Número de deputados e senadores na eleição municipal é o menor em três décadas

//Número de deputados e senadores na eleição municipal é o menor em três décadas
Nesta terça-feira (29) a Folha de S.Paulo informou que, o número de deputados federais e senadores que vão concorrer ao cargo de prefeito ou vice nas eleições municipais de novembro é o menor das últimas três décadas, reforçando uma trajetória descendente já observada na maioria dos últimos pleitos. De acordo com dados da Câmara dos Deputados e do Senado, 69 deputados federais e 2 senadores, de um total de 594 congressistas, vão tentar trocar Brasília pelas administrações locais de seus redutos eleitorais. Isso representa uma queda de 14,5% em relação às eleições de 2016, quando 83 parlamentares concorreram a um cargo de prefeito ou vice. É também o menor número desde 1992, segundo o histórico de candidaturas de congressistas feito pelo Diap (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar). Entre outros motivos, os dados podem ser mais um sinal observado nos últimos anos do desgaste do status quo político. Em 2016, por exemplo, nenhum congressista que disputou uma prefeitura conseguiu triunfar no primeiro turno. Em 1996, auge da motivação de congressistas pelas disputas municipais, 121 deputados e senadores concorreram. Neste ano, o partido com mais candidatos a prefeitos e vice-prefeitos é o PT, com 9 nomes na Câmara e 1 no Senado. A legenda, que detém a maior bancada da Câmara, com 53 deputados, disputa prefeituras como a do Rio de Janeiro, com Benedita da Silva, e a de Recife, com Marília Arraes —que enfrenta o primo, o também deputado João Campos (PSB). Com um nome a menos que o PT, o PSL, ex-legenda do presidente Jair Bolsonaro, tem 8 deputados concorrendo nas eleições de 2020. A disputa municipal evidencia a polarização dentro do partido após o racha de outubro do ano passado. Na ocasião, metade da bancada se alinhou ao presidente da sigla, Luciano Bivar (PE), e os demais manifestaram lealdade a Bolsonaro —que, ao deixar o PSL, tentou fundar uma legenda, a Aliança pelo Brasil, até hoje sem sucesso. Uma das principais vozes de oposição ao presidente atualmente, a deputada Joice Hasselmann, ex-líder do governo no Congresso, concorre à Prefeitura de São Paulo. Na cidade, Bolsonaro sinaliza apoio ao primeiro colocado em intenção de voto, o também deputado Celso Russomanno (Republicanos-SP). Também em São Paulo, o deputado Orlando Silva (PCdoB-SP) aparece empatado com Joice Hasselmann nas pesquisas –ambos têm 1%. Ainda no PSL, o deputado Luiz Lima (RJ), aliado do presidente, disputa a Prefeitura do Rio de Janeiro. Apesar do alinhamento, Bolsonaro indicou que deve dar seu aval ao atual prefeito, Marcelo Crivella (Republicanos), que tenta a reeleição. São Paulo, Fortaleza e Belém são as cidades em que mais congressistas se lançaram. No Senado, apenas dois nomes concorrem a cargos nas eleições municipais. O petista Jean Paul Prates quer se eleger prefeito de Natal (RN), enquanto o senador Vanderlan Cardoso (PSD) busca a Prefeitura de Goiânia. Os parlamentares que querem disputar prefeituras não precisam se licenciar do mandato. Continuam recebendo salário de R$ 33,7 mil, cota de atividade parlamentar, verba para contratação de até 25 asessores e auxílio-moradia —os que tiverem optado pelo benefício—, entre outros benefícios. A eleição de 2020 também será a primeira em que as campanhas para prefeitos e vereadores serão bancadas, majoritariamente, com recursos do fundo eleitoral, criado em 2017 e que será de R$ 2,035 bilhões.

