Ourofino Agrociência lança programa com foco na sustentabilidade da aplicação de defensivos

//Ourofino Agrociência lança programa com foco na sustentabilidade da aplicação de defensivos
A tecnologia é o principal recurso por trás do grande avanço da agricultura nacional nos últimos anos. Além de estar presente nos produtos do portfólio que a Ourofino Agrociência desenvolve, agora será um fator para levar mais segurança na aplicação das soluções da empresa, destacou o Portal do Agronegócio nesta quarta-feira (9). Em parceria com a Perfect Flight, startup especializada na gestão da pulverização aérea, clientes de todo o Brasil e das diferentes culturas para as quais os produtos são desenvolvidos terão acesso ao sistema de gestão e monitoramento da pulverização feita por aviões agrícolas. Batizado de Segnus, o programa de excelência em tecnologia de aplicação entra em ação já neste mês e tem como objetivo levar sustentabilidade de forma ainda mais ampla para o campo. Por meio do sistema da Perfect Flight, que atua para trazer métricas e assertividade para o monitoramento da atividade agrícola, é possível cadastrar áreas de culturas vizinhas, preservação permanente (APPs), colmeias e outros sistemas de organismos vivos, tendo como um dos pontos fundamentais a preservação ambiental. Nesse âmbito, a ferramenta da startup gera um relatório que mostra os parâmetros de segurança de áreas restritas, além de contribuir para uma aplicação correta, o que permite pulverizar sem sobreposição de defensivos e com mais qualidade. Com todas as vantagens, a Ourofino Agrociência se uniu à Perfect Flight para reforçar a disseminação sustentável da aplicação de defensivos aos seus clientes. As variações e características climáticas, outro desafio importante para quem atua no campo, também poderão ser monitoradas por meio da ferramenta. Dessa forma, há um ganho financeiro nas propriedades. “A Ourofino Agrociência produz as soluções reimaginadas, que buscam justamente transpor as dificuldades da agricultura tropical. Agora, com o sistema da startup parceira, iremos oferecer um serviço de inteligência que pode proporcionar uma redução das perdas e mitigar a deriva”, pontua Gustavo Prates Vigna, Gerente de cultura Cana-de-açúcar e do Programa Segnus na empresa. Leonardo Luvezuti, head de operações da Perfect Flight, ressalta que é muito importante a criação de novas ferramentas para aumentar o controle das aplicações, contribuindo com o meio ambiente e reduzindo ainda mais os riscos. “O Programa Segnus, integrado ao nosso software, propicia um melhor aproveitamento do produto a ser aplicado, já que o sistema leva em consideração a calibragem da barra de pulverização, e com esses dados em mãos, o produtor consegue mensurar o resultado dos produtos aplicados.” Sobre a parceria, Leonardo afirma que existe sinergia entre as duas empresas. A Ourofino Agrociência também reforça o valor da parceria, que sintetiza os caminhos futuros da empresa em prol do crescimento sustentável do agronegócio. O programa, que não tem data-fim estipulada, é destinado para clientes da indústria de defensivos agrícolas que usem as soluções destinadas à pulverização aérea.

