Militares já ocupam 21 cargos na Saúde, em postos de direção e até em áreas especializadas

//Militares já ocupam 21 cargos na Saúde, em postos de direção e até em áreas especializadas
Em meio à crise pelo novo coronavírus e sob comando interino de um general, o Ministério da Saúde tem ampliado o número de militares em postos-chave. O processo já atinge até mesmo cargos estratégicos em áreas especializadas de assistência em saúde. Ao longo do último mês, ao menos 21 militares foram nomeados, de acordo com levantamento feito pela Folha de S.Paulo, nesta sexta-feira (22), em publicações do Diário Oficial da União. A maioria é ligada ao Exército e veio de unidades ligadas a setores de pagamento e pessoal, finanças e logística. Sem experiência prévia na área da saúde, parte expressiva foi colocada em cargos de direção e coordenação na Secretaria-Executiva. Outra parte está em pastas mais técnicas, que costumavam ser ocupadas por pessoas altamente especializadas. O processo de militarização na saúde começou com a entrada do general Eduardo Pazuello como número 2 da pasta, ainda na gestão do ex-ministro Nelson Teich. Coordenador da Operação Acolhida, voltada a apoio a imigrantes venezuelanos, Pazuello teve apoio de outros ministros generais para ocupar o cargo. Com a saída de Teich, Pazuello ficou como interino à frente da pasta. Desde então, as nomeações foram intensificadas. Só nesta semana, 13 foram publicadas. A maioria é concentrada em cargos de direção e coordenação na Secretaria-Executiva, área que responde pela aprovação de editais, processos de logística, auditorias e administração de recursos do SUS. Recentemente, porém, houve nomeações também para cargos de direção em duas pastas estratégicas, caso das Secretarias de Atenção Primária e de Atenção Especializada, que respondem por ações voltadas a unidades básicas de saúde e hospitais. É o caso da médica e primeira-tenente Laura Tiriba Appi, que foi nomeada inicialmente como assessora do ministro e, em seguida, como diretora de programa na Secretaria de Atenção Primária. Na prática, ela tem atuado junto ao ministro e é uma das poucas que veio da área da saúde. Procurada pela Folha, ela não quis comentar. Marcelo Sampaio Pereira, que também é ligado ao Exército, entrou como diretor de programa na Secretaria de Atenção Especializada. Servidores de carreira do ministério, no entanto, apontam que já há mais militares em atuação. Dentro da pasta, o grupo costuma dizer que veio para uma missão e está em força-tarefa. A lista de nomeações deve aumentar nos próximos dias. No dia 4 de maio, o Comando do Exército publicou uma portaria no Diário Oficial da União na qual “passou à disposição” 17 militares para o Ministério da Saúde. Desse total, 11 já foram nomeados, o que indica que o número ainda deve crescer. Além do ministro interino, militares também já respondem por duas das sete secretarias da pasta. Ex-secretário de Saúde de Roraima, cargo que ocupou entre abril e junho de 2019, o coronel Antônio Élcio Franco é hoje substituto de Pazuello na Secretaria-Executiva. Já o coronel Robson Santos da Silva, que entrou ainda na gestão do ex-ministro Luiz Henrique Mandetta, permanece à frente Secretaria de Saúde Indígena. Antes de assumir a pasta, ele atuou como assessor no Ministério da Educação e na equipe de transição. Ex-membros da equipe de Mandetta afirmam que ele era um dos poucos nomes do Exército na última gestão. A entrada de militares tem preocupado servidores, que dizem que o cenário lembra uma intervenção e chamam a atenção para a falta de conhecimento técnico em saúde. Eles dizem ainda que, nos últimos anos, nunca houve tantos militares em cargos na pasta.

