Ômicron: Vacinas são eficazes e não é hora de mudá-las, mas de garantir igualdade, diz OMS

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Ômicron: Vacinas são eficazes e não é hora de mudá-las, mas de garantir igualdade, diz OMS

O diretor do programa de emergência sanitária da Organização Mundial da Saúde (OMS), Michael Ryan, disse nesta sexta-feira, 3, que é hora de distribuir doses de forma mais igualitária ao redor do globo, não de adaptar a composição das vacinas contra covid-19 à variante Ômicron, informou o Estado de S. Paulo. Ele acrescentou que os imunizantes utilizados hoje são “altamente eficazes” e que, caso seja necessário “mudá-los”, cientistas já estudam como. Ele assegurou que, se for preciso alterar a composição dos imunizantes, já há “muito sendo feito”. “O trabalho preliminar já está acontecendo”, disse. A diretora técnica da OMS, Maria Van Kerkhove, porém, falou que, considerando o que ocorreu com o surgimento de outras variantes, é provável que a eficácia dos imunizantes seja reduzida. Ambos também consideram “cedo” para dizer com certeza se a severidade da doença causada pela Ômicron é maior ou não. Maria declarou que, até o momento, há relatos de doentes com a variante com quadros que vão de leve até severo. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Santas Casas de Misericórdias pressionam para que deputados barrem piso para enfermeiros

A Confederação das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas (CMB) fez intensa mobilização em Brasília para evitar a votação nesta quinta-feira, 2, na Câmara de projeto que prevê um piso nacional de R$ 4,7 mil para enfermeiros e 70% deste valor para técnicos de enfermagem e metade para auxiliares de enfermagem, informou o Estado de S. Paulo. A entidade calcula um impacto de R$ 18,4 bilhões para o setor de saúde público e privado – R$ 6, 2 bilhões para o setor privado sem fins lucrativos, os  hospitais filantrópicos, e R$ 6,3 para o setor publico. Para as empresas do setor privado com fins lucrativos, a estimativa é de um impacto de R$ 5,98 bilhões. O texto já foi aprovado pelo Senado. Ao Estadão, o presidente da CMB, Mirócles Campos Véras Neto, disse que esse aumento vai tornar inviável a operação dos hospitais, e a entidade quer mais tempo para discutir com os parlamentares o projeto. Ele chama atenção para o fato de que, até o momento, não há indicação na proposta de onde sairá a receita para arcar com este custo extra para os cofres públicos, o que pode prejudicar também o cenário fiscal do País. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Secretário prega equilíbrio e diz que ministérios analisam pedido da Anvisa para controle de viajantes

O secretária de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Arnaldo Correia de Medeiros, disse nesta quinta-feira (2) que o ministério está ciente das recomendações que Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) fez sobre a adoção de medidas mais rígidas no acesso de viajantes ao país, informou o G1. A Anvisa argumenta que é necessário: impedir temporariamente voos com destino ao Brasil vindos de Angola, Malawi, Moçambique e Zâmbia; e exigir certificado de vacinação completa contra a Covid para a entrada de viajantes no Brasil. Arnaldo Medeiros fez ressalvas sobre o eventual impacto da medida usando o exemplo da África do Sul. ’Sei que a Anvisa fez recomendações sobre portos e aeroportos. É algo que exige uma ação interministerial do governo. Nós estamos nos debruçando sobre os dados da literatura com os três ministérios coordenados pela Casa Civil. Envolve questões de natureza sanitária e outras questões, como os direitos das pessoas de transitarem livremente’, disse Medeiros. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

População ‘subestima’ câncer de pele, diz dermatologista

Uma manchinha diferente na pele, uma pinta que mudou de característica. Muitas vezes subestimadas pela população, esses são os sinais do câncer de pele , tipo que mais atinge a população brasileira. Segundo dados da Sociedade Brasileira de Dermatologia, o câncer de pele supera os de mama, próstata, cólon e reto, pulmão e estômago, e é responsável por 27% dos tumores malígnos diagnósticados em todo o país. ’As pessoas subestimam porque têm sempre a impressão de que é só um sinal na pele, que é só operar e está resolvido. Muita gente não sabe que temos tipos de câncer de pele muito graves, mesmo os não-melonoma, que podem causar metástase, invadindo a região acometida’, explica a dra. Tatiana Blumetti, assessora do Departamento de Oncologia Cutânea da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), em entrevista ao iG .’Quando você percebe um sinal como esse, é preciso procurar um dermatologista. Ele é quem vai examinar, e se considerar o caso suspeito de câncer, solicitar a biópsia (remoção de um pequeno fragmento da lesão). Toda vez que uma pessoa notar algo diferente na pele, e não se lembrar se algo causou aquilo, ela deve procurar o médico’, alerta a especialista. Segundo a SBD, entre 2013, quando o Painel de Oncologia Brasil, que monitora os casos, entrou em operação, até 2021, 205 mil novos casos foram registrados no país. Nesse mesmo período, 374 mil pessoas foram internadas e 32 mil morreram em decorrência da doença. Estima-se que o Brasil tenha cerca de 180 mil casos de câncer de pele não melanoma e 8,5 mil casos de melanoma a cada ano. Neste início de dezembro, a SBD lança a campanha Dezembro Laranja, que visa alertar para a prevenção da doença. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

 

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