Pandemia reduz até 90% das cirurgias eletivas, e hospitais preveem demissões  

//Pandemia reduz até 90% das cirurgias eletivas, e hospitais preveem demissões  
Hospitais privados e filantrópicos de todo o país registram queda de até 90% no movimento por causa do cancelamento de exames e cirurgias eletivas causados pela pandemia de Covid-19, informou a Folha de S.Paulo nesta segunda-feira (27). Entidades representativas de hospitais ainda calculam o montante de perdas, mas já observam instituições dando férias coletivas e dispensando funcionários, algumas sob ameaça de fechamento a partir do fim do mês. O setor, juntamente com a área de medicina diagnóstica, busca linhas especiais de financiamento no BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento), e tem feito gestões no Ministério da Economia para isso. Ao mesmo tempo, negocia com planos de saúde o repasse, por um período de três a quatro meses, de parte da receita estimada que teriam se estivessem trabalhando dentro da normalidade. O faturamento do setor é de R$ 83,7 bilhões, 82% pagos por operadoras de saúde. A FBH (Federação Brasileira dos Hospitais), entidade que reúne 4.000 hospitais no país, a maioria pequenos e médios, diz que o impacto é tão severo que muitas das instituições não têm fôlego para fechar o mês de abril. Cerca de 70% delas se dedicam apenas a atendimentos eletivos. “Os hospitais grandes ainda conseguem aguentar dois, três meses. Mas os pequenos e médios, que carregam o Brasil, vão fechar as portas, estão quebrando, não conseguem pagar os colaboradores [funcionários]”, diz o urologista Adelvânio Francisco Morato, presidente da FBH. Morato cita o próprio exemplo. Ele dirige um hospital em Goiânia com 90 leitos dedicados à urologia, cardiologia e cirurgia geral. Trabalha hoje com apenas 10% da capacidade —até fevereiro, a taxa girava entre 75% e 80%. Como urologista, fazia 250 procedimentos ao mês. Entre março e abril, não chegou a 50. A Anahp (Associação Nacional de Hospitais Privados), que concentra 122 instituições de ponta como Albert Einstein, Sírio-Libanês e Oswaldo Cruz, tem avaliação parecida. Diz, porém, que o impacto na receita será sentido a partir de 15 de maio porque planos de saúde demoram de 45 a 60 dias para pagar atendimentos prestados aos seus usuários. Segundo Eduardo Amaro, que preside a entidade, com a previsão do Ministério da Saúde de que o pico da pandemia seria no fim de março e a recomendação de isolamento social, as cirurgias eletivas começaram a ser canceladas. No Einstein, 520 cirurgias foram canceladas neste mês por conta da Covid-19. “É um impacto muito grande. Os procedimento eletivos, os exames complementares, são os que dão sustentabilidade financeira a uma organização de saúde”, diz Sidney Klajner, presidente do hospital. Como cirurgião, ele fazia de 40 a 50 operações por mês. Em abril fez quatro procedimentos de urgência. Em março de 2019, o hospital realizou 2.393 cirurgias. No mês passado, foram 1.635. A Bionexo, que tem 127 hospitais como clientes na gestão de procedimentos que demandam órteses e próteses, afirma que a sua base de dados mostra que, na primeira semana de março, foram realizadas 5.800 cirurgias. Um mês depois, no início de abril, foram 1.800. “É uma queda muito brusca na receita dos hospitais”, diz Rafael Barbosa, CEO da empresa. De acordo com Amaro, da Anahp, foi proposto às operadoras que os hospitais recebessem 85% do valor faturado no mesmo mês do ano passado, por três a quatro meses. “Mais para frente faríamos uma conta de chegada para descontar.” Ela lembra que a suspensão de procedimentos eletivos é resultado de decisões pessoais dos pacientes e/ou da orientação de médicos e de autoridades de saúde , e não imposta pelas operadoras. Segundo Reinaldo Sheibe, presidente da Abramge (Associação Brasileira de Planos de Saúde), a entidade reconhece as dificuldades dos hospitais e que já orientou seus associados a negociarem alternativas diretamente com eles.

