Novas tecnologias conferem eficiência à pecuária leiteira

//Novas tecnologias conferem eficiência à pecuária leiteira

Nesta terça-feira (29) o Valor Econômico destacou que a produção de leite no Brasil tem avançado e se profissionalizado nos últimos anos com um empurrão considerável do uso de novas tecnologias. E dados da Embrapa comprovam o movimento: enquanto o rebanho ordenhado caiu de 22,9 milhões de cabeças, em 2010, para 16,3 milhões em 2019, a produção por vaca aumentou de 1,3 mil para 2,1 mil litros por ano na comparação. Um dos maiores produtores mundiais de leite, com quase 35 bilhões de litros por ano, o país é também um dos maiores consumidores, com média de 170 litros por habitante por ano, entre leite e derivados. O Ministério da Agricultura projeta que o valor bruto da produção (VBP) da cadeia será de R$ 41,3 bilhões em 2020, alta de 12,5% em relação a 2019, e crescerá mais 6,2% em 2021, para R$ 44,9 bilhões. Para Paulo Martins, chefe-geral da Embrapa Gado de Leite, sem tecnologia esse avanço seria inviável. Ele lembra que, por muitos anos, a pecuária leiteira foi encarada como “atrasada” e o “patinho feio” do agronegócio, mas que esse retrato já está desbotado. Doutor em Economia, Martins diz que essa visão é uma herança da década de 1980 e precisa ficar no passado. “O tabelamento de preços dos alimentos foi o que retardou o avanço tecnológico do segmento. O leite pesava 8% na cesta do consumidor e, por isso, o governo segurava seus preços, o que teve efeitos nefastos para a cadeia”. Ele afirma que na década de 1990 a situação começou a mudar, já que os produtores, que se tornaram competitivos à força, abriram os olhos para a necessidade de se modernizar. “Muita gente deixou a atividade, e os que ficaram foram se profissionalizando”, observa Martins. Pressão por eficiência e problemas de sucessão familiar nas fazendas aceleraram o processo.

Prazo para declaração anual de rebanho se encerra no dia 30

Nesta quarta-feira (30), termina o prazo para que produtores rurais do Rio Grande do Sul entreguem a declaração anual obrigatória de rebanho, referente ao ano de 2020, à Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr). Segundo o portal AgroLink a declaração anual de rebanho é obrigatória e exigida em dois momentos: no início do ano, de janeiro a maio, quando se relacionam todos os animais existentes na propriedade, divididos por idade e raça; e no mês de novembro, para registrar a evolução do rebanho, como nascimentos, mortes, consumo e roubo, entre outros. A declaração de rebanho normalmente era feita durante as campanhas de vacinação contra a febre aftosa, mas, com a suspensão da vacinação, o prazo foi prorrogado até o fim do ano. Devido à pandemia, as inspetorias de defesa agropecuária estão restringindo o contato pessoal, com escalonamento de servidores e atendimento remoto por e-mail ou WhatsApp. O número de WhatsApp de cada inspetoria é o mesmo do telefone fixo.A orientação é que os produtores deem preferência a entregar as declarações de rebanho às suas inspetorias locais por esses meios eletrônicos.

Demanda externa por couro bovino deve aumentar em 2021, mas oferta tende a ficar enxuta com a retenção de fêmeas

A expectativa é que as exportações de couro bovino registrem um crescimento em 2021 com o possível fim da pandemia de covid-19 e retomada da economia mundial, conforme informou, nesta terça-feira (29), a Scot Consultoria. De acordo com o portal Noticias Agrícolas os setores automobilísticos e moveleiros devem contribuir para esse aumento na demanda internacional pelo o produto brasileiro. Segundo a Analista de Mercado da Scot Consultoria, Thayná Drugowick, é importante acompanhar como será o comportamento do dólar no próximo ano e a evolução da pandemia nos demais países. “A valorização do dólar frente ao real colabora com as exportações do couro bovino. No entanto, mesmo com o dólar alto no início de 2020, a menor demanda contribuiu com os ajustes negativos das cotações e um mercado mais travado no primeiro semestre”, destacou. O mercado de couro apresentou singela recuperação no primeiro bimestre de 2020, porém com o início dos efeitos da pandemia de covid-19 no mundo, as exportações ficaram travadas, derrubando a demanda internacional de couro e pressionando negativamente os preços do produto no mercado interno. A pandemia também afetou os embarques que registrou uma queda significativa nos volumes exportados. Já no segundo semestre, as exportações ganharam força, o volume embarcado está evoluindo em relação a 2019 e os preços têm apresentado recuperações. “Em meados de agosto, com a retomada gradual do comércio e com a flexibilização da quarentena, a exportação de couro voltou a crescer e os preços começaram a reagir. Isso associado a queda no número de animais abatidos, refletindo em ofertas enxutas e valorizações nos preços do produto no segundo semestre”, apontou a analista.