Governo zera taxa de importação de arroz
As críticas do presidente Jair Bolsonaro aos elevados preços dos alimentos no país, sobretudo os do arroz, ecoaram nesta quarta-feira (9) em Brasília e o Comitê Executivo de Gestão (Gecex) da Câmara de Comércio Exterior (Camex) aprovou a entrada no país de 400 mil toneladas do cereal (em casca e beneficiado) de fora do Mercosul sem tarifa até o fim deste ano. Segundo o Valor Econômico embora tenha resistido à medida, o Ministério da Agricultura pediu a criação da cota para tentar amenizar a alta no varejo e aplacar os ânimos. A decisão foi tomada em reunião extraordinária, por meio de votação em sistema eletrônico virtual. Participam do Gecex representantes dos ministérios da Economia, da Agricultura e das Relações Exteriores e também da Presidência. A cota vale para arroz com casca não parboilizado e arroz semibranqueado ou branqueado não parboilizado. A escalada do produto básico nas gôndolas gerou pressão na capital do país. Bolsonaro se reuniu com ministros e entidades dos setores envolvidos, como os supermercados, para buscar uma solução. Na terça-feira (8), a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, já havia dito que não haveria problemas de abastecimento e que os preços cairiam. A Tarifa Externa Comum (TEC) em vigor é de 12% para o arroz beneficiado e de 10% para o arroz em casca de fora do Mercosul. As importações deverão vir principalmente de EUA e Índia e só deverão entrar no Brasil a partir de outubro, segundo Alexandre Velho, presidente da Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz) – que foi avisado por Tereza Cristina sobre a decisão do governo na noite de terça. Para produtores e analistas, o impacto da medida será pequeno, já que ela vai expirar antes do início da colheita da próxima safra no Brasil. O aumento da matéria-prima está no radar da Associação Brasileira da Indústria do Arroz (Abiarroz) há meses. No dia 1º de setembro, a entidade pediu oficialmente a inclusão do cereal com casca não parboilizado na lista de exceção (Letec) para que sua tarifa fosse zerada. “As 400 mil toneladas servem para menos de 15 dias de consumo. É mais um movimento político”, disse uma fonte dos produtores. Gabriel Viana, da consultoria Safras & Mercado, é um dos analistas que corroboram essa visão. Segundo ele, não há espaço para uma queda relevante dos preços domésticos no curto e médio prazos. Isso porque a cotação do dólar e os preços internacionais do cereal fariam a saca importada chegar ao Brasil quase com o mesmo valor pago pela produção nacional.

Safra de grãos de 2019/20 deve alcançar recorde histórico de 257,8 milhões de toneladas

A safra de grãos de 2019/20 deve alcançar recorde histórico de 257,8 milhões de toneladas, liderada pela soja, pelo milho e algodão. Esse volume é 4,5% ou 11 milhões de toneladas superior ao da safra passada. A informação faz parte do 12º Levantamento de Grãos, divulgado nesta quinta-feira (10) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A evolução do recorde deve-se ao aumento de 4,2% na área plantada, aliado ao ganho de 0,3% na produtividade. Ainda faltam os resultados das culturas de inverno, principalmente o trigo, que passam por etapas que vão da fase vegetativa à finalização de colheita. Também contam para essa consolidação as culturas da região de Sealba (Sergipe, Alagoas e nordeste da Bahia). A soja, que situa o país no patamar de maior produtor mundial, garante um novo recorde com a produção estimada em 124,8 milhões de toneladas e ganho de 4,3% em relação à safra 2018/19. Também o milho total caminha para situação semelhante, chegando a mais de 102 milhões de toneladas, dependendo ainda das lavouras cultivadas na região de Sealba, além de Pernambuco e Roraima. A participação desses estados é de algo próximo a 1,7% no consolidado nacional. A primeira safra já foi colhida e a segunda está em finalização. Para o arroz, a estimativa é de 11,2 milhões de toneladas e crescimento de 6,7% em relação à última safra. Com a colheita praticamente finalizada, 10,3 milhões de toneladas estão em áreas de cultivo irrigado e cerca de 900 mil toneladas em plantio de sequeiro.  O diretor de Abastecimento e Comercialização do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Sílvio Farnese, destacou que não há risco de falta do produto no país e que a atual elevação dos preços é momentânea. “Não estamos com falta de produto. Estamos apenas com um momento de preços altos, motivados pelas exportações”, disse. De acordo com o diretor, a importação de arroz com imposto zerado servirá para complementar o abastecimento no país. A Camex decidiu nesta quarta-feira (9) zerar o imposto de importação para cota de 400 mil toneladas de arroz (em casca e beneficiado) até 31 de dezembro de 2020. A proposta foi apresentada pelo Mapa. Segundo o diretor-presidente da Conab, Guilherme Bastos, as projeções apontam que os preços estão chegando ao pico e devem apresentar tendência de estabilidade no próximo levantamento, além de continuarem remuneratórios para o produtor. Conforme a Conab, mesmo com a provável intensificação das importações de arroz nos próximos meses, a balança comercial deve ser superavitária,  em torno de 400 mil toneladas. Para o consumo, a Conab projeta crescimento de 5,1%, puxado pelas refeições mais frequentes dentro de casa no período da pandemia. Ainda para a safra 2019/20, de março de 2020 até fevereiro de 2021, projeta-se exportação de 1,5 milhão de toneladas e importação de 1,1 milhão de toneladas, com a perspectiva forte de demanda internacional e preços nacionais competitivos no mercado externo.

