Mudanças no comando de duas secretarias do Ministério da Agricultura

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Duas importantes secretarias do Ministério da Agricultura passarão por mudanças de comando até o fim deste mês. Segundo o Valor Econômico o atual secretário de Agricultura Familiar e Cooperativismo, Fernando Schwanke, foi convidado para ser diretor de projetos do Instituto Interamericano de Cooperação para Agricultura (IICA), ligado à Organização dos Estados Americanos (OEA), na Costa Rica. O gaúcho deixará o ministério no fim de junho e assumirá o novo cargo em 12 de julho. No lugar de Schwanke, assumirá César Halum, que hoje está à frente da Secretaria de Política Agrícola do ministério, responsável pela formulação do Plano Safra, com anúncio previsto para esta terça-feira (22). Halum comandou a Pasta por um ano. Extensionista rural, disse que terá “muita alegria” de liderar a área de agricultura familiar de agora em diante. O novo secretário de Política Agrícola deverá ser Guilherme Bastos, ex-presidente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e que atualmente é assessor especial da ministra Tereza Cristina.

No auge da crise, ministério enviou respiradores veterinários ao Amazonas

Durante o colapso no sistema de saúde do Amazonas, no começo deste ano, o Ministério da Saúde enviou ao estado, principalmente a Manaus, respiradores veterinários destinados a animais para serem utilizados em humanos, destacou o Correio Braziliense nesta segunda-feira (21). De acordo com fontes dentro do governo, o caso está gerando preocupação, pois pode entrar na mira da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da covid-19, em andamento no Senado. O envio dos equipamentos foi realizado pela Secretaria de Atenção Especializada à Saúde da pasta entre janeiro e março, ainda durante a gestão do ex-ministro Eduardo Pazuello, e pelo menos 10 equipamentos foram destinados a maior cidade do Norte do país. Apesar de respiradores humanos serem usados em animais, em algumas circunstâncias, os que foram enviados a Manaus seriam impróprios para uso em pacientes humanos. O assunto já foi ventilado na CPI da Covid pelo ex-secretário de Saúde do Amazonas, Marcellus Campêlo, que prestou depoimento na condição de testemunha. Na semana passada, Campêlo se tornou investigado pelo colegiado. As declarações acabaram passando batido em meio a outras denúncias e relatos. O Ministério da Saúde foi procurado pela reportagem para informar se as autoridades de saúde foram notificadas do caso e quais medidas foram tomadas. A matéria será atualizada assim que a pasta se pronunciar.

Santa Catarina certifica propriedades livres de brucelose e tuberculose

Na propriedade da família Petrykowski, em Caçador, o clima é de recomeço. Após 30 anos de experiência na fabricação de queijos, os agricultores poderão ir em busca do Selo de Inspeção para comercializar a produção com tranquilidade e segurança. De acordo com o portal AgroLink na última quinta-feira (17), em nome do governador Carlos Moisés, o secretário de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural, Altair Silva, visitou o local e fez a entrega do certificado como propriedade livre de brucelose e tuberculose – requisito fundamental para a produção de queijos em Santa Catarina e o primeiro entregue no município. O Estado conta com mais de 1,2 mil propriedades rurais certificadas como livres das doenças e possui a menor prevalência de brucelose animal do país. “Os técnicos da Epagri e da Cidasc farão um trabalho de parceria para preparar a propriedade, viabilizando a comercialização da produção sem nenhum obstáculo. A família poderá buscar a solução para as adversidades que viveu nos últimos dias. Saímos muito satisfeitos sabendo que os produtores continuarão investindo na fabricação de queijos, fazendo as adequações necessárias para que possam comercializar com tranquilidade e obter mais renda na propriedade. Nossa intenção é viabilizar o crescimento do processo produtivo, gerando empregos e qualidade de vida em todos os cantos de Santa Catarina”, destacou o secretário Altair Silva. Com a certificação em mãos, o produtor Luiz Petrykowski poderá buscar o selo de inspeção municipal, estadual ou federal – o que permite a comercialização e atesta a qualidade do produto. Este é um sonho antigo da família, que já chegou a ter sua produção apreendida pela Vigilância Sanitária municipal devido à falta de inspeção. Esta é a primeira propriedade certificada em Caçador. O reconhecimento de propriedade livre de brucelose e tuberculose é emitido pela Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), após a realização de testes em todos os animais, com intervalos de 6 a 12 meses, e sem nenhum caso positivo. As propriedades seguem normas diferenciadas também no trânsito de animais. O certificado é renovado anualmente. A intenção da Secretaria da Agricultura é ampliar o número de certificações, para que esse seja mais um diferencial competitivo do agronegócio catarinense na conquista de mercados exigentes, principalmente para exportação de produtos lácteos. No último semestre, foram 326 novas certificações, sem contar as renovações. Destaque nacional no cuidado com a saúde animal, Santa Catarina conquista mais um título: o Estado tem a menor prevalência de brucelose animal do país. A classificação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) demonstra a excelência da bovinocultura e a qualidade da produção agropecuária catarinense. Brucelose e tuberculose são zoonoses e podem ser transmitidas para os seres humanos. Por isso as ações para erradicação das doenças têm um grande impacto na vida de quem produz e de quem consome. De acordo com o Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e da Tuberculose Animal, do Ministério da Agricultura, os Estados podem ser classificados de A até E, de acordo com a prevalência das doenças. Santa Catarina é o único Estado brasileiro com classificação A para brucelose e, junto com outros quatro Estados, também obteve nota máxima para tuberculose.