Centro de Fauna registra queda de quase 40% na quantidade de animais silvestres resgatados em 2020

O número de animais silvestres resgatados que precisaram de assistência no Centro de Fauna do Tocantins (Cefau) caiu quase 40% em 2020, destacou o G1. A unidade é ligada ao Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins) e cuida de animais resgatados com ferimentos ou que foram criados em cativeiro. Para os biólogos do Cefau, a queda pode ser explicada por causa das medidas de distanciamento social. “No início havia muitas incertezas relacionadas à possibilidade de transmissão da Covid-19 entre humanos e também animais. Com a determinação de distanciamento social as pessoas tiveram que se manter em casa, os locais em que havia possibilidade de aglomeração foram fechados, assim reduziu o contato com natureza e consequentemente com animais”, explicou o gerente de Pesquisas e Informações da Biodiversidade do instituto, Jorge Leonam. Ao longo do ano de 2020, até esta segunda-feira (28), o Cefau tinha recebido 280 espécies. Em todo o ano de 2019 foram 464 animais silvestres atendidos. Mesmo assim, a tendência de maior demanda por atendimentos para aves se manteve em 2020. Dos 280 espécimes recebidos, 211 eram aves silvestres, outros 49 eram mamíferos, 19 répteis e um aracnídeo. No ano passado, foram 349 aves, 85 mamíferos e 30 répteis. Os dados são do Sistema Integrado de Gestão Ambiental (Siga). Mesmo com a redução, o Cafau segue funcionando normalmente. Outras atividades foram desenvolvidas ao longo do ano, como a emissão de 22 autorizações para manejo de animais silvestres e a análise de outros 26 processos que ainda não foram definidos. O Cefau recebe e ajuda animais silvestres em casos como atropelamentos, queimadas, maus tratos, apreensões e entregas voluntárias. Após a reabilitação da espécie, o animal é devolvido ao habitat natural ou destinado a um cativeiro autorizado.

NA IMPRENSA

Folha de S.Paulo – Morador de rua enfrenta incêndio para salvar cães e gatos em ONG

Folha de S.Paulo – Fotógrafa coloca cães em viagens pelo mundo em meio à pandemia; veja

G1 – O projeto que tenta resolver ‘briga’ entre agricultores e arara ameaçada de extinção na Caatinga

G1 – As espécies escondidas nas profundezas do Atlântico que a ciência desconhecia até agora

G1 – Morre Manukura, a rara ave kiwi branca que inspirou brinquedos e livro infantil

G1 – Abate de animais está proibido em frigorífico de Araxá

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G1 – Entidades de defesa aos animais protestam contra morte de cachorro a tiros por PM

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G1 – Hospedagens para pets tem procura menor que nos anos anteriores

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Noticias Agrícolas – China pede que exportadores de carnes desinfetem cargas para evitar Covid-19

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AgroLink – CADE aprova compra de cooperativa paranaense

AgroLink – Cães urbanos têm mais alergia do que rurais

AgroLink – Raça Bravon começa registros no Brasil

AgroLink – Leite subiu 29% em relação a dezembro de 2019

AgroLink – Pós-feriado com alta em São Paulo

AgroLink – Propriedade catarinense é referência na produção de caprinos PO

AgroLink – Cuidados com os pets nas comemorações de fim de ano

AgroLink – GO: divulgado resultado do índice de preços da cesta de derivados lácteos

AgroLink – Prazo para declaração anual de rebanho se encerra no dia 30

Canal Rural – ‘Sobrou uma vaca’, diz pecuarista que teve quase todo o gado furtado

Canal Rural – Boi sobe em SP e milho fica acima de R$ 80 na B3; veja notícias desta terça

Canal Rural – China e países árabes devem manter exportações de carne angus aquecidas em 2021

SBA – Receita com exportações de carne bovina tem queda de 14% na média diária

SBA – Exportação de angus fecha ano com novo recorde

SBA – Paraná prevê alta de 17,3% no VBP deste ano

Noticias Agrícolas – Produtores rurais e representantes do setor se posicionam contra o aumento do ICMS no Estado de São Paulo

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