Mecanização do agro aquece consórcio de máquinas agrícolas

Indispensável para que o Brasil se mantenha no topo o agronegócio mundial, a mecanização é hoje uma necessidade do produtor rural, informou o portal Agrolink nesta quarta-feira (9). Sem o uso de tecnologia de ponta, seria impossível atender a demanda global por alimentos, acentuada pelo contexto da pandemia. Essa transformação digital registrada no campo aquece o mercado de máquinas e implementos agrícolas. Somente o Consórcio New Holland movimentou, no primeiro semestre deste ano, quase R$ 258 milhões em novas cotas, injetando na economia, com as contemplações, aproximadamente R$ 152 milhões – valor aplicado, em grande parte, em alta tecnologia no campo. “O primeiro semestre foi surpreendente, fechamos com 100% do objetivo, mesmo com a ausência das feiras. A agricultura não sofreu com a pandemia e, com a valorização do dólar, o agricultor está bem capitalizado, disposto a investir em maquinário”, afirma Mariton Moraes, gerente comercial do consórcio da marca. Produtor rural há 16 anos, Richelli Cotrim se dedica ao cultivo de soja, milho e arroz em Matupá, no Mato Grosso. Hoje, conta com 32 cotas de consórcio, que vão se converter, em breve, em novos equipamentos para a produção. “Com o Consórcio New Holland adquirimos plataforma, plantadeira com 30% de lance, trator e, por último, uma colhedeira”, afirma. Ele explica que a troca de máquinas é frequente e acontece, na maioria dos casos, por dois motivos: ou porque ficam pequenas para a área de plantio ou porque se tornam obsoletas. “A gente vai vendendo as velhas e vai se atualizando em tecnologia e tamanho. As nossas plantadeiras eram todas pequenas, optamos por dois conjuntos de plantadeiras de 32 linhas e dois tratores T8 e, com isso, diminuímos operacional e ganhamos eficiência no campo”. “O pós-venda também chama muita atenção. Compramos máquinas por R$ 430 mil, usamos por cinco anos e vendemos por um valor acima de R$ 500 mil. A máquina valoriza. O mercado agrícola está dessa forma, é fácil você trocar. Você não perde dinheiro na compra: essa é a vantagem de estar renovando a frota”, completa. O Brasil conta atualmente, segundo o IBGE, com mais de 2 milhões de máquinas agrícolas – uma frota imensa a serviço do aumento da produtividade. Equipamentos novos conferem mais agilidade aos processos de plantio e colheita e elevam o padrão de qualidade das operações. O consórcio vem para viabilizar essa modernização, sem descapitalizar o negócio. Para Richelli, a ausência de burocracia e a facilidade de contratação são os grandes diferenciais da modalidade. “A operação de crédito é muito mais simples, você não precisa hipotecar uma área para ter acesso aos recursos. Para quem não tem matrícula da propriedade, o consórcio ajuda bastante. Acima de 1 milhão de reais o banco sempre pede hipoteca e o consórcio, não. O próprio bem é uma garantia”, finaliza o produtor.

NA IMPRENSA

Agência Câmara – Projeto anula criação de comitê sobre regularização ambiental de imóveis rurais na Amazônia

Agência Senado – Comissão do Senado acompanhará ações contra incêndios no Pantanal

Folha de S.Paulo – Governo contraria viés liberal da Economia e Agricultura ao investigar alta do arroz

Folha de S.Paulo – Supermercados viram desordem do governo na crise dos alimentos

Folha de S.Paulo – Entenda os fatos da revolta do arroz

Folha de S.Paulo – É possível inverter degradação da natureza até 2050, mostra estudo na Nature

Governo Federal – Ibama lança sistema antifraude para combater o desmatamento

Governo Federal – Mais de 3,9 mil agricultores familiares passam a contar com o PAA

