Pela primeira vez, Petrobras usa duto para transporte de querosene de aviação

Home/Informativo/Pela primeira vez, Petrobras usa duto para transporte de querosene de aviação

Pela primeira vez, Petrobras usa duto para transporte de querosene de aviação

O transporte de querosene de avião por meio de dutos foi iniciado no final de março como teste em Brasília, informou o Correio Braziliense. Segundo a Petrobras, a operação poderá diminuir custos e acelerar a entrega dos insumos. ’Esta nova operação traz mais uma alternativa confiável para o suprimento de querosene de avião a Brasília, diminuindo a dependência do modal rodoviário. Até então, as entregas deste combustível à cidade eram feitas somente a partir das refinarias de Betim e Paulínia, de onde as distribuidoras transportam o produto por rodovia até Brasília’, afirma a estatal.O transporte do insumo é feito por meio do oleoduto OSBRA e entrega rodoviária no terminal da Transpetro. O OSBRA transporta derivados de petróleo da Refinaria de Paulínia para o Centro-Oeste. ’A operação de bombeio de QAV pelo OSBRA está em fase de testes e tem apresentado resultados positivos tanto quanto à qualidade do produto como quanto às condições de operação’, frisou. Após a conclusão da fase de testes, que deve acabar em meados de setembro, a Petrobras estima iniciar a comercialização oficialmente ao Aeroporto de Brasília, neste modelo.

Pedido de revisão em política da Petrobras se espalha por setores da economia

As pressões por revisão na política de paridade internacional de preços da Petrobras deixaram de ser um discurso vinculado aos caminhoneiros e começam a se espalhar por diversos setores da economia, destacou matéria da Folha de S. Paulo. Marco Aurélio Barcelos, diretor-presidente da ABCR (associação de concessionárias de rodovias), diz que há um alerta vermelho no setor em relação ao aumento nos preços. O diretor da ABCR afirma que há conversas com o Ministério da Infraestrutura e a ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) sobre alternativas para contornar a situação, que atinge contratos vigentes e futuros. José Carlos Martins, presidente da CBIC (indústria da construção, que também foi atingida pelo aumento do diesel e do asfalto), reclama de monopólio. O presidente da Abiplast (associação da indústria de plásticos), José Ricardo Roriz, também defende revisão na política vigente. A ANTF (Associação Nacional dos Transportadores Ferroviários) diz que não defende a revisão dos preços da Petrobras, mas tem direcionado seus esforços para equilibrar o fluxo de caixa das concessionárias, que sofrem com o alto preço do diesel. O combustível responde por cerca de 35% do custo operacional de uma ferrovia. Segundo ele, o setor está preparando um estudo para enviar à ANTT falando sobre os impactos do mega-aumento na operação e na construção de novas ferrovias. A Abear, associação que reúne as grandes companhias aéreas no Brasil, também se manifesta a favor de revisão na política de paridade internacional de preços da Petrobras, especialmente após o novo aumento no preço do QAV (querosene de aviação), na sexta (1º), que superou 18% em Guarulhos e outros aeroportos. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Ministro da Agricultura propõe extração de minerais estratégicos em terras indígenas

O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Marcos Montes, participou nesta terça-feira (5), da sua primeira reunião com a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) depois da posse, na semana passada. O encontro discutiu a questão dos fertilizantes, informou o Canal Rural. Um dos projetos colocados no debate é o que permite a mineração em terras indígenas. Montes defende o projeto, mas propôs que seja feito de forma concentrada na extração de minerais estratégicos para o Brasil, como os fertilizantes. O presidente da FPA, deputado federal Sergio Souza (MDB – PR), concordou com o ministro e disse que essa separação “é o que a Frente Parlamentar vai tocar”. Souza ressaltou que outras pautas também são necessárias para que a mineração em terras indígenas possa andar. “Temos alguns entraves: o licenciamento ambiental e um outro entrave, que caminhamos muito forte nos últimos anos, é essa questão da cabotagem. Nós temos uma dificuldade enorme na cabotagem internamente”, pontuou o deputado. O diretor Geologia e Recursos Minerais do Serviço Geológico do Brasil (SGB), Marcio Remédio, também participou da reunião da FPA. Ele comentou sobre o modelo de extração de minerais em terras indígenas no Canadá. Na visão de Remédio, é possível fazer algo similar no Brasil. “Se produz, se investe em mineração em ambientes com segurança jurídica. O governo canadense atuou fortemente nesse processo de regulamentação desse processo. Hoje, 80% dos contratos da mineração canadense são feitos entre empresas e indígenas”, afirmou. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Painel debate estratégias de racionalização de fertilizantes

