Pesquisa nos Estados Unidos quer integrar avião agrícola e drones

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Pesquisa nos Estados Unidos quer integrar avião agrícola e drones

A Universidade Estadual do Mississippi, nos Estados Unidos, está realizando uma pesquisa para identificar os padrões de voos aeroagrícolas no país e criar modelos para integração segura com operações de drones. O trabalho está a cargo do Laboratório de Pesquisa de Voo Raspet, da instituição, destacou o portal AgroLink. Segundo o diretor do laboratório, Tom Brooks, os chamados sistemas de aeronaves não tripuladas aumentam cada vez e a intenção é garantir a segurança em campo. Segundo dados da Associação Nacional de Aviação Agrícola do país (NAAA), os operadores agrícolas norte-americanos tratam anualmente cerca de 51 milhões de hectares de lavouras, voando a três metros do solo e a mais de 200 quilômetros por hora. Em suas operações, os pilotos agrícolas avaliam os obstáculos fixos, curvatura do terreno e outros dados revisados no planejamento das operações. Porém, é muito difícil para eles avistarem um drone em voo durante o trabalho sobre a lavoura. O estudo da MSU pretende também gerar subsídios para qualificar o treinamento dos operadores de aparelhos remotos. Para isso, além as áreas operadas pelos pilotos agrícolas, a pesquisa está avaliando dados como como as taxas de subida e descida das aeronaves, velocidades de pulverização e cruzeiro, raios de curvas de retorno (balão) e outras informações.

CNA e Federações discutem abastecimento de defensivos e fertilizantes

A Comissão Nacional de Cereais, Fibras e Oleaginosas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) se reuniu, nesta quarta (3), para discutir o abastecimento e o fornecimento de defensivos agrícolas e fertilizantes nas principais regiões produtoras de grãos do país. A CNA destacou que os membros do colegiado relataram alguns problemas que já vêm ocorrendo, como o preço elevado de fertilizantes e defensivos, principalmente de herbicidas, o atraso na entrega de produtos e a quebra de pedidos e contratos de compra previamente estabelecidos pelos fornecedores. Segundo representantes das federações de agricultura dos estados e de associações do setor de grãos, os problemas de abastecimento, apesar de preocupantes e graves, ainda são pontuais para a safra de verão, mas os produtores estão apreensivos com o possível cenário para as compras da segunda safra do ciclo 2021/2022 e para a safra 2022/2023.O diretor técnico adjunto da CNA, Reginaldo Minaré, explicou que o problema tem origem internacional e a Confederação tem trabalhado para entender a situação nos países originadores das principais matérias-primas, de forma a subsidiar as discussões no Brasil.

Brasileiros enfrentam dificuldades para substituir paraquat

Três anos após a proibição do herbicida paraquate no Brasil, os agricultores ainda enfrentam dificuldades para encontrar substitutos a esse herbicida de amplo espectro pertencente ao grupo químico bipirilídio, que age no fotossistema das plantas invasoras. É o que informa o portal especializado Global Crop Protection. Em matéria o portal Agrolink destacou que na ausência do paraquate, os agricultores passaram a utilizar substitutos indiretos, como o diquate e o glufosinato de amônio, o que fez com que a demanda desses defensivos aumentasse expressivamente no último ano. Além da alta demanda, a elevação dos preços também se deve aos problemas logísticos na China, já que 50% do diquate e 48% do glufosinato é de origem chinesa. O uso do paraquate foi proibido no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), em setembro de 2017. Por ser um dos agroquímicos mais utilizados na agricultura brasileira, a ANVISA permitiu que os estoques do produto fossem utilizados até o mês de Julho de 2021 para minimizar os impactos econômicos e produtivos das culturas.

’Biocombustíveis são solução imediata’, diz especialista

O Brasil já comprovou que os biocombustíveis têm um papel concreto e imediato para a transição energética global para uma matriz mais limpa. Essa foi a mensagem de Erasmo Carlos Battistella, CEO da BSBIOS, durante a apresentação ’Biocombustíveis – uma solução real’, realizada nesta quarta-feira (03) no Pavilhão Brasil da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas de 2021 (COP26). Battistella destacou a experiência da trajetória brasileira, o que permitiu ao país ter 25% da matriz com uso de biocombustíveis, sendo 5% com biodiesel. Segundo o portal Agrolink, o empresário também destacou a importância de convencer os investidores institucionais e os setores financeiros a comprometer quantias significativas de capital no combate às mudanças climáticas. O próprio ECB Group já está explorando o potencial dos biocombustíveis da segunda onda por meio do projeto Omega Green, um investimento de 1 bilhão de dólares em uma biorrefinaria de biocombustíveis avançados no Paraguai, com início de operação previsto para 2025.A iniciativa será a primeira desse tipo no hemisfério sul para produção do diesel renovável HVO (Hydrotreated Vegetable Oil), o combustível renovável para aviação (Synthetic Paraffinic Kerosene – SPK), também conhecido como Sustainable Aviation Fuel (SAF) e o Green Naphtha (usado na indústria química para fazer plástico verde, entre outros produtos).Alguns países categorizam os biocombustíveis como uma energia de transição, mas eles têm um papel muito maior do que isso.É importante notar também que o aumento da produção de biocombustíveis ajuda a impulsionar a produção de alimentos. Isso porque o farelo resultante dessa produção é usado na produção de proteína animal. A América Latina tem potencial para produzir muito mais matéria-prima para biocombustíveis e terá um papel importante na redução das emissões globais, sem afetar a floresta.

 

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