativa é que a proposta, que dá celeridade para a aprovação e o registro de agrotóxicos no país, seja aprovada até dezembro na Câmara dos Deputados, informou o Valor Econômico. Para Sérgio Souza, a aprovação da lei dará mais independência ao Brasil em épocas de crise de abastecimento de insumos no campo. O PL 6299/2002, que altera a legislação dos defensivos, é criticado por ambientalistas, que o apelidaram de “PL do Veneno”. Sérgio Souza também falou sobre a busca de apoio para aprovar um projeto que cria incentivos à indústria nacional de fertilizantes. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Governo define mistura de biodiesel ao diesel em 10% para 2022

O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) decidiu manter para 2022 o teor de 10% na mistura de biodiesel ao óleo diesel. O anúncio foi confirmado na tarde desta segunda-feira (29), em comunicado divulgado pelo Ministério de Minas e Energia, informou o Canal Rural. “A decisão tomada nesta segunda-feira coaduna-se com os interesses da sociedade, conciliando medidas para a contenção do preço do diesel com a manutenção da Política Nacional de Biocombustíveis, conferindo previsibilidade, transparência, segurança jurídica e regulatória ao setor”, diz o comunicado do ministério. Em janeiro, terá início o novo modelo de comercialização de biodiesel previsto pela Resolução CNPE n° 14/2020 e regulado pela Resolução ANP n° 857/2021. O novo modelo continuará sendo monitorado permanentemente pelo CNPE e, se necessário, medidas tempestivas poderão ser adotadas, a fim de resguardar a Política Energética Nacional e a Política Nacional dos Biocombustíveis.

Mapa cria grupo para monitoramento e assessoramento sobre fertilizantes

Em reunião da Câmara Temática de Insumos Agropecuários, nesta segunda-feira (29), a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Tereza Cristina, criou um grupo de monitoramento em assessoramento sobre fertilizantes. O grupo será formado por representantes de agricultores, da indústria de defensivos e fertilizantes e de distribuidores desses insumos com o objetivo de reforçar a atenção sobre o fornecimento de fertilizantes e para regularizar a importação para a próxima safra, 2022/2023. Os encontros do grupo serão semanais com atualização dos cenários e propostas de ação para mitigar riscos ao setor. Na reunião, a ministra explicou que o Brasil precisa diminuir a dependência dos insumos internacionais e fortalecer a produção interna. “Sabemos que o caminho não é curto, mas precisamos começar o quanto antes e inverter os 80% de dependência e os 20% de produção nacional”, declarou Tereza Cristina ao citar o Plano Nacional de Fertilizantes. A ação prevê incentivos para a ampliação da produção nacional de fertilizantes e está sendo construído pelo Governo Federal, conforme o Decreto nº 10.605, de 22 de janeiro de 2021.

Bioinsumos podem driblar escassez de fertilizantes

O Brasil vive dois momentos distintos quando o assunto envolve bioinsumos e fertilizantes. Enquanto o primeiro vive uma expansão, o segundo está em meio a debates sobre a possível escassez nas próximas safras. Na possível crise de abastecimento de fertilizantes, aliada aos altos preços, os bioinsumos podem ser aliados. O Portal Agrolink conversou com Fábio Brandi, Gerente Técnico da Plant Helth Care (PHC) Brasil, sobre esse tipo de segmento: A empresa foi a responsável por trazer ao país a proteína Harpin, que aqui recebe o nome de H2Copla. Trata-se de uma proteína que age como bioestimulante das plantas, agindo contra os estresses como a seca e no potencial radicular. Segundo o Técnico, neste momento em que a baixa disponibilidade e o alto custo dos fertilizantes podem impactar a produtividade, alguns bioinsumos podem fazer a diferença, pois aumentam a eficiência das plantas na utilização do fertilizante existente. De acordo com ele, na prática, certos bioinsumos, ativam a fisiologia da planta, promovendo maior crescimento radicular, proporcionando melhor absorção de água e nutrientes, ajudam a planta otimizando o uso dos insumos, contribuindo para um efetivo ganho de produtividade e de rentabilidade ao agricultor em todas as culturas. Fábio também destaca que os adubos e fertilizantes estão entre os principais produtos que são importados da China e que a crise energética gerou racionamento de energia na China com diminuição na produção e consequente aumento recorde de preços e escassez desses produtos no mercado global. O técnico destaca que no caso dos bioinsumos, a China não é fornecedora importante de matéria prima ou mesmo de cepas destes produtos para o mercado mundial e que muitas vezes, a produção é regionalizada, utilizando-se cepas de microorganismos da própria região, já adaptadas e com maior eficiência para aquela região. Desta forma, o mercado de bioinsumos sofre menos com a atual crise que se estabeleceu junto aos grandes fornecedores globais de defensivos e fertilizantes, explica. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

 

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