Para presidente da ANS, mudança na regra de cobertura dos planos de saúde pode ser retrocesso

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Para presidente da ANS, mudança na regra de cobertura dos planos de saúde pode ser retrocesso

Uma possível mudança nas atuais regras de coberturas médicas pelos planos de saúde vem gerando debates acalorados. Segundo explicou o Valor Econômico, o modelo vigente hoje é o que estabelece uma lista com cerca de 3 mil itens como cobertura miníma obrigatória – modelo conhecido como rol taxativo. Há uma discussão no Supremo Tribunal de Justiça (STJ) para que os planos de saúde posam cobrir outros procedimentos, o que foi batizado de rol exemplificativo. Já ocorreram duas sessões sobre o caso no STJ, em setembro e na quarta-feira (23), mas ambas foram adiadas, ainda sem data de uma próxima sessão. Em entrevista ao Valor, Paulo Rebello, presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), aponta que em sua visão, a mudança para o modelo exemplificativo pode ser um retrocesso e encarecer o plano de saúde, porque as operadoras não terão mais um parâmetro dos gastos dos usuários dos convênios e vão precificar o plano nas alturas. Esse aumento, acrescenta, vai reduzir o acesso ao plano de saúde, em especial, do individual, explicou. Nos próximos meses, será divulgado o reajuste dos planos de saúde individuais, outro assunto polêmico, uma vez que as projeções do mercado apontam para um aumento na casa dos 15%. O presidente da ANS disse que o critério vai ser técnico, com aplicação da fórmula de cálculo que mensura esse percentual, a fim de manter a segurança jurídica dos contratos, mesmo sob pressões externas como crise econômica e eleições. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Com consolidação no setor, Bradesco pode ter de rever área de plano de saúde, diz BofA

A aquisição surpreendente da SulAmérica pela Rede D’Or chacoalhou o mercado de saúde no Brasil. Segundo publicou o Valor Econômico, diante desse cenário, os analistas do Bank of America se debruçaram para analisar o que o Bradesco poderia fazer com sua área de plano de saúde, a última operadora não verticalizada de grande porte que sobrou no mercado, com 3,8 milhões de beneficiários. Segundo o BofA, o Bradesco tem uma alta dependência dos hospitais da Rede D’Or, que representam quase 20% do seu volume de atendimentos. Ganhando escala e com a aquisição da SulAmérica, a Rede D’Or pode conquistar mais poder de barganha nas negociações, deixando o Bradesco em desvantagem. Nesse sentido, os analistas vislumbram três possibilidades para o Bradesco. A primeira é estabelecer uma forte parceria com a Dasa ou aumentar sua fatia no Fleury, que já é de 25%, ganhando assim melhores condições de preço em diagnósticos e hospitais. A segunda alternativa é comprar a Amil, que sendo relatos na imprensa poderia ser vendida pela United Health. A terceira opção é o Bradesco vender sua vertical de seguro saúde, destacou a publicação. O BofA estima que a área de plano de saúde do Bradesco vale R$ 18 bilhões, usando uma projeção de lucro de R$ 1,2 bilhão este ano e usando o mesmo múltiplo que a Rede D’Or pagou pela SulAmérica, de 15 vezes o preço/lucro. Embora essa vertical responda por apenas 4% do lucro do Bradesco, esse valor de R$ 18 bilhões seria quase 10% da capitalização de mercado do banco.

Ministro da Saúde diz na ONU que Brasil aumentará doação de vacinas em 2022 

Em discurso na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), nesta sexta-feira (25/2), o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, reiterou o apoio do Brasil ao acesso justo e igualitário às vacinas contra a covid-19, informou o Correio Braziliense. O ministro ainda ressaltou que, este ano, o Brasil terá oportunidade de doar um número maior de vacinas do que o ofertado no ano passado. Nesta semana, Queiroga indicou que, com a produção de vacinas contra covid-19 em território nacional, o Brasil terá um papel ainda mais importante no combate à pandemia, já que poderá exportar vacina 100% nacional e ampliar acesso global a imunizantes. A Fiocruz, que entregou cerca de 550 mil doses do imunizante nacional ao Ministério da Saúde, já deu início ao processo de pré-qualificação para exportação da vacina covid-19 (recombinante) na OMS. Para ser exportada, a vacina produzida no Brasil precisa obter o registro emergencial perante a organização. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Anvisa aprova uso emergencial de medicamento que previne infecções por Covid-19

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta quinta-feira (25/2) o uso emergencial do medicamento Evusheld para prevenir infecções por Covid-19 em indivíduos com sistema imunológico fraco e com risco de não apresentar resposta imunológica adequada à vacinação, informou o site Jota. O Evusheld é considerado uma inovação no combate ao coronavírus por conter anticorpos projetados para permanecer no corpo por meses na tentativa de conter o vírus em caso de infecção. Ele atua de forma diferente dos imunizantes, que dependem de um sistema imunológico saudável. Fabricado pela AztraZeneca, o produto é composto por dois anticorpos monoclonais (tixagevimabe e cilgavimabe). A dose recomendada é de 300mg, sendo 150mg de cada componente. Eles serão aplicados em duas injeções separadas e sequenciais. O medicamento poderá ser prescrito para pessoas com mais de 12 anos e que pesem, no mínimo, 40 quilos. Pacientes que fazem tratamento para tumor sólido, que receberam transplantes de órgão, com infecção por HIV avançada ou não tratada e aqueles que fazem tratamento com corticosteróides em altas doses estão entre os que poderão usar o Evusheld.A Anvisa reforçou que o medicamento não substitui a vacinação em indivíduos para os quais a vacinação é recomendada. Além disso, ele não é recomendado para aqueles que foram expostos a alguém infectado com Covid-19.

 

 

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