Petz quer fisgar cliente antes mesmo de ele ter seu pet, conta CEO Sérgio Zimerman

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Neste sábado (21), o Blog Capital do jornal O Globo destacou que, a rede de pet shops Petz fez, há dois meses, uma das estreias na Bolsa mais bem-sucedidas do ano, graças à capilaridade de suas 128 lojas e a um site que já responde por um quarto das vendas. Desde então, as ações subiram mais de 30%, e o número de acionistas cresceu de 38 mil para 57 mil. Mas, para o fundador e CEO Sérgio Zimerman, o futuro da Petz terá de ir muito além da venda de ração e de serviços como banho e veterinário, que compõem o grosso de suas operações hoje. “Queremos nos posicionar como uma empresa que atenda toda a necessidade que a interação entre tutor e pet provoca. Isso significa ter soluções desde antes de o animal existir na vida do seu dono, quando ele pensar em adotar ou comprar um, até o fim da vida do pet”, conta Zimerman, que ainda tem 35% da Petz, avaliada em R$ 6,9 bilhões na B3. Para isso, a Petz quer se transformar em um marketplace para as chamadas pet solutions, que compreendem desde serviços, como hotel para animais, passeador de cachorro, pet sitting e adestramento, a canais para compra e adoção de animais e soluções para enterro e cremação. A ideia Zimerman é acrescentar essas soluções ao longo dos próximos cinco anos. “Leva tempo porque não se trata apenas de plugar um serviço oferecido por terceiros no site. Isso é fácil, não há gargalo de tecnologia. A lei desresponsabiliza o marketplace pelos serviços terceirizados, mas queremos assumir essa responsabilidade. Estabelecer os protocolos de qualidade demora”, acrescenta o CEO. As pet solutions são o foco da DogHero, que a Petz chegou a avaliar mas acabou sendo comprada pelo e-commerce PetLove. O interesse da indústria pelos serviços reflete o potencial de um setor ainda subdesenvolvido no Brasil. “A tendência de humanização do pet, quando ele vira parte da família, é recente no Brasil. Isso fica claro nas vendas de rações super premium, que representam apenas 5% das vendas aqui, contra 15% na Argentina e 35% nos EUA. Na Petz, elas são 62% das vendas, então enxergamos o desejo desse consumidor”, sustenta. A Petz explora outras particularidades que tornam o Brasil um ponto fora da curva no mercado pet. Um deles é a alta fragmentação: os pet shops de bairro concentram metade do setor. Segundo Zimerman, em um dos mercados mais fragmentos do mundo, o do Reino Unido, a taxa é de 25%. Isso significa que há espaço para mais aberturas de lojas de rede, destino principal dos R$ 336 milhões que a Petz colocou no caixa no IPO.

Vacinação inédita no mundo busca salvar mico-leão-dourado da febre amarela

No final do mês passado, a Associação Mico-Leão-Dourad (AMLD) começou a pôr em prática uma estratégia inédita no mundo, resultado de uma ideia surgida em 2017. Fundada em 1992, a ONG fluminense desenvolve estratégias para a preservação da espécie. Segundo informou a Folha de S.Paulo nesta segunda-feira (23), naquele ano, o virologista Marcos da Silva Freire e o primatólogo Alcides Pissinatti, ambos veterinários, se encontraram em um seminário sobre febre amarela em primatas não humanos na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro. Freire, doutor em biologia parasitária, hoje assessor científico na Bio-Manguinhos, unidade da Fiocruz, trabalhou por 36 anos na instituição no desenvolvimento e produção de vacinas humanas. É especialista em febre amarela. Pissinatti, formado em 1970 e doutor em biologia animal, é o chefe do Centro de Primatologia do Rio de Janeiro (CPRJ), criado em 1979 para o estudo e a conservação dos primatas brasileiros. Na conversa, os dois viram que era preciso fazer alguma coisa em relação ao mico-leão-dourado, cuja população certamente seria atingida pelo surto de febre amarela que atingia parte do país naquele ano. O vírus, transmitido por um mosquito, estava afetando principalmente a região Sudeste. Já havia relatos de que populações inteiras de bugios, saguis e macacos-pregos —espécies que não estão ameaçadas de extinção— estavam sendo dizimadas pelo vírus, mas nada ainda se sabia sobre a incidência da doença no Leontopithecus rosalia, o mico-leão-dourado, este, sim, ameaçado. Os dois pesquisadores então se perguntaram: é possível vaciná-los? “Não havia literatura sobre as muitas questões a serem respondidas, e nossa principal preocupação era em relação à segurança dos macacos”, conta Freire. A equipe da AMLD também desconfiava que a espécie já poderia estar sendo atingida pela febre amarela; mas encontrar micos mortos para verificar a hipótese é muito difícil. Os animais dormem nos ocos das árvores e, como são muito pequenos —pesam em média 600 gramas—, a decomposição dos corpos é muito rápida. Os pesquisadores avaliaram durante esse tempo a resposta imunológica nos animais —ou seja, a produção de anticorpos— e a segurança da vacina. Dois anos depois, chegou-se a uma fórmula segura, que produz imunidade e não causa mal aos animais. É a primeira vez que se faz isso com primatas que não o homem.

