Pfizer anuncia que enviou à Anvisa dados de testes de vacina contra a Covid-19

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A farmacêutica norte-americana Pfizer anunciou nesta quarta-feira (25) que enviou à Agência Nacional de Vigilância (Anvisa) dados de testes da BNT162b2, sua candidata à vacina contra a Covid-19. Segundo o G1, representantes da companhia participaram de reunião com a agência nesta quarta na qual deram entrada no processo. A Pfizer e o laboratório alemão BioNTech já anunciaram que a a BNT162b2 teve 95% na prevenção à doença, e não houve efeitos colaterais graves. Apesar disso, os resultados ainda não foram divulgados em uma revista científica. Segundo as empresas, elas “planejam apresentar os dados de eficácia e segurança do estudo para revisão por revistas científicas, assim que a análise dos dados for concluída”. Elas afirmaram já terem dado entrada em pedidos junto a “várias agências regulatórias ao redor do mundo, incluindo FDA (EUA), EMA (União Europeia) e MHRA (Reino Unido)”.

Startups voltadas para saúde têm boom durante pandemia

Startups voltadas para a saúde que conseguiram se adaptar rapidamente ao aumento da demanda por cuidados e à mudança na legislação tiveram resultados surpreendentes nos meses da pandemia, destacou a Folha de S.Paulo nesta quarta-feira (25). Isso porque o isolamento social acelerou processos por alternativas tecnológicas para os cuidados com a saúde. A busca por atendimento médico cresceu por meios virtuais, enquanto em um primeiro momento consultórios se esvaziaram e tratamentos de muitas doenças diminuíram. Soma-se a isso o fato de que no início da pandemia o governo federal autorizou, em caráter emergencial, a telemedicina —uma demanda antiga do setor e para a qual muitas empresas já estavam se preparando. Como resultado, aplicativos e serviços virtuais de cuidados tiveram um boom nos últimos meses. As soluções vão além da oferta de teleconsultas, e passam por prontuários eletrônicos, uso de inteligência artificial para prescrições de fármacos e gestão de consultórios. Foi o caso, por exemplo, da Mobile Saúde, dedicada a desenvolver tecnologias para telemedicina e autoatendimento. A empresa oferece soluções digitais para cem operadoras de planos de saúde e diz ter atendido 7 milhões de pessoas durante a pandemia —a previsão é que a startup dobre de tamanho em 2020. “Quando a pandemia aconteceu, a primeira coisa que fizemos foi intensificar serviços que clientes poderiam ter acesso. Liberamos, por exemplo, o uso do chat em nossa plataforma, para não sobrecarregar a central telefônica”, diz o sócio-fundador Jean Schulz. “Já tínhamos um projeto também para telemedicina, que desengavetamos em três semanas.” A agilidade para se adaptar à nova realidade foi uma constante entre as empresas do setor —muitas já estavam se preparando para a chegada da telemedicina desde 2018, mas colocaram de pé seus sistemas em poucas semanas.

Banco de Preços em Saúde auxilia nas compras governamentais de insumos e medicamentos

