Parceria vai desenvolver biológicos para saúde animal

//Parceria vai desenvolver biológicos para saúde animal
A divisão de saúde animal da alemã Boehringer Ingelheim e o também alemão Instituto Fraunhofer de Biologia Molecular e Ecologia Aplicada (IME) anunciaram, nesta quinta-feira (29), uma parceria para fornecer produtos naturais de base microbiana para o desenvolvimento de soluções de última geração para a área de saúde animal contra doenças parasitárias. Segundo o portal AgroLink os termos financeiros do acordo não foram divulgados. O projeto de pesquisa utilizará uma coleção de cepas microbianas da Fraunhofer, cuja maioria das partes são isoladas de ambientes associados a invertebrados. Com isso a empresa pretende aumentar o fornecimento de parasiticidas de origem natural, com foco em bem-estar animal e humano. “Este projeto é o primeiro da nossa parceria estratégica, que já vem sendo expandida”, afirma Paul Selzer, Head of Molecular Discovery da Boehringer Ingelheim Saúde Animal. A IME acredita que a plataforma de descoberta de produtos naturais de última geração e os recursos analíticos promoverão a descoberta eficiente de novas estruturas bioativas. Até então a instituição não havia feito projetos voltados para o setor veterinário. A colaboração se dará em âmbito global. “Iremos alavancar a descoberta de novos produtos químicos naturais que servirão de pontos de partida para a produção de soluções de saúde animal de origem animal”, comenta Till Schäberle, Head do Departamento de Produtos Naturais da Fraunhofer IME.

Produtor poderá emitir Guia de Trânsito Animal (GTA) logo após vacinação

A segunda etapa da campanha de vacinação contra a febre aftosa começa com novidade e menos burocracia, o produtor rural não precisará mais cumprir os prazos de carências exigidos após vacinar os animais, informou o portal AgroLink nesta quinta-feira (29). A autorização está prevista na Instrução Normativa nº 48, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), com isso, assim que o pecuarista vacinar os bovídeos (bovinos e bubalinos) e declarar o ato poderá a emitir a Guia de Trânsito Animal (GTA). Antes da medida, era preciso cumprir uma carência de 15 dias para os animais vacinados pela primeira vez e sete dias para aqueles que já tinham duas vacinações comprovadas. “É mais um grande passo rumo a retirada da vacinação, além de facilitar a comercialização por parte dos produtores rurais que tinham que aguardar alguns dias para seguir as exigências”, avalia o presidente da Adapec, Alberto Mendes da Rocha. De acordo com o responsável pelo Programa Estadual de Erradicação da Febre Aftosa do Tocantins, João Eduardo Pires, a mudança vem agregar no processo de avanço do status sanitário para livre da doença sem vacinação. “Nosso objetivo é seguir todas as diretrizes e acompanhar os progressos. Nesta etapa serão vacinados cerca de 4 milhões de animais com até 24 meses de idade, já com a possibilidade de transitarem com a GTA de forma imediata”, destaca. A segunda etapa da campanha contra a enfermidade ocorrerá entre os dias 1º e 30 de novembro. A declaração foi estendida para até 31 de dezembro.

Novas leis do Distrito Federal reforçam medidas de proteção aos animais e punição a agressores