Vacina contra febre aftosa é importante proteção para o rebanho

Na fazenda de Donizete Paifer, a vacinação no rebanho é levada a sério. Nesta segunda fase, 500 animais recebem a dose contra a febre aftosa, informou o G1 neste domingo (22). Ele explica que o gado é separado por idade. Os animais são imobilizados nos bretes para a segurança dos criadores e do rebanho, são vacinados e, em alguns casos, vermifugados. A vacinação contra a febre aftosa é feita a cada seis meses em animais de zero a 24 meses. O criador encontra a vacina em agropecuárias. Cada frasco custa R$ 21 e dá para vacinar 15 cabeças. Para atender à demanda e cumprir o calendário, as agropecuárias precisam de planejamento prévio. Duas vezes por ano, as lojas recebem lotes da vacina e os proprietários são orientados pela coordenadoria da defesa agropecuária. Marcos Valério é dono de uma agropecuária e conta que as doses da vacina devem fica em geladeiras. Não podem ser guardadas em temperaturas abaixo de 2ºC e nem acima de 8ºC. Segundo ele, toda vacina recebida pela loja é registrada. Além desses cuidados para garantir a qualidade e eficácia, os criadores são orientados sobre o preenchimento da declaração de imunização, que esse ano, por conta da pandemia, também pode ser feita pela internet. O prazo pra entrega da declaração termina no dia 7 de dezembro. O médico veterinário Reynaldo Landgraf explica que a doença é altamente contagiosa e pode condenar rebanhos inteiros. O criador que deixa de vacinar paga multa de mais de R$ 138 por cabeça de gado. Se não comunicar os órgãos responsáveis sobre a vacinação, pode pagar quase R$ 83. A expectativa é que sejam vacinados mais de quatro milhões de bois e búfalos. A febre aftosa é uma doença infecciosa aguda causada por um vírus, geralmente identificada por meio de feridas na boca e nos pés dos animais.

Fim do comércio de animais selvagens em todo o mundo entra na pauta do G20

Aumenta a pressão internacional sobre problemas ambientais do Brasil, que não se limitam ao desmatamento da Amazônia, às queimadas no Pantanal ou à falta de ação contra mudanças climáticas, destacou o jornal O Globo nesta segunda-feira (23). Na pauta de grupos presentes à cúpula do G-20 neste fim de semana, em Riad, na Arábia Saudita, esteve o fim do comércio de animais selvagens em todo o mundo. Legal ou ilegal, esse tipo de comércio do qual o Brasil é fornecedor, se tornou assunto de interesse global com a pandemia de Covid-19, cuja origem está ligada ao contato de seres humanos com animais silvestres. O contato de seres humanos com animais selvagens levou ao surgimento de 70% das infecções surgidas nos últimos 50 anos, como HIV, ebola, Sars, Mers, gripes suína e aviária e, a pior de todas, a Covid-19. À frente da campanha “Me Deixa Ser Selvagem” está a ONG Proteção Animal Mundial (PAM), com sede no Reino Unido e ações em 50 países.  A PAM  entregou uma petição assinada por 1,1 milhão de pessoas aos líderes do G-20. “Esse comércio não é compatível com a segurança da Humanidade. É uma ameaça ao bem-estar humano e animal. A pandemia de coronavírus causou danos globais estimados em pelo menos U$ 15 trilhões, a venda de animais silvestres rende U$ 23 bilhões, segundo estimativas da ONU, ganhos por poucos em detrimento de todo o planeta. Perdem a saúde, a economia e a biodiversidade”, afirma João Almeida, gerente de campanha da PAM no Brasil. Ele lembra que o Brasil, dono da maior biodiversidade, é o país de origem de boa parte dos animais selvagens vendidos no mundo.  Justamente por isso uma carta assinada pela PAM e outras 40 instituições foi entregue ao ministro da Economia, Paulo Guedes, pedindo o apoio do Brasil ao fim do comércio de animais silvestres. “O desmatamento da Amazônia, a caça, tudo isso está relacionado com o tráfico de animais”, frisa ele. O comércio de animais silvestres movimenta um mercado ilegal de pets e serve às indústrias de moda, turismo, alimentação, medicina tradicional e caça esportiva. O relatório “Crueldade à Venda”, da PAM, diz que o número total de animais silvestres em cativeiro no país é desconhecido. Tampouco se sabe quantos são caçados. Dados da ONG Freeland Brasil mostram que só o estado de São Paulo apreende cerca de 30 mil animais por ano. Mas, legalmente, 37.937.619 aves são mantidas em cativeiro e 3.265.973 passarinhos vivem engaiolados no Brasil.