A pandemia do Coronavírus, que acometeu o Brasil a partir de fevereiro de 2020, evidenciou ainda mais a importância do sistema Banco de Preços em Saúde (BPS) e do Catálogo de Materiais (CATMAT) para os gestores públicos em saúde e órgãos de controle. As grandes variações de preços verificadas nas aquisições de diferentes itens associados ao enfrentamento da Covid-19 explicitaram a necessidade de acompanhamento do mercado de compras públicas em saúde e a importância do BPS como ferramenta de promoção da transparência e gestão, informou a Agência Saúde nesta terça-feira (24). Têm sido cada vez frequentes as referências ao BPS em manifestações do Ministério Público e de Tribunais de Contas, bem como em decisões judiciais, especialmente em ações que apuram sobrepreço em compras públicas de medicamentos e insumos para a saúde. Da mesma forma, tem sido crescente a utilização do BPS por parte de órgãos públicos. Hoje o sistema registra uma média de 4,5 mil consultas por mês e mais de 4 mil municípios já têm instituições cadastradas no sistema, perfazendo um total de 45 mil usuários dos três níveis de gestão do SUS e de todas as regiões do país. Desenvolvido pelo Ministério da Saúde e de uso obrigatório desde 2017, o BPS tem por objetivo permitir a pesquisa e comparação de preços de medicamentos e produtos para a saúde em âmbito nacional e é o único sistema público e gratuito que reúne informações de compras da União, estados, municípios e do Distrito Federal. Trata-se de um sistema que dá transparência e permite o acompanhamento de um mercado que movimenta dezenas de bilhões de reais por ano e seu uso se traduz, em termos de gestão do SUS, na economia de recursos na aquisição de medicamentos e produtos para a saúde no âmbito do SUS. A pesquisa de preços é uma etapa essencial do processo de compras e permite aos gestores do SUS a identificação dos melhores preços praticados e, com isso, a economia de recursos nas compras públicas em saúde. O uso do BPS permite o cumprimento da lei de licitações e a obediência às recomendações dos órgãos de controle. O trabalho de catalogação também exerceu papel fundamental nesse período de pandemia. A descrição técnica adequada é um requisito legal de importância fundamental para aquisição dos itens pela administração pública. Sem a descrição adequada os itens não podem ser adquiridos e tão pouco pesquisados e comparados. A equipe do Catálogo de Materiais de Saúde (CATMAT/SE) recebe, em média, 850 pedidos de consulta de usuários por mês. Grande parte das consultas ao longo de 2020 esteve relacionada à descrição de itens para o enfrentamento do Covid, sobretudo para a aquisição de reagentes analíticos. Para auxiliar na compra destes insumos, o Ministério da Saúde lançou, neste mês de outubro o Padrão Descritivo de Reagentes Analíticos, que classifica todos os reagentes disponíveis no mercado brasileiro, cada um recebendo um código BR, que serve para consultas no BPS.

Saúde e CNJ celebram termo de cooperação técnica para agilizar demandas judiciais

O ministro da Saúde Eduardo Pazuello e o ministro do Supremo Tribunal Federal e presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) Luiz Fux assinaram nesta terça-feira (24) o Termo de cooperação técnica com o objetivo de proporcionar aos Tribunais de Justiça (TJ) e Tribunais Regionais Federais (TRF) subsídios técnicos para a tomada de decisão com base em evidências científicas nas ações relacionadas à saúde. De acordo com a Agência Saúde com a ação, o Ministério da Saúde espera dar celeridade aos processos, e qualificar a análise jurídica. Somente para este ano, a estimativa é de mais de 34 mil ações judiciais voltadas à saúde. “O Sistema Único de Saúde (SUS) é muito grande, é um mundo, mas não é perfeito ainda. A judicialização é uma realidade e devemos saber lidar com ela com naturalidade e acima de tudo com parceria. Nessa relação institucional precisa ser esculpida. Precisa ser permanente para deixar um legado judiciário assim como para a gestão da saúde em nosso país”, afirmou o ministro Eduardo Pazuello. O Ministro destacou ainda que a qualificação dos processos judiciais na área de saúde somente foi possível em razão do alto grau de credibilidade, aceitabilidade, capacidade de articulação e liderança que o CNJ possui frente aos magistrados desse país. ”O que é bom para o Brasil deve continuar, mas também pode ser aperfeiçoado, aprimorado, para que os resultados sejam ainda melhores. E é isso que estamos fazendo hoje com a assinatura desse novo termo de cooperação com as adequações e aperfeiçoamentos que se fizeram necessários”. O ministro Luiz Fux exaltou a importância da cooperação entre as pastas. “A presença de outros segmentos, esse termo de parceria, nos dá muito conforto, porque os juízes muitas vezes estão com questões que escapam de seu conhecimento. Essa parceria vai permitir não só um apoio técnico especializado, como também permitir aos juízes que na Justiça, possam, por exemplo, conferir um remédio que é solicitado”. A judicialização da saúde tem tomado grande vulto, causando impactos significativos na estruturação, no funcionamento, no financiamento e na organização do SUS e na Saúde Suplementar, assim como no Judiciário. Em 10 anos (2009 a 2019), os gastos do Governo Federal cresceram 1.172%, passando de R$ 120,1 milhões, em 2009, para R$ 1,5 bilhão, em 2019. Só até março deste ano foram gastos R$ 19,3 milhões e cadastradas mais de 15 mil ações judiciais no Ministério da Saúde. Desse total, R$1,4 bilhão correspondem às demandas por medicamento de alto custo, representando 91,4% do que foi gasto pela pasta no ano passado. Entre as ações do Ministério da Saúde no Termo de cooperação é a consultoria a distância, para suporte técnico com avaliação, sob o ponto de vista médico, das demandas judiciais com pedido de urgência.

