Ministério da Saúde estuda regulamentar eventuais conflitos de interesse na saúde

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Ministério da Saúde estuda regulamentar eventuais conflitos de interesse na saúde

O Ministério da Saúde estaria preparando uma medida para regulamentar conflitos de interesse na área de saúde. Segundo informou a Veja, o objetivo é obrigar a declaração das relações financeiras entre a indústria do setor e médicos ou pesquisadores — como o pagamento por palestras, patrocínio de eventos ou viagens, por exemplo. A ideia é que o ato seja publicado em uma portaria conjunta com a Controladoria-Geral da União e o Ministério da Justiça. A ordem veio do ministro Marcelo Queiroga. O modelo a ser seguido é o da lei conhecida como Sunshine Act, dos Estados Unidos, que entrou em vigor em 2010 e deu transparência a essa relação sensível. Hoje, há dois projetos de lei que tratam do tema no Congresso. No Brasil, já existem normas sobre a questão aprovadas em Minas Gerais. A equipe que está elaborando a medida discute nesse momento qual seria o modelo para a declaração dos benefícios, e em que tipo de plataforma. Na Saúde, a expectativa é que o texto fique pronto até a semana que vem.

Farmacêuticas avançam para obter autorização ou inclusão no SUS de remédios contra a Covid-19

Passada a temporada de aprovação de vacinas, farmacêuticas no Brasil trabalham para a autorização ou inclusão no SUS de medicamentos contra a Covid-19, publicou o Globo. A MSD, por exemplo, está em tratativas com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para a liberação emergencial do antiviral Molnupiravir. A expectativa é que a autorização ocorra em fevereiro e que, em março, o medicamento possa estar no mercado. Em patamar anterior está a Pfizer, que iniciou conversas com a agência em relação ao seu antiviral, mas ainda não pediu para usar a droga emergencialmente. Aos técnicos, representantes da empresa disseram que devem fazer a solicitação ainda em fevereiro. Enquanto isso, medicamentos que já passaram pelo crivo da Anvisa pediram, no começo deste ano, o aval da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS, a Conitec. É o caso do anticorpo monoclonal — um tipo de medicamento biológico desenvolvido em laboratório — da sul-coreana Celltrion Healthcare, o Regkirona. Também é a situação do Olumiant, da farmacêutica Eli Lilly. Usado originalmente no tratamento de artrite reumatoide, o Olumiant teve resultados positivos para a Covid-19 e recebeu autorização da Anvisa para este uso. Para acessar a matéria completa, clique aqui

Abramed alerta para possíveis falhas no autoteste da Covid-19 

Após a aprovação do uso e venda de autotestes para detectar a Covid-19 no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica (Abramed) se manifestou apoiando a decisão do órgão, mas chamou a atenção para possíveis falhas na execução e no uso dos testes, que exigem precisão no manuseio, informou o Globo. A Abramed reforçou que aguarda a inclusão das orientações sobre o uso dos autotestes em uma atualização do “Plano Nacional de Expansão de Testagem para Covid-19” (PNE Teste). Em nota, a Abramed disse que ’sente-se na obrigação de alertar e reforçar a sua preocupação com a qualidade desses dispositivos e possíveis falhas na execução dos autotestes que, embora tenham uma aparente facilidade de aplicação, têm complexidade tecnológica e exigem que todas as etapas sejam realizadas com muito cuidado’. A entidade acrescentou que a utilização incorreta dos testes levam à obtenção de falso-negativos, o que, do ponto de vista epidemiológico, é ’extremamente grave por trazer falsa sensação de segurança em relação a não transmissibilidade da COVID-19’. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Taxa de mortalidade de doenças negligenciadas aumenta durante pandemia

A pandemia de covid-19 trouxe impactos para o atendimento em relação às doenças tropicais negligenciadas que passaram a registrar aumento da mortalidade, apesar da queda de internações. Segundo publicou a Agência Brasil, em 2020, a taxa de mortalidade para malária subiu 82,55%, apesar da queda de 29,3% nas internações. Doenças como a leishmaniose visceral e a leptospirose também registraram aumento de mortalidade de 32,64% e 38,98%, respectivamente. O número de internações por essas doenças diminuiu no período, com quedas de 32,87% e 43,59%. Na avaliação da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical (SBMT), houve aumento do número de casos dessas enfermidades durante a pandemia. “Houve redução dos casos notificados e aumento da letalidade”, disse à Agência Brasil o presidente da entidade, Júlio Croda. “Houve uma desassistência às pessoas que são acometidas por essas doenças e que, geralmente, são populações mais vulneráveis”, destacou. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

 

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