Novos seguros rurais de aves e suínos serão avaliados em videoconferência do Mapa

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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) realizará no dia 04 de dezembro, às 15h, uma videoconferência do projeto Monitor do Seguro Rural, dedicada ao seguro rural das atividades de avicultura e suinocultura. O objetivo é avaliar e propor aperfeiçoamentos nos produtos e serviços ofertados pelas seguradoras, que estudam a criação de seguros para essas atividades com coberturas mais aderentes às necessidades dos produtores. Para participar da videoconferência basta acessar o seguinte link da plataforma Teams na data e horário agendados: tinyurl.com/msravesesuinos. O trabalho é coordenado pelo Departamento de Gestão de Riscos do Mapa e terá a participação de produtores com o apoio das entidades representativas do setor, cooperativas, associações, revendas de insumos, companhias seguradoras, empresas resseguradoras, corretores, peritos e instituições financeiras. O seguro rural de aves e suínos ainda é incipiente no Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR). “Será uma oportunidade de os produtores e técnicos dialogarem com as seguradoras para compreender o desenho de novos produtos de seguro rural que podem ser ofertados a partir de 2021”, explica o diretor do Departamento de Gestão de Riscos do Mapa, Pedro Loyola. Nesse caso, a subvenção é de 40% ao prêmio do seguro rural, enquadra. No caso de suínos, o seguro rural prevê cobertura para morte do animal segurado em caso de doença de caráter epidêmico ou não (dependendo da seguradora); acidente; incêndio, raio, insolação e eletrocussão; envenenamento, intoxicação e ingestão de corpo estranho, desde que de forma acidental; asfixia por sufocamento ou submersão; luta, ataque ou mordedura de animais; inoculações vacinais e outras medidas de ordem profilática, necessárias à salvaguarda do animal.

Projeto classifica retirada de garras de gatos como crime de maus-tratos de animais

O Projeto de Lei 5292/20 classifica como crime de maus-tratos de animais a realização da cirurgia de retirada completa das garras de felinos – a onicectomia. A proposta inclui a medida na Lei de Crimes Ambientais, que hoje prevê pena de detenção de três meses a um ano e multa para quem praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais. O texto foi apresentado à Câmara pelo deputado Fred Costa (Patriota-MG), destacou a Agência Câmara nesta terça-feira (1). Ele lembra que a onicectomia já foi proibida no Brasil em 2008, por meio da Resolução 877 do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) e é formalmente considerada crime por diversos países europeus e estados norte-americanos, mas que ainda assim muitos tutores optam pela cirurgia a fim de evitar arranhões e a destruição de móveis por gatos domésticos. O parlamentar acrescenta que o procedimento é prejudicial ao bem-estar dos gatos, que utilizam apenas as falanges de seus membros inferiores para se locomover, mantendo todos os músculos e órgãos alinhados. “A unha de um gato faz parte do último osso da pata, a falangeta. Para que as garras não voltem a crescer, na cirurgia de onicectomia, os veterinários amputam toda essa estrutura, que, além das garras, possui tendões, nervos e vasos sanguíneos”, explica Costa. “Esse cruel procedimento provoca, além do trauma cirúrgico, diversas dores secundárias que acompanharão o animal por toda a vida, pois, para compensar a disfunção decorrente da retirada das falangetas, o animal passa a se locomover de uma forma não natural, sobrecarregando outros membros de seu corpo”, acrescenta.

Animais da raça Angus serão doados à Embrapa para pesquisas em ILP

A Embrapa Clima Temperado (Pelotas, RS) irá receber cerca de 50 animais de criadores da raça Angus para ações de pesquisa em Integração-Lavoura-Pecuária (ILP). Por meio de parceria de cooperação técnica entre a Instituição e a Associação Brasileira de Angus (ABA). Num primeiro momento serão recebidas por doação cinco novilhas (de um total de 15 animais) oriundas da Granja Mangueira, situada no município de Santa Vitória do Palmar/RS. Também serão destinados à Embrapa animais de criadores dos municípios de Pelotas e Jaguarão e  300 doses de sêmen com alta genética. “Ao final do ciclo as fêmeas produzidas serão doadas para a Embrapa, e os terneiros e vacas, devolvidos aos respectivos proprietários”, explicou o gestor do Núcleo Temático em ILP, pesquisador Jorge Schafhauser Júnior. As doações permitirão a renovação do plantel de animais destinados a estudos em ILP. O rebanho experimental será composto pelas raças Angus e Charolês para avaliação de produtividade dos animais em áreas de grãos (soja, milho e arroz) e de pastagens cultivadas. Para o presidente da ABA, Nivaldo Dzyekanski, a doação de sêmen, embriões e animais permitirá a coleta de dados para formação de um banco de dados de animais Angus de alta genética, com acesso por toda a bovinocultura brasileira, garantindo a produção de carne de qualidade. O médico-veterinário e gerente de fomento da ABA, Mateus Pivato, afirma que a parceria é estratégica para a Associação, tendo em vista os inúmeros criadores de Angus nesta região do Rio Grande do Sul, com animais tanto para genética, quanto para produção de carne. O coordenador técnico da ETB, André Andres, e o pesquisador Jorge Schafhauser acreditam que a parceria com a ABA gerará entregas de valor para o setor pecuário da região Sul do país, pois atenderá as demandas dos próprios pecuaristas. Dentre as principais, estão o acesso a métodos para controle de carrapato e para prevenção da Tristeza Parasitária Bovina; a avaliação de desempenho da progênie de touros jovens; a avaliação de desempenho da raça Angus em sistemas de ILP; e a avaliação de desempenho qualitativo e quantitativo da carne Angus.