O uso racional de fertilizantes em tempos de crise será tema do painel que a Embrapa Soja irá promover, em parceria com a Sociedade Rural do Paraná e a cooperativa Cocamar, no dia 6 de abril, às 16h, no pavilhão SmartAgro, durante a Expo Londrina 2022, realizada no Parque de Exposições Ney Braga, em Londrina (PR). Segundo informou a Embrapa, a proposta é possibilitar uma conversa técnica sobre o tema entre Adilson de Oliveira Jr., pesquisador da Embrapa Soja, Rodrigo Sakurada, gerente técnico da Cocamar e Antonio Sampaio, presidente da Sociedade Rural do Paraná. O bate-papo, que terá moderação do pesquisador Fábio Álvares de Oliveira, da Embrapa Soja, é gratuito e as inscrições podem ser feitas no local. O Brasil importa grande parte dos fertilizantes usados na agropecuária nacional. O Plano Nacional de Fertilizantes, lançado pelo governo federal em março de 2022, tem como meta diminuir a dependência de importações, em 2050, de 85% para 45%. Neste contexto de dependência, a crise provocada pelo conflito entre Rússia e Ucrânia sinaliza para a falta de abastecimento do produto e para o aumento dos preços no mercado, afirma Oliveira Jr. “Trata-se de uma discussão de extrema importância, especialmente, pelo momento que vivemos, com problemas no fornecimento e, consequente, alta nos preços dos fertilizantes. Temos que sentar e juntos discutirmos a questão para encontrarmos caminhos para mitigar o impacto dessa realidade nos custos de produção. Tenho certeza que será um debate bastante rico”, declara Sampaio. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

 

Veja outras notícias

Agência Senado
CRA debate nesta quinta impactos da falta de regularização fundiária

Folha de S. Paulo
Pedido de revisão em política da Petrobras se espalha por setores da economia

O Estado de S. Paulo
Petrobras: conheça os nomes que estão sondados para o comando da estatal

Valor Econômico
Gasto com defensivo em lavouras de trigo cresceu 19% na última safra

Valor Econômico
Ministro da Agricultura defende mineração em terras indígenas

Valor Econômico
Belarus tenta ‘voltar ao jogo’ no comércio de potássio

Valor Econômico
Índice Ceagesp subiu 4,89% em março

Anac
Aprovado reequilíbrio econômico-financeiro de 2021 para o Aeroporto de Confins

Mapa
Mapa seleciona projetos para fortalecer produtos e serviços da sociobiodiversidade na Amazônia Legal

Embrapa
Embrapa Cocais contribui com modelagem computacional de emissões de gases de efeito estufa

Embrapa
Painel debate estratégias de racionalização de fertilizantes

Embrapa
Embrapa na Anufood Brazil 2022

CNA
CNA e entidades do agro apresentam prioridades para reforma tributária

CNA
CNA analisa nova Plataforma de Governança Territorial do Incra

AgroLink
Rápidos avanços tecnológicos em agroquímicos na América Latina

Canal Rural
Ministro da Agricultura propõe extração de minerais estratégicos em terras indígenas 

Canal Rural
Carteira rural do Sicredi cresce 41% em 2021 e atinge R$ 47,2 bilhões

Canal Rural
Congresso debate aspectos jurídicos e regulatórios do agro nacional

Portal do Agronegócio
Plano prevê acelerar regularização ambiental nos imóveis rurais

Portal do Agronegócio
FERTILIZANTES: Mercado se reorganiza diante de escassez de insumos

Revista Globo Rural
Plano de fertilizantes deve dar resultado só em cinco anos, diz ex-ministro

Correio Braziliense
Pela primeira vez, Petrobras usa duto para transporte de querosene de aviação