Compra de hidroxicloroquina cresce 199% no Brasil 

De acordo com publicação da colunista Mônica Bergamo da Folha de S.Paulo desta segunda-feira (27), a procura por hidroxicloroquina no Brasil registrou, em março deste ano, um aumento de 199% em comparação com fevereiro. O consumo, que antes se mantinha numa média de 80 mil caixas mensais, foi de mais de 230 mil unidades neste mês. As prescrições médicas da hidroxicloroquina aumentaram 35% no mesmo período. Os dados são de estudo realizado com mais de 20 mil farmácias do país pela consultoria Close-Up e pela agência McCann Health. Entre os estados, São Paulo lidera a demanda com 71,7 mil unidades vendidas, o que representa um crescimento de 273% nas vendas em relação a fevereiro. Em seguida aparecem os estados de Minas Gerais, com a venda de 33,4 mil caixas, e Rio de Janeiro, com 31,9 mil. As especialidades que mais indicaram o remédio foram as de cardiologistas e clínicos gerais, com um aumento de 49,1% e 47,1% no número de receitas prescritas, respectivamente. Entre reumatologistas, que costumam receitar hidroxicloroquina para artrite reumatoide, o valor caiu 13,7%. “É uma situação esperada”, avalia o vice-presidente para América Latina da Close-Up, Paulo Paiva, em referência à exposição que o medicamento ganhou por estar sendo testado contra o novo coronavírus. “Mas o que vemos com esses dados, por ora, é a antecipação de compra por pessoas que já faziam o uso de hidroxicloroquina.”

Pesquisas buscam entender novo coronavírus e apontar formas de combate

À medida que a pandemia do coronavírus se disseminou pelo mundo, espalhou-se também o esforço de pesquisadores para entender melhor o vírus, como ele é transmitido e o que pode ser feito para prevenir a infecção e tratar os pacientes que contraíram a doença decorrente dele, a covid-19, destacou a Agência Brasil nesta segunda-feira (27). Repositórios de instituições do Brasil e do exterior trazem diversos estudos, como o site da Organização Mundial da Saúde (OMS) que reúne pesquisas sobre o tema, ou de periódicos famosos, como a revista Science, que também criou uma seção específica para divulgar investigações voltadas à pandemia. Algumas universidades ganharam relevância mundial com o monitoramento do avanço da pandemia, como a Johns Hopkins, dos Estados Unidos. No Brasil, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), centro de pesquisa vinculado ao Ministério da Saúde, não só sistematiza informações como vem promovendo diversos estudos sobre o vírus. Vários cientistas se dedicaram a tentar entender melhor o coronavírus, por se tratar de uma nova modalidade. Ainda em fevereiro, pesquisadoras da Universidade de São Paulo (USP) conseguiram sequenciar o gene em apenas 48 horas. Um equipamento menor que um celular foi conectado a um computador por cabo USB. A amostra foi lida por poros em escala nanométrica, ou seja, um milímetro dividido por milhão. As informações foram analisadas por um software que decodifica os dados, traduzindo a estrutura do vírus. Outra frente de pesquisa sobre o novo coronavírus busca identificar a letalidade da doença decorrente dela, a covid-19. Um dos métodos envolve testar pessoas para verificar o percentual que desenvolveu anticorpos e, assim, calcular o montante que teria tido contato real com o vírus. Pesquisa conduzida pela Universidade de Bonn, na Alemanha, divulgada em 9 de abril, encontrou o anticorpo em 14% da amostra, estimando um índice de letalidade de 0,37%. Para comparar, a taxa de mortes por influenza é de 0,1%. O estudo, contudo, foi contestado por outros grupos de pesquisadores. Outra investigação, do Hospital Geral de Massaschussets, na cidade de Boston, nos Estados Unidos, identificou anticorpos em 31% da amostra. Contudo, os pesquisadores admitiram que a sorologia tinha 90% de efetividade e os participantes foram recolhidos na rua, o que pode relativizar os resultados.No Brasil, o Centro Epidemiológico da Universidade de Pelotas (UFPel), em parceria com o Ministério da Saúde, iniciou uma investigação também baseada no grau de imunização para mapear o avanço da pandemia no país. Cerca de 33 mil pessoas, de 133 municípios brasileiros, serão submetidas ao teste rápido que detecta a presença de anticorpos IgM (de infecção mais recente) e IgC (de infecção mais antiga) a partir de amostras de sangue coletadas. De acordo com o ministério, o trabalho deve esclarecer três questões sobre o vírus no Brasil: o número de infectados, a velocidade com que o vírus tem se espalhado e a taxa de letalidade da covid-19 na região. O Ministério da Saúde reuniu informações sobre evidências de estudos em um documento denominado “Diretrizes para Diagnóstico e Tratamento da Covid-19”, que reúne as análises sobre a pandemia e seu combate, consideradas referências para o órgão.

