Ministro da Saúde e Presidente do STF debatem a judicialização da saúde

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Ministro da Saúde e Presidente do STF debatem a judicialização da saúde 

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, se reuniu na quinta-feira (4) com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, para tratar sobre a judicialização da saúde, informou a Agência Brasil. Em julho, Fux determinou que o governo federal garanta o fornecimento do medicamento Zolgensma para uma criança com Atrofia Muscular Espinhal (AME). Acompanhado do ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), Bruno Bianco, Queiroga entregou memorais com o posicionamento do Ministério da Saúde sobre os remédios para doenças raras. De acordo com o ministro da Saúde, a judicialização da saúde inverte prioridades e onera o sistema público de saúde. “São medicamentos de altíssimo custo. É uma pauta sensível, nós nos sensibilizamos com essas crianças, com seus familiares, mas nós temos que ter a certeza de estar oferecendo uma politica pública que traga resultados, que sejam capazes de melhorar a vida dessas crianças”, afirmou.

Especialistas defendem inclusão de terapias no SUS para tratar doença genética ocular rara

Médicos e pacientes querem a inclusão, no Sistema Único de Saúde (SUS), de terapias para a neuropatia óptica hereditária de Leber. A doença rara e ainda pouco conhecida, que pode levar à cegueira, foi tema de audiência na Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados nesta quinta-feira (4), informou a Agência Câmara. A doença não tem cura, mas a professora do Instituto Paulista de Medicina e do Instituto de Genética Ocular, Juliana Salum, citou recentes avanços terapêuticos para reduzir danos, sobretudo na fase inicial do problema. Também presentes na audiência, representantes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias do SUS (Conitec) informaram que, até agora, não há terapias aprovadas nem solicitação de registro de medicamentos para a neuropatia óptica hereditária de Leber no Brasil. O Instituto Reconvexo, criado para centralizar informações e pesquisas científicas sobre a doença, informou que o Idebenona já está aprovado nas agências sanitárias dos Estados Unidos e da União Europeia. O medicamento é importado no Brasil ao preço médio de R$ 800. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Alta espantosa de casos de diabetes em 2021 faz especialistas afirmarem que a doença está ‘saindo do controle’

A Federação Internacional de Diabetes (IDF, sigla em inglês) divulgou esta semana os dados preliminares do Atlas Diabetes 2021. O documento mostra que houve um aumento de quase 16% nos casos da doença em adultos (de 20 a 79 anos) em todo o mundo. O Globo informou que na última edição, publicada em 2019, eram 463 milhões de pessoas vivendo com a enfermidade, saltando para 537 milhões agora. Isto significa que 1 a cada 10 adultos desenvolveram a doença. E, apenas em 2021, a doença já foi responsável por 6,7 milhões de mortes em todo o mundo, ou seja, 1 a cada 5 segundos. Para a IDF, este cenário mostra que o diabetes está ’saindo do controle’. Rosane Kupfer, endocrinologista e presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes da Regional do Rio de Janeiro (SBD-RJ), explica que a constatação se dá pelo fato de o número de diabéticos ter crescimento muito acima das projeções feitas pela instituição. No relatório de 2019, a federação havia projetado que em 2030 o número de diabéticos chegaria a 578,4 milhões, ou seja, um crescimento de 115,4 milhões de pessoas com diabetes em 11 anos. No entanto, em apenas dois anos, já são 74 milhões de novos casos da doença (64% do aumento projetado até 2030). Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Pílula da Pfizer é 89% eficaz na prevenção de internações e mortes por covid, diz farmacêutica

A Pfizer informou, nesta sexta-feira (05), que uma pílula desenvolvida pela farmacêutica teve eficácia de 89% na redução do risco de internação ou morte entre pessoas com casos graves de covid-19, informou o Estado de S. Paulo. O anúncio é baseado em resultados preliminares de um estudo de fase 2/3 conduzido pela farmacêutica. O antiviral, conhecido como Paxlovid, funcionou quando administrado três dias após o diagnóstico, de acordo com a empresa. Dos 1.219 adultos que participaram da pesquisa, dez que tomaram o placebo morreram, comparado com nenhum óbito entre os que receberam o remédio. Os testes também atestaram a segurança da substância, conforme a farmacêutica.  A Pfizer afirmou que pretende solicitar autorização para uso da droga à Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA, na sigla em inglês) dos Estados Unidos este mês. Se autorizado pelas autoridades regulatórias, pode haver dois comprimidos de covid-19 que as pessoas podem tomar em casa antes do final do ano para mantê-los fora do hospital. Um antiviral da Merck (MSD no Brasil) e Ridgeback Biotherapeutics, o molnupiravir, foi liberado para uso no Reino Unido esta semana e está para autorização nos EUA.

 

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