Estão em vigor no Distrito Federal novas leis que tornam mais rigorosa a punição por maus-tratos contra animais. As normas são de autoria de deputados distritais e foram sancionadas pelo governador Ibaneis Rocha (MDB) nesta terça-feira (28). De acordo com o G1, ao todo, foram publicadas três leis. Entre elas está a instituição de uma data comemorativa para incentivo à adoção de pets. Outra regra proíbe o uso de coleiras de choque. Uma das leis também estabelece medidas para endurecer a punição contra os agressores. Os infratores passam a ser obrigados a “custear ou arcar com as despesas veterinárias decorrentes de qualquer lesão sofrida pelo animal nas hipóteses de atropelamento e violência em geral”. Em nota divulgada pelo GDF, o Instituto Brasília Ambiental (Ibram) considera a medida um avanço. Segundo o Ibram, antes da norma, a definição sobre a responsabilidade de arcar com o tratamento médico “ficava em aberto, e algumas vezes os fiscais pagavam do próprio bolso esses custos”. A regra faz parte do texto de autoria do deputado distrital Eduardo Pedrosa (PTC). A lei determina ainda que os agressores participem de “cursos de capacitação em temas voltados à dignidade e proteção dos animais”. Infratores passam a ser impedidos de ter a tutela de qualquer animal, por um período de três a cinco anos, em caso de ofensa à integridade física. Norma semelhante já está em vigor por lei federal aprovada pelo Congresso Nacional em setembro deste ano, que trata de cães e gatos. Outra lei sancionada, de autoria do deputado distrital Daniel Donizet (PSDB), proíbe o uso de coleira de choque, equipamento utilizado para cessar latidos. Ao propor a lei, o parlamentar alegou que “especialistas em comportamento animal afirmam que o meio mais adequado para conter latidos de cachorros é investigar as causas do comportamento e corrigi-la por adestramento”. Quem desobedecer a norma deve ser advertido. Caso a regra ainda assim continue sendo descumprida, o tutor ou responsável deve ser multado em R$ 1 mil por animal que se submeteu à coleira. O valor é dobrado em caso de reincidência. O distrital Daniel Donizet também é autor da lei institui o Dia da Adoção Animal, a ser comemorado em 4 de outubro. O objetivo é combater o abandono de animais. No DF, pessoas interessadas na adoção podem entrar em contato com a Gerência de Vigilância de Zoonoses da Secretaria de Saúde do Distrito Federal. O local fica aberto de segunda a sexta-feira, das 11h às 17h, no Setor Noroeste ( trecho 2 lote 4). Outras instituições não governamentais acolhem cães e gatos para adoção. Veja algumas delas: Eu amo, eu cuido: (61) 99161-3707 // Rede social: @euamo_eucuido. Toca segura: (61) 99228-7569 // Rede social: @tocasegura. Projeto Acalanto: (61) 99107-6989 // Rede social: @projetoacalantodf. Projeto ‘Espalhando amor’: (61) 98187-0789. Rede de ONGs Áume: (61) 99267-1818 // Rede social: @aume.associacao. Conheça mais instituições sociais na página do Ajuda Aí.

Áreas financiadas pelo Programa Agricultura de Baixo Carbono crescem quase 98% de julho a setembro

No primeiro trimestre do atual ano-safra (julho a setembro), as áreas agropecuárias com tecnologias de redução dos gases do efeito estufa financiadas pela linha de crédito do Programa ABC (Agricultura de Baixa Emissão de Carbono) passaram de 245 mil hectares para 485,1 mil hectares, crescimento de 97,9% na comparação ao mesmo período de 2019. O levantamento, divulgado nesta quarta-feira (28), é do Departamento de Produção Sustentável e Irrigação (Depros), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, com base em dados do sistema Sicor do Banco Central. No período, as operações totalizaram R$1,068 bilhão, aumento de 36,8% em relação a julho-setembro de 2019. O número de contratos também cresceu, de 796 para 1.202 (51%). O auditor fiscal federal agropecuário e responsável pelo levantamento, Roberto Rocha, destaca que o Programa ABC integra o Plano de Agricultura de Baixa Emissão de Carbono – Plano ABC, uma política nacional focada em estimular a agricultura sustentável. A diretora do Depros, Mariane Crespolini, destaca que o Plano ABC passa por uma revisão para o próximo ciclo, de 2021 a 2030. As tecnologias envolvem recuperação de pastagens degradadas, integração lavoura-pecuária-floresta, sistema plantio direto, fixação biológica de nitrogênio, florestas plantadas e tratamento de dejetos animais. Os produtores rurais de Mato Grosso foram os que mais buscaram o financiamento e os de Mato Grosso do Sul foram os que mais expandiram a área com a adoção de práticas de baixa emissão de carbono, totalizando mais de R$ 163,9 milhões contratados e 167 mil hectares (ha) de área financiada, respectivamente. Em relação ao valor financiado, aparecem em seguida Minas Gerais (R$ 156,3 milhões) e Goiás (R$ 116,5 milhões). Quanto à área financiada, os estados seguintes são: Mato Grosso  (66,8 mil ha) e Minas Gerais (46,1 mil ha). Na análise por região, Centro-Oeste lidera em valor contratado e área financiada, com R$ 361,6 milhões em uma área superior a 271,4 mil hectares (área maior do que foi financiado em todo o Brasil no mesmo período do ano-safra anterior). O Sudeste ficou com o segundo lugar no quesito valor contratado, com mais de R$ 250 milhões, e em terceiro lugar na área financiada (75,8 mil ha). O Nordeste somou, no primeiro trimestre do ano-safra, quase R$ 193,7 milhões (terceira posição) e área superior a 79 mil hectares (segunda posição). Os produtores do Norte tomaram mais de R$ 162 milhões para financiar mais de 41,8 mil hectares. O Sul totalizou quase R$ 100 milhões em financiamento em uma área de mais de 31 mil hectares. De 2010 a 2018, mais de 40 milhões de hectares adotaram as tecnologias previstas no Plano ABC, conforme publicação da Embrapa. Os dados consideram as áreas financiadas com recursos do Programa ABC, investimentos dos próprios produtores e outras linhas de créditos. Considerando apenas o financiamento do Programa ABC, a área agrícola com a adoção das tecnologias soma quase 10,5 milhões de hectares, maior que o território do estado de Pernambuco e do Distrito Federal juntos.