Nelson Teich pode alterar matriz de riscos da gestão Mandetta para propor novas regras de isolamento 

Segundo publicou o jornal O Globo nesta segunda-feira (27), o ministro da Saúde, Nelson Teich, planeja alterações em matrizes desenhadas pela equipe da pasta para medir riscos e sugerir o tipo de distanciamento a ser adotado para enfrentar a Covid-19. Há cinco modelos nos mapas já formulados antes da chegada de Teich: distanciamento social seletivo básico, intermediário, avançado, ampliado e o “lockdown” –  que significa o bloqueio total. Em todos eles, exceto no ampliado e no lockdown, que são modelos de distanciamento mais duros, a reavaliação prevista é mensal. Teich tende a diminuir esse prazo, para recomendar que os gestores locais revisem mais frequentemente as consequências da medida adotada, a fim de adotar novas providências, se for o caso. O formato final das regras a serem apresentadas por Teich, no entanto, ainda não é conhecida pela maior parte da equipe técnica da pasta. Há incertezas sobre o quanto o ministro aproveitará das matrizes já criadas pela equipe do ex-ministro Luiz Henrique Mandetta. Na modelagem já existente, o tipo de distanciamento sugerido dependerá da classificação do risco avaliado, que pode variar de “baixo” a “extremo”. Para ajudar os gestores locais a fazerem suas medições, há uma matriz no estilo de batalha naval, combinando dados de ameaça em uma escala vertical com indicadores de vulnerabilidade na horizontal. Ao cruzar as duas informações, é possível visualizar no quadrante da matriz o nível de risco indicado. Um exemplo colocado em boletim da semana passada da pasta usou a incidência da Covid-19 a cada um milhão de habitantes como informação da escala vertical da matriz. Na horizontal, verificou-se a proporção de leitos de UTI ocupados por casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). A hipótese foi abstrata, em forma de exercício, e não se referia a estado, município ou um bairro determinado. É possível ver, no exemplo apresentado, que mesmo um local mapeado no quesito incidência de casos como “muito alto”, mas que tem uma ocupação de leitos de UTI na faixa “mínima”, será interpretado como de “risco baixo”. Para esse nível, é sugerido o  “distanciamento social seletivo básico”, o menos restritivo. Outros dados podem ser jogados na matriz, como equipamentos ou disponibilidade de recursos humanos. Os parâmetros de intensidade, a serem colocados na escala, de cada item avaliado, podem ser definidos pelos gestores, uma vez que nem sempre haverá dados fixos, tendo em vista a mudança diária nas informações relacionadas à doença. “Se não houver resultados matemáticos de um modelo quantitativo ou comparação com um valor de orientação, o processo será baseado na opinião de especialistas da equipe”, afirma o documento do Ministério da Saúde.

 

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O Boletim NK, produzido pela NK Consultores Relações Governamentais, é uma compilação das principais notícias publicadas em meios de comunicação do país sobre temas ligados ao setor.

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