Carne de frango desenvolvida em laboratório recebe aprovação para uso comercial

Nesta quarta-feira (2) o Blog Capital do jornal O Globo divulgou que, uma proteína animal desenvolvida em laboratório nos EUA acaba de receber o sinal verde para uso comercial. A start-up americana Eat Just obteve aprovação das autoridades de Singapura para iniciar a comercialização de uma carne de frango criada a partir de células da ave cultivadas em laboratório — um marco histórico que pode representar o início de uma revolução no mercado de proteína animal, reduzindo o impacto para o meio ambiente e respeitando o bem-estar animal. A proteína desenvolvida pela Eat Just é cultivada em um bioreator a partir de células tronco obtida de gordura ou músculo do animal da ave, sem que ele precise ser sacrificado. Depois, a proteína é mistura com outros ingredientes vegetais. Segundo reportagem da CNBC, ainda vai demorar, contudo, para que o frango da Eat Just seja aprovado pelos reguladores nos Estados Unidos. A produção inicial será limitada e o produto será oferecido em um restaurante de Singapura, a um preço significativamente maior do que o frango convencional. Segundo a empresa, é questão de tempo até que se obtenha um ganho de escala capaz de barater a produção. Preocupações ambientais e de saúde animal têm levado a uma corrida por alternativas à proteína animal, com uma série de empresas dedicadas a encontrar a melhor combinação de vegetais e grãos para reproduzir o gosto, a textura e o teor protéico de carnes e ovos. A Just Eat tem sede na Califórnia e é avaliada em US$ 1,2 bilhão. A start-up levantou US$ 300 milhões com fundos de venture capital e hoje tem uma operação lucrativa com um substituto de ovo que permite fazer ovos mexidos e que serve de ingrediente culinário.

NA IMPRENSA

Agência Câmara – Projeto classifica retirada de garras de gatos como crime de maus-tratos de animais

Folha de S.Paulo – Cães surfistas brasileiros participam de de competição virtual; conheça vencedores

O Estado de S.Paulo – Inclusão do criador no campo ajuda a reduzir desmatamento

O Estado de S.Paulo – Dez anos de práticas de baixo carbono na lavoura e no pasto 

O Estado de S.Paulo – Liga do Araguaia prova que pecuária ‘sequestra’ carbono

O Globo – Carne de frango desenvolvida em laboratório recebe aprovação para uso comercial

G1 – Veja os preços do boi gordo em Rondônia; arroba já chega a R$ 259

G1 – Leite é riqueza no campo e saúde na mesa

G1 – De onde vem o que eu como: pecuaristas focam em gestão e testam até ‘sutiã’ para aumentar a produção de leite no país

G1 – Nascimento de milhões de tartarugas é registrado no Vale do Guaporé em RO

G1 – Governador de RO propõe alterar limites de reserva extrativista e parque estadual; Para ONGs, ação ‘premia quem comete crime’

G1 – Projeto no Cariri cadastra carroceiros para evitar maus-tratos a animais

Valor Econômico – Paralisação de trabalhadores torna operação da Marfrig mais lenta em Bataguassu (MS)

Valor Econômico – Com caixa recheado, Seara promete acirrar duelo com BRF

Mapa – Novos seguros rurais de aves e suínos serão avaliados em videoconferência do Mapa

Embrapa – Animais da raça Angus serão doados à Embrapa para pesquisas em ILP

AgroLink – Poucos negócios no mercado do boi gordo

AgroLink – Como a pecuária pode armazenar carbono?

AgroLink – TO restringe aglomeração de equideos

Canal Rural – Preço médio da arroba do boi gordo deve ser maior em 2021, diz Scot Consultoria

Canal Rural – Boi gordo cai R$ 12 em um dia; veja notícias importantes desta quarta

Canal Rural – Boi gordo: mesmo com restrição de oferta, preços seguem em queda

SBA – Encontro de Analistas: boi na bolsa está abaixo do que se espera

SBA – Setor de ovinocultura registra aumento de produtores no ramo

SBA – Calidad Genética e UFMS realizam aula prática de exame andrológico em equinos

Globo Rural – Pela primeira vez, B3 inclui frigoríficos de carne bovina em índice de sustentabilidade

Portal do Agronegócio – Tempo de recuperação no pós-parto é crucial para o controle da hipocalcemia em vacas de leite

Noticias Agrícolas – Desempenho exportador das carnes em novembro de 2020

Noticias Agrícolas – Embrapa: Pecuária de leite vive incertezas com o futuro da pandemia

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