SAÚDE NA IMPRENSA

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Agência Senado – Comissão convida ministro da Saúde para explicar testes da covid-19 perto de vencer

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Agência Câmara – Deputados lançam Frente da Telessaúde na quinta

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ANS – Resultado da 20ª Reunião Extraordinária da Diretoria Colegiada

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Agência Saúde – Brasil registra 5.476.018 milhões de pessoas recuperadas

Agência Saúde – Indígenas Xavantes recebem ações voltadas para a Saúde do Homem

Agência Saúde – Ministério da Saúde prorroga seleção para projetos de estruturação de Farmácias Vivas

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Agência Saúde – Ministério da Saúde mobiliza carreata contra a dengue

Agência Saúde – Publicação reúne classificação de reagentes analíticos utilizados no Brasil

Agência Saúde – Ministério da Saúde lança campanha de combate ao mosquito Aedes aegypti

Governo Federal – Classificação de risco de atividades sujeitas à vigilância sanitária é publicada

Governo Federal – Candidatos com coronavírus terão nova chance de fazer o Enem

Governo Federal – Lançado edital de R$ 5 milhões para apoiar a inserção de pesquisadores em empresas incubadas

Governo Federal – Ministério da Saúde lança campanha nacional de combate ao mosquito Aedes aegypti

Opas – OPAS lança nova orientação sobre políticas para proteger populações em situações vulneráveis no contexto da COVID-19

Jota – O que perdemos ao enterrar o decreto do SUS

Agência Brasil – Brasil passa de 170 mil mortes por covid-19 desde o início da pandemia

Agência Brasil – Ribeirinhos recebem lanchas ambulância no interior do Amazonas

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Folha de S.Paulo – Ao revelar aborto espontâneo, Meghan Markle diz que, apesar de comum, perda ainda é tabu

Folha de S.Paulo – Startups voltadas para saúde têm boom durante pandemia

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Folha de S.Paulo – Procura-se Pazuello, o zero bala

Folha de S.Paulo – Lewandowski defende que governo apresente plano de vacinação contra Covid-19 e marca julgamento

O Estado de S.Paulo – Healthtech Hilab anuncia aporte de US$ 10 milhões e já prepara nova rodada

O Estado de S.Paulo – Dia Nacional do Doador de Sangue: onde e como doar durante a pandemia

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O Estado de S.Paulo – ‘Estado não pode se pautar por critérios políticos para escolher vacina’, diz Lewandowski sobre aquisição da Coronavac por Bolsonaro

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O Globo – Violência contra a mulher permanece, mas pandemia afastou vítimas do sistema de saúde do Rio: notificações caíram 34%

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Valor Econômico – Até agora, Suécia não vê sinais de imunidade de rebanho contra covid-19

Valor Econômico – EUA registram quase 173 mil novos casos de covid-19 em 24 horas

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