Pandemia e alta do dólar empurram cerca de 50 mil para fila de cirurgia cardíaca no SUS

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Pandemia e alta do dólar empurram cerca de 50 mil para fila de cirurgia cardíaca no SUS

A pandemia da Covid-19 e a alta do dólar travaram ainda mais as cirurgias cardíacas no SUS. O problema da escassez de recursos para procedimentos eletivos é crônico, mas agora piorou. Segundo informou a Folha de S. Paulo, entidades médicas e gestores de hospitais relatam que estão suspendendo operações por não conseguirem comprar insumos como válvulas, cânulas e oxigenadores. A SBCCV (Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular) estima que cerca de 50 mil pessoas aguardam na fila por operações desse tipo, e o número de atendimentos cai a cada ano. Com a disparada da moeda americana, insumos ficaram mais caros, alcançando valores muito acima do que o governo federal repassa aos hospitais. Por conta disso, há estados com cirurgias paradas, como Goiás. Outros decidiram destinar recursos próprios para conseguir manter a realização dos procedimentos. O Ministério da Saúde afirma que cabe aos estados e municípios gerenciarem as listas de espera. Informa ainda que faz estudos para avaliar possível reajuste nos valores repassados para esses procedimentos. Eduardo Rocha, presidente da SBCCV, diz que essa fila foi criada por dois motivos. O primeiro é a pandemia que fez represar cirurgias de alta complexidade. Com a falta de leitos de UTI e vagas em hospitais, elas tiveram que ser suspensas. Outra razão é a falta de produtos para que essas cirurgias sejam realizadas. Há fornecedores que não querem vender para o SUS por conta do valor de tabela pago. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Mais Médicos: Ministério da Saúde prorroga 16º edital por mais três anos

Com o intuito de acolher a demanda de atendimentos na Atenção Primária brasileira, o Governo Federal, por meio do Ministério da Saúde, publicou a prorrogação do 16º edital do Programa Mais Médicos para o Brasil. Os 2.224 profissionais que foram contratados nessa chamada de 2018 terão a extensão do contrato feita de forma automática, o que significa que os municípios não precisam fazer a solicitação. No total, 1.241 municípios, distribuídos nos 26 estados e no Distrito Federal, poderão contar com o serviço dos médicos bolsistas por mais três anos. O resultado com os nomes dos profissionais que tiverem a prorrogação validada está previsto para ser publicado no dia 5 de novembro. Os médicos participantes da prorrogação vão continuar as atividades no mesmo município onde já estão alocados. Não haverá custeio de passagens e deslocamento, caso o médico se encontre fora do município de alocação. Aqueles que não tiverem interesse em continuar no projeto deverão se manifestar pelo Sistema de Gerenciamento de Programas (SGP) – os gestores municipais que não quiserem a prorrogação também precisam solicitar a interrupção pelo SGP. A manifestação de desinteresse deverá ser feita entre 26 de outubro a 3 de novembro, até as 18h.

Criado com alarde, comitê entre Poderes de combate à Covid foi encerrado sem anúncio oficial

Anunciado com pompa em março — após uma reunião no Palácio da Alvorada que contou com os chefes dos Três Poderes, quase todos os ministros do governo federal, governadores e representantes da Procuradoria-Geral da República (PGR) e do Tribunal de Contas da União (TCU) — o comitê de combate à Covid-19, que reunia Executivo e Legislativo, foi sendo esvaziado aos poucos e acabou esquecido, sem um anúncio oficial de seu fim, informou o Globo. A sétima e última reunião ocorreu em junho. Uma oitava reunião chegou a ser marcada para julho, mas foi cancelada devido a um problema médico do presidente Jair Bolsonaro. Ao GLOBO, o Ministério da Saúde informou na semana passada que ’as atividades do Comitê de Coordenação Nacional para Enfrentando da Pandemia da Covid-19 foram encerradas, já que não houve ato de prorrogação’. Questionada sobre um balanço da atuação do grupo, a pasta informou apenas que as sete reuniões ’trataram de ações estratégicas de combate à pandemia’. Entretanto, não há detalhes sobre essas ações: nem a Presidência, nem a Casa Civil nem o Ministério da Saúde registraram atas das reuniões, conforme responderam a pedidos feitos via Lei de Acesso à Informação (LAI).A Presidência da República e a Presidência do Senado também foram procuradas para comentar o fim do comitê, mas não retornaram. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Ex-ministro da Saúde de Bolsonaro diz que problemas da Covid estão em outras áreas também

Com o encerramento da CPI da Covid, o ex-ministro da Saúde Nelson Teich avalia que deve ficar a lição para o país refletir as fragilidades da saúde no Brasil para além do coronavírus, informou em coluna, a Folha de S. Paulo.  O setor hospitalar vem discutindo temas como o modelo de remuneração, que paga aos hospitais pelo serviço prestado, independentemente do desempenho, e a verticalização, em que uma operadora é dona da rede de hospitais, como é o caso da Prevent Senior, que foi alvo da CPI.  Para Teich, há casos de verticalização que funcionam e casos que não funcionam, e o debate sobre o modelo não pode se pautar em experiências específicas. Teich afirma que a única forma de avaliar entrega é medindo desfecho clínico.  Para acessar a matéria completa, clique aqui.

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