Entidades médicas cobram protocolos de atendimento para pacientes crônicos durante pandemia

Segundo a Agência Câmara entidades médicas ouvidas pela comissão externa que acompanha medidas de enfrentamento à pandemia de Covid-19 cobraram nesta quinta-feira (21) a adoção de protocolos para consultas, exames e tratamento de pacientes renais, oncológicos e cardíacos, enquanto durarem as normas de isolamento social. A presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica, Angélica Nogueira, informou que o atendimento aos pacientes caiu pela metade nos últimos dois meses, prejudicando ainda mais os diagnósticos, que no Brasil, já acontecem tardiamente. Ela defendeu a criação de protocolos seguros para não deixar de atender esses pacientes. “Que eles tenham segurança para manter seus tratamentos. Adiar um tratamento oncológico pode ser perder a chance de vida daquele paciente”, alertou. Os representantes da Coordenação Geral de Atenção Especializada do Ministério da Saúde informaram que estão conversando com as sociedades de oncologia e de nefrologia para construir protocolos que garantam o atendimento de parte desses pacientes de forma domiciliar. A presidente do Instituto Oncoguia, Luciana Barros, afirmou que neste momento de pandemia os pacientes estão assustados. 41% daqueles que são tratados pelo SUS tiveram seu tratamento suspenso ou cancelado, e 35 % dos pacientes da rede privada também estão na mesma situação. O presidente da Sociedade Brasileira de Nefrologia, Marcelo Mazza, afirmou que com a Covid o aumento no custo dos insumos está dificultando o funcionamento das clínicas de hemodiálise. Ele lembrou que somente 6% dos pacientes renais fazem diálise em casa, o restante tem que ir à clínica pelos menos três vezes por semana. “140 mil pacientes realizam terapia substitutiva renal no país, 80% recebem o tratamento pelo SUS. E esses pacientes se constituem de grupos de risco são pacientes hipertensos, são pacientes diabéticos, são pacientes idosos, suscetíveis a infecção pelo coronavírus com complicações mais graves. Só que o confinamento social que seria indicado a essa população não pode ser realizado pelo fato desses pacientes necessitarem, três vezes por semana, se dirigirem às suas unidades de diálise para poder realizar sua terapia substitutiva renal”. A relatora da comissão, deputada Carmen Zanotto (Cidadania-SC), destacou que um dos objetivos da reunião é preparar o País para enfrentar o aumento no número de diagnóstico dessas doenças que deve ocorrer após o fim da pandemia. “Nós temos que pensar no futuro próximo em como garantir o dobro ou o triplo de procedimentos, ampliar as cirurgias, até mesmo usando o centro cirúrgico no sábado e domingo para que a gente possa atender esses pacientes que ficaram represados nesse período”.

América do Sul se tornou o novo epicentro da Covid-19, diz OMS

O diretor do programa de emergências da Organização Mundial de Saúde (OMS), Michael Ryan, declarou nesta sexta-feira (22) que a América do Sul se tornou o novo epicentro da pandemia de Covid-19, a doença causada pelo novo coronavírus. De acordo com o G1, a entidade foi questionada se estava oferecendo algum tipo de assistência direta ao Brasil, que registrou um recorde de mortes diárias na quinta-feira (21), com 1.188 mortes em 24 horas, segundo balanço do Ministério da Saúde. Mais de 20 mil pessoas já morreram no país de Covid-19. “Em termos de resposta, nossos colegas na Opas [braço da OMS nas Américas] estão fornecendo ajuda direta ao governo e a muitos dos estados que estão sendo duramente afetados, incluindo o Amazonas”, afirmou Michael Ryan. “A maioria dos casos é da região de São Paulo, mas também Rio de Janeiro, Ceará, Amazonas, Pernambuco estão sendo afetados”, disse Ryan. “Mas em termos de taxas de ataque, as mais altas estão, na verdade, no Amazonas: cerca de 490 pessoas infectadas para cada 100 mil habitantes, que é uma taxa de ataque bem alta”, comentou. “De certa forma, a América do Sul se tornou um novo epicentro para a doença, vimos muitos países sul-americanos com aumento do número de casos, e claramente há preocupação em muitos desses países, mas certamente o mais afetado é o Brasil neste momento”, declarou Ryan. O diretor de emergências reforçou, também, que a organização não recomenda o uso da cloroquina ou da hidroxicloroquina para tratar a doença. “Nós também notamos que o governo do Brasil aprovou a hidroxicloroquina para uso mais amplo, mas ressaltamos que nossas revisões clínicas sistemáticas atuais realizadas pela Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) e a evidência clínica atual não apoiam o uso generalizado de hidroxicloroquina para o tratamento da Covid-19 – não até que ensaios [clínicos] sejam concluídos e nós tenhamos resultados claros”, destacou. Mesmo sem evidências científicas, o Ministério da Saúde aprovou, na terça-feira (19), um documento que recomendava o uso das substâncias, no SUS, para tratar a Covid-19. Depois, o documento foi modificado, mas manteve a recomendação. Além da OMS e da Opas, especialistas brasileiros também criticaram a recomendação do governo. Eles reforçaram que os estudos científicos não comprovaram a eficácia nem da cloroquina, nem da hidroxicloroquina para a Covid-19, que elas trazem risco à saúde do paciente e que o governo não pode submeter a população “ao risco adicional de um tratamento sem garantias de segurança e eficácia”. Um novo estudo com 96 mil pacientes, publicado nesta sexta-feira (22), não encontrou benefício no uso da cloroquina contra Covid-19 e detectou risco de arritmia cardíaca.

