Pesquisa faz reconhecimento facial de bovinos em Mato Grosso do Sul

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A identificação individual de animais no campo poderá ser feita por câmeras no futuro, aposentando a marca a fogo ou mesmo os mais modernos brincos. Em estudo conduzido pela Embrapa e a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, as imagens capturadas por câmeras de drones ou fixas nos cochos, depois analisadas por programas computacionais, foram suficientes para separar os animais por diferenças de perfil, lateral do corpo ou a própria face, destacou o Valor Econômico nesta terça-feira (16). A tecnologia é similar à de reconhecimento facial dos aeroportos, utilizada para encontrar na multidão o rosto de criminosos. Entre os 51 bovinos monitorados, de raças, sexo e idades diferentes, a precisão do reconhecimento ficou entre 98,9% e 99,9%. O resultado foi obtido depois de um treinamento para o aprendizado de máquina que contou com um banco de mais de 27 mil fotos desses animais, extraídas de vídeos curtos. As imagens foram coletadas no Núcleo de Conservação de Bovinos Pantaneiros de Aquidauana (Nubopan), na Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS). Weber planeja criar ainda um aplicativo, que dará acesso às imagens pelo celular. A ferramenta deverá acelerar a identificação dos animais não só em um corredor de exportação ou nas fazendas, mas também em áreas de exposição em feiras agropecuárias, por exemplo. Dentro do projeto Pecuária do Futuro, a Embrapa também busca soluções específicas para o Pantanal, como um sistema de alerta para cheias e incêndios e uma ferramenta para orientar as decisões sobre o plantio de pastagens exóticas no bioma.

Proporção de cálcio e fósforo na ração é determinante para a qualidade de casca dos ovos

O cálcio é um componente essencial para o desenvolvimento das aves de postura, pois participa da constituição óssea e é responsável pela formação da casca dos ovos. Alfredo Lora, consultor técnico da Trouw Nutrition, alerta que este “nutriente deve ser usado na dieta em todas as fases da vida das poedeiras”. Segundo o portal Portal do Agronegócio o mineral está presente em várias matérias-primas, como milho e soja, mas principalmente nas farinhas de carne e ossos, fosfato, calcário e farinha de ostras. O técnico da Trouw Nutrition destaca que a correta absorção também está ligada a fatores como granulometria, quantidade de vitamina D, presença de fitato na ração, altas temperaturas ambientais, idade das aves e ausência de minerais orgânicos, como zinco e manganês. Em casos de excesso de cálcio na ração, a absorção do fósforo – importante para o crescimento – será afetada, impactando no metabolismo de proteínas, gordura corporal e equilíbrio ácido-base do sangue. Isso também pode reduzir o aproveitamento de zinco e manganês, minerais que participam ativamente da formação do ovo. O especialista da Trouw Nutrition recomenda frequentes análises laboratoriais das matérias-primas para determinar a proporção ideal de cálcio e fósforo, que deve ser de 2,15 Ca/P. Com o auxílio de um nutricionista especializado, o avicultor poderá determinar quanto incluir de farinha de carne e ossos na formulação da ração. Para temperaturas elevadas, que tornam as aves susceptíveis ao estresse, o consultor técnico da Trouw Nutrition indica o uso de bicarbonato de sódio para manter o equilíbrio com o cálcio. “Enzimas como a fitase, que ajudam a separar o ácido fítico das rações, liberando o fósforo e mantendo o melhor equilíbrio com o cálcio, também representam excelente ferramenta com ótimos resultados”.

Pecuária deve ter 1º semestre difícil, com aperto na margem dos frigoríficos, aponta instituição

