Novas regras devem acelerar registro de defensivos, aposta Sindiveg

Home/Informativo/Novas regras devem acelerar registro de defensivos, aposta Sindiveg

Novas regras devem acelerar registro de defensivos, aposta Sindiveg

O Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal (Sindiveg) considerou positivas as mudanças que o Ministério da Agricultura fez em relação ao registro de agrotóxicos no País, informou o Canal Rural. O Decreto 10.833, de 7/10/2021, publicado na sexta-feira, 8, no Diário Oficial da União (DOU), altera as regras de produção, pesquisa, utilização, importação e exportação desses produtos, anteriormente previstas no Decreto 5.981/2006, que regulamenta a Lei 7.802, de 1989. Para o Sindiveg, em nota, “é crucial” agilizar o processo de liberação de defensivos agrícolas no Brasil, “sem perder o rigor técnico de análise por parte dos três órgãos reguladores (Ministério da Agricutura, Anvisa e Ibama)”. Entre os pontos elogiados pela entidade está a prioridade dada ao registro de novos produtos, “considerando prazos diferenciados para a análise por tipo de pleito e conforme a complexidade”. Outro ponto de avanço, segundo a entidade, é a mudança no critério de registro de produtos equivalentes – mais conhecidos como genéricos. Mais um ponto positivo é o cadastramento de aplicadores de defensivos.

Brasil gasta cada vez menos com o agro, diz estudo

Os gastos do governo federal com a agropecuária estão em seu menor patamar em pelo menos quatro décadas, de acordo com um levantamento recente da área técnica do Ministério da Agricultura, informou o Valor Econômico. Para além de retratar as mudanças das políticas públicas para o agronegócio nesse período, o estudo mostra os desdobramentos das profundas transformações do setor nesse período. Em 2020, os gastos em políticas de apoio à produção agropecuária, subsídios aos produtores, ações fundiárias e de financiamento do Ministério da Agricultura e suas subsidiárias foram de R$ 15,5 bilhões, a maior parte com equalização de juros do crédito rural. O montante corresponde a 0,4% do total empenhado pela União no exercício, de quase R$ 3,6 trilhões.Os números contrastam com os de grande parte dos últimos 40 anos. Em 1980, por exemplo, as despesas com a agropecuária representaram 7,5% dos empenhos totais da União, chegando, em valores atualizados, a R$ 32 bilhões. A diminuição dos gastos públicos com a agricultura coloca o Brasil em situação que, em termos de subsídios, opõe-se à de países mais ricos e até concorrentes no mercado internacional. Em um cálculo que faz uma correlação entre as despesas com o suporte financeiro aos produtores e o valor bruto da produção, o grau de proteção do agronegócio brasileiro é de 1,1%. Nos Estados Unidos o índice é de 12%, na União Europeia, de 19%, e no Japão, de 41,3%. A média da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que reúne as maiores economias do mundo, é de 13,3%.  Para acessar a matéria completa, clique aqui.

CNA defende prorrogação do prazo para mudanças nos leilões de biodiesel

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) defendeu, na sexta (8), que o prazo para a nova modalidade de leilões de biodiesel entrar em vigor (1º/01/2022) seja prorrogado. O tema foi discutido em audiência pública virtual promovida pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A ideia é obter subsídios e informações adicionais sobre a minuta de resolução que dispõe sobre o novo modelo de comercialização de biodiesel para atendimento ao percentual de mistura obrigatória na formulação do diesel B, nos termos da Lei nº 13.033/2014 e atendendo à Resolução nº 14/2020, do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE). O presidente da Comissão Nacional de Cereais, Fibras e Oleaginosas da CNA, Ricardo Arioli, destacou que o biodiesel é fator estratégico para o desenvolvimento do agro brasileiro. Segundo ele, o Renovabio – a Política Nacional de Biocombustíveis – vai permitir a remuneração dos produtores das matérias-primas de biodiesel, através dos CBios, incentivando a regularização socioambiental das propriedades e da forma de produção. Assim sendo, os produtores são interessados na transparência de todas as etapas da produção e comercialização do biodiesel. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Nanotecnologia será utilizada para desenvolvimento de fertilizante de liberação lenta com matéria-prima de base florestal

Segundo a Embrapa, um dos problemas da agricultura brasileira envolve a questão dos fertilizantes: são fundamentais para atingir alta produtividade e rentabilidade mas, ao mesmo tempo, sua aplicação não é eficaz, com perdas principalmente por volatilização, lixiviação e baixa absorção. Pensando nisso, a Embrapa Florestas tem investido em pesquisas para desenvolvimento de fertilizantes de liberação lenta, uma tecnologia que auxilia na melhor incorporação do fertilizante ao solo, evita o desperdício e pode reduzir custos ao produtor rural. Para isso, a nanotecnologia é um dos caminhos e um projeto, em parceria com a empresa Polli Fertilizantes Especiais, pretende desenvolver um revestimento com polímero biodegradável utilizando nanopartículas para recobrimento, proteção e liberação gradual de fertilizantes. O projeto vai estudar o recobrimento de fertilizantes para promover sua liberação gradual. Para isso, vai trabalhar com nanotecnologia envolvendo celulose de eucalipto, sulfato de cálcio, carbonato de cálcio e alginato.  Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Veja outras notícias

Agência Brasil
Tecnologia usa plantas para reutilização de água em tanques de peixes

Embrapa
Nanotecnologia será utilizada para desenvolvimento de fertilizante de liberação lenta com matéria-prima de base florestal

Mapa
Plano ABC é destaque em seminário sobre obtenção de certificações verdes

Mapa
Chamada pública entre Brasil e Alemanha seleciona projetos de bioeconomia em quatro estados

CNA
CNA defende prorrogação do prazo para mudanças nos leilões de biodiesel

CNA
CNA e Apex-Brasil realizam mais de 40 reuniões em rodada de negócios com foco no Reino Unido

Canal Rural
Novas regras devem acelerar registro de defensivos, aposta Sindiveg

Portal do Agronegócio
Tecnologia da Embrapa contribui com produção pecuária orgânica no Brasil

Portal do Agronegócio
Alta da gasolina favorece mercado internacional de açúcar que fecha em alta

Portal do Agronegócio
Metas para efeito estufa tornam o futuro promissor para biocombustíveis em SP

AgroLink
Corte na Ciência traz riscos à pesquisa agrícola, diz Abramilho

AgroLink
Parceria vai desenvolver projetos de bioeconomia

AgroLink
“Decreto pode expandir produção nacional de defensivos”, diz especialista

Valor Econômico
Mais 24 países se juntam à iniciativa dos EUA e da UE para reduzir emissão de metano

Valor Econômico
Brasil gasta cada vez menos com o agro, diz estudo

Valor Econômico
Presidente da Embrapa é contra extensão do calendário da soja

G1
Em meio à crise hídrica, agricultores ganham dinheiro produzindo água

G1
Agricultores no Mato Grosso enfrentam falta de armazéns

G1
Agronegócio investe em cursos de qualificação profissional para atender demanda do campo

No comments yet.

Leave a comment

Your email address will not be published.

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.

Translate »