Médicos preveem aumento do pedido por cloroquina após novo protocolo do governo

Nesta sexta-feira (22), o jornal O Estado de S.Paulo divulgou que, os médicos acreditam que o novo protocolo do Ministério da Saúde deve atrapalhar um pouco o trabalho no enfrentamento da pandemia. Na quarta-feira, o governo permitiu a prescrição da cloroquina para casos leves da covid-19, mesmo após diversos estudos terem mostrado que o medicamento não é eficaz para tratar a doença. “A população vai começar a perguntar para o médico se pode prescrever. Caberá ao médico explicar que não tem eficácia comprovada e talvez não seja a melhor opção”, declarou o presidente da Associação Paulista de Medicina, José Luiz Gomes da Costa. Ele também esclarece que essa pressão não é incomum e acontece também no tratamento de outras doenças. Antonio Carlos Lopes, diretor acadêmico do Hospital Militar da Área de São Paulo, discordou dos companheiros de profissão. “Tem que saber receitar a dose adequada. O problema é que a cloroquina é um medicamento  barato e não interessa  para a indústria. Querem queimar para lançar um mais caro”. O presidente da Abrafarma (Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias) acredita que a recomendação não mudará a compra desse medicamento. “Já não é um produto fácil de achar na farmácia. É um medicamento usado para lúpus, malária e artrite. Cerca de cem mil pessoas no Brasil usam por mês. No início da pandemia, houve um corrida pelo medicamento e faltou. Mas desde que a Anvisa definiu que precisa de receita controlada freou a compra. Esse panorama só vai mudar se os médicos começarem a receitar muito mais.”

SAÚDE NA IMPRENSA

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Folha de S.Paulo – Editorial ‘Saúde militarizada’ soa como alarme, diz leitor

Folha de S.Paulo – A pequena médica e o grande plano

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BR Político – Serra tenta derrubar novo protocolo para cloroquina

Agência Saúde – Nota Conjunta nº 02/2020 do Ministério da Saúde, CONASS e CONASEMS sobre assinatura de portarias conjuntas para ações de enfrentamento ao coronavírus

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O Globo – Corrupção na saúde torna mais letal pandemia da Covid-19 no Rio

Agência Brasil – Covid-19: governo repassa parcela de R$ 340 milhões a santas casas

Agência Brasil – Covid-19: pesquisa com profissionais de saúde mostra 11% infectados

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Jota – É verdade que a Covid-19 é considerada doença ocupacional?

Correio Braziliense – Covid-19: Depois de mais de 40 dias, paciente zero do DF deixa a UTI

Correio Braziliense – Covid-19: Desdobramentos de um AVC tendem a ser mais graves nos pacientes

Correio Braziliense – Brasil recebe 4,5 milhões de máscaras N-95 contra a covid-19

G1 – América do Sul se tornou o novo epicentro da Covid-19, diz OMS

G1 – Estudo com 96 mil pacientes não encontra benefício de uso de cloroquina contra Covid-19 e detecta risco de arritmia cardíaca

G1 – Celso de Mello envia à PGR pedidos de depoimento e de apreensão do celular de Bolsonaro

G1 – Assessor especial do Ministério da Saúde defendeu chefes de milícias do RJ e Salvatore Cacciola

G1 – ‘A gente tem que escolher quem vai entubar’, diz médica sobre falta de respiradores em hospitais no AC

G1 – Ala do hospital de campanha do Maracanã é inaugurada, mas funcionários denunciam falta de medicamentos

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O Boletim NK, produzido pela NK Consultores Relações Governamentais, é uma compilação das principais notícias publicadas em meios de comunicação do país sobre temas ligados ao setor.

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