NA IMPRENSA

Agência Câmara – Projeto pune estabelecimento que não informar sobre venda de produto ‘lácteo’ não derivado do leite

Folha de S.Paulo – Vacinação inédita no mundo busca salvar mico-leão-dourado da febre amarela 

O Estado de S.Paulo – China quer ‘descarbonizar’ economia e cobra o agro

O Estado de S.Paulo – Pets a bordo: quais podem viajar na cabine?

O Estado de S.Paulo – O cão que vive sobre as ondas

O Globo – Fim do comércio de animais selvagens em todo o mundo entra na pauta do G20 

O Globo – Bolsonaro defende reforma da OMC na abertura da cúpula do G-20, com redução de subsídios a bens agrícolas 

O Globo – Justiça manda resgatar cão da raça boxer que vivia solitário no Cafubá, em Niterói

O Globo – Petz quer fisgar cliente antes mesmo de ele ter seu pet, conta CEO Sérgio Zimerman

G1 – O plano para transformar metade do mundo em reserva ambiental

G1 – Após recordes de desmatamento e queimadas, Bolsonaro diz no G20 que sofre ‘ataques injustificados’ de ‘nações menos competitivas e menos sustentáveis’
G1 – Novo site do Ministério do Meio Ambiente não tem informações sobre áreas protegidas

G1 – Importação chinesa de carne suína avança 80% em outubro

G1 – Leilões de gado reabrem ao público no noroeste paulista

G1 – Aumento dos custos de produção do leite preocupa criadores de vaca em MG

G1 – Tempo seco diminui a produção de leite no centro-oeste paulista
G1 – Seca prejudica agricultura e pecuária de Santa Catarina

G1 – Vacina contra febre aftosa é importante proteção para o rebanho

G1 – Operação de combate ao tráfico de animais silvestres cumpre mandados em SC, SP e RS 

G1 – Denúncia anônima aponta rinha de galo com dezenas de animais em Araçariguama

G1 – Aparecimento de animais silvestres em áreas urbanas de Teresina tem relação com queimadas, diz polícia ambiental

G1 – Valorização do boi estimula a criação desses animais em toda Bahia

Valor Econômico – JBS captou R$ 1,9 bi com emissão de CRAs lastreados em debêntures

Valor Econômico – Importações chinesas de carne suína aumentaram 80% em outubro

Valor Econômico – JBS USA cobrirá todos os custos de saúde relacionados à covid-19 de seus empregados

CNA – Prestes a abrir mão da piscicultura, produtor encontra no Senar as respostas para melhorar a produtividade

CNA – Cadeia de lácteos cria “livro de cabeceira” do setor

CNA – Produção de carne de qualidade e uso de ILPF são destaques no Agro pelo Brasil

Embrapa – Embrapa Pecuária Sul realiza capacitação para técnicos do projeto Recuperação de Biomas
Embrapa – Audiências públicas com candidatos a chefe-geral da Embrapa Pesca e Aquicultura estão marcadas

AgroLink – Freio do Proprietário define campeões do ciclo no final de semana

AgroLink – Ordenha robotizada chega para produção de leite A2

AgroLink – Sindilat realiza eleição de diretoria para gestão 2021/2023

AgroLink – Trajano Silva Remates abre inscrições para o Mancha Crioula 2021

AgroLink – Ovos seguem com valores em alta

AgroLink – TO: criador deve vacinar contra aftosa até dia 30

AgroLink – Guatambu, Alvorada e Caty realizam segunda etapa do leilão de Primavera

AgroLink – Melhores domadores do ano são premiados na final em Esteio

AgroLink – Recuos nos preços da vaca e novilha para abate

AgroLink – Queda no preço da carne bovina no atacado

AgroLink – V Workshop sobre Sanidade e Produção de Ovos

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