Países ricos bloquearam 1,3 bi de doses de vacina contra a Covid e podem concentrar oferta global

//Países ricos bloquearam 1,3 bi de doses de vacina contra a Covid e podem concentrar oferta global
Os países ricos já bloquearam mais de um bilhão de doses de vacinas contra o coronavírus, levantando preocupações de que o resto do mundo esteja no fim da fila no esforço global para derrotar o patógeno, informou o jornal O Globo nesta segunda-feira (3). As medidas dos EUA e do Reino Unido para garantir suprimentos da Sanofi e da parceira GlaxoSmithKline Plc e outro pacto entre o Japão e a Pfizer são os últimos de uma série de acordos. A União Europeia também tem sido agressiva na obtenção de vacinas, muito antes que alguém saiba se elas irão funcionar. Embora grupos internacionais e várias nações estejam prometendo tornar as vacinas acessíveis a todos, as doses provavelmente terão dificuldades para acompanhar a demanda em um mundo de aproximadamente 7,8 bilhões de pessoas. A possibilidade de que os países mais ricos monopolizarem a oferta — um cenário que ocorreu na pandemia da gripe suína de 2009 — alimentou preocupações entre os países pobres e os defensores da saúde. Até agora, EUA, Reino Unido, União Europeia e Japão garantiram cerca de 1,3 bilhão de doses de potenciais imunizações contra a Covid-19, de acordo com a empresa de análise de Londres Airfinity. Opções para comprar mais suprimentos ou acordos pendentes adicionariam cerca de 1,5 bilhão de doses a esse total. “Mesmo que você tenha uma avaliação otimista do progresso científico, ainda não há vacinas suficientes para o mundo”, afirmou Rasmus Bech Hansen, diretor executivo da Airfinity. “Também é importante considerar que a maioria das vacinas pode exigir duas doses”. O Brasil também já fechou acordos para contar com algumas das opções de vacinas que vêm sendo desenvolvidas e testadas — três delas, no próprio país. O laboratório Bio-Manguinhos, ligado à Fundação Oswaldo Cruz, assinou acordou com a farmacêutica AstraZeneca para transferência de tecnologia e produção de 100 milhões de doses da vacina contra a Covid-19 que está sendo desenvolvida em parceria com a Universidade de Oxford. Caso seja comprovada a sua eficácia e segurança, serão fabricadas 30 milhões de doses entre dezembro e janeiro e 70 milhões ao longo dos dois primeiros trimestres de 2021. O Instituto Butantan, em São Paulo, também prepara sua estrutura para fabricar uma vacina em parceria com a chinesa Sinovac, e até exportar o medicamento. A previsão é de que, caso os testes em andamento comprovem a eficácia do imunizante, 120 milhões de doses sejam distribuídas no Brasil pelo SUS no próximo ano. Alguns pioneiros na busca pela vacina, como a Universidade de Oxford e sua parceira AstraZeneca, e a colaboração Pfizer-BioNTech já estão em fase final de estudos, alimentando esperanças de que uma arma para combater a Covid-19 estará disponível em breve. Mas os desenvolvedores ainda precisam eliminar vários obstáculos: provar que suas vacinas são eficazes, obter aprovação e aumentar a fabricação. A oferta mundial pode não atingir 1 bilhão de doses até o primeiro trimestre de 2022, prevê a Airfinity. Investir em capacidade de produção em todo o mundo é visto como uma das chaves para resolver o dilema, e as empresas farmacêuticas estão começando a delinear planos para ampliar as doses. A Sanofi e a Glaxo pretendem fornecer uma parcela significativa da capacidade mundial em 2021 e 2022 a uma iniciativa global focada em acelerar o desenvolvimento e a produção e distribuir equitativamente as doses. A Organização Mundial da Saúde, a Coalizão de Inovações em Preparação para Epidemias e a Gavi, a Aliança pela Vacina, estão trabalhando juntas para obter acesso equitativo e amplo. Eles delinearam um plano de US$ 18 bilhões em junho para lançar vacinas e garantir dois bilhões de doses até o final de 2021. A iniciativa, conhecida como Covax, visa a dar aos governos a oportunidade de cobrir o risco de apoiar candidatos malsucedidos e dar a outros países com limitações financeiras o acesso a vacinas que, de outra forma, não seriam acessíveis. A iniciativa foi criada com o intuito de garantir acesso rápido e universal à fórmula que eventualmente se demonstrar segura e eficaz contra o coronavírus Sars-CoV-2. O objetivo é assegurar estoques e entregar até 2021 2 bilhões de doses para países que sinalizarem interesse. Até o início deste mês, 75 nações já haviam manifestado a intenção de se tornarem signatários da Covax, segundo a aliança. Se os governos colocarem seus próprios interesses em primeiro lugar, isso poderá resultar em um panorama pior para todos, permitindo que o vírus continue a se espalhar, alertam algumas autoridades.

