Novos secretários tomam posse no Ministério da Saúde

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Novos secretários tomam posse no Ministério da Saúde

Os novos secretários do Ministério da Saúde assumiram seus cargos na tarde desta quarta-feira (16/2). Em cerimônia realizada na sede do Ministério, o ministro Marcelo Queiroga oficializou as alterações na pasta, informou o Estado de Minas. Mayra Pinheiro, deixou a secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (SGTES). Ela passou para o cargo de subsecretária da Perícia Médica Federal no Ministério do Trabalho e Previdência. Em seu lugar assumiu Hélio Angotti Netto. Agora, quem liderará a Secretaria de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos em Saúde (SCTIE), antes presidida por Angotti, é a servidora Sandra de Castro Barros para chefiar a seção. Sandra já exercia o cargo de diretora do Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos dentro da mesma secretaria, do qual fica exonerada. Queiroga também anunciou que o médico Sérgio Okane retornará ao Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). Quem assume sua posição na Secretaria de Atenção Especializada à Saúde (SAES) é a enfermeira Maíra Botelho. As alterações já estavam descritas no Diário Oficial da União (DOU) desta quarta.

Quase metade dos médicos brasileiros já atende por telemedicina

Uma pesquisa feita pela Associação Médica Brasileira (AMB) e pela Associação Paulista de Medicina (APM) mostra o quanto a telemedicina avançou no país. Feito com 3.517 profissionais de todas as regiões do país, o levantamento mostra que praticamente metade (49%) dizia ter incorporado à rotina o atendimento de pacientes a distância, seja com simples orientações, seja com consultas ou acompanhamento do tratamento. Em coluna do site Jota, Lígia Formenti, editora e analista de saúde, aponta que o crescimento da telemedicina no Brasil está associado às limitações trazidas pela Covid-19. O medo de se contaminar com o vírus e restrições de circulação fizeram com que muitas pessoas buscassem o atendimento virtual. Antes do novo coronavírus, a situação era outra: os atendimentos a distância estavam restritos a consultas informais e esporádicas com pediatras ou médicos de confiança. Eram excepcionais, voltados para tirar dúvidas ou solucionar problemas pontuais, explicou. A prática caiu no gosto de muitos pacientes que preferem uma consulta rápida com o profissional, sem o risco de atrasos e longas esperas em estreitas salas de consultórios, afirmou. Apesar de todos os pontos positivos, a modalidade está longe de ser perfeita. “Muitos atendimentos somente podem ser feitos de maneira presencial”, constata o presidente da Comissão de Saúde Digital da Associação Médica Brasileira e diretor de TI da APM, Antonio Carlos Endrigo. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Governo Federal define valor teto de tratamento contra AME

O governo federal aprovou subir de R$ 2,9 milhões para R$ 6,5 milhões o preço máximo de venda no Brasil do zolgensma, tratamento considerado o mais caro do mundo, informou a Folha de S. Paulo. Mesmo com a mudança, não há garantia de que o Ministério da Saúde conseguirá comprar o medicamento por este preço. Como o produto não foi lançado no Brasil e está fora do SUS (Sistema Único de Saúde), a União acaba bancando o produto usado contra a AME (atrofia muscular espinhal) pelo preço internacional, cerca de R$ 10 milhões, após decisões da Justiça. O governo ainda não divulgou o novo valor. A informação consta de ata da reunião de ministros que aprovou a mudança, obtida pela Folha. Com a mudança de preço máximo, integrantes da Saúde esperam ganhar maior poder de negociação com a fabricante Novartis e reduzir o preço da judicialização. A definição do valor teto também é um passo necessário para negociar a eventual incorporação da droga ao rol de medicamentos ofertados pelo SUS.  Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Santas Casas e Hospitais Filantrópicos estimam impacto de R$ 6,3 bi com novo piso da enfermagem

O diretor-geral da Confederação das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos (CMB), Mário Bernardes, afirmou nesta terça-feira (15), na Câmara dos Deputados, que o novo piso salarial da enfermagem poderá representar um impacto financeiro de R$ 6,3 bilhões no segmento, informou a Agência Câmara. Atualmente, as santas casas de misericórdia e os hospitais sem fins lucrativos empregam 460 mil profissionais de enfermagem, segundo a CMB. ’Somos totalmente a favor de uma remuneração justa aos enfermeiros, mas simplesmente não temos como pagar e suportar o piso salarial da enfermagem”, observou Bernardes, que participou de reunião do grupo de trabalho da Câmara que analisa o impacto financeiro e orçamentário do Projeto de Lei 2564/20, do Senado. O projeto fixa o piso salarial de enfermeiros em R$ 4.750,00, o de técnicos de enfermagem em R$ 3.325,00 e o de auxiliares e parteiras em R$ 2.375,00. Na avaliação de Bernardes, é preciso encontrar uma fonte de financiamento e custeio permanente para o aumento de despesa previsto no projeto. “É imprescindível garantir a sustentabilidade dessas instituições mesmo com a aprovação do projeto, especialmente quando se fala de instituições que são protagonistas do Sistema Único de Saúde (SUS) e que são subfinanciadas há mais de 20 anos”, acrescentou. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

 

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