Governo Federal – Camex zera imposto de importação para o arroz em casca

O Estado de S.Paulo – CNA vê nova alta nos preços de alimentos com aprovação da reforma tributária

O Globo – Safra brasileira deve bater novo recorde em 2020, estima IBGE

G1 – Cota de importação de arroz garante menos de um mês de consumo, mas pode segurar preços, dizem especialistas

G1 – Zerar taxa de importação de soja e milho é viável e pode segurar preços, diz presidente da Conab

G1 – Como alimentar 10 bi de pessoas? Robôs ‘fazendeiros’ e frutas que demoram a amadurecer podem ajudar

G1 – Com recordes na produção de soja e café, safra de grãos de 2020 deve chegar a 251,7 milhões de toneladas, diz IBGE

G1 – Governo confirma safra recorde de 257,8 milhões de toneladas de grãos; produção de arroz cresce, mas não evita disparada de preços

G1 – Câmara de Comércio Exterior reduz a zero alíquota de importação de arroz

G1 – Supermercados não são ‘vilões’ na alta do arroz, diz associação após reunião com Bolsonaro

G1 – Ministério da Justiça pede que supermercados e produtores expliquem alta dos alimentos

Valor Econômico – Conab eleva estimativa para a colheita recorde de grãos para 257,8 milhões de toneladas

Valor Econômico – Governo zera taxa de importação de arroz

Valor Econômico – Raízen Energia negocia compra da Biosev

Valor Econômico – Moagem de cana no Centro-Sul caiu 12,2% na 2ª quinzena de agosto

Valor Econômico – Vendas de etanol das usinas do Centro-Sul caiu 13,3% em agosto

Valor Econômico – Safra de laranja em SP e MG poderá ser uma das menores dos últimos dez anos

Valor Econômico – Ministério da Agricultura confirma bloqueio no orçamento e corte de recursos da Embrapa

Valor Econômico – Deputado quer punir quem elevou preços da cesta básica sem “justa causa”

CNA – Programa ATeG Café em Araponga (MG) gera produtividade, qualidade na produção e envolvimento dos jovens

CNA – CNA debate tributação internacional do agro

CNA – CNA levanta custos de produção de cana e algodão

CNA – Militares de Lavras (MG) aprendem operar drones pela preservação ambiental

CNA – CNA participa de painel sobre inovação no Brasil

Mapa – Safra de grãos de 2019/20 deve alcançar recorde histórico de 257,8 milhões de toneladas

Mapa – Imposto de Importação para o arroz ficará zerado até o fim do ano

Embrapa – Livro lançado recentemente analisa agroecologia e estratégias de resistência de agricultores urbanos

Embrapa – Embrapa e parceiros debatem produção e consumo sustentáveis em eventos no Brasil e no exterior

Embrapa – Candidatos a chefe-geral da Embrapa Amazônia Ocidental fazem apresentações públicas de propostas

Embrapa – BRF entrega insumos para auxiliar a Embrapa nos diagnósticos de Covid-19

Agrolink – Controle biológico pode reduzir em 70% aplicação de acaricidas

Agrolink – Exportações do agronegócio mineiro mantêm boa performance de oferta de alimentos

Agrolink – Fazenda inteligente vai testar tecnologias para agricultura

Agrolink – GO: contratos movimentam 789 toneladas de produtos adquiridos por meio do PAA

Agrolink – Usina volta a moer após decisão judicial

Agrolink – Biopesticida natural “silencia” pragas

Agrolink – Conab confirma recorde de 257 milhões de toneladas

Agrolink – Mecanização do agro aquece consórcio de máquinas agrícolas

Portal do Agronegócio – Ourofino Agrociência lança programa com foco na sustentabilidade da aplicação de defensivos

Poder360 – Petrobras anuncia novo recorde de produção de diesel S-10

Mídia Rural – Inscrições abertas para curso online sobre Aviação Agrícola

MF Rural – Sistema de ozônio para tratamento de resíduos agrícolas
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O Boletim NK, produzido pela NK Consultores Relações Governamentais, é uma compilação das principais notícias publicadas em meios de comunicação do país sobre temas ligados ao setor.

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