Asma e animais de estimação: boa convivência entre alérgicos e pets é possível

Controladas, as alergias respiratórias não impedem o convívio com um animal de estimação. É o que garante a médica Priscilla Filippo, membro da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia do Rio de Janeiro (Asbai-RJ). Ela alerta porém que, principalmente em tempos de crescimento do home office, quando o convívio de donos com seus pets tende a ser maior, torna-se imprescindível caprichar nesse controle, sob pena de se sofrer crises em série, destacou o jornal O Globo nesta terça-feira (29). Embora tenha rinite, a advogada Patrícia Goldman, de 39 anos, conta que tem cães desde a infância. “Quando eu era menor, tinha muita alergia. Mas fiz tratamento com vacinas e minhas crises melhoraram. Tomo precauções. Tento manter a casa limpa e arejada e dou banho com frequência no meu cachorro para evitar que haja ácaro no pelo dele”, conta a moradora da Barra, dona do vira-lata Alf. Segundo Priscilla Filippo, os ácaros são mesmo os responsáveis pela maioria das alergias respiratórias: apenas entre 10% e 15% dos pacientes com asma e rinite apresentam alergia a animais. Mas mesmo quem não tem pode apresentar mais sintomas nasais e oculares, como nariz entupido e olhos lacrimejando, se houver poeira no pelo deles. “Se alguém tem rinite ou asma, o ideal é ser acompanhado por um médico”, afirma a médica. A veterinária Ana Paula Cardoso, da Cat Clinic, concorda e acrescenta que o quadro pode ser diferente no caso dos gatos: “Geralmente, a alergia respiratória está relacionada com uma proteína da saliva dos gatos. O siberiano é o mais indicado para os alérgicos, porque não produz essa proteína. E hoje podemos recomendar mais banhos para os pets nestes casos especiais”. No caso da Patrícia a alergia é em dose dupla. Ela é alérgica tanto a ácaros quanto a pelo de cachorros. Mesmo assim, graças ao tratamento correto e às precauções diárias, diz que não há razão para pensar em se separar de Alf. “Minha alergia não me impede de conviver com ele. Em geral, não preciso tomar remédio. Eventualmente, quando estou com uma crise, uso um corticoide. Se estiver muito ruim, tomo um antialérgico, mas é raríssimo”, conta. O tratamento com vacinas é longo, pode durar de dois a cinco anos. Durante esse período, cada aplicação introduz nos pacientes doses pequenas de alérgenos, o que aumenta gradativamente a tolerância a essas substâncias. A especialista explica que pesquisas dizem que não nascemos alérgicos. Desenvolvemos alergias a partir de um grupo de fatores que envolvem potencial genético e disposição ambiental.

França anuncia proibição progressiva de animais selvagens em circos itinerantes

A França anunciou uma série de medidas que visam beneficiar os animais, dentre elas a proibição progressiva de espetáculos que envolvam animais selvagens em circos itinerantes. Segundo o portal Anda a reprodução e aquisição de novas baleias e golfinhos pelos três delfinários do país – isso é, aquários voltados para essas espécies – também será proibida, assim como a criação de visons americanos explorados para a fabricação de roupas. As medidas foram anunciadas nesta terça-feira (29) pela ministra da Ecologia, Barbara Pompili. Segundo ela, a “atitude em relação aos animais selvagens em nossa época mudou”. “Chegou o momento de que o nosso fascínio ancestral por estes seres selvagens não se traduza em situações que favoreçam o seu cativeiro ante o seu bem-estar”, reforçou Pompili em entrevista à agência France Presse. A ministra não apresentou um calendário com os prazos para a proibição total, mas afirmou que os espetáculos nos quais animais selvagens são explorados em circos itinerantes serão proibidos nos próximos anos. “Fixar uma data não resolve todos os problemas, prefiro iniciar um processo para que aconteça o mais rápido possível”, afirmou. Atualmente, quase 500 animais selvagens são mantidos aprisionados em cativeiro pelos circos franceses, que os exploram para entretenimento humano. Ao ser questionada sobre o destino desses animais, Pompili explicou que serão encontradas “soluções caso por caso, com cada circo, para cada animal”. “Estamos pedindo (aos circos) que se reinventem, este é um momento em que precisarão de apoio e o Estado vai estar a seu lado”, disse a ministra. Os espetáculos circenses com animais silvestres já foram proibidos ou limitados por mais de 20 países da Europa.