O Instituto Mato-Grossense da Carne (Imac) prevê um primeiro semestre difícil para o setor de proteína animal, informou a Revista Globo Rural nesta terça-feira (16). Isso porque as indústrias têm operado com margens apertadas diante do aumento nos preços da arroba do boi gordo e da manutenção dos preços da carne no atacado. “É um momento de atenção redobrada, pois as vendas no mercado interno estão estagnadas e as exportações iniciaram 2021 em ritmo mais lento”, disse em nota o diretor de Operações do Imac, Bruno de Jesus Andrade. A valorização dos animais está calcada na redução da oferta, com uma queda de 18% no volume de animais abatidos no Estado em janeiro e fevereiro deste ano ante os mesmos meses do ano passado. E o principal motivo, observa o instituto, é o movimento de retenção de fêmeas para recomposição do rebanho, dados os preços remuneradores do gado de reposição. O Imac aponta, contudo, que o retorno do auxílio emergencial pode dar um fôlego ao mercado doméstico e funcionar como um fator de sustentação dos preços da carne. Além disso, as exportações tendem a se recuperar nos próximos meses, amenizando a situação dos frigoríficos. Nos primeiros dois meses do ano, foram comercializadas 51,4 mil toneladas de carne bovina do Estado para o mercado externo, 7% a menos do que o obtido no mesmo período de 2020. A receita com as exportações, por sua vez, recuou 6% no primeiro bimestre do ano.

Primeiro remédio sem testes em animais pode abrir caminho para a abolição da experimentação animal

Submetido à análise da Food and Drug Administration (FDA), agência federal do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos similar à brasileira Anvisa, o primeiro medicamento produzido sem a exploração de animais em testes pode abrir caminho para o fim da experimentação animal, caso a agência aprove o seu registro. De acordo com o portal Anda desenvolvido para auxiliar no tratamento de câncer, o remédio não foi testado em animais cruelmente explorados pela ciência. Desta vez, o método utilizado foi um chip de simulação de órgãos humanos. Além de mais eficaz, rápida e econômica, a alternativa também é ética, já que livra inúmeros animais de um destino repleto de sofrimento. O marco na história dos direitos animais é de responsabilidade dos cientistas da Hebrew University of Jerusalem, situada em Israel, e foi relatado em um artigo publicado no periódico científico Science Translational Medicine. Os pesquisadores acreditam que conseguirão obter o registro do medicamento sem explorar animais em ensaios científicos. “Até onde sabemos, esta é a primeira vez que uma droga está dando esse passo sem testes em animais, e a razão é que eliminamos essa necessidade usando nossa tecnologia de “humano em um chip””, disse o professor Yaakov Nahmias, principal autor do estudo, em entrevista ao jornal Times of Israel. “Esta é a primeira demonstração de que podemos usar essa tecnologia para contornar experimentos com animais, e isso pode levar ao desenvolvimento de medicamentos mais rápidos, seguros e eficazes. Levar um medicamento ao ponto de testes clínicos normalmente leva de quatro a seis anos, centenas de animais e custa milhões de dólares. Fizemos isso em oito meses, sem um único animal e por uma fração do custo”, continuou. O foco do medicamento é o combate à problemas renais causados por remédios que tratam pacientes com câncer.

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G1 – Área financiada pelo Programa ABC cresceu 47% no segundo semestre de 2020, diz Ministério da Agricultura

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Valor Econômico – BRF vai demitir 150 funcionários em unidade no Paraná

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CLDF – Projetos sobre proteção de animais são aprovados na CDESCTMAT

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Anda – Onças-pintadas em parques protegidos no Suriname continuam vulneráveis à caça

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Anda – Tubarão morto após encalhe é arrastado e tem pedaços de madeira enfiados na boca

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Anda – O aumento da temperatura global ameaça cadeias alimentares e a sobrevivência de animais maiores

Anda – Empresa de energia eólica promete ajudar a salvar condores ameaçados

Anda – Pesca ameaça grandes santuários marinhos da América Latina

Canal Rural – Sistema desenvolvido no Brasil identifica cada bovino no campo por ‘reconhecimento facial’

Canal Rural – Primeiro semestre de 2021 será difícil para o setor de proteína animal, diz instituto

Canal Rural – Crimes no campo contam com a participação de funcionários e parentes

Canal Rural – Boi gordo: tendência é de manutenção de preços mais altos no curto prazo, diz Safras

Canal Rural – Suínos: quais ações de manejo e tipo de nutrição são prejudiciais?

Canal Rural – Leite: custos sobem 29% em fevereiro e pressionam lucro do produtor

Portal do Agronegócio – Proporção de cálcio e fósforo na ração é determinante para a qualidade de casca dos ovos

Portal do Agronegócio – Exportação de carne suína pode bater recorde neste mês de março

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