MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO QUER EXTINÇÃO DA INFRAERO ATÉ 2018

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A reestruturação da Infraero, a estatal dos aeroportos, deve ser definida nesta semana e, segundo o Secretário de Aviação Civil, Dario Rais Lopes, até o momento só há consenso sobre a venda de sua participação nos cinco aeroportos privatizados. Em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, o secretário não quis comentar as controvérsias entre os ministérios do Transportes e do Planejamento sobre o destino da Infraero. Pessoas que participam das conversas afirmam que a área econômica quer a privatização dos 56 aeroportos da estatal até 2018. A venda seria feita em blocos, combinando aeroportos lucrativos com outros menores e deficitários. A estatal seria extinta. Para viabilizar a venda dos 56 aeroportos, o Planejamento quer obrigar as futuras concessionárias a absorver a maior parte dos funcionários da Infraero. Isso reforçaria o caixa da União para resolver o aperto orçamentário diante da queda de arrecadação, que pode comprometer o cumprimento da meta de deficit de R$ 139 bilhões neste ano. “O segundo semestre de 2018 é um período eleitoral, temos apenas um ano para trabalhar”, disse Rais Lopes.

Enxugamento da estatal é defendido 

Ainda de acordo com o jornal Folha de S.Paulo, segundo o secretário Dario Rais Lopes, o Ministério dos Transportes defende o enxugamento da estatal, que continuaria na gestão do sistema aéreo e administrando uma rede menor de aeroportos. “Depois da venda da participação da Infraero nos aeroportos privatizados, nosso plano é preparar uma nova rodada de concessões, sem a estatal.” Atualmente, a Infraero tem 49% de participação no aeroportos do Galeão (RJ), de Confins (MG), de Brasília (DF), de Guarulhos (SP) e de Viracopos (SP). Problemas de caixa da estatal e das empreiteiras sócias nas empresas que administram esses aeroportos levaram a um atraso no pagamento de outorgas. “A proposta da SAC é a concessão de dois lotes de aeroportos imediatamente (nenhum com Congonhas ou Santos Dumont) e a transferência da outorga de Ilhéus e de São José dos Campos para a Bahia e o município paulista, respectivamente, para que procedam à concessão. Depois de muitas disputas internas e com o ministro Maurício Quintella (Transportes), os dirigentes da Infraero concordam com um plano mais abrangente, mas que não leve ao fim da estatal. Para eles, que defendiam a privatização de aeroportos lucrativos, como Congonhas e Santos Dumont, não há mais possibilidade de que parte desses recursos volte para a Infraero, como defendiam”, enfatiza entrevista.

Safra 2017/18 marca início da ‘era do aperto’ no crédito rural 

Quando lançou o Plano Safra 2017/18, no início deste mês, o governo deu tanta ênfase ao aumento do montante de recursos e aos juros mais baixos das linhas de financiamento que uma série de regras que buscam preservar o crédito rural a juros controlados passou despercebida. Para especialistas ouvidos pelo Valor Econômico, é a confirmação do início de uma “nova era de apertos”, como já sinalizava a equipe econômica do governo de Michel Temer. O Ministério da Fazenda e o Banco Central vieram a público na última semana para sustentar que as regras convergem com a nova lei do teto de gastos e também estão relacionadas a ações de controle para evitar concentração de crédito na mão de poucos tomadores, como as cooperativas agrícolas. “Entre as medidas implementadas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) no dia 7 de junho, quando foi lançado o Plano Safra 2017/18, a que mais causou celeuma foi a que definiu um limite de R$ 600 milhões para financiamento com recursos controlados por cooperativa. O CMN também aprovou a redução de 74% para 65% do percentual da exigibilidade de poupança rural destinada ao crédito rural, definiu que depósito à vista só poderá servir de fonte de recursos para custeio e estabeleceu que linhas de comercialização e industrialização não poderão mais ser financiadas com recursos controlados”, destaca parte da reportagem.

Chuva atrapalha plantio de trigo no RS e agricultores diminuem área

O plantio do trigo está terminando no Rio Grande do Sul e, mais uma vez, o estado registra uma redução na área. A chuva atrapalhou o início da safra de trigo. Conforme noticiou o Globo Rural de domingo (16), muitos agricultores desistiram de plantar ou perderam muito com a erosão. E, em mais um ano seguido, a área destinada ao principal cereal do inverno gaúcho diminuiu. A curva de diminuição da área destinada ao trigo no Rio Grande do Sul é acentuada: de 1,180 milhão de hectares em 2014, para 882 mil em 2015, 766 mil em 2016 e 729 mil neste ano. Se compararmos os últimos dois anos já é uma redução de 6%, mas se olhar para o ano de 2014 comparando com a atual safra, é uma queda de quase 40%. “É uma cultura que não tem uma rentabilidade e acaba não sobrando uma boa rentabilidade para o agricultor, e por isso vem desestimulando os agricultores”, fala a engenheira agrônoma da Emater, Larissa Reis. “O preço médio da saca de trigo é de R$ 32. Na mesma época de 2016, a saca valia R$ 39”, ressalta a notícia.

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