NA IMPRENSA

Folha de S.Paulo – Tartaruga mostrando o ‘dedo do meio’ vence concurso de fotos

Folha de S.Paulo – Rosa Weber derruba decisão de Ricardo Salles que tirava proteção de restingas e manguezais

O Estado de S.Paulo – Carne com bolhas brancas está contaminada e deve ser descartada, dizem especialistas

G1 – Com 2.825 pontos de incêndio, Pantanal tem pior outubro da história; entenda os dados

G1 – Rosa Weber suspende decisão do Conama que revogou proteção a manguezais e restingas

G1 – Pesquisadores registram pela primeira vez presença de tatu-canastra em Uberaba

G1 – Noruega financia mapeamento de florestas tropicais por satélite em esforço contra desmatamento

G1 – Novas leis do DF reforçam medidas de proteção aos animais e punição a agressores

G1 – Animais com câncer de mama: é importante conscientizar e alertar sobre a saúde deles

Valor Econômico – Minerva investe US$ 4 milhões em startup americana

Valor Econômico – BRF quita R$ 1,5 bi em linha de crédito com o Banco do Brasil

Valor Econômico – Aurora vai investir R$ 60 milhões em nova fábrica de ração

Valor Econômico – Acordo para encerrar investigação sobre cartel do frango derruba lucro da Pilgrim’s Pride

CNA – Oficina virtual apresenta ações do projeto Paisagens Rurais

Mapa – Áreas financiadas pelo Programa Agricultura de Baixo Carbono crescem quase 98% de julho a setembro

AgroLink – Parceria vai desenvolver biológicos para saúde animal

AgroLink – Por que a rastreabilidade da carne bovina é importante?

AgroLink – Arroba do boi chega a R$ 270/@

AgroLink – 70º Expoagro/AL já é sucesso no agro brasileiro em 2020

AgroLink – Produtor poderá emitir Guia de Trânsito Animal (GTA) logo após vacinação

AgroLink – Cooperativa vai construir fábrica de rações

AgroLink – Veja como combater as micotoxinas na nutrição animal

AgroLink – Boi gordo: escalas curtas e virada de mês dão sustentação aos preços

AgroLink – Mormo: Tocantins suspende aglomerações de equídeos

AgroLink – Aumento das exportações brasileiras de carne bovina em outubro

AgroLink – IPVS debate desafios da suinocultura até 2050, dia 3 de novembro

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O Boletim NK, produzido pela NK Consultores Relações Governamentais, é uma compilação das principais notícias publicadas em meios de comunicação do país sobre temas ligados ao setor.

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