China tenta reduzir dependência de importações de carnes e lácteos

A China, que lidera a produção e o consumo de carne suína no mundo, estabeleceu como meta de longo prazo garantir que sua oferta doméstica do produto seja suficiente para atender a 95% da demanda, informou o Valor Econômico nesta segunda-feira (28). Conforme informou a agência Bloomberg, no caso da carne bovina o objetivo é que o percentual alcance 85%, enquanto em lácteos os planos oficiais são de que a produção interna cubra mais de 70% do consumo. No processo de reconstrução de sua produção depois da crise provocada pela disseminação da peste suína africana no país, a partir de 2018, a China prevê o aumento do tamanho médio do plantel de seus criadores de porcos. Hoje, milhões deles ainda engordam menos de 500 animais por ano, e o objetivo é que 70% do total sejam de grande escala até 2025 e que o percentual chegue a 85% em 2030. A China é o principal destino das exportações brasileiras de carnes bovina, suína e de frango, e a notícia pressionou as ações dos frigoríficos JBS, Marfrig e Minerva, como informou o Valor PRO, o serviço de informações em tempo real do Valor.

NA IMPRENSA

Folha de S.Paulo – Doença misteriosa causa a morte de 34 elefantes em apenas um mês no Zimbábue

O Estado de S.Paulo – Procuradoria quer destinar à Unicamp para combate à pandemia R$ 1,2 milhões de acordos com investigados por importação subfaturada de cavalos

O Globo – Asma e animais de estimação: boa convivência entre alérgicos e pets é possível

G1 – Pequim pede que importador de alimento congelado evite países com pandemia de coronavírus severa

G1 – China tem meta de autossuficiência de 95% em carne suína

G1 – França vai proibir os animais selvagens em circos itinerantes

G1 – Exageros na relação com os pets pode fazer mal a humanos e animais

G1 – Veterinário dá dicas de como ajudar pets a suportar o aumento das temperaturas

Valor Econômico – México abre mercado para as exportações brasileiras de ovos

Valor Econômico – China tenta reduzir dependência de importações de carnes e lácteos

CNA – CNA debate tecnologias disponíveis para o setor aquícola

CNA – Produtora alavanca a produção de leite em Pratápolis (MG)

Anda – Cadelinha resgatada escolhe o seu primeiro brinquedo após chegar em abrigo

Anda – Gorila resgatado adota e protege um pequenino filhote órfão

Anda – Cachorra faz visitas diárias à vizinha para que ela não se sinta sozinha

Anda – Araras-azuis devem voltar para lista de espécies ameaçadas por conta das queimadas

Anda – Extinção de resoluções que protegem manguezais e restingas é contestada no STF

Anda – França anuncia proibição progressiva de animais selvagens em circos itinerantes

Anda – Queimadas no Pantanal podem levar espécies de animais à extinção

Anda – Cidade mexicana proíbe mutilação de rabos e orelhas de animais para fins estéticos

Anda – Ricardo Salles revoga resoluções que protegiam manguezais e restingas

Agrolink – Mercado registra aumento de consumo e de produção de pescado, peixes e camarões

Agrolink – RS: ovinos têm mercado aquecido dentro e fora do Estado

Agrolink – Brasil, Uruguai e Argentina sobem ao pódio na final do Freio de Ouro

Agrolink – CNA debate tecnologias disponíveis para o setor aquícola

Agrolink – México abre mercado para ovos do Brasil

Agrolink – Produtora alavanca a produção de leite em Pratápolis (MG)

Agrolink – Alta no preço da arroba da vaca gorda

Agrolink – Custos dos grãos pressionam alterações no valor da carne de frango e ovos

Agrolink – Alemanha considera auxílio a produtores rurais após peste suína, diz ministra

Agrolink – MT: preço do boi e vaca tem novo aumento

Agrolink – Hambúrguer de laboratório está mais próximo

Agrolink – Expedição quer mapear gado confinado

Agrolink – Projeto Trijunção produz carne com baixa emissão de carbono

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O Boletim NK, produzido pela NK Consultores Relações Governamentais, é uma compilação das principais notícias publicadas em meios de comunicação do país sobre temas ligados ao setor.

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