Projeto prevê que autores de maus-tratos a animais paguem despesas com veterinário em Mato Grosso

Tramita na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) um projeto que prevê que quem cometer crimes de maus-tratos com animais em Mato Grosso pague as despesas de assistência veterinária e demais gastos decorrentes da agressão, informou o G1. O texto foi apresentado na sessão da última quarta-feira (16). A proposta é do deputado estadual Faissal Calil (PV) e prevê punir o agressor com multa, além da esfera criminal. “Se algum hospital veterinário tiver algum gasto para tratar animais abandonados ou maltratados, os agressores deverão ser responsabilizados. Eles deverão ressarcir estes custos aos cofres públicos. Isto já é lei em outros estados e hoje estamos apresentando este projeto aqui, para que ele entre em vigência em Mato Grosso também”, explicou o autor. A Constituição Federal veda qualquer prática que submeta os animais a crueldade ou agressão e diz que é dever do estado e da coletividade zelar pelos animais e, ao mesmo tempo, impedir práticas que os submetam a crueldade. Além da responsabilização criminal, o parlamentar argumenta que é necessário responsabilizar o agressor pelos danos decorrentes do crime. “O estado deve atuar de modo multifacetado, na educação, na conscientização e sendo sancionador. Não se pode esperar, apenas, que cada ser humano, que cada consciência, faça o seu papel no respeito à dignidade animal”, apontou.

NA IMPRENSA

O Estado de S.Paulo – Pousadas pet friendly para curtir o inverno 
O Estado de S.Paulo – Com aquisição, BRF avança em ração para pets 
O Globo – Temporada de pinguins no litoral: saiba como ajudar no resgate da ave 
O Globo – Em um mês, Marfrig conquista dona de Sadia e Perdigão, e JBS sinaliza criar uma ‘Seara’ no exterior  
G1 – De olhos vermelhos, rã descoberta no Equador é batizada em homenagem à banda Led Zeppelin 
G1 – Estudo no Paraná usa mulas como barriga de aluguel para outras espécies 
G1 – Tamanduá-bandeira ganha proteção no interior de São Paulo 
G1 – Apaixonado por animais, venezuelano morador de rua adota oito cachorros em Boa Vista 
G1 – Mais de 300 denúncias de maus-tratos a animais são analisadas em operação; veja como denunciar em Porto Velho 
G1 – Três meses após furtar gado, suspeito ‘remarcou’ e usou notas fiscais falsas para vender os animais, diz polícia 
G1 – 4,65 bilhões de animais foram afetados com as queimadas no Pantanal, apontam pesquisadores  
G1 – Projeto prevê que autores de maus-tratos a animais paguem despesas com veterinário em MT 
G1 – ‘Praça dos cachorros’ desestressa pets e seus tutores em BH sem aglomeração na pandemia; FOTOS 
Correio Braziliense – No auge da crise, ministério enviou respiradores veterinários ao Amazonas 
Valor Econômico – Mudanças no comando de duas secretarias do Ministério da Agricultura 
Valor Econômico – PIPELINE: BRF compra a Hercosul e avança em ração para pet 
Valor Econômico – Marfrig já tem área para planta no Paraguai 
Valor Econômico – Marfrig compra terreno no Paraguai para construir frigorífico de US$ 100 milhões 
CNA – CNA levanta custos da pecuária de leite no Paraná 
AgroLink – SC certifica propriedades livres de brucelose e tuberculose 
AgroLink – Sangue do abate vira farinha na indústria 
AgroLink – Alta promove Semana de Lançamentos de Touros 
AgroLink – Uso de DEPs deslancha e garante lucro na prática
AgroLink – Tocantins ganha 11 áreas aquícolas para criação de tilápia  
AgroLink – Ovos: preços apresentaram forte retração no encerramento da semana 
AgroLink – Desempenho do ovo, na granja, na 24ª semana de 2021 
AgroLink – Desempenho do frango (vivo e abatido) na 24ª semana de 2021, terceira de junho 
AgroLink – Suinocultores chineses devem diminuir importação de soja 
AgroLink – Leilão Nelore JMP tem grande oferta de reprodutores avaliados 
AgroLink – ABCCC tem novo calendário de provas para segundo semestre de 2021 
Anda – Porca grávida foge de fazenda para dar à luz em floresta 
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Anda – Ratos machos são forçados a engravidar e dar à luz em experimento 
Anda – Ursos resgatados de circo são levados para santuário 
Anda – Após fuga, cão volta para casa com focinho ensanguentado e lesão no ânus
Anda – Consumo de carne pode aumentar chances de câncer de mama 
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