Organização Mundial Saúde (OMS) afirma que ‘talvez nunca exista’ uma vacina contra covid-19

Segundo o jornal O Estado de S.Paulo o diretor-geral da Organização Mundial Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, afirmou nesta segunda-feira (3), que vacina ou cura para a covid-19 podem não se tornar realidade. De acordo com a entidade, há 164 vacinas em desenvolvimento: 25 estão em fase clínica e 139 em pré-clínica. “Não existe bala de prata no momento e talvez nunca exista”, disse o diretor-geral. Ele acrescentou que,  no momento, há imunizações na última fase de testes, mas existe a possibilidade de que nenhuma dessas ofereça proteção da forma esperada. “Há preocupação de que talvez não tenhamos uma vacina que funcione. Ou que a proteção oferecida possa durar apenas alguns meses, nada mais”. Tedros declarou que não é possível saber até que se concluam os testes. No entanto, disse que ainda existe esperança e que os estudos estão sendo desenvolvidos a uma velocidade sem precedentes. Ele também esclareceu que a maioria da população permanece vulnerável à infecção mesmo em países que lidaram com surtos graves. No geral, segundo a organização, estudos sorológicos mostram que menos de 10% desenvolveram anticorpos contra o vírus, indicando que tiveram a doença. A prevalência pode ser maior em meio a alguns grupos, como profissionais de saúde. A OMS, mais uma vez, reforçou a necessidade de aplicar o conjunto das medidas disponíveis que funcionam para suprimir a transmissão do novo coronavírus até que haja uma vacina ou remédio. A organização indica que países façam a identificação dos casos, rastreamento de contatos e isolamento de quem está infectado. Para indivíduos, recomenda o distanciamento social, a higienização das mãos com constância, o uso de máscaras onde apropriado e cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir. “Se fizermos tudo, se adotarmos uma abordagem abrangente, podemos mudar isso”, afirmou o diretor-geral. Na sexta-feira, 31, o comitê de emergência da agência se reuniu e manteve a categoria de emergência global de saúde pública para a pandemia. Nesta segunda-feira, o diretor-geral relembrou que é a primeira vez que acontece um surto mundial de um coronavírus “Combina dois fatores perigosos: se espalha rápido e, ao mesmo tempo, mata”. A líder técnica de resposta à doença da OMS, Maria Van Kerkhove, afirmou que 0,6% das pessoas infectadas por coronavírus morrem. “Pode parecer que não é muito. Mas é um número bem alto, se você pensar num vírus que transmite com facilidade”, disse após explicar que estudos científicos chegaram a essa média. O diretor do programa de emergência da agência, Michael Ryan, acrescentou que a taxa referente à influenza A, responsável pela pandemia de 2009, era muito menor, com uma morte a cada 10 mil doentes. Embora a porcentagem de mortes entre os casos diagnosticados seja maior, quase 4% – são 17,5 milhões de infecções e 680 mil óbitos registrados mundo – Maria esclareceu que a letalidade real da covid-19 deve ser menor porque muitos casos leves não são detectados.

Agência Nacional de Saúde de Suplementar (ANS) divulga números sobre exames de Covid-19 e telessaúde

