Pesquisa no país encontra resíduos de defensivos em 11% dos alimentos

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Pesquisa no país encontra resíduos de defensivos em 11% dos alimentos

Uma pesquisa feita pelo Ministério da Agricultura entre 2019 e 2020 encontrou resíduos de agrotóxicos e contaminantes químicos e biológicos fora do nível de conformidade em 11% das amostras de produtos de origem vegetal. Segundo informou o Valor Econômico, o percentual é maior que o da pesquisa anterior, feita entre 2015 e 2018, quando foi de 8%, mas em um universo de 4,4 mil amostras, superior ao da nova pesquisa, em que elas somaram 2,6 mil, de 37 produtos de origem vegetal. Entre os 11% de amostras com algum tipo de inconformidade, a maioria (dez pontos percentuais) estava relacionada a resíduos de defensivos agrícolas. O restante mostrou presença de contaminantes, como salmonella e micotoxinas. Desde 2019, a fiscalização do ministério passou a autuar as irregularidades e já aplicou mais de R$ 4 milhões em multas. As inconformidades não significam, necessariamente, que os produtos representam risco à saúde. Das 2.601 amostras coletadas (de 37 produtos de origem vegetal), 1.777 foram direcionadas para o monitoramento de ocorrência de resíduos de defensivos agrícolas. Dessas, 1.521 estavam dentro das conformidades e 256, não. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Fornecimento de fertilizantes da Rússia traz segurança, diz Conab

No médio prazo, a garantia de entrega de fertilizantes, assegurada tanto pelo governo como pelas empresas russas, traz segurança para a manutenção da boa produtividade nas próximas safras brasileiras. Esta é a análise do diretor de Política Agrícola e Informações da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Sergio De Zen, informou o Canal Rural. O cumprimento dos contratos de fornecimento de fertilizantes para o Brasil foi ratificado em reunião realizada entre a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Tereza Cristina, e autoridades do governo russo, além de representantes de empresas dos insumos daquele país. “O Brasil depende de insumos importados para manter a produtividade. Então, o principal objetivo foi o pacto dos fornecedores de que eles irão cumprir os contratos, e a garantia de que farão novos acordos assegurando o fornecimento nas próximas safras. Um compromisso com o principal fornecedor desses fertilizantes é importante para termos segurança de que vamos ter o insumo para poder manter a produtividade, e isso é fundamental para a segurança alimentar do Brasil e dos países que dependem do alimento brasileiro”, destaca De Zen. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Ministro prevê que Brasil será capaz de exportar US$ 10 bi em crédito de carbono

O ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, fez uma previsão, nesta segunda-feira (22) de que o Brasil poderá ser capaz de exportar US$ 10 bilhões em crédito de carbono depois que o assunto foi debatido durante a Convenção do Clima de Glasgow (COP-26), informou o Estado de S. Paulo. O mercado total, conforme ele, deve ser de US$ 50 bilhões, mas o ministro não identificou sobre qual período falava durante uma entrevista coletiva para fazer um balanço da participação do Brasil na COP-26. Na Conferência do Clima, líderes de quase 200 nações aprovaram um acordo define regras para a negociação de créditos com base na quantidade de emissões de gases de CO2 feitas ou evitadas na atmosfera. Alguns países têm seus mercados internos regulamentados e outros operam com mecanismos voluntários, como é o caso do Brasil. O sistema internacional – cujos detalhes da operação ainda serão definidos – é um passo para que países onde existem grandes áreas de absorção de CO2 (como a Amazônia) possam negociar títulos com nações poluentes, que precisam compensar o excesso de emissões na atmosfera. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Petrobras diz que não atenderá toda demanda por combustíveis em dezembro

A Petrobras não atenderá todos os pedidos de distribuidoras por combustíveis em dezembro, em meio à manutenção de um cenário de demanda atípica vista também em novembro, disse a companhia em nota à Reuters após ser consultada. Segundo a Folha de S. Paulo, a companhia, que opera atualmente seu parque de refino com fator de utilização de aproximadamente 87%, disse ainda que há atualmente dezenas de empresas cadastradas na ANP, reguladora do setor, aptas para importação de combustíveis e que possuem condições de atender essa demanda adicional. O cenário ocorre enquanto importadoras e distribuidoras de combustíveis têm apontado defasagem nos preços de diesel e gasolina praticados pela Petrobras no mercado interno em relação ao exterior. Isso torna o valor do combustível da estatal mais baixo que o importado, gerando uma escalada de pedidos. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

 

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