A Agência Nacional de Saúde de Suplementar (ANS) tornou disponíveis, na última sexta-feira (31), os dados referentes à quantidade de exames de Covid-19 realizados no Brasil, no setor de saúde suplementar, nos meses de março e abril e números sobre atendimentos por telessaúde, efetuados em abril. Essas informações estão na Análise de Dados de Eventos do Padrão TISS do 1º Quadrimestre de 2020. O exame para detecção da Covid 19 – SARS-CoV-2 (CORONAVÍRUS COVID-19) – pesquisa por RT – PCR (com diretriz de utilização) – foi incluído no Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde, de cobertura obrigatória no setor, em 13/03/2020. Nos meses de março e abril foram realizados 25.793 exames em todo o país (11.179 em março e 14.794 em abril – ver quadro abaixo). O estado de São Paulo, com 10.921 exames realizados nos dois meses, representa 42,05% do total. Na sequência vem Rio de Janeiro (2.992 exames – 11,52%) e Minas Gerais (2.109 exames – 8,12%). Sobre a telessaúde, no primeiro mês de coleta desses dados (abril), 27 operadoras informaram atendimentos efetuados, totalizando 3.149 procedimentos. Entre os mais realizados destacam-se as consultas médicas, correspondendo a 30,2% do total, seguidas pelos procedimentos em psicoterapia (30,0%) e fonoaudiologia (6%). O tipo de atendimento telessaúde foi incluído no Padrão de Troca de Informações na Saúde Suplementar (Padrão TISS) em abril, com o intuito de viabilizar e monitorar a utilização do atendimento à distância aos beneficiários de planos de saúde diante das medidas emergenciais adotadas em decorrência da pandemia do novo Coronavírus. Confira também a Nota Técnica referente à Análise dos Dados de Eventos do Padrão TISS do 1º Trimestre de 2020.

Semana Mundial da Amamentação reforça importância do leite materno para a saúde dos bebês 

Nesta segunda-feira (3) tem início a Semana Mundial da Amamentação. Trata-se de um período especial, que visa conscientizar a sociedade sobre a importância do leite materno como o melhor alimento para a imunidade do bebê, atendendo às suas necessidades da maneira mais completa possível. Assim, amamentar também é uma forma de proteger o bebê. De acordo com as Nações Unidas, os bebês que são alimentados exclusivamente com leite materno têm 14 vezes menos probabilidade de morrer do que os que não são amamentados. Atualmente, apenas 41% das crianças de 0 a 6 meses no mundo são amamentadas exclusivamente, uma taxa que os Estados-membros da Organização Mundial da Saúde (OMS) se comprometeram a ampliar para pelo menos 50% até 2025. Na América Latina e Caribe, segundo dados da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), cinco em cada 20 bebês (52%) não são amamentados em sua primeira hora de vida, o que é uma medida essencial para sobreviverem. A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) tem atuado para contribuir com a conscientização sobre a importância da amamentação. Desde 2015, através do Movimento Parto Adequado, a reguladora contempla ações em prol do aleitamento materno junto aos hospitais participantes. A iniciativa tem como objetivo prevenir riscos em crianças menores de dois anos, uma vez que o leite materno é o alimento mais rico e apropriado à saúde do bebê e essencial para seu crescimento e desenvolvimento.  É importante destacar que em tempos de pandemia, a amamentação segue recomendada para mães com Covid-19 que estejam em bom estado saúde, mantendo os cuidados adequados de higiene. As indicações gerais são: Mulheres assintomáticas: contato pele a pele com o bebê logo ao nascer e ao longo da primeira hora de vida, se possível estimulando a primeira mamada; Mulheres com sintomas gripais ou com resultado positivo do teste para Covid-19: higiene e troca de máscara frequentes, evitando o contato pele a pele e estimulando a amamentação na primeira hora de vida do bebê. Mães que já estão amamentando em casa devem seguir essas orientações. Se surgirem sintomas, não há motivo para suspender a amamentação, desde que sejam tomados os cuidados recomendados acima. O Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz) tem disponibilizado em seu site um amplo material de orientações sobre amamentação em tempos de Covid-19, em documentos do Ministério da Saúde, Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e da Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano (rBLH), com as perguntas mais frequentes sobre o tema. Clique aqui. O Brasil possui a maior e mais complexa Rede de Bancos de Leite Humano (rBLH) do mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), sendo modelo para a cooperação internacional em mais de 20 países das Américas, Europa e África, estabelecida por meio da Agência Brasileira de Cooperação (ABC). O Ministério da Saúde oferece em seu portal uma página dedicada a esse tema, trazendo detalhes sobre a importância da doação de leite materno, informações de como doar e como participar. Clique aqui e saiba mais.

SAÚDE NA IMPRENSA

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O Estado de S.Paulo – Proibição de operações em favelas do RJ durante pandemia diminuiu em 70% o número de mortes

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G1 – Lei autoriza visita de animais domésticos a pacientes internados em hospitais de SC

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O Boletim NK, produzido pela NK Consultores Relações Governamentais, é uma compilação das principais notícias publicadas em meios de comunicação do país